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O gênero Crônica

Total questions: 26

Worksheet time: 26mins

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1.

Com relação à crônica, é possível afirmar:

a)

As personagens são geralmente animais que possuem características humanas.

b)

Está relacionada à tradição de contar histórias de forma verbal.

c)

Texto narrativo curto, geralmente produzido para meios de comunicação, por exemplo: jornais, revistas etc.

2.

O narrador personagem é aquele que:

a)

observa os fatos e apenas conta a história.

b)

participa dos fatos ativamente e também conta a história.

c)

não participa e não observa nada.

d)

escreve a obra literária.

3.

Pneu furado


O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonita. Tão bonita que atrás parou outro carro e dele desceu uma homem dizendo: ”Pode deixar”.Ele trocarei o pneu.

- Você tem macaco? - perguntou o homem.

- Não – respondeu a moça.

- Vamos usar o meu – disse o homem – Você tem estepe?

- Não - disse a moça.

- Vamos usar o meu – disse o homem.

E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.

Dali a pouco chegou o dono do carro.

- Puxa, você trocou o pneu do carro pra mim. Muito obrigado.

- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.

- Coisa estranha.

- É uma compulsão. Sei lá.


Por que o homem trocou o pneu do carro?

a)

Porque ele queria ser simpático com a moça.

b)

Porque ele tinha compulsão de trocar pneus.

c)

Porque era seu dever ajudar o próximo.

d)

Porque ele tinha estepe e macaco.

4.

Pneu furado


O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonita. Tão bonita que atrás parou outro carro e dele desceu uma homem dizendo: ”Pode deixar”.Ele trocarei o pneu.

- Você tem macaco? - perguntou o homem.

- Não – respondeu a moça.

- Vamos usar o meu – disse o homem – Você tem estepe?

- Não - disse a moça.

- Vamos usar o meu – disse o homem.

E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.

Dali a pouco chegou o dono do carro.

- Puxa, você trocou o pneu do carro pra mim. Muito obrigado.

- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.

- Coisa estranha.

- É uma compulsão. Sei lá.


Quem conta a história é:

a)

A moça que esperava o ônibus.

b)

O dono do carro que estava com o pneu furado.

c)

Um narrador que participa da história.

d)

Um narrador observador que está fora da história.

5.

Pneu furado


O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonita. Tão bonita que atrás parou outro carro e dele desceu uma homem dizendo: ”Pode deixar”.Ele trocarei o pneu.

- Você tem macaco? - perguntou o homem.

- Não – respondeu a moça.

- Vamos usar o meu – disse o homem – Você tem estepe?

- Não - disse a moça.

- Vamos usar o meu – disse o homem.

E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.

Dali a pouco chegou o dono do carro.

- Puxa, você trocou o pneu do carro pra mim. Muito obrigado.

- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.

- Coisa estranha.

- É uma compulsão. Sei lá.


O que ele sentiu vendo a moça entrar no ônibus?

a)

Raiva.

b)

Gratidão.

c)

Espanto.

d)

Felicidade.

6.

Pneu furado


O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonita. Tão bonita que atrás parou outro carro e dele desceu uma homem dizendo: ”Pode deixar”.Ele trocarei o pneu.

- Você tem macaco? - perguntou o homem.

- Não – respondeu a moça.

- Vamos usar o meu – disse o homem – Você tem estepe?

- Não - disse a moça.

- Vamos usar o meu – disse o homem.

E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar.

Dali a pouco chegou o dono do carro.

- Puxa, você trocou o pneu do carro pra mim. Muito obrigado.

- É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.

- Coisa estranha.

- É uma compulsão. Sei lá.


A reação do homem quando o dono do carro agradeceu por ele ter trocado o pneu foi de:

a)

vergonha.

b)

violência.

c)

satisfação.

d)

timidez.

7.

Um jogo que é uma vergonha


Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.

O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.


Times iguais

Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.

Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.

Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola

Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.

Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.

Fernando Bonassi


O texto “Um jogo que é uma vergonha” é uma crônica. Foi escrito a partir de uma situação da vida real, com o objetivo de fazer uma crítica a essa situação. Se o autor teve esse objetivo ao escrever, que objetivo tem em relação ao leitor?

a)

Que aceite suas ideias.

b)

Que rejeite suas ideias.

c)

Que reflita sobre o assunto.

d)

Que se divirta com o assunto.

