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Simulado 1 SAEB-RALP Quiz

Authored by KEITY PEIXOTO

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Simulado 1 SAEB-RALP Quiz
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto


Vença o medo de dirigir

O pânico na hora de fazer uma manobra não pega apenas os motoristas iniciantes

Mesmo quem tem experiência ao volante não se esquece do tempo em que as 

pernas tremiam, as mãos ficavam úmidas e a boca secava na hora de dar marcha a 

ré num espaço apertado ou quando aparecia um sinal fechado na ladeira. Há 

motoristas que, mesmo depois de rodar bastante, ainda apresentam estes sintomas. 

Boa parte deles chega a desistir de dirigir. Segundo a psicóloga Neuza Corassa, 

autora do livro Vença o Medo de Dirigir (Editora Gente), pelo menos 10% dos 

motoristas precisam de ajuda para vencer a ansiedade ao volante – um problema 

que pode se transformar em fobia. “Normalmente, são pessoas que exigem muito de 

si mesmas e acabam desistindo de dirigir diante dos primeiros erros”, explica.

Confira algumas recomendações da especialista:

▪ Treine direção pelo menos duas vezes por semana.

▪ Para algumas pessoas, entrar no carro é mais difícil que o treino propriamente 

dito. Não invente desculpas.

▪ Não peça ajuda ao companheiro, para evitar desentendimentos. É melhor 

recorrer a um profissional.

▪ Quando o medo provoca taquicardia, tremedeira ou falta de ar, é hora de 

procurar um psicólogo.

▪ Há técnicas de relaxamento para baixar o nível de noradrenalina e diminuir a 

sensação de pânico.

Saiba que tipo de motorista você é em www.veja.com.br

                                                                                                      Revista Veja, 23 out. 2002, p. 111.


1-(SAEB-2009) Segundo o texto, a ansiedade ao volante atinge, sobretudo, os motoristas que

Ainda são iniciantes

Dirigem muito pouco

Sentem grandes fobias

Deixam de treinar

Exigem muito de si mesmos

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto


Vença o medo de dirigir

O pânico na hora de fazer uma manobra não pega apenas os motoristas iniciantes

Mesmo quem tem experiência ao volante não se esquece do tempo em que as 

pernas tremiam, as mãos ficavam úmidas e a boca secava na hora de dar marcha a 

ré num espaço apertado ou quando aparecia um sinal fechado na ladeira. Há 

motoristas que, mesmo depois de rodar bastante, ainda apresentam estes sintomas. 

Boa parte deles chega a desistir de dirigir. Segundo a psicóloga Neuza Corassa, 

autora do livro Vença o Medo de Dirigir (Editora Gente), pelo menos 10% dos 

motoristas precisam de ajuda para vencer a ansiedade ao volante – um problema 

que pode se transformar em fobia. “Normalmente, são pessoas que exigem muito de 

si mesmas e acabam desistindo de dirigir diante dos primeiros erros”, explica.

Confira algumas recomendações da especialista:

▪ Treine direção pelo menos duas vezes por semana.

▪ Para algumas pessoas, entrar no carro é mais difícil que o treino propriamente 

dito. Não invente desculpas.

▪ Não peça ajuda ao companheiro, para evitar desentendimentos. É melhor 

recorrer a um profissional.

▪ Quando o medo provoca taquicardia, tremedeira ou falta de ar, é hora de 

procurar um psicólogo.

▪ Há técnicas de relaxamento para baixar o nível de noradrenalina e diminuir a 

sensação de pânico.

Saiba que tipo de motorista você é em www.veja.com.br

                                                                                                      Revista Veja, 23 out. 2002, p. 111.

2-(SAEB-2009)No trecho “Há motoristas que, mesmo depois de rodar bastante, ainda apresentam estes sintomas”, a palavra destacada foi usada com o sentido de

Dirigir

Correr

Movimentar

Passear

Girar

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

3-(SAEB-2009)Existe relação de causa e consequência no trecho

“Mesmo quem tem experiência ao volante não se esquece do tempo em que as 

pernas tremiam”. (ℓ.1-2)

 “Há motoristas que, mesmo depois de rodar bastante, ainda apresentam esses 

sintomas”. (ℓ.3-4)

 “pelo menos 10% dos motoristas precisam de ajuda para vencer a ansiedade”. (ℓ.6-7)

 “são pessoas que exigem muito de si mesmas e acabam desistindo de dirigir diante 

dos primeiros erros”. (ℓ.8-9)

 “Quando o medo provoca taquicardia [...] é hora de procurar um psicólogo”. (ℓ.16-17)

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto e responda:


A outra noite

Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e 

chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o 

trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um 

luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de 

cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal 

fechado para voltar-se para mim:

— O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem 

mesmo luar lá em cima?

Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma 

outra — pura, perfeita e linda.

