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AUTO DA BARCA DO INFERNO

Total questions: 57

Worksheet time: 15mins

Name
Class
Date
1.

Neste auto não há qualquer progressão cronológica.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

2.

A ironia é um dos processos cómicos presentes na peça.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

3.

O nome próprio das personagens é um aspeto relevante.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

4.

O único elemento caracterizador das personagens é a linguagem.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

5.

O Diabo e o Companheiro preparam a barca num ambiente festivo.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

6.

O Fidalgo vem acompanhado por uma cadeira, uma moça e um manto.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

7.

O Fidalgo representa a tirania e a avareza.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

8.

"Sou Fidalgo de Solar" é um argumento de acusação de D. Anrique.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

9.

O Fidalgo vai para a "ilha perdida", deixando no cais a cadeira e o Pajem.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

10.

A expressão "Ridendo castigat mores" significa

a)

a rir se castigam os amores.

b)

a rir se castigam os humores.

c)

a rir se castigam os costumes.

d)

a rir se castigam os capitães-mores.

11.

Gil Vicente utiliza apenas o cómico de linguagem e de caráter.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

12.

O Anjo e o Diabo são

a)

figurantes

b)

personagens-tipo

c)

personagens alegóricas

d)

personagens modeladas

13.

As personagens são (com exceção do Anjo e do Diabo)

a)

figurantes

b)

personagens-tipo

c)

personagens alegóricas

d)

personagens modeladas

14.

O objetivo desta peça é a crítica social.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

15.

O Diabo é advogado de acusação e o Anjo de defesa.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

16.

O Parvo entra em cena carregado de símbolos, o que mostra o seu apego aos bens materiais.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

17.

A movimentação cénica do Sapateiro é igual à da maioria das personagens.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

18.

Um tipo social

a)

é uma pessoa que frequenta eventos e se relaciona facilmente com os outros.

b)

é uma personagem que representa uma classe social, profissão ou mentalidade.

c)

é uma personagem que possui dimensão individual, apresentando diversas qualidades e defeitos.

19.

Esta obra é considerada uma sátira, ou seja,

a)

um texto que ridiculariza vícios ou defeitos de uma pessoa, época ou instituição.

b)

uma peça de teatro com mais do que dez personagens.

c)

um texto em verso que pretende elogiar as virtudes de uma pessoa.

20.

A ação decorre

a)

a bordo da Barca do Inferno, comandada pelo Diabo.

b)

a bordo de duas barcas, durante a viagem destas até ao seu destino.

c)

num cais, onde se encontram as duas barcas.

21.

O destino de cada alma é decidido, tendo em consideração

a)

o seu estatuto económico e social.

b)

o facto de a alma trazer ou não um óbolo para a passagem.

c)

as suas ações na Terra.

22.

O Onzeneiro é acusado de

a)

não auxiliar o próximo.

b)

cobrar juros excessivos.

c)

não dar esmola.

23.

O Onzeneiro transporta um bolsão

a)

com o óbolo para pagar a passagem.

b)

carregado com o dinheiro que acumulou.

c)

que simboliza a sua ambição e cobiça.

24.

Na cena do Parvo, o autor recorre ao calão e a obscenidades para provocar o riso. Esta estratégia denomina-se:

a)

cómico de situação.

b)

cómico de linguagem.

c)

cómico de carácter.

25.

O Anjo aceita Joane na Barca da Glória, porque este

a)

nunca cometeu pecados.

b)

nunca prejudicou outras pessoas.

c)

não errou por malícia.

26.

O Sapateiro surge carregado de formas que simbolizam

a)

os seus pecados.

b)

as suas virtudes.

c)

a dedicação ao seu ofício.

27.

O Sapateiro acaba por ser condenado, porque

a)

não confessou os seus pecados antes de morrer.

b)

enganou e roubou o povo.

c)

os seus donativos à Igreja foram insuficientes.

28.

O Frade e a sua acompanhante entram em cena

a)

ajoelhados e a rezar.

b)

abraçados e a beijar-se.

c)

a dançar e a cantar.

29.

Em vida, o Frade

a)

respeitou todos os preceitos religiosos.

b)

não cumpriu os votos de castidade e de pobreza.

c)

não poupou o dinheiro suficiente para pagar a viagem.

