
Revisão D7-TESE
Authored by Fabiana Martins
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Leia o texto e, a seguir, responda.
O teatro da etiqueta
No século XV, quando se instalavam os Estados nacionais e a monarquia absoluta na Europa, não havia sequer garfos e colheres nas mesas de refeição: cada comensal trazia sua faca para cortar um naco da carne — e, em caso de briga, para cortar o vizinho. Nessa Europa bárbara, que começava a sair da Idade Média, em que nem os nobres sabiam escrever, o poder do rei devia se afirmar de todas as maneiras aos olhos de seus súditos como uma espécie de teatro. Nesse contexto surge a etiqueta, marcando momento a momento o espetáculo da realeza: só para servir o vinho ao monarca havia um ritual que durava até dez minutos.
Quando Luís XV, que reinou na França de 1715 a 1774, passou a usar lenço não como simples peça de vestuário, mas para limpar o nariz, ninguém mais na corte de Versalhes ousou assoar-se com os dedos, como era costume. Mas todas essas regras, embora servissem para diferenciar a nobreza dos demais, não tinham a petulância que a etiqueta adquiriu depois. Os nobres usavam as boas maneiras com naturalidade, para marcar uma diferença política que já existia. E representavam esse teatro da mesma forma para todos. Depois da Revolução Francesa, as pessoas começam a aprender etiqueta para ascender socialmente. Daí por que ela passou a ser usada de forma desigual — só na hora de lidar com os poderosos.
Revista Superinteressante, junho 1988, nº 6 ano 2.
a etiqueta mudou, mas continua associada aos interesses do poder.
a etiqueta sempre foi um teatro apresentado pela realeza.
a etiqueta tinha uma finalidade democrática antigamente.
as classes sociais se utilizam da etiqueta desde o século XV.
as pessoas evoluíram a etiqueta para descomplicá-la.
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Leia o texto e, a seguir, responda.
“Bem aventurados os homens de boa redação. Deles será o reino das diretorias.”
Dentro de uma grande empresa, as melhores chances de promoção pertencem aos que sabem como escrever um bom relatório, como produzir cartas e planos claros e precisos.
No entanto, são muito poucas as pessoas que se expressam corretamente por escrito. Isto é surpreendente porque escrever bem não depende de nenhum talento especial. É simplesmente o resultado de um treinamento, como qualquer outro. Você pode receber esse treinamento inscrevendo-se no Curso Prático de Redação de Waldimas Nogueira Galvão.
Até agora reservado a altos funcionários de algumas empresas, este curso acaba de ser editado para ensino à distância e está à sua disposição. Você pode estudar os seus 5 módulos no conforto de sua casa, nos seus momentos de folga. O próprio autor do curso acompanha a sua evolução, respondendo a perguntas, corrigindo e comentando os seus exercícios.
Nós lhe enviaremos informações detalhadas sobre o Curso Prático de Redação sem nenhum compromisso de sua parte. Basta telefonar para (0xx11) 263 8859 ou escrever para C.H. Knapp Editora, rua Dr.Costa Junior 515, CEP 05002, São Paulo.” Ou então preencha e envie este cupom:
C. H. Knapp Editora
Caixa Postal 61050 – CEP 05071 São Paulo.
Desejo receber todas as informações sobre o Curso Prático de Redação.
Nome:
_________________________
Endereço:
_________________________
A tese defendida pelo autor do texto é:
alcançar sucesso profissional depende de uma boa redação, a qual se alcança por meio de um treinamento adequado.
curso editado para ensino à distância e está à sua disposição. Você pode estudar os seus 6 módulos nos seus momentos de folga.
escrever bem não depende de nenhum talento especial; no entanto, são muito poucas as pessoas que se expressam corretamente.
trata-se de texto destinado a executivos e funcionários graduados, ambiciosos de fazer carreira.
o próprio autor do curso acompanha a sua evolução, respondendo a perguntas, corrigindo e comentando os seus exercícios.
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Leia o texto e, a seguir, responda.
É urgente recuperar o sentido de urgência
Eliane Brum
Dias atrás, Gabriel Prehn Britto, do blog “Gabriel quer viajar”, tuitou a seguinte frase: “Precisamos redefinir, com urgência, o significado de URGENTE”. (Caixa alta, na internet, é grito.) “Parece que as pessoas perderam a noção do sentido da palavra”, comentou, quando perguntei por que tinha postado esse protesto/ desabafo no Twitter. “Urgente não é mais urgente. Não tem mais significado nenhum.” Ele se referia tanto ao urgente usado para anunciar notícias nada urgentes nos sites e nas redes sociais, quanto ao urgente que invade nosso cotidiano, na forma de demanda tanto da vida pessoal quanto da profissional. Depois disso, Gabriel passou a postar uns “tuites” provocativos, do tipo: “Urgente! Acordei” ou “Urgente: hoje é sexta-feira”.
