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WorksheetsEducação Permanente em Saúde
Total questions: 10
Worksheet time: 10mins
A Educação Permanente em Saúde tem como premissa:
Os momentos formais instituídos e tecnicamente orientados, por introdução de novos equipamentos ou programas do governo.
A prática transformadora e a aprendizagem significativa enquanto campos de saberes e práticas na área da saúde.
A prática transformadora sem compreensão e apreensão do mundo.
O saber favorável para o desenvolvimento de diretrizes e ações normativas.
A Política Nacional de Educação Permanente em Saúde tem como pressuposto:
O processo de aprendizagem que inclui atividades de ensino após a formação profissional.
A atualização e aquisição de novos conhecimentos.
A aprendizagem por meio de atividades pontuais e conteúdos pré-definidos com metodologia tradicional de ensino.
A aprendizagem no trabalho a partir dos problemas enfrentados na realidade dos serviços.
O desenvolvimento dos profissionais de saúde ocorre pela implementação de três dispositivos que visam a articulação interinstitucional entre gestores estaduais e municipais, instituições de ensino, docentes e estudantes, instâncias de controle social em saúde e serviços de atenção à saúde:
Polos de Educação Permanente em Saúde; Formação de facilitadores de Educação Permanente; e Rede de Municípios colaboradores.
Polos de Educação Continuada; Formação de Professores tradicionais no serviço; Rede de Municípios individuais.
Polos de Formação de Educadores em serviço; Polos de Educação em Serviço e Rede de tutores colaboradores.
Polos de Educação Permanente em Saúde; Integração ensino-serviço; e Rede dos Estados colaborares.
A Educação Permanente em Saúde, está vinculada, entre outros aspectos:
Aos momentos assistemáticos, não contínuos e de base tecnicista, desarticulados do processo de trabalho.
A necessidade de construção das ações educativas inseridas no processo de trabalho.
Ao processo permanente aplicado aos serviços de saúde, por meio de metodologias tradicionais de ensino.
Às discussões coletivas sem reflexividade, das situações concretas do cotidiano do trabalho.
O elemento chave da Educação Permanente em Saúde é:
A Educação Continuada.
Os profissionais de saúde.
O trabalho.
A capacitação.
O que contribui, de fato, para a ação-reflexão-ação, na Educação Permanente em Saúde?
A organização do serviço.
A realidade dos contextos, das ações e dos serviços de saúde.
A formação dos profissionais de saúde.
Cursos e capacitações.
Dentre as várias concepções da Educação Permanente em Saúde, assinale aquela que não se refere:
Movimento que coloca o trabalho em análise.
Estratégia de formação dos profissionais de saúde em um processo constante de subjetivação.
Estratégia de Gestão, possibilitando reorganizar a gestão a partir da problematização do trabalho em seus contextos reais.
Movimento que eleva os padrões técnicos das práticas em saúde a partir de especializações.
São desafios da Educação Permanente em Saúde (EPS), exceto:
O descomprometimento dos profissionais de saúde.
Desconhecimento do conceito de EPS por profissionais e gestores, bem como às responsabilidades na execução.
A capacidade dos profissionais em reconhecer os problemas do dia a dia como fundamento para a construção do pensamento reflexivo.
Confusão do termo de EPS ao referir-se aos processos educativos no serviço.
Para que o processo educativo no serviço de saúde responda às necessidades concretas, é necessário, exceto:
Utilizar-se do processo de análise do trabalho.
Que a educação seja pautada em gestão estratégica, buscando refletir sobre o cenário do trabalho e dos problemas reais enfrentados.
Desenvolver competências com base nas demandas das situações reais da prática.
Reflexão crítica sobre o trabalho por meio de capacitações proporcionadas pela gestão de nível nacional, sem a participação coletiva.
A Educação Permanente em Saúde, não possibilita:
a) Despertar o interesse dos envolvidos para novas experiências de aprendizagem.
b) Mediar mudanças como possibilidade do ser humano para lidar com o mundo e reinterpretar a realidade.
c) Desvalorizar as experiências dos sujeitos mas repensar a construção coletiva nos momentos formais instituídos.
d) A efetiva construção coletiva do conhecimento e transformação do modelo de atenção à saúde, considerando as distintas realidades e suas construções singulares.
