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WorksheetsRevisão Bimestral - 2º ano - 1º bimestre
Total questions: 20
Worksheet time: 47mins
Diversas tensões e diversos conflitos europeus ocorridos nos séculos XVI e XVII foram motivados ou intensificados por questões de natureza religiosa. Dentre eles, um dos mais conhecidos episódios é a “Noite de São Bartolomeu”, de 24 de agosto de 1572. A esse respeito, é correto afirmar:
Trata-se do massacre de judeus, em Amsterdã, por católicos holandeses, que precedeu o estabelecimento do Tribunal do Santo Ofício nas Províncias Unidas.
Trata-se da noite de celebração, na França, do acordo entre protestantes e católicos, que pôs fim a anos de intensos conflitos entre seguidores das duas religiões.
Trata-se da cerimônia de encerramento do Concílio de Trento, quando se decidiu pela condenação das ideias luteranas e pela perseguição de seus seguidores.
Trata-se da decisão tomada pelos monarcas Habsburgos no sentido de banir os protestantes do território do império espanhol.
Trata-se do massacre de cerca de 30 mil huguenotes, que intensificou, na França, a animosidade entre católicos e protestantes.
Sobre a guerra dos 30 anos do século XVII, considere as afirmativas que se seguem:
I. A Guerra dos Trinta Anos terminou com a paz de Vestfália em 1648, ocasião em que a Espanha reconheceu oficialmente a independência da Holanda.
II. A política defendida pelo cardeal Richelieu, primeiro ministro de Luís XIII, garantiu que a França apoiasse a Espanha católica contra os protestantes nessa guerra no Santo Império Romano Germânico.
III. A participação da França na Guerra dos Trinta Anos fortaleceu o poderio francês no continente europeu no século XVII.
Estão corretas somente as alternativas I e III.
Somente a alternativa I está incorreta.
Somente a alternativa III está correta.
Todas as alternativas estão incorretas.
Todas as alternativas estão corretas.
Sobre a teoria política defendida por Thomas Hoobes, assinale a INCORRETA:
em seu estado natural, os seres humanos são livres, competem e lutam entre si.
criação de uma sociedade submetida à lei e na qual os seres humanos vivam em paz e deixem de guerrear entre si
pressupõe que todos os homens renunciem a sua liberdade original e deleguem a um só deles (o soberano) o poder completo e inquestionável
os seres humanos têm em geral a mesma força, o conflito se perpetua através das gerações, criando um ambiente de tensão e medo permanentes.
o poder real era também o poder divino, pois os monarcas eram representantes de Deus na Terra.
O Ato de Supremacia publicado pelo Parlamento inglês em 1534 transformou o rei em chefe supremo da Igreja. Apesar de seu caráter eminentemente político, Henrique VIII utilizou um argumento pessoal para romper com a Igreja católica e que estava relacionado:
a sua tentativa de se divorciar e assim encontrar uma nova esposa que poderia lhe dar um herdeiro masculino.
a sua vontade em casar sua filha com um príncipe alemão luterano.
ao seu interesse em anexar as terras do Sacro Império Romano-Germânico.
a sua oposição à prática de venda de indulgências por parte da Igreja Católica.
diminuir a influência da igreja católica na Inglaterra, tomando no processo suas propriedade.
Sobre a formação da monarquia nacional inglesa é incorreto afirmar:
na Magna Carta (1215) firmou-se a criação do chamado Grande Conselho, que tinha a prerrogativa de impedir o rei de aprovar novas leis sem o consentimento da nobreza britânica.
Henrique II (1154 – 1189) foi o primeiro rei da dinastia Tudor e, preocupado em ampliar seus poderes, fez com que as suas leis fossem válidas apenas para a Inglaterra, formando um corpo de juízes encarregado de instituir tribunais por todo o reino.
o Grande Conselho instituído pela Carta magna ampliou seus poderes ao longo do tempo. No século XIV, o Conselho passou a dividir-se entre a Câmara dos Lordes e a Câmara dos Comuns, formando assim o Parlamento Inglês.
a Guerra das Duas Rosas resolveu-se somente quando o Lancaster Henrique Tudor buscou o apoio da burguesia para dar fim à contenda.