A provocação é muito precisa. Se há algo que se perdeu nessa época em que a tecnologia tornou possível a todos alcançarem todos, a qualquer tempo, é o conceito de urgência. Vivemos ao mesmo tempo o privilégio e a maldição de experimentarmos uma transformação radical e muito, muito rápida em nosso ser/estar no mundo, com grande impacto na nossa relação com todos os outros. Como tudo o que é novo, é previsível que nos atrapalhemos. E nos lambuzemos um pouco, ou até bastante. Nessa nova configuração, parece necessário resgatarmos alguns conceitos, para que o nosso tempo não seja devorado por banalidades como se fosse matéria ordinária. E talvez o mais urgente desses conceitos seja mesmo o da urgência.
[...]
Que tipo de efeito terá sobre as novas gerações a ideia de que não há limites para alcançar, ocupar e consumir o tempo/corpo dos pais e amigos e mesmo de desconhecidos? Assim como não há limites para ter o próprio tempo/corpo alcançado, ocupado e consumido?
[...]
A grande perda é que, ao se considerar tudo urgente, nada mais é urgente. Perde-se o sentido do que é prioritário em todas as dimensões do cotidiano. E viver é, de certo modo, um constante interrogar-se sobre o que é importante para cada um. Ou, dito de outro modo, uma constante interrogação sobre para quem e para o quê damos nosso tempo, já que tempo não é dinheiro, mas algo tremendamente mais valioso. Como disse o professor Antônio Candido, “tempo é o tecido das nossas vidas”.
Essa oferta 24 X 7 do nosso corpo simbólico para todos os outros — e às vezes para qualquer um — pode ter um efeito bem devastador sobre a nossa existência. Um que sequer é escutado, dado o tanto de barulho que há. Falamos e ouvimos muito, mas de fato não sabemos se dizemos algo e se escutamos algo. Ou se é apenas ruído para preencher um vazio que não pode ser preenchido dessa maneira.
Será que não é este o nosso mal-estar?
Viver no tempo do outro — de todos e de qualquer um — é uma tragédia contemporânea.
Vivemos uma transformação radical.
A necessidade de resgatar o sentido de urgência.
É previsível que nos atrapalhemos com o novo.
Tempo não é dinheiro, mas é algo valioso.
Viver no tempo do outro é uma tragédia contemporânea.
4.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Rio de Janeiro, 14 de fevereiro de 2011
À população brasileira, há muitos anos as mulheres lutam pelos seus direitos e vêm conseguindo inegáveis avanços.
Para que, hoje, possamos votar, trabalhar e usar calças jeans, muito sutiã teve que ser queimado em praça pública. Hoje, no auge de nossas independências, somos diretoras de grandes empresas multinacionais, engenheiras renomadas, grandes cirurgiãs, artistas e ainda somos mães e esposas. Somos o que há de contemporâneo, de avançado, super-heroínas do dia a dia. [...] Sou mulher e, assim como os meus deveres, tenho os meus direitos.
No entanto, existe um véu que cobre, ainda, todo esse avanço. Na grande maioria das vezes, isso é somente aos nossos olhos. Valorizamos cada conquista, cada meio centímetro percorrido a caminho da independência porque ela é nossa. […] Não é fácil ser mulher. Mais difícil ainda é lutar pelos nossos direitos. […]
Quem por nós? Nós mesmas. Quem contra nós? Todo resto. Feminismo já é ultrapassado, vitimização mais ainda. [...] Acima de tudo, conquistamos o livre-arbítrio. Escolhemos nossas escolhas. Pelo que lutar agora?
Lutemos pela dignidade reconquistada. Pela coragem de nos queixarmos dos maus tratos. Pelo fim do massacre do que nos resta de mais precioso: nosso feminino. [...] Quanto tempo mais ficaremos esperando? Não proponho feminismo. Não proponho nenhum tipo de superioridade. Proponho denúncia, atenção e ajuda mútua. Igualdade. Gênero é muito mais do que sexo. É atitude.
Atenciosamente,
Uma brasileira.
Disponível em: http://www.desconversa.com.br/redacao/>. Acesso em: 11 abr. 2012. Fragmento.
Qual é a tese defendida nesse texto?
As mulheres devem ocupar cargos de grande prestígio social.
As mulheres precisam buscar motivos pelos quais lutar.
A mulher precisa ter atitude e lutar para reconquistar sua dignidade.
O feminismo deve ser excluído das lutas sociais.
Os direitos das mulheres já foram conquistados.
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Leia o texto abaixo e responda.
Exóticos, pequenos e viciantes
Ao caminharmos pela cidade, nas alamedas e nas praças é frequente vermos pessoas falando ao celular, gente dirigindo com uma das mãos, pessoas apertando botões e até tirando fotos com seus aparelhos digitais. Até ouvimos os toques polifônicos diversificados e altos que se confundem com as buzinas e os sons urbanos mais comuns.
O que me chama a atenção são os tamanhos, os formatos e as múltiplas funções dessas coisas que também são úteis, quando não passam de meros badulaques teens.
Os celulares estão cada vez mais viciosos, uma coqueluche. Já fazendo analogia com a peste, os celulares estão se tornando uma febre, [...] bem como outros aparelhos pequenos, úteis e viciantes. [...] Tem gente que não vive sem o celular! Não fica sem aquela olhadinha, telefonema ou mensagem instantânea, uma mania mesmo.
