WorksheetsTranstorno do Espectro Autista e Doenças Raras
Total questions: 8
Worksheet time: 5mins
O Transtorno do Espectro Autista pode ser definido como "transtorno de desenvolvimento neurológico, comportamental, de caráter irreversível, etiologias múltiplas e de graus variáveis. Portanto, podemos afirmar:
Sintomas característicos do TEA normalmente surgem na adolescência, sendo um transtorno raro em crianças e bebês
Apesar do eletroencefalograma ser amplamente utilizado, a tomografia computadorizada é o exame padrão-ouro para a confirmação do diagnóstico do TEA, pois ela gera imagens de alta resolução
O diagnóstico de TEA é complexo. Exames, como ressonância magnética nuclear e audimetria, podem ser solicitados para verificar fazer diagnóstico diferencial com algumas doenças
O TEA tem como causa principal a vacina tríplice viral, como mostra o estudo do médico britânico Andrew Wakefield, publicado em 1998
São possíveis fatores etiológicos do TEA, exceto:
Déficit de vitaminas
Fatores genéticos
Baixo peso ao nascimento
Uso de medicamentos durante a gestação
Marque a(s) alternativa(s) que apresenta(m) sinais sugestivos do Transtorno do Espectro Autista no primeiro ano de vida
Não seguir objetos e pessoas próximos em movimento / Perder habilidades já adquiridas, como balbucio
Não aceitar o toque / Sorriso exacerbado a todo momento
Incômodo incomum com sons altos / Distúrbio de sono moderado ou grave
Não responder ao nome / Apresentar pouca ou nenhuma vocalização
Durante o tratamento odontológico de crianças com TEA:
Fazer analogias, como "abra o bocão de jacaré", para facilitar o entendimento da criança
A bupivacaína deve ser o anestésico de escolha, pois tem uma duração prolongada no efeito, o que evita ter que anestesiar novamente, caso o tratamento seja demorado
Evitar comparações abstratas, como "agora seus dentes estão cheio de estrelinhas de tanto brilho, depois dessa limpeza que eu fiz"
Preferencialmente, realizar o atendimento sob sedação consciente com benzodiazepínicos para evitar o uso de contenção física
Pedro, 3 anos, chega ao seu consultório acompanhado da mãe. Você o chama pelo nome e faz algumas perguntas a ele, como "Qual é a sua idade?". Ele não te olha e nem responde. A mãe, sem graça, então, relata que a criança não aprendeu a falar nada ainda e que é muito tímida. Como proceder nesse caso?
Dizer à mãe que o filho dela é uma criança com TEA e que você sabe como lidar com o atendimento
Dizer à mãe que o filho dela é uma criança com TEA e que ela necessita de acompanhamento médico, além do odontológico
Realizar o atendimento da criança, da melhor maneira possível, considerando a possibilidade dela ser uma pessoa com TEA
Orientar a mãe a buscar orientação multiprofissional, como médicos, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos
Doenças raras podem ser de origem genética ou não-genética. Todas as opções abaixo podem ser etiologias de doenças raras, exceto:
Alergias / Erros inatos do metabolismo
Infecção viral / Anomalias congênitas
Infecção bacteriana / Anomalias de manifestação tardia
Causas ambientais / Vacinas
Sobre o diagnóstico de doenças raras (DR) podemos afirmar:
São facilmente diagnosticadas, pois os sinais e sintomas são bastante característicos de cada doença
Uma vez que a medicina já alcançou seu pico tecnológico, DR não são desafios para a área
O Teste do Pezinho Ampliado é capaz de detectar mais de 50 doenças, sendo de extrema importância
DR uma vez diagnosticadas e tratadas precocemente não trazem prejuízos a pessoa
Sobre o cuidado odontológico de indivíduos com doenças raras, é incorreto afirmar:
A busca por cuidados odontológicos deve se iniciar o mais cedo possível
A mucopolissacaridose tem como características macrocefalia, hiperplasia gengival e macroglossia
Indivíduos com osteogênese imperfeita podem ter agenesia, apinhamento e dentinogênese imperfeita
Dispensam cuidado especial. A prevalência de doenças bucais é semelhante a pacientes sem doenças