Após ser nomeado Henrique VII, deu início à dinastia Tudor, que inaugurou o estabelecimento dos regimes absolutistas na Inglaterra.
Ao longo da história da Inglaterra, algumas mulheres desempenharam um papel decisivo no âmbito político. Entre essas mulheres, podemos destacar a rainha Elizabeth I, no século XVI, e a Primeira-ministra Margaret Thatcher, no século XX, que, respectivamente:
conquistou um vasto território na Ásia, tornando-se soberana da Índia; recusou envolver-se na Guerra das Malvinas, contra a Argentina.
combateu o anglicanismo em seu país, contrariando o legado de Henrique VIII; promoveu uma série de reformas de cunho socialista que beneficiaram a classe operária inglesa.
completou a obra reformista anglicana de Henrique VIII, seu pai; combateu o sindicalismo inglês e implementou medidas de cunho liberal na economia da Inglaterra.
seguiu os preceitos da Contrarreforma Católica, aplicando-os ao seu reinado; seguiu os preceitos do marxismo, aplicando-os em seu projeto político-econômico nos anos 1980.
não teve dificuldades em ser aceita como rainha após a morte de seu pai, Henrique VIII; não precisou ser membro do Parlamento britânico para ser alçada à condição de Primeira-ministra.
Acerca da expansão marítima comercial implementada pelo Reino Português, podemos afirmar que:
a conquista de Ceuta marcou o início da expansão, ao possibilitar a acumulação de riquezas para a manutenção do empreendimento.
a conquista da Baía de Arguim permitiu a Portugal montar uma feitoria e manter o controle sobre importantíssima rota comercial intra-africana.
a instalação da feitoria de São Paulo de Luanda possibilitou a montagem de grande rede de abastecimento de escravos para o mercado europeu.
a expansão da lavoura açucareira escravista na Ilha da Madeira, após 1510, aumentou o preço dos escravos, tanto nos portos africanos quanto nas praças brasileiras.
o domínio português de Piro e Sidon e o consequente monopólio de especiarias do Oriente Próximo tornaram desinteressante a conquista da Índia.
Os europeus ocidentais, com exceção de alguns comerciantes empreendedores, italianos e judeus, conheciam apenas vaga e fragmentariamente as grandes civilizações asiáticas e norte-africanas. Estas, por sua vez, sabiam pouco ou nada da Europa que existia no norte dos Pirineus e da África ao sul do Sudão (…), e desconheciam tudo acerca da América. Foram os pioneiros portugueses e os conquistadores castelhanos da orla ocidental da cristandade que uniram, para o melhor e para o pior, os ramos diversificadores da grande família humana.
Charles Boxer, O Império Marítimo Português, 1415-1825
Acerca da expansão marítima e de suas conseqüências, podemos afirmar que:
oi responsável pela transferência do eixo econômico do Atlântico para o mar Mediterrâneo e pelo contato entre os europeus, africanos e habitantes do Novo Mundo.
estimulou e consolidou a emergência do capitalismo mercantil no velho continente e foi responsável pela ampliação dos horizontes físicos e mentais do homem europeu.
proporcionou uma fase de pleno desenvolvimento socioeconômico no continente africano, decorrente da implantação, por parte de Portugal, de um sistema de colonização conhecido como colônia de povoamento.
propiciou o primeiro contato entre os europeus e os habitantes do que, anos depois, viria a ser chamado de América. Como resultado desse contato, os habitantes do Novo Mundo entraram numa fase de grande desenvolvimento.
desencadeou uma profunda crise econômica em Portugal, conhecida por "Revolução dos preços", uma vez que a colonização acabou por empobrecer o reino português ao consumidor muitos de seus recursos.
