WorksheetsREVISÃO - Platão e Aristóteles
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Platão foi discípulo de Sócrates por quantos anos?
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Sócrates foi o primeiro e único mestre de de Platão?
Sim, Sócrates foi o primeiro e único amor de Platão.
Não, primeiro Platão foi discípulo de Crátilo, que foi seguidor de Heráclito, e somente depois conheceu Sócrates.
Sim, Sócrates foi o primeiro, mas tiveram outros mestres depois.
Não, primeiro Platão foi discípulo de Crátilo, que foi seguidor de Heráclito, e somente depois conheceu Sócrates, mas depois de sua morte tiveram outros.
Sobre as ideias filosóficas apontadas por Platão, assinale o que for correto.
A teoria das ideias busca explicar o processo do conhecimento como passagem do mundo das sombras para o mundo das ideias.
O conhecimento verdadeiro é formado no mundo das ideias
O conhecimento verdadeiro é formado no mundo sensível
Os objetos sensíveis geram as opiniões
Sobre os problemas filosóficos abordados na filosofia clássica (Sócrates, sofistas, Platão e Aristóteles), assinale o que for correto.
Inicialmente, o problema filosófico estava centralizado na questão cosmológica.
Platão procura demonstrar que, além do cosmo sensível, existe também uma realidade que transcende o sensível.
Platão não foi influenciado pelos pitagóricos durante a sua viagem para Sicília.
Para Platão, a filosofia é uma forma do saber que possui um caráter essencialmente ético-político.
Como principal discípulo de Sócrates, Platão seguiu, inicialmente, os passos do mestre até romper com ele, ao optar por um pensamento mais sistemático.
VERDADEIRO
FALSO
Tanto Sócrates quanto Platão defendiam o poder do pensamento racional como principal racional ferramenta de aproximação da verdade sobre o mundo real.
VERDADEIRO
FALSO
Sócrates, como um dos principais pensadores sofistas, foi iniciador do pensamento filosófico cosmológico, dedicado à especulação sobre a natureza, sobre o cosmo.
VERDADEIRO
FALSO
A alegoria da caverna, escrita por Platão, é uma representação, uma metáfora sobre o mundo, concebida por ele para explicar o modelo de um mundo dual: um racional, verdadeiro, e outro sensível, falso.
VERDADEIRO
FALSO
Considerando a história contada por Platão no livro VII da República, mais conhecida como Mito da Caverna, podemos deduzir que:
O homem, apesar de nascer bom, puro e de posse da verdade, pode desviar-se e passar a acreditar em outro mais perfeito de puras ideias.
Não podemos confiar apenas na razão, pois somente guiados pelos sentimentos e testemunhos dos sentidos poderemos alcançar a verdade.
A caverna, na alegoria platônica, representa tudo aquilo que impede o surgimento da consciência filosófica, que possibilitaria uma ascensão para o mundo inteligível.
A razão deve submeter-se aos testemunhos dos sentidos, pois a verdade que está no mundo inteligível só será atingida mediante a sensibilidade.
O homens devem se libertar da crença na existência em outro mundo e buscar resolver seus conflitos aprofundando-se em sua interioridade.
Para Aristóteles, as ações humanas voluntárias são livres, pois a escolha entre a virtude e o vício depende da vontade do indivíduo como um princípio de agir por si mesmo.
VERDADEIRO
FALSO
Para Aristóteles, o homem virtuoso será o bom cidadão, ou seja, aquele que vive sob as normas da justiça.
VERDADEIRO
FALSO
A virtude, para Aristóteles, é a equidistância entre dois vícios, um por excesso, outro por falta.
VERDADEIRO
FALSO
Segundo Aristóteles, somos chamados bons e maus pelas nossas paixões, quando agimos, por exemplo, tomados pela ira.
VERDADEIRO
FALSO
A virtude é uma modalidade de escolha ou envolve algum tipo escolha.
VERDADEIRO
FALSO
Segundo Aristóteles, somos virtuosos pelas nossas faculdades, entendidas como capacidades que temos de sentir emoções.
VERDADEIRO
FALSO
Para Aristóteles, o motivo pelo qual nasce o Estado é o de tonar possível a vida e também uma vida feliz. De fato, a meta final da vida humana é a felicidade. Por isso, a razão do ser do Estado é facilitar o acesso a essa meta." (MONDIN, B.)
Na citação acima, o autor faz uma reflexão filosófica sobre a dimensão do Estado, afirmando que
O Estado é a felicidade da vida humana, e a razão tem valor secundário nessa meta.
A meta final da vida da vida humana é a felicidade, e o sentido do Estado é dificultar o acesso a essa meta.
O Estado tem significância na meta da felicidade, e a vida humana é, por natureza, social.
Na esfera do Estado, a questão democrática é prescindível.
A democracia é a condição secundária na razão de ser o Estado.
