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Português - 7º ano

Authored by ELAINE BRAVIN

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10th Grade

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Português - 7º ano
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Alergia, alegria

   São palavras parecidas

   com sentido diferente:

   uma coça e faz ferida,

   a outra deixa contente.

   

   A primeira só perturba,

   dela a gente quer fugir.

   A segunda é o contrário,

   todo mundo quer sentir.

   

   A primeira não tem jeito,

   não deixa ninguém em paz.

   A segunda é uma festança,

   que bem a segunda faz!

   

   Entre as duas, fique atento,

   a diferença é total:

   uma é doce sentimento,

   outra só quer fazer mal.

   

   A primeira é uma doença,

   como custa para sarar!

   A segunda é uma delícia,

   dá vontade de cantar!

(AZEVEDO, Ricardo e outros. Um poema puxa o outro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2002, p.31)

O poema retrata

apenas os significados positivos da palavra alegria.

apenas os significados negativos da palavra alegria.

os significados negativos da alergia e positivos da alegria.

os significados positivos e negativos das palavras alegria e alergia.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Alergia, alegria

   São palavras parecidas

   com sentido diferente:

   uma coça e faz ferida,

   a outra deixa contente.

   

   A primeira só perturba,

   dela a gente quer fugir.

   A segunda é o contrário,

   todo mundo quer sentir.

   

   A primeira não tem jeito,

   não deixa ninguém em paz.

   A segunda é uma festança,

   que bem a segunda faz!

   

   Entre as duas, fique atento,

   a diferença é total:

   uma é doce sentimento,

   outra só quer fazer mal.

   

   A primeira é uma doença,

   como custa para sarar!

   A segunda é uma delícia,

   dá vontade de cantar!

(AZEVEDO, Ricardo e outros. Um poema puxa o outro. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2002, p.31)

No trecho "... dela a gente quer fugir", o termo destacado refere-se à

ferida.

alegria.

alergia.

festança.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Leia o texto abaixo e, a seguir, responda. O cara está jantando e a comida é tão ruim que ele não aguenta: — Por favor, garçom, eu não consigo engolir esta comida. Chama o gerente. — Não adianta. Ele também não vai conseguir. O que torna o texto engraçado é o fato de

o cliente chamar o gerente para resolver o problema.

o cliente não conseguir engolir a comida por ser muito ruim.

o garçom entender que era para o gerente comer a comida.

o garçom se recusar a chamar o gerente para resolver o problema.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Chapeuzinho vermelho de raiva

   — Senta aqui mais perto, Chapeuzinho. Fica aqui mais pertinho da vovó, fica.

   — Mas vovó, que olho vermelho... E grandão... Que que houve?

   — Ah, minha netinha, estes olhos estão assim de tanto olhar para você. Aliás, está queimada, heim?

   — Guarujá, vovó. Passei o fim de semana lá. A senhora não me leva a mal, não, mas a senhora está com um nariz tão grande, mas tão grande! Tá tão esquisito, vovó.

   — Ora, Chapéu, é a poluição. Desde que começou a industrialização do bosque que é um Deus nos acuda. Fico o dia todo respirando este ar horrível. Chegue mais perto, minha netinha, chegue.

   — Mas em compensação, antes eu levava mais de duas horas para vir de casa até aqui e agora, com a estrada asfaltada, em menos de quinze minutos chego aqui com a minha moto.

   — Pois é, minha filha. E o que tem aí nesta cesta enorme?

   — Puxa, já ia me esquecendo: a mamãe mandou umas coisas para a senhora. Olha aí: margarina, Helmmans, Danone de frutas e até uns pacotinhos de Knorr, mas é para a senhora comer um só por dia, viu? Lembra da indigestão do carnaval?

   — Se lembro, se lembro...

   — Vovó, sem querer ser chata.

   — Ora, diga.

   — As orelhas. A orelha da senhora está tão grande. E ainda por cima, peluda. Credo, vovó!

   — Ah, mas a culpada é você. São estes discos malucos que você me deu. Onde já se viu fazer música deste tipo? Um horror! Você me desculpe porque foi você que me deu, mas estas guitarras, é guitarra que diz, não é? Pois é; estas guitarras são muito barulhentas... Não há ouvido que aguente, minha filha. Música é a do meu tempo. Aquilo sim, eu e seu finado avô, dançando valsas... Ah, esta juventude está perdida mesmo.

   — Por falar em juventude o cabelo da senhora está um barato, hein? Todo desfiado, pra cima, encaracolado. Que que é isso?

   — Também tenho que entrar na moda, não é, minha filha? Ou você queria que eu fosse domingo ao programa do Chacrinha de coque e com vestido preto com bolinhas brancas?

   Chapeuzinho pula para trás:

   — E esta boca imensa???!!!

   — avó pula da cama e coloca as mãos na cintura, brava:

   — Escuta aqui, queridinha: você veio aqui hoje para me criticar é?!

No fragmento “Por falar em juventude o cabelo da senhora está um barato, hein?” o termo sublinhado é

uma gíria

Linguagem informal

exemplo da linguagem padrão

exemplo de regionalismo

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Chapeuzinho vermelho de raiva

   — Senta aqui mais perto, Chapeuzinho. Fica aqui mais pertinho da vovó, fica.

   — Mas vovó, que olho vermelho... E grandão... Que que houve?

   — Ah, minha netinha, estes olhos estão assim de tanto olhar para você. Aliás, está queimada, heim?