A contestação francesa ao Tratado de Tordesilhas teve no monarca Francisco I o mais veemente representante. Em 1540 chegou a dizer que “‘o sol brilhava tanto para ele como para os outros’ e que ‘gostaria de ver o testamento de Adão para saber de que forma este dividira o mundo...’ Declarou também que só a ocupação criava o direito, que descobrir um país, isto é, vê-lo ou atravessá-lo, não constituía um ato de posse e que considerava como domínio estrangeiro unicamente ‘os lugares habitados e defendidos’. São essas as bases da colonização moderna”.
MOUSNIER, Roland. História Geral das Civilizações. Tomo IV Os Séculos XVI e XVII. Tomo IV. 2 Volumes. São Paulo: Diofel, 1958.
A crítica feita por Francisco I ao Tratado de Tordesilhas baseia-se
no uso da força, previsto no Tratado, como forma de efetivar a ocupação das novas terras a serem descobertas.
na existência de documento papal, nunca trazido a público, que determinava em testamento a divisão do mundo.
no fato de apenas países europeus terem direito às terras, deixando de fora os países árabes do norte da África.
na divisão das terras ocidentais entre Portugal e Espanha, sem levar em consideração as demais nações europeias.
na possibilidade de qualquer país ocupar novas terras, desde que as ocupasse de fato segundo as regras do Tratado.
Na expansão marítimo-comercial europeia, o pioneirismo português nas grandes navegações pode ser explicado como resultado de diversos fatores.
Entre eles, podemos assinalar:
a precoce centralização política e a intervenção real em favor da navegação pelo oceano Atlântico.
o avanço das artes cartográficas e as reivindicações de reformas liberais pela burguesia comercial.
a cobiça da burguesia mercantil e a prática do liberalismo político e econômico pela Coroa portuguesa.
a descoberta das novas rotas mediterrâneas para Constantinopla e a concorrência com as cidades italianas de Gênova e Roma.
a localização geográfica favorável e o estabelecimento de amplas relações comerciais, via Mar Mediterrâneo, com o Oriente.
“As armas e os barões assinalados,
Que da ocidental praia lusitana,
Por mares nunca dantes navegados,
Passaram ainda além da Taprobana,
E em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram”.
(CAMÕES, Luis de. Os Lusíadas)
No poema Os Lusíadas, é CORRETO afirmar que o verso “Por mares nunca dantes navegados” faz referência à viagem de:
Vasco da Gama às Índias, em 1498, e às grandes navegações portuguesas.
Cristóvão Colombo ao Novo Reino americano, em 1492.
Marco Polo e dos “aventureiros dos sete mares” em busca de riquezas orientais, em 1271.
Jean de Léry ao Rio de Janeiro, no século XVI, em busca de uma região para a fixação dos protestantes calvinistas.
Spix e Martius pelo interior do Brasil, os quais descreveram, em seus diários, os costumes dos senhores de engenho baianos.
A Carta de Pero Vaz de Caminha, escrita em 1500, é considerada como um dos documentos fundadores da Terra Brasilis e reflete, em seu texto, valores gerais da cultura renascentista, dentre os quais destaca-se:
a visão do índio como pertencente ao universo não religioso, tendo em conta sua antropofagia;
a informação sobre os preconceitos desenvolvidos pelo renascimento no que tange à impossibilidade de se formar nos trópicos uma civilização católica e moderna;
a identificação do Novo Mundo como uma área de insucesso devido à elevada temperatura que nada deixaria produzir;
a observação da natureza e do homem do Novo Mundo como resultado da experiência da nova visão de homem, característica do século XV;
a consideração da natureza e do homem como inferiores ao que foi projetado por Deus na Gênese.
