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WorksheetsCoordenação e Subordinação
Total questions: 15
Worksheet time: 13mins
Na expressão “os quartos ficam em cima, por isso vamos ter de subir ao segundo andar” (p. 17), está presente uma relação de
consequência.
explicação.
contraste.
conclusão.
A oração sublinhada presente no segmento “agora entrou um homem de meia-idade, alto, formal, de rosto comprido e vincado, e uma rapariga de uns vinte anos, se os tem, magra, ainda que mais exato seria dizer delgada” (p. 25) constitui uma
oração coordenada copulativa.
oração subordinada adverbial condicional.
oração coordenada explicativa.
oração subordinada adverbial concessiva.
No segmento “de súbito tornara-se evidente que a mesa estava à espera deles, como um objeto espera a mão que frequentemente o procura” (p. 25), estão presentes
uma oração subordinante, uma oração subordinada substantiva completiva, uma oração subordinada adverbial comparativa, uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva.
uma oração subordinante, uma oração subordinada substantiva relativa, uma oração subordinada adverbial comparativa, uma oração subordinada substantiva completiva.
uma oração subordinante, uma oração subordinada substantiva relativa, uma oração subordinada adverbial comparativa, uma oração subordinada adjetiva relativa explicativa.
uma oração subordinante, uma oração subordinada substantiva completiva, uma oração subordinada adverbial comparativa, uma oração subordinada adjetiva relativa explicativa.
A expressão que não inclui uma oração subordinada adverbial temporal é
“quando as ondas se levantam ao largo parece que vêm alagar o terreiro” (p. 34).
“diziam estas frases diplomáticas enquanto subiam a escada” (pp. 87-88).
“Quando puder, aparecerei” (p. 92).
“Ricardo Reis bebeu meia chávena, depois abriu um dos jornais” (p. 330).
Em “esta reflexão veio fora de propósito porque não a fez Lídia, que é o outro interlocutor” (p. 51), as orações presentes classificam-se, respetivamente, como
subordinante, subordinada adverbial causal, subordinada adjetiva relativa explicativa.
subordinante, subordinada adverbial causal, subordinada adverbial concessiva.
subordinante, subordinada adverbial concessiva, subordinada adverbial causal.
subordinante, subordinada adjetiva relativa explicativa, subordinada adverbial causal.
No segmento “Diz-se, dizem-no os jornais, quer por sua própria convicção, sem recado mandado, quer porque alguém lhes guiou a mão” (p. 93), as palavras sublinhadas são
conjunções coordenativas copulativas.
conjunções coordenativas disjuntivas.
conjunções coordenativas adversativas.
conjunções coordenativas explicativas.
A expressão “não esperava que lhe deixassem um recado escrito ao chegarem ao hotel, para que tomasse conhecimento do sucedido mal entrasse de serviço” (pp. 135-136), inclui
uma oração subordinante, uma oração subordinada substantiva completiva e uma oração subordinada adverbial final.
uma oração subordinante, uma oração subordinada substantiva completiva e uma oração subordinada substantiva relativa.
duas orações subordinantes, uma oração subordinada substantiva completiva e uma oração subordinada adverbial final.
duas orações subordinantes, uma oração subordinada adjetiva relativa restritiva e uma oração subordinada substantiva relativa.
Na frase “É na manhã de quarta-feira que vêm trazer uma contrafé a Ricardo Reis.” (p. 196), o constituinte sublinhado é uma oração subordinada
substantiva completiva.
substantiva relativa.
adjetiva relativa restritiva.
adjetiva relativa explicativa.
No segmento “Eu, senhor doutor, sou uma simples criada, mal sei ler e escrever, portanto não preciso de ter vida” (p. 199), a palavra “portanto” classifica-se como
conjunção subordinativa consecutiva.
conjunção coordenativa conclusiva.
conjunção coordenativa explicativa.
conjunção subordinativa final.
Na expressão “as duzentas pessoas que vivem em três andares de um prédio de Miragaia, que é no Porto, sem luz para se alumiarem” (p. 216), está presente uma oração subordinada
adjetiva relativa restritiva.
substantiva completiva.
adjetiva relativa explicativa.
substantiva relativa.
Na frase “Nessa noite Ricardo Reis disse a Lídia que tinha alugado casa.” (p. 241), o conector sublinhado tem valor
consecutivo.
comparativo.
completivo.
conclusivo.
Em “se o tivéssemos tomado a tempo e horas não estávamos na pele e no osso, Dona Clotilde.” (p. 308), a oração sublinhada classifica-se como
subordinada adverbial consecutiva.
subordinada adverbial concessiva.
subordinada adverbial condicional.
subordinada adverbial causal.
No segmento “Lembra-se de que Lídia esta grávida” (p. 465), a oração sublinhada classifica-se como
subordinada substantiva completiva.
subordinada substantiva relativa.
subordinada adverbial consecutiva.
subordinada adjetiva relativa restritiva.
A expressão que inclui uma oração subordinada substantiva completiva é
“Levou a mão ao bolso do colete para tirar o relógio” (p. 217).
“Quando Ricardo Reis se levantou e foi à cozinha para acender o esquentador e o bico do gás” (p. 267).
“Ricardo Reis […] não precisa de olhar-se ao espelho para saber que não gosta de si neste estado” (p. 490).
“Na hora da distribuição dos vespertinos Ricardo Reis saiu para comprar o jornal.” (p. 492).
Em “Lídia andará à procura do irmão, ou está em casa da mãe” (p. 492), o constituinte sublinhado é uma oração
coordenada disjuntiva.
subordinada adverbial comparativa.
coordenada copulativa.
coordenada adversativa.
