WorksheetsBiologia 1º ano
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A nossa atmosfera sempre foi assim? Não! A Terra primitiva, termo usado para definir o planeta no seu primeiro bilhão de anos, se caracteriza pela condensação dos planetas do Sistema Solar a partir da nébula (nuvem molecular gigante) e do ataque de meteoritos, que se chocavam com a superfície da Terra, bem como a formação da atmosfera primitiva e da hidrosfera.
Era um ambiente totalmente inóspito para a sobrevivência de organismos com as características que vemos hoje, sendo um ambiente muito quente, constantemente bombardeado por raios ultravioletas que atingiam o planeta com alta frequência devido à ausência de:
Nitrogênio.
Vapor de água.
Gás oxigênio.
Camada de ozônio.
Metano.
Ao compararmos o consumo de energia proveniente de fontes renováveis e não renováveis no Brasil e no mundo, percebemos que a matriz energética brasileira se utiliza de mais fontes renováveis do que a matriz mundial. Observe o gráfico. Nesse contexto, temos como exemplos de energia renovável, exceto:
Biocombustíveis.
Energia solar.
Energia eólica.
Energia geotérmica.
Petróleo.
Com base na análise do esquema, quais estruturas estão, respectivamente, representadas nas letras B, D e G?
Cóclea, Membrana do tímpano e Bigorna.
Membrana do tímpano, Bigorna e Cóclea.
Tímpano, Estribo e Bigorna.
Bigorna, Martelo e Membrana do tímpano.
Membrana do tímpano, Nervos auditivos e Cóclea.
Uma vez que a luz atravessa a córnea, esta chega à íris, onde a pupila controla a intensidade de luz a ser recebida pelo olho. Quanto maior a abertura da pupila, maior é a quantidade de luz que entra nos olhos. Em um olho saudável, a imagem chega ao cristalino, uma estrutura flexível que acomoda e focaliza a imagem na retina, onde existem diversas células fotorreceptoras que, por meio de uma reação química, transformam as ondas luminosas em impulsos elétricos. A partir daí, o nervo óptico os conduz até o cérebro, onde ocorre a interpretação da imagem. Cabe ressaltar que no cristalino a imagem sofre refração, logo, forma-se uma imagem invertida na retina. É no cérebro que ocorre o correto posicionamento dessa imagem.
De acordo com a imagem, selecione a alternativa que representa o caminho da formação da imagem e a transmissão de impulsos ao cérebro pelas respectivas estruturas:
1- Pupila
2 - Córnea
3 - Retina
4 - Nervo Óptico
5 - Cristalino
1 - Nervo Óptico
2 - Retina
3 - Pupila
4 - Cristalino
5 - Córnea
5 - Retina
1- Pupila
2 - Cristalino
4 - Nervo Óptico
3 - Retina
2 - Retina
1- Córnea
3 - Cristalino
4 - Retina
5 - Nervo óptico
1 - Córnea
2 - Pupila
3 - Cristalino
4 - Retina
5 - Nervo óptico
Podemos observar as consequências das mudanças climáticas na(o)
Falta de chuva, apenas.
Temperaturas amenas.
Falta e/ou excesso de chuvas, baixas temperaturas nos polos norte e sul e alagamentos.
Verão com temperaturas normais.
Seca, falta e/ou excesso de chuvas, altas temperaturas, verões e invernos mais longos.
Quando o Sol emite radiação em direção à Terra, parte dessa radiação é absorvida e parte é devolvida, em forma de calor, para o espaço. Uma parte desse calor fica retida na atmosfera terrestre, devido à presença de gases que impedem que ele seja devolvido para o espaço. É um fenômeno natural, que gera condições necessárias para a manutenção da vida no planeta Terra.
Esse fenômeno natural é chamado de:
Efeito estufa.
Efeito rebote.
Inversão térmica.
Aquecimento Global.
Mudança climática.
Mudanças climáticas e COVID-19: alguma relação?
A pandemia de COVID-19 é um dos grandes desafios do século XXI, causando diversos impactos na saúde, perdas humanas e econômicas. A causa da COVID-19 ainda é investigada e várias hipóteses sugerem que um dos caminhos para seu surgimento e disseminação, assim como de várias outras doenças infecciosas emergentes, sejam as interferências antropogênicas no meio ambiente e o aquecimento global. De fato, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente aponta que este é o caminho de diversas outras zoonoses (doenças infecciosas transmitidas por animais para humanos) emergentes (exemplos: SARS, MERS, Ebola etc). Embora as mudanças climáticas não tenham sido a causa direta do surgimento da COVID-19, existem possíveis inter-relações entre elas. Desmatamento, aquecimento global e perda de habitats naturais deixam os animais mais suscetíveis à captura e tráfico. Esta aproximação entre animais selvagens, domésticos e humanos facilita o contágio de doenças infecciosas. Por outro lado, para tentar conter a disseminação do vírus causador da COVID-19, o SARS-CoV-2, muitos países adotaram medidas de restrições, fazendo que as pessoas ficassem mais dentro de casa, evitando aglomerações nas ruas e estabelecimentos em geral. Estas restrições levaram a uma redução temporária de gases de efeito estufa, como o CO2, que teve uma significativa redução durante o primeiro semestre de 2020. Isto mostra que nossos hábitos de consumo e vida precisam ser repensados e modificados se quisermos viver em um planeta mais saudável.”
Embora as mudanças climáticas não tenham sido a causa direta do surgimento da COVID-19, sabemos que elas já estão acontecendo e, infelizmente, não é mais possível evitá-las. Porém, é possível diminuir seus impactos, determinando as seguintes ações:
Realizar queimadas em larga escala e reduzir a caça predatória.
Reduzir as emissões globais de gases de efeito estufa e parar ou reduzir o desmatamento global.
Reduzir atividades sustentáveis e expandir a introdução de espécies exóticas.
Aumentar o desmatamento global e a perda de habitat.
Diminuir o reflorestamento e a caça esportiva.