8.

Um jogo que é uma vergonha


Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.

O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.


Times iguais

Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.

Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.

Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola

Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.

Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.

Fernando Bonassi


O trecho:

“Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida” e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção” significa que:

a)

um time toma cuidado para não cortar os pés, o outro time sente muito calor.

b)

um time tem tênis e o outro time tem camisa.

c)

um time é formado por jogadores bem equipados, o outro time por jogadores mal equipados.

d)

um time tem jogadores ganhadores, o outro tem jogadores que usam tênis e camisa comprida.

9.

Um jogo que é uma vergonha


Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.

O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.


Times iguais

Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.

Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.

Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola

Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.

Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.

Fernando Bonassi


Esta crônica, de fato, compara:

a)

a vida de pessoas que têm escola e casa com a vida de crianças que não têm escola e casa.

b)

vida de crianças que têm casa com a vida de crianças que têm escola.

c)

crianças que são culpadas com crianças que são inocentes.

d)

crianças que podem fazer tudo com crianças que não fazem nada.

10.

Um jogo que é uma vergonha


Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.

O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.


Times iguais

Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.

Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.

Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola

Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.

Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.

Fernando Bonassi


Quando o autor diz: “nós que temos escola e casa” e “isto não quer dizer que a gente não possa fazer nada”, as palavras “nós” e “a gente” ocupam o lugar:

a)

do autor e de todos os leitores.

b)

dos leitores que são conhecidos do autor.

c)

dos ricos.

d)

do leitor.

11.

Um jogo que é uma vergonha


Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.

O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.


Times iguais

Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.

Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.

Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola

Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.

Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.

Fernando Bonassi


De acordo com o autor da crônica, diante da situação que é discutida:

a)

“a gente” não pode fazer nada.

b)

“a gente” pode fazer uma aposta.

c)

“a gente” pode jogar.

d)

“a gente” pode jogar um jogo justo.

12.

Um jogo que é uma vergonha


Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.

O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.


Times iguais

Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.

Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.

Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola

Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.

Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.

Fernando Bonassi


Quando o autor fala sobre “jogo justo”, ele quer dizer que:

a)

as pessoas podem jogar mesmo sem saber.

b)

as pessoas justas às vezes perdem.

c)

as pessoas podem ajudar a fazer justiça.

d)

as pessoas jogam um jogo besta.

13.

Um jogo que é uma vergonha


Imagina um jogo deste jeito: o campo é de pedra bem pontuda e acontece num dia muito frio. Num time, os jogadores têm tênis e camisa de manga comprida e, no outro, os caras jogam descalços e só de calção.

O time que tem tênis e camisa ganha fácil, dá aquela goleada! O outro fica a maior parte do tempo tomando cuidado pra não cortar os pés ou então esfregando o braço arrepiado de frio.


Times iguais

Pra mim, a diferença da vida entre nós, que temos escola e casa e as crianças que não têm é um jogo assim. Quem não tem, perde sempre.

Não acho que todo mundo que tem as coisas é culpado por causa dos outros que não têm, mas isso não quer dizer que a gente não possa fazer nada. Porque pode.

Porque, se a gente quiser jogar um jogo justo, pode exigir que os dois times sejam iguais, para começar. Casa e escola

Não acredito que as crianças de rua viveriam na rua se tivessem outro lugar melhor pra escolher. Se a gente não exigir que todo mundo tenha casa e escola, vai sempre ficar jogando esse jogo besta.

Ganhando de dez a zero de um time tão fácil, mas tão fácil, que não vai mais ter o gosto da vitória, vai ter só vergonha.

Fernando Bonassi


O tema central da crônica é:

a)

desigualdade.

b)

miséria.

c)

futebol.

d)

crianças de rua.

14.

Chatear e encher


Um amigo meu me ensina a diferença entre “chatear” e “encher”.

Chatear é assim:

Você telefona para um escritório qualquer na cidade.

– Alô! Quer me chamar por favor o Valdemar?

– Aqui não tem nenhum Valdemar.

Daí a alguns minutos você liga de novo:

– O Valdemar, por obséquio.

– Cavalheiro, aqui não trabalha nenhum Valdemar.

– Mas não é do número tal?

– É, mas aqui não trabalha nenhum Valdemar.

Mais cinco minutos, você liga o mesmo número:

– Por favor, o Valdemar já chegou?