30.

Além de criticar o ofício da Alcoviteira, esta cena satiriza também uma classe social. Qual?

a)

A nobreza.

b)

O povo.

c)

O clero.

31.

O Judeu é

a)

acusado pelo Parvo de não respeitar os princípios cristãos.

b)

criticado pelo Anjo, por causa dos pecados que cometeu.

c)

elogiado pelo Diabo, por causa dos seus erros.

32.

No final, o Judeu

a)

embarca na Barca do Inferno.

b)

vai a reboque da Barca do Inferno.

c)

segue na Barca da Glória.

33.

O Corregedor e o Procurador

a)

chegam juntos ao cais.

b)

trabalhavam na área judicial.

c)

não se conheciam.

34.

 Ao utilizar o latim, o Corregedor pretende

a)

demonstrar o seu estatuto social.

b)

provar que a sua instrução é superior à do Diabo.

c)

mostrar a sua ligação à língua da Igreja.

35.

As duas personagens que representam a Justiça são acusadas de

a)

favorecerem os inocentes.

b)

desconhecerem a lei.

c)

não serem imparciais.

36.

O elemento cénico que acompanha o Enforcado permite-nos

a)

identificar a sua classe social.

b)

conhecer a forma como morreu.

c)

caracterizar a sua personalidade.

37.

A cruz de Cristo carregada pelos quatro Cavaleiros

a)

permite identificá-los como seminaristas.

b)

prova que estes eram frades guerreiros.

c)

demonstra que estes lutaram pela expansão da fé.

38.

A cena dos quatro Cavaleiros inicia-se com uma canção sobre as razões do destino das almas. A quem se dirigem estas palavras?

a)

Ao Diabo.

b)

Ao Anjo.

c)

Aos mortais.

39.

Os Cavaleiros não falam com o Diabo, pois sabem que

a)

todos os combatentes merecem o Céu.

b)

quem combate em nome de Deus tem entrada assegurada no Paraíso.

c)

este os acusará de vários pecados.

40.

A personagem Parvo tem uma funcionalidade, na peça, para além da sua própria cena.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

41.

Frei Babriel tem verdadeiros atributos de homem de corte.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

42.

O Anjo acusa a Frade de levar uma vida de pecados.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

43.

Os elementos caracterizadores da Alcoviteira mostram que ela se preocupava bastante com as aparências.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

44.

A Alcoviteira tenta seduzir o Anjo, provocando um cómico de situação.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

45.

O Anjo acusa a Alcoviteira de ter criado meninas para os cónegos da Sé.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

46.

O bode representa o apego do Judeu à lei.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

47.

O Judeu tenta subornar o Diabo, oferecendo-lhe dinheiro para levar o bode na barca

a)

Falso

b)

Verdadeiro

48.

O Anjo acusa o Judeu de não respeitar as leis e preceitos cristãos.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

49.

A prática da injustiça é uma das acusações feita pelo Diabo ao Corregedor.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

50.

O Corregedor atribui a culpa dos subornos à sua mulher.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

51.

"Filhos da Ciência" é a expressão utilizada pelo Anjo para caracterizar o Corregedor e o Procurador.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

52.

O Procurador admite que se confessou, no entanto omitiu o roubo.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

53.

O Parvo assume, na cena do Corregedor e do Procurador, o papel de advogado de defesa.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

54.

Alguém, em terra, prometeu o Paraíso ao Enforcado.

a)

Falso

b)

Verdadeiro

55.

O Anjo persuade o Enforcado a entrar na Barca do Diabo.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

56.

Através dos Quatro Cavaleiro é-nos dada a moralidade do Auto.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

57.

Seleciona a alternativa incorreta, cujas características não descrevam adequadamente a personagem.

a)

O Onzeneiro idolatra o dinheiro, é agiota e usurário; de tudo que juntara, nada leva para a morte, pois leva a bolsa vazia.

b)

Frade representa o clero decadente e é subjugado pelas suas fraquezas: mulher e desporto; leva a amante e as armas de esgrima.

c)

O Diabo, capitão da barca do inferno, é quem apressa o embarque dos condenados; é dissimulado e irónico.

d)

O Corregedor representa a justiça e a luta pela aplicação íntegra e exata das leis; leva papéis e processos.