WorksheetsPortuguês/ Oratória Comunicação não violenta
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Comunicação não violenta, também conhecida como comunicação compassiva ou empática, é uma metodologia comunicacional desenvolvida pelo psicólogo americano Marshall
Rosenberg, que apoia o estabelecimento de relações de parceria cooperação, em que predomina comunicação eficaz e com empatia. A CNV nos estimula a desenvolver habilidades de linguagem e comunicação que fortalecem a capacidade de continuarmos humanos, mesmo em condições adversas.
A CNV enxerga uma continuidade entre as esferas pessoal, interpessoal e social, e proporciona formas práticas de intervir nelas.
Aqueles que se apoiam na comunicação não violenta consideram que todas as ações são originadas numa tentativa de satisfazer necessidades humanas, mas tentam fazê-lo evitando o uso do medo, da vergonha, da acusação, da ideia de falha, da coerção ou das ameaças. Um princípio-chave da comunicação não violenta é a capacidade de se expressar sem usar julgamentos de "bom" ou "mau", do que está certo ou errado. A ênfase é posta em expressar sentimentos e necessidades, em vez de críticas ou juízos de valor.
A CNV nos ajuda a nos ligarmos uns aos outros e a nós mesmos possibilitando que nossa compaixão natural floresça. Ela nos guia no processo de reformular a maneira pela qual nos expressamos e escutamos os outros, mediante a concentração em quatro áreas: As ações concretas que estamos observando e que afetam nosso bem-estar (observação), como nos sentimos em relação ao que estamos observando (sentimento), as necessidades, valores, desejos que estão gerando nossos sentimentos (necessidades) e as ações concretas que pedimos para enriquecer nossa vida (pedido).
Assinale a alternativa INCORRETA.
Empatia – Esse termo é a base do conceito da CNV. É a habilidade de se colocar no lugar de outra pessoa, e não apenas sentir como ela, mas enxergar o mundo como ela. Essa é a premissa para criar uma comunicação integral e mais saudável
Escuta ativa – Perceber o seu grau de disponibilidade no qual você se coloca ao ouvir uma pessoa durante uma conversa. Ouvir ativamente é prestar atenção à fala do outro com curiosidade e atenção
Autenticidade – Contrária à hipocrisia, a autenticidade é uma atitude de congruência consigo mesmo. Praticar a verdade compreendendo os aspectos intrínsecos da nossa natureza. É manter valores e convicções independentes do desconforto
Acolhimento – É a percepção das necessidades do outro. É compreender o que o outro está comunicando por meio de suas palavras e comportamento. É comum que por traz destas palavras e comportamentos haja uma dor muito grande, que a pessoa tenta mascarar
Tempo – Disponibilidade para ouvir é relativa, pois você tem outras prioridades na sua vida.
O modernismo brasileiro teve forte influência das vanguardas europeias. A partir da Semana de Arte Moderna, esses conceitos passaram a fazer parte da arte brasileira definitivamente. Tomando como referência o quadro O mamoeiro, identifica-se que, nas artes plásticas, a
imagem passa a valer mais que as formas vanguardistas
imagem privilegia uma ação moderna e industrializada.
natureza passa a ser admirada como um espaço utópico.
forma estética ganha linhas retas e valoriza o cotidiano.
forma apresenta contornos e detalhes humanos.
Todas as assertivas conduziram a sociedade desde a perspectiva de "penso logo existo", perpassa pela ' Sou visto logo existo". Na perspecitiva de Guy Debord, a primeira fase da dominação da economia sobre a vida social acarretou, no modo de definir toda realização humana, uma evidente degradação do ser para o ter. A fase atual, em que a vida social está totalmente tomada pelos resultados da economia, leva a um deslizamento generalizado do ter para o parecer, do qual todo ter efetivo deve extrair seu prestígio imediato e sua função última. Ao mesmo tempo, toda realidade individual tornou-se social, diretamente dependente da força social, moldada por ela." Tenho logo existo" até chegarmos no "Pareço logo existo"
Apenas uma está corretamente referenciada com seu respectivo autor, Qual?
Parece-me indispensável dizer quem sou. […] A desproporção entre a grandeza da minha tarefa e a pequenez de meus contemporâneos manifestou-se no fato de que não me ouviram, sequer me viram. […] Quem sabe respirar o ar de meus escritos sabe que é um ar das alturas, um ar forte. É preciso ser feito para ele, senão há o perigo nada pequeno de se resfriar. "O que não me mata, me torna mais forte"
Friedrich Nietzsche 1844-1900
Segundo o autor, a sociedade moderna é dominada por um “espetáculo”, ou seja, um conjunto de imagens e mensagens que são veiculadas pela mídia e pelo mercado e que têm como objetivo promover o consumo e a conformidade. Essas imagens e mensagens formam um mundo fictício que as pessoas tendem a confundir com a realidade, o que leva a uma alienação e a uma perda da consciência crítica. O filósofo argumenta que a sociedade do espetáculo é opressiva e desumanizante e que é necessária uma revolução para superá-la. O livro “Sociedade do Espetáculo” tornou-se um marco na teoria crítica e tem sido amplamente influente em diferentes campos, como a sociologia, a filosofia e o marxismo.
Trata-se de Rene Descartes 1596-1650
Fundador da filosofia moderna chegou a esta célebre frase enquanto buscava traçar uma metodologia para definir o que seria o “verdadeiro conhecimento”.
Mesmo tendo frequentado as melhores universidades da Europa, achava que não tinha aprendido nada de substancial (com exceção da matemática) em seus estudos.
Sempre duvidando de tudo, inclusive da sua própria existência e do mundo que o rodeava.
No entanto, encontrou algo que não poderia duvidar: a existência da dúvida. Segundo o pensamento do filósofo, ao duvidar de algo, estaria pensando. E se existe a dúvida, o pensamento também existe. Logo, se penso, igualmente existo.
Assim, no seu O discurso do método, resumiu seu pensamento na frase: je pense, donc je suis (publicação original em francês), depois traduzida para o latim cogito, ergo sum
Trata-se de Voltaire 1694-1778
vivemos performando para “aqueles que assistem”, acentuando nossos comportamentos cotidianos visando a seduzir os espectadores, é porque as atuais condições de vida nos levam a fazer isso: calcular, estudar, ensaiar e emoldurar nossos próprios gestos do dia a dia, como se o objetivo fosse enquadrá-los para que o público possa apreciá-los.
Paula Sibilia
Q uando o mundo real se transforma em simples imagens, as simples imagens tornam-se seres re-a i s e m ot iva çõ e s efi c i e nte s d e u m co m p o r t a m e nto hipnótico. o espetáculo, como tendência a fazer ver (por diferentes mediações especializadas) o mundo que já não se pode tocar diretamente, serve-se da visão como o sentido privilegiado da pessoa humana.
Socrates faleceu em 399 AC
A empatia está em nossa capacidade de sermos presentes. A empatia requer tempo e saber estar
presente, sem pressa e sem desculpas. A atitude empática se vale primeiro do olhar. Precisamos
olhar para o outro sem julgar, com proximidade e carinho. Devemos saber como responder. As
críticas, os julgamentos ou o “eu no seu lugar teria feito” não ajudam nesses casos.
Por sua vez, a empatia precisa, acima de tudo, ser proativa. Porque quem demonstra que entende,
mas não faz nada, erra. Fazer acreditar que somos valiosos, mas nos negligenciar mais tarde, deixa
uma marca e dói.
Identifique o máximo de sentimentos e necessidades no vídeo acima e descreva abaixo sequencialmente.
