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Total questions: 13
Worksheet time: 39mins
Primeiro, vamos fazer uma auto avaliação sobre nossa leitura.
Em uma escala de 1 a 5, o quanto vocês aprenderam com o texto escolhido?
1
Não aprendi nada
2
Aprendi muito pouco
3
Aprendi algumas coisas
4
Aprendi o suficiente
5
Aprendi tudo
Ainda sobre a leitura.
Em uma escala de 1 a 5, o quanto vocês gostaram de ler o texto escolhido?
1
Não gostei nada
2
Gostei pouco
3
Mais ou menos
4
Gostei
5
Gostei muito
Didática no Século XVII
A Didática era tida como princípio científico de mudança do mundo e das pessoas
Didática Magna de Comenius como método de ensinar tudo a todos, mas apropriada pela burguesia como principio para alcançar suas finalidades
Comenius escreve em Didática Magna, que a Didática é a arte de ensinar apenas para aqueles que são esforçados
Didática no Século XVIII
Entende-se que é necessário Impor os conteúdos para que as crianças aprendam de maneira mais eficiente
A didática de Comenius é retomada por Rousseau, que critica a verdadeira natureza do homem
Rousseau critica a didática de Comenius e o modo de produção burguês, pensando na recuperação da natureza pura do homem
Didática no Século XIX
Perspectiva Herbartiana de Didática, não definida por etapas nem pela instrução
Perspectiva Didática de Herbart toma força, propondo uma educação baseada na ética e na psicologia
Com a queda do Capitalismo, a Didática é focada em princípios humanitários
Didática no Século XX
Ganha força o movimento Escola Nova, no qual se destacou John Dewey
O movimento Escola Nova reforça e apoia a Didática de Herbart
Ganha força, novamente, as ideias de Comenius
A Didática no Brasil Colônia
Sistema educacional montado a partir da Didática dos Jesuítas baseada na repetição, na submissão, no medo e competição
Didática dos Jesuítas, utilizada para libertar os indígenas e povos escravizados
Sistema educacional baseado na Didática dos Jesuítas, que não tinha documento norteador nem apresentava organização
A didática no Império e na Primeira República
A constituição de 1981 marca que a responsabilidade da Educação é das famílias
A responsabilidade da educação passa a ser da União. Estados seguem perspectivas Didáticas distintas, como as de Herbart, Comenius e Rousseau
A responsabilidade da educação passa a ser da União e todos os estados assumem a mesma perspectiva de Didática (Herbart)
A didática após a primeira Guerra
Didática vista como um conjunto de regras, separando Teoria e Prática
O movimento de Urbanização se intensificou, mas a procura por escolas diminuiu
O movimento Escola Nova não teve repercussão no Brasil
Nova fase da educação e construção da concepção da Didática (duas corretas)
Na década de 30 não houveram debates importantes para a Educação
Não houveram avanços para a educação, entre 37 e 45, devido ao governo de Vargas (ditatorial)
O ensino profissionalizante foi pensado para classes mais privilegiadas
No início de 1960 surgem movimentos de educação libertadora (perspectiva humanista de Didática)
A Didática e o Golpe Militar
Em 1974, houve um otimismo quanto à Didática e a Escola
O professor não era mero executor da técnica
A didática e a Escola como instrumentos para silenciar a dimensão política do ensino (Tecnicismo)
Fase Fênix da Didática
O debate público sobre a educação e o papel da escola não teve influencia na reorganização da Didática
Momento de reformulação da Didática. Compreensão que não há centralidade no professor, nem no aluno, mas no diálogo – na formação do humano
Fim da Ditadura deu força ao debate sobre a perspectiva técnica da Didática
A autora chega na mais importante Lei para a educação brasileira hoje, que é a LDB de 96, para argumentar que a perspectiva de educação que se espera hoje tem o principio na Qualidade. E para isso se busca garantir a liberdade, a autonomia.. Nas propostas curriculares da escola e dos profissionais da educação.
Nesse cenário a Didática aparece com a função de esclarecer o papel Sócio-político da escola – associando teoria-pratica; técnica-politica; ensino-pesquisa; professor-aluno.
Ela serve para ampliar a visão do professor – sobre as perspectivas mais coerentes para a escola que se tem – para a escola real – e para a escola que se quer construir e transformar. Então a autora nos convida a analisar as contradições da nossa própria prática – Porque as propostas de ensino centradas apenas na memorização NÃO atendem mais as demandas socioculturais do nosso tempo.
Não pode isolar-se e ministrar sempre a mesma aula – alheio ao que está acontecendo fora dos MUROS da escola.
Ensinar nas próximas décadas exigirá intensamente MUDANÇA de paradigmas.
PARA VOCÊ, QUAIS MUDANÇAS DEVEM SURGIR NA EDUCAÇÃO E NA DIDÁTICA?