   — Guarujá, vovó. Passei o fim de semana lá. A senhora não me leva a mal, não, mas a senhora está com um nariz tão grande, mas tão grande! Tá tão esquisito, vovó.

   — Ora, Chapéu, é a poluição. Desde que começou a industrialização do bosque que é um Deus nos acuda. Fico o dia todo respirando este ar horrível. Chegue mais perto, minha netinha, chegue.

   — Mas em compensação, antes eu levava mais de duas horas para vir de casa até aqui e agora, com a estrada asfaltada, em menos de quinze minutos chego aqui com a minha moto.

   — Pois é, minha filha. E o que tem aí nesta cesta enorme?

   — Puxa, já ia me esquecendo: a mamãe mandou umas coisas para a senhora. Olha aí: margarina, Helmmans, Danone de frutas e até uns pacotinhos de Knorr, mas é para a senhora comer um só por dia, viu? Lembra da indigestão do carnaval?

   — Se lembro, se lembro...

   — Vovó, sem querer ser chata.

   — Ora, diga.

   — As orelhas. A orelha da senhora está tão grande. E ainda por cima, peluda. Credo, vovó!

   — Ah, mas a culpada é você. São estes discos malucos que você me deu. Onde já se viu fazer música deste tipo? Um horror! Você me desculpe porque foi você que me deu, mas estas guitarras, é guitarra que diz, não é? Pois é; estas guitarras são muito barulhentas... Não há ouvido que aguente, minha filha. Música é a do meu tempo. Aquilo sim, eu e seu finado avô, dançando valsas... Ah, esta juventude está perdida mesmo.

   — Por falar em juventude o cabelo da senhora está um barato, hein? Todo desfiado, pra cima, encaracolado. Que que é isso?

   — Também tenho que entrar na moda, não é, minha filha? Ou você queria que eu fosse domingo ao programa do Chacrinha de coque e com vestido preto com bolinhas brancas?

   Chapeuzinho pula para trás:

   — E esta boca imensa???!!!

   — avó pula da cama e coloca as mãos na cintura, brava:

   — Escuta aqui, queridinha: você veio aqui hoje para me criticar é?!

(Mário Prata. Chapeuzinho Vermelho de raiva. Porto Alegre, Globo, 1970)

No trecho “Aquilo sim, eu e seu finado avô, dançando valsas...” a pontuação que finaliza o período reforça a ideia de

tristeza.

saudade.

impaciência.

esquecimento.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Chapeuzinho vermelho de raiva

   — Senta aqui mais perto, Chapeuzinho. Fica aqui mais pertinho da vovó, fica.

   — Mas vovó, que olho vermelho... E grandão... Que que houve?

   — Ah, minha netinha, estes olhos estão assim de tanto olhar para você. Aliás, está queimada, heim?

   — Guarujá, vovó. Passei o fim de semana lá. A senhora não me leva a mal, não, mas a senhora está com um nariz tão grande, mas tão grande! Tá tão esquisito, vovó.

   — Ora, Chapéu, é a poluição. Desde que começou a industrialização do bosque que é um Deus nos acuda. Fico o dia todo respirando este ar horrível. Chegue mais perto, minha netinha, chegue.

   — Mas em compensação, antes eu levava mais de duas horas para vir de casa até aqui e agora, com a estrada asfaltada, em menos de quinze minutos chego aqui com a minha moto.

   — Pois é, minha filha. E o que tem aí nesta cesta enorme?

   — Puxa, já ia me esquecendo: a mamãe mandou umas coisas para a senhora. Olha aí: margarina, Helmmans, Danone de frutas e até uns pacotinhos de Knorr, mas é para a senhora comer um só por dia, viu? Lembra da indigestão do carnaval?

   — Se lembro, se lembro...

   — Vovó, sem querer ser chata.

   — Ora, diga.

   — As orelhas. A orelha da senhora está tão grande. E ainda por cima, peluda. Credo, vovó!

   — Ah, mas a culpada é você. São estes discos malucos que você me deu. Onde já se viu fazer música deste tipo? Um horror! Você me desculpe porque foi você que me deu, mas estas guitarras, é guitarra que diz, não é? Pois é; estas guitarras são muito barulhentas... Não há ouvido que aguente, minha filha. Música é a do meu tempo. Aquilo sim, eu e seu finado avô, dançando valsas... Ah, esta juventude está perdida mesmo.

   — Por falar em juventude o cabelo da senhora está um barato, hein? Todo desfiado, pra cima, encaracolado. Que que é isso?

   — Também tenho que entrar na moda, não é, minha filha? Ou você queria que eu fosse domingo ao programa do Chacrinha de coque e com vestido preto com bolinhas brancas?

   Chapeuzinho pula para trás:

   — E esta boca imensa???!!!

   — avó pula da cama e coloca as mãos na cintura, brava:

   — Escuta aqui, queridinha: você veio aqui hoje para me criticar é?!

(Mário Prata. Chapeuzinho Vermelho de raiva. Porto Alegre, Globo, 1970)

No trecho “Escuta aqui, queridinha...” a palavra sublinhada sugere

raiva.

ironia.

indignação.

nervosismo.

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

30 sec • 1 pt

Media Image

O cartaz mostra que

é proibido estacionar carrinho de picolé.

é proibido explorar o trabalho infantil.

é proibido vender picolé para as crianças.

é proibido agir de forma covarde com as crianças.

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