– Vê se te manca, palhaço. Já não lhe disse que o diabo desse Valdemar nunca trabalhou aqui?

– Mas ele mesmo me disse que trabalhava aí.

– Não chateia.

Daí a dez minutos, liga de novo.

– Escute uma coisa! O Valdemar não deixou pelo menos um recado?

O outro desta vez esquece a presença da datilógrafa e diz coisas impublicáveis.

Até aqui é chatear. Para encher, espere passar mais dez minutos, faça nova ligação:

– Alô! Quem fala? Quem fala aqui é o Valdemar. Alguém telefonou para mim?

CAMPOS, Paulo Mendes.


Qual alternativa que melhor explica uma das características de uma crônica:

a)

As crônicas narram fatos comuns ao dia a dia.

b)

Os acontecimentos não se referem a fatos comuns ao dia a dia das pessoas.

c)

Os personagens não são seres humanos normais como qualquer um de nós.

d)

O humor não é uma característica marcante.

15.

Quais afirmações abaixo sobre o gênero textual crônica são corretas?


I - A crônica é um gênero textual muito presente em jornais e revistas.

II - Em geral, os assuntos abordados em textos desse tipo são voltados à situações inusitadas e fantásticas.

III - Embora não seja uma regra, as crônicas costumam tratar de assuntos mais leves e de um modo humorístico.

IV - A linguagem da crônica costuma ser leve, marcada por coloquialidade

V - Os temas comuns a esse gênero não são variados.

a)

Afirmativas II, III e IV

b)

Afirmativas III e V

c)

Afirmativas I, III e IV

d)

Afirmativas II, IV e V

e)

Afirmativas I, II e III

16.

Existem diversos tipos de crônicas – desde as apenas narrativas, passando pelas crônicas jornalísticas até chegar em crônicas poéticas, que flertam com o literário.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

17.

A crônica jornalística pode ser caracterizada como:

a)

um gênero que tem um enfoque humorístico acerca das cenas e acontecimentos cotidianos.

b)

um gênero híbrido que se caracteriza por relatar de maneira ordenada e detalhada certos fatos ou acontecimentos.

c)

um gênero que procura interpretar de forma poética os sentimentos (saudade, emoção, alegria, nostalgia...).

d)

um gênero que descreve situações oníricas (relacionado aos sonhos, à fantasia).

18.

Onde são publicadas as crônicas?

(Você pode selecionar mais de uma opção)

a)

Banners

b)

Jornais

c)

Cartas

d)

Revistas

e)

Blogs

19.

A Crônica é um tipo de texto narrativo extenso, geralmente produzido para meios de comunicação, por exemplo, jornais, revistas, etc. Além de ser um texto extenso, possui uma "vida extensa", ou seja, as crônicas tratam de acontecimentos históricos.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

20.

Para produzir uma boa crônica, é necessário:

a)

apelar pela criatividade e narrar situações inéditas.

b)

estudar acontecimentos históricos e descrevê-los.

c)

ter conhecimentos acerca da métrica e rima.

d)

possuir um amplo vocabulário que abrange palavras rebuscadas.

e)

observar os acontecimentos da vida cotidiana das cidades.

21.

Quais dos escritores abaixo são cronistas brasileiros renomados?

(Você poderá selecionar mais de um!)

a)

Cecília Meireles

b)

Lima Barreto

c)

Clarice Lispector

d)

Carlos Drummond de Andrade

e)

Nelson Rodrigues

22.

Quantos são os elementos da narrativa?

a)

1

b)

2

c)

3

d)

4

e)

5

23.

A Crônica e um gênero muito utilizado em:

a)

Receita

b)

Revistas e Jornais

c)

Humor

d)

Música

24.

Assinala a opção mais completa:

A Crônica é um texto escrito...

a)

... divulgado na Internet.

b)

... divulgado em revistas.

c)

... divulgado apenas em jornais.

d)

... divulgado nos meios de comunicação social.

25.

Por norma, a Crônica parte de um acontecimento do quotidiano de caráter:

(Você pode selecionar mais de uma resposta)

a)

social

b)

econômico

c)

cultural

d)

político

26.

A Crônica apresenta-se como um gênero narrativo híbrido dado que:

a)

Mistura características da poesia com características da narrativa.

b)

Mistura características do jornalismo com as características do texto dramático.

c)

Mistura características da literatura com o jornalismo.

d)

Nenhuma das opções está correta.