Teria sido criada pelo infante D. Henrique na região de Sagres, no Algarve, em Portugal, no século XV. O objetivo era a formação dos navegadores que estavam ao serviço do infante, tanto nacionais como estrangeiros, com conhecimentos de cartografia, geografia e astronomia.
Conforme a descrição podemos afirmar que se trata da(o):
escola de Sagres portuguesa
descorberta de técnicas de navegação
expansão marítima portuguesa
expansão marítima espanhola
da viagem ultramarina do século XV.
Dali avistamos homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito. Eram pardos, todos nus. Nas mãos traziam arcos com suas setas. Não fazem o menor caso de encobrir ou de mostrar suas vergonhas; e nisso têm tanta inocência como em mostrar o rosto. Ambos traziam os beiços de baixo furados e metidos neles seus ossos brancos e verdadeiros. Os cabelos seus são corredios.
CAMINHA, P. V. Carta. RIBEIRO, D. et al. Viagem pela história do Brasil: documentos. São Paulo: Companhia das Letras, 1997 (adaptado).
O texto é parte da famosa Carta de Pero Vaz de Caminha, documento fundamental para a formação da identidade brasileira. Tratando da relação que, desde esse primeiro contato, se estabeleceu entre portugueses e indígenas, esse trecho da carta revela a CAMINHA, P. V. Carta. RIBEIRO, D. et al. Viagem pela história do Brasil: documentos. São Paulo: Companhia das Letras, 1997 (adaptado).
preocupação em garantir a integridade do colonizador diante da resistência dos índios à ocupação da terra.
postura etnocêntrica do europeu diante das características físicas e práticas culturais do indígena.
orientação da política da Coroa Portuguesa quanto à utilização dos nativos como mão de obra para colonizar a nova terra.
oposição de interesses entre portugueses e índios, que dificultava o trabalho catequético e exigia amplos recursos para a defesa recursos para a defesa da posse da nova terra.
abundância da terra descoberta, o que possibilitou a sua incorporação aos interesses mercantis portugueses, por meio da exploração econômica dos índios.
Considere a ilustração.
A devastação das florestas brasileiras não é uma prática recente. No contexto da história do Brasil colonial, essa devastação decorreu da exploração do pau-brasil, como mostra a ilustração, que era uma atividade
praticada pelos povos indígenas para comércio interno, antes mesmo da chegada dos europeus.
desprezada pelos colonizadores portugueses, razão pelo qual os franceses a praticavam utilizando o trabalho dos índios.
considerada monopólio da Coroa portuguesa e gerou muitos conflitos entre índios, portugueses e franceses.
realizada entre índios e ingleses porque os franceses estavam interessados exclusivamente na busca do ouro e prata.
desenvolvida pelos holandeses que utilizavam o trabalho do índio e os remuneravam com baixos salários.
Na primeira metade do século XVI, Dom João III (1521-1557), ao decidir dar impulso ao processo de colonização no Brasil, optou por adotar o sistema de donatárias.
Sobre o tema, assinale alternativa correta.
A grande maioria das capitanias deu resultados positivos, excetuando as de Pernambuco e São Vicente que fracassaram, entre outros fatores, pela falta de recursos e ataques indígenas.
Ao ceder as capitanias, o rei automaticamente abdicava de sua soberania sobre as terras repassadas aos donatários.
O donatário possuía o monopólio sobre as drogas e especiarias.
Como forma de garantir o recolhimento das rendas da Coroa e fiscalizar os capitães e colonos, o rei nomeava funcionários para atuarem na capitania.
Uma das características das capitanias hereditárias era a ausência de normas que regulassem o sistema de donatárias.
A criação das capitanias hereditárias, em 1534, correspondeu à primeira decisão do governo de Lisboa para dar início efetivo ao processo de colonização do Brasil. A essa modalidade de parceria público-privada seguiu-se a instalação do governo-geral na colônia, em 1549. A respeito da dinâmica, das relações, das rupturas e das transformações da organização sócio-política, econômica e cultural no Brasil colonial, assinale a opção correta.