— Mas, que coisa...

Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. 

Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou 

pensava em outra coisa.

— Ora, sim senhor...

E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa noite” e um “muito 

obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um 

presente de rei.

                                                         BRAGA, R. Para Gostar de Ler. V. 2. Crônicas. São Paulo: Ática, 1995.

4-(SAEB-2009)No final do texto, a expressão “veementes” sugere que as palavras do motorista demonstravam

discrição

polidez

ênfase

ironia

exlamação

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto e responda:


A outra noite

Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e 

chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o 

trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um 

luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de 

cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal 

fechado para voltar-se para mim:

— O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem 

mesmo luar lá em cima?

Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma 

outra — pura, perfeita e linda.

— Mas, que coisa...

Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. 

Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou 

pensava em outra coisa.

— Ora, sim senhor...

E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa noite” e um “muito 

obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um 

presente de rei.

                                                         BRAGA, R. Para Gostar de Ler. V. 2. Crônicas. São Paulo: Ática, 1995.

5-(SAEB-2009)O motorista de táxi, diante do que lhe contou o passageiro, ficou agradecido ao compreender

 a necessidade de se enfrentar as dificuldades.

a possibilidade de os sonhos se tornarem reais.

a existência de uma beleza, mesmo que invisível.

os benefícios da chuva numa noite preta e torpe.

o ânimo das pessoas quando voltam à própria terra.

6.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto e responda:


A outra noite

Outro dia fui a São Paulo e resolvi voltar à noite, uma noite de vento sul e 

chuva, tanto lá como aqui. Quando vinha para casa de táxi, encontrei um amigo e o 

trouxe até Copacabana; e contei a ele que lá em cima, além das nuvens, estava um 

luar lindo, de Lua cheia; e que as nuvens feias que cobriam a cidade eram, vistas de 

cima, enluaradas, colchões de sonho, alvas, uma paisagem irreal.

Depois que o meu amigo desceu do carro, o chofer aproveitou um sinal 

fechado para voltar-se para mim:

— O senhor vai desculpar, eu estava aqui a ouvir sua conversa. Mas, tem 

mesmo luar lá em cima?

Confirmei: sim, acima da nossa noite preta e enlamaçada e torpe havia uma 

outra — pura, perfeita e linda.

— Mas, que coisa...

Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro para olhar o céu fechado de chuva. 

Depois continuou guiando mais lentamente. Não sei se sonhava em ser aviador ou 

pensava em outra coisa.

— Ora, sim senhor...

E, quando saltei e paguei a corrida, ele me disse um “boa noite” e um “muito 

obrigado ao senhor” tão sinceros, tão veementes, como se eu lhe tivesse feito um 

presente de rei.

                                                         BRAGA, R. Para Gostar de Ler. V. 2. Crônicas. São Paulo: Ática, 1995.

6-(SAEB-2009)O trecho em que o autor apresenta uma opinião é

“Outro dia fui a São Paulo...” (ℓ.1)

“Encontrei um amigo...” (ℓ.2)

“havia uma outra (noite) – pura, perfeita e linda.” (ℓ.10-11)

“Ele chegou a pôr a cabeça fora do carro...” (ℓ.13)

“... saltei e paguei a corrida...” (ℓ.17)

7.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

10 mins • 1 pt

Leia o texto para responder as questões 7 e 8;


Procrastinação

(Fragmento)

Procrastinação vem do latim procrastinatione, descrita pelos dicionários como o ato de adiar, delongar, demorar, espaçar ou, simplesmente, transferir para outro dia. E os chegados à prática são chamados de procrastinadores — o que pode, para os menos avisados, soar como um elogio.Do ponto de vista psicológico, a procrastinação pode ser entendida como uma dificuldade em definir prioridades a partir de elementos não emocionais. Em outras palavras, a dificuldade em definir o que vai ser feito a partir da importância que tem, e não a partir do prazer colhido em sua execução. Mas, falando com sinceridade, sabemos exatamente como isso funciona (que atire a primeira pedra quem nunca procrastinou).

Está claro que é uma espécie de arte, exige algum talento. Porque não há nada de 

errado em deixar para depois alguma coisa. Às vezes, é isso mesmo que se tem de 

fazer: deixar para depois. Ora, é preciso saber gerenciar prioridades. Assim, deixar a gasolina chegar à reserva, cortar o cabelo na outra semana, prorrogar o início de uma nova atividade física ou espiritual, tudo isso é bem humano — cada um sabe onde aperta o calo, como diziam nossas avós.

                                                      MUSSAK, E. Revista Vida Simples. São Paulo: Ed Abril, jul. 2003, p. 57.


7-(SAEB-2009)O texto trata de

 adiantamento de compromissos.

 definição de cronogramas.

execução de tarefas.

 gerenciamento de prioridades.

resolução de problemas.

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