Interessante, uma vez, um amigo meu jornalista disse que os celulares podem ser próteses. Bem como outro objeto, status ou droga podem ser próteses. Pode haver gente que não têm amigos, mas tem o melhor celular, o mais moderno, uma prótese para a vida.
Pode ser que haja gente que não seja feliz, mas tenha uma casa boa, o carro do ano, o poder, a fama e muito dinheiro, tem próteses.
Tudo que tenta substituir o natural, o simples da vida, será prótese de uma pessoa. Aqui, entendo natural como a busca da realização, da felicidade, do bem-estar que se constrói pela simplicidade, pelo prazer de viver. Viver incluído no mundo digital e moderno é legal, mas é preciso manter o senso crítico de que as coisas podem ser pequenas, úteis e viciantes. VIANA, Moisés.
Disponível em: http://meuartigo.brasilescola.com/ psicologia/exoticos-pequenos-viciantes.htm>. Acesso em: 4 fev. 2012. Fragmento. *Adaptado: Reforma Ortográfica.
A tese defendida pelo autor do Texto sobre o uso de celulares encontra-se expressa no trecho:
“... é frequente vermos pessoas falando ao celular, gente dirigindo com uma das mãos, ...”. (1° parágrafo)
“... ouvimos os toques polifônicos diversificados e altos que se confundem com as buzinas...”. (1° parágrafo)
“... entendo natural como a busca da realização, da felicidade, ...”. (6° parágrafo)
“Os celulares estão cada vez mais viciosos, uma coqueluche.”. (3° parágrafo)
“... entendo natural como a busca da realização, da felicidade, ...”. (6° parágrafo)
6.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Leia o texto abaixo e responda.
Decida
Em um mundo cada vez mais complexo, com excesso de informação, pressão por desempenho e repleto de alternativas, as pessoas precisam tomar decisões também a respeito de assuntos delicados. E devem fazer isso sem ter muito tempo para pensar.
Cada vez mais, o sucesso e a satisfação pessoal dependem da habilidade de fazer escolhas adequadas. Com frequência, as pessoas são instadas a tomar uma decisão que pode modificar sua vida pessoal. Devo ou não me casar? Que tal só morarmos juntos? Devo ou não me separar? [...] Em que escola matricular nosso filho? Aliás, ele vai ganhar carro aos 18 anos ou sairá à noite de carona [...]? É certo comprar aquela casa maior e contrair um financiamento a perder de vista? No trabalho, acontece a mesma coisa. Devo dar uma resposta dura àquela provocação feita pelo chefe? Peço ou não peço aumento? Posso ou não baixar os preços dos produtos que vendo de forma a aumentar a saída? Que tal largar tudo e abrir aquela pousada na praia? Psicólogos americanos que estudaram a vida de gerentes empregados em grandes companhias descobriram que eles chegam a tomar uma decisão a cada nove minutos. São mais de 10.000 decisões por ano — 10.000 possibilidades de acertar, ou de errar. Não há como fugir. Ou você decide, ou alguém decide em seu lugar.
Veja. 14 jan. 04. *Adaptado: Reforma Ortográfica. Fragmento.
Qual é a tese defendida nesse texto?
A compra de uma casa é um problema a longo prazo.
A vida moderna exige a tomada de decisões difíceis.
Os casais têm dúvidas quanto à educação dos filhos.
Os gerentes de grandes empresas tomam milhares de decisões.
O casamento ainda é uma dúvida de poucos.
7.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
Leia os textos abaixo e responda.
Desmatar não vale a pena
Desmatar é ruim, mas traz crescimento econômico. Isso é o que fizeram você acreditar durante muito tempo. A realidade é bem diferente. O modelo de ocupação predominante na Amazônia é baseado na exploração madeireira predatória e na conversão de terras para agropecuária. É o que eu chamo de “boom-colapso”: nos primeiros anos da atividade econômica baseada nesse modelo, ocorre um rápido e efêmero crescimento (o boom). Mas, em seguida, vem um declínio significativo em renda, emprego e arrecadação de tributos (o colapso). A situação de quem era pobre fica ainda pior.
Esse modelo é nefasto em todos os sentidos. O avanço da fronteira na Amazônia é marcado pelo desmatamento, pela degradação dos recursos naturais e, se não bastasse tudo isso, pela violência rural.
Em pouco mais de três décadas, o desmatamento passou de 0,5% do território da floresta original para quase 18% do território, em 2008. Além disso, áreas extensas de florestas sofreram degradação pela atividade madeireira predatória e devido a incêndios florestais.
VERÍSSIMO, Beto. Galileu. set. 2009. Fragmento.
Nesse texto, o autor discorda de qual tese?
“Desmatar é ruim, mas traz crescimento econômico.”. (1° parágrafo)
“É o que eu chamo de “boom-colapso”: nos primeiros...”. (1° parágrafo)
“A situação de quem era pobre fica ainda pior.”. (final do 1° parágrafo)
“Esse modelo é nefasto em todos os sentidos.”. (2° parágrafo)
“O avanço da fronteira na Amazônia é marcado...”. (2° parágrafo).
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