A escravidão negra foi disseminada no Brasil colonial por imposição do consolidado capitalismo europeu, ávido por importar produtos agrícolas tropicais.
Nos quilombos, não se estabeleceram formas de organização social semelhante às africanas.
As manifestações artístico-culturais do Brasil colônia foram essencialmente marcadas pela cultura europeia; daí a ausência de obras musicais e arquitetônicas barrocas de autores negros.
À exceção de São Vicente e Pernambuco, o sistema de capitanias hereditárias fracassou; dividida em duas, a primeira capitania do Maranhão não chegou a ser efetivamente ocupada.
A decisão metropolitana de determinar o plantio da cana-de-açúcar, especialmente no litoral maranhense, foi a solução encontrada para reduzir os efeitos do declínio da mineração.
Dos próprios Tamoio não possuímos descrição alguma dos eventos que os tornaram famosos. Como os demais grupos tupi da costa, foram varridos do litoral para dar lugar à expansão da colonização portuguesa e, em meados do século XVII, já não havia notícia de grupos tupi ao longo da costa de que antes eram senhores.
(PERRONE-MOISÉS, Beatriz e SZTUTMAN Renato. Notícias de uma certa confederação tamoio. http://www.scielo.br/pdf/mana/v16n2/07.pdf. Acesso em 20/11/2016)
O fragmento de texto aponta para um fato que precisa ser compreendido a partir da perspectiva segundo a qual a guerra dos Tamoio.
consistiu em um movimento proto-nativista de caráter evidentemente anticolonial.
foi um típico conflito pela propriedade e exploração econômica da terra entre índios e europeus.
apresenta-se como a luta entre blocos de interesses bastante bem definidos nas suas fisionomias étnicas.
foi um duplo sistema de alianças, havendo índios e europeus de ambos os lados.
A atividade bandeirante marcou a atuação dos habitantesda capitania de São Vicente entre os séculosXVI e XVIII.A esse respeito, assinale a alternativa correta.
Buscando capturar o índio para utilizá-lo como mão-de-obra ou para descobrir minas de metais e pedras preciosas, o chamado bandeirismo apresador e prospector foram importantes para a ampliação dos limites geográficos do Brasil colonial.
As bandeiras eram empresas organizadas e mantidas pela metrópole, com o objetivo de conquistar e povoar o interior da colônia, assim como garantir, efetivamente, a posse e o domínio do território.
As chamadas bandeiras apresadoras tinham uma organização interna militarizada e eram compostas exclusivamente por homens brancos, chefiados por uma autoridade militar da Coroa.
O que explicou o impulso do bandeirismo no século XVII foi a assinatura do tratado de fronteiras coma Espanha, que redefiniu a linha de Tordesilhas e abriu as regiões de Mato Grosso até o Rio Grande do Sul, possibilitando a conquista e a exploração portuguesa.
Derivado da bandeira de apresamento, o sertanismo de contrato era uma empresa particular, organizada com o objetivo de pesquisar indícios de riquezas minerais, especialmente nas regiões de Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais.
Os primeiros jesuítas chegaram à Bahia com o governador-geral Tomé de Sousa, em 1549, e em pouco tempo se espalharam por outras regiões da colônia, permanecendo até sua expulsão, pelo governo de Portugal, em 1759. Sobre as ações dos jesuítas nesse período, é correto afirmar que:
criaram escolas de arte que foram responsáveis pelo desenvolvimento do barroco mineiro.
defenderam os princípios humanistas e lutaram pelo reconhecimento dos direitos civis dos nativos.
foram responsáveis pela educação dos filhos dos colonos, por meio da criação de colégios secundários e escolas de “ler e escrever”.
causaram constantes atritos com os colonos por defenderem, esses religiosos, a preservação das culturas indígenas.
formularam acordos políticos e diplomáticos que garantiram a incorporação da região amazônica ao domínio português.
