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REVISÃO 9º ANO

Total questions: 24

Worksheet time: 12mins

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1.

O texto acima é uma charge porque

a)

a) mostra uma sequência de quadros com críticas sociais para publicar na mídia.

b)

b) retrata com ironia acontecimentos atemporais questionando o cotidiano

c)

c) com humor, aborda algum fato ligado ao noticiário com intuito de criticar.

d)

d) narra uma história engraçada do cotidiano com discursos diretos e indiretos

2.

A charge revela uma crítica

a)

a) à reeleição do presidente da câmara Arthur Lira.

b)

b) ao aumento do salário recebido pelo Arthur Lira.

c)

c) aos hábitos éticos dos políticos brasileiros.

d)

d) ao aumento do auxílio moradia dos deputados.

3.

A charge revela problemas resultantes da falta de equilíbrio de vida do planeta. Essa análise possibilita compreender que

a)

a) os homens são os únicos que conseguem se proteger dos riscos ambientais.

b)

b) as leis brasileiras são elaboradas para promover a igualdade dos seres vivos.

c)

c) há problemas ambientais e sociais que devem ser refletidos pela sociedade.

d)

d) os animais são as maiores vítimas do aumento do consumismo desenfreado.

4.

A charge revela uma crítica

a)

a) ao governo que só envia as forças de segurança pública quando há a ocorrência de assaltos.

b)

b) ao fato de as crianças não gostarem da polícia, já que os soldados sempre estão sérios nas ruas.

c)

c) à falta de policiamento preventivo frequentemente observada no bairro da moradora.

d)

d) à violência urbana observada nos bairros mais distantes do centro da cidade.

5.

A charge faz uma crítica

a)

a) à mobilidade urbana.

b)

b) ao sistema de saúde.

c)

c)) ao aumento de pedágios.

d)

d) ao sistema carcerário.

6.

Mesmo sem haver palavras, a charge acima traz uma mensagem para o leitor. Assim sendo, esse texto se comunica através da

a)

a) linguagem verbal.

b)

b) linguagem não verbal.

c)

c) linguagem verbal e não verbal.

d)

d) linguagem coloquial.

7.

Segundo o gafanhoto, a concorrência existe porque ambos (gafanhotos e humanos)

a)

a) realizam queimadas.

b)

b) cortam árvores.

c)

c) destroem a vegetação.

d)

d) provocam poluição.

8.

Qual o tema da charge?

a)

a) Desnutrição.

b)

b) Fome.

c)

c) Moradia.

d)

d) Desemprego.

9.

Ao relacionar o problema da seca à inclusão digital, essa charge faz uma crítica a respeito da


a)

a)    dificuldade na distribuição de computadores nas áreas rurais.


b)

b)    capacidade das tecnologias em aproximar realidades distantes.


c)

c)    possibilidade de uso do computador como solução de problemas sociais.


d)

d)  escolha das prioridades no atendimento às reais necessidades da população.



10.

A internet proporcionou o surgimento de novos paradigmas sociais e impulsionou a modificação de outros já estabelecidos nas esferas da comunicação e da informação. A principal consequência criticada na tirinha sobre esse processo é a


a)

a)    criação de memes. 


b)

b)    ampliação da blogosfera.


c)

c)    supremacia das ideias cibernéticas.


d)

d)    comercialização de pontos de vista.


11.

Na tirinha, o leitor e conduzido a refletir sobre relacionamentos afetivos. A articulação dos recursos verbais e não verbais tem o objetivo de


a)

a)    criticar a superficialidade com que as relações amorosas são expostas nas redes sociais. 


b)

b)    negar antigos conceitos ou experiências afetivas ligadas à vida amorosa dos adolescentes.


c)

c)    enfatizar a importância de incorporar novas experiências na vida amorosa dos adolescentes.


d)

d)    valorizar as manifestações nas redes sociais como medida do sucesso de uma relação amorosa.


12.

No último quadrinho do texto, o uso do pronome demonstrativo, associado à atitude corporal dos personagens, indica

a)

a) posse

b)

b) saudade

c)

c) desprezo.

d)

d) distância.

13.

Qual das seguintes expressões, retiradas do texto, serve para

hierarquizar ideias?

a)

A) então

b)

B) por sua vez

c)

C) Por exemplo

d)

D) Em primeiro lugar

14.

Nas falas: “vim fazer um servicinho pro coronel Trindade e "Dar

um susto nuns mocinhos”, o personagem Dente Seco, além de

usar um tom irônico e ameaçador, emprega também os

diminutivos para exprimir

a)

a) um tom de desprezo e insignificância em relação aos

“moços” a quem ele se refere.

b)

b)um tom de alegria ao descobrir que tal “servicinho” estava

prestes a acontecer.

c)

C) a descoberta de que a pessoa procurada era o barbeiro.

d)

D) o desprezo ao trabalho e curiosidade do barbeiro.

15.

A escrava

— Admira-me —, disse uma senhora de sentimentos sinceramente abolicionistas —; faz-me até pasmar como se possa sentir, e expressar sentimentos escravocratas, no presente século, no século dezenove! A moral religiosa e a moral cívica aí se erguem, e falam bem alto esmagando a hidra que envenena a família no mais sagrado santuário seu, e desmoraliza, e avilta a nação inteira! Levantai os olhos ao Gólgota, ou percorrei-os em torno da sociedade, e dizei-me:

— Para que se deu em sacrifício o Homem Deus, que ali exalou seu derradeiro alento? Ah! Então não é verdade que seu sangue era o resgate do homem! É então uma mentira abominável ter esse sangue comprado a liberdade!? E depois, olhai a sociedade... Não vedes o abutre que a corrói constantemente!… Não sentis a desmoralização que a enerva, o cancro que a destrói?

Por qualquer modo que encaremos a escravidão, ela é, e será sempre um grande mal. Dela a decadência do comércio; porque o comércio e a lavoura caminham de mãos dadas, e o escravo não pode fazer florescer a lavoura; porque o seu trabalho é forçado.

REIS, M. F. Úrsula e outras obras. Brasília: Câmara dos Deputados, 2018.

Inscrito na estética romântica da literatura brasileira, o conto descortina aspectos da realidade nacional no século XIX ao

a)

a) revelar a imposição de crenças religiosas a pessoas escravizadas.

b)

b) apontar a hipocrisia do discurso conservador na defesa da escravidão.

c)

c) sugerir práticas de violência física e moral em nome do progresso material.

d)

d) relacionar o declínio da produção agrícola e comercial a questões raciais.

16.

Ser cronista

Sei que não sou, mas tenho meditado ligeiramente no assunto.

Crônica é um relato? É uma conversa? É um resumo de um estado de espírito? Não sei, pois antes de começar a escrever para o Jornal do Brasil, eu só tinha escrito romances e contos.

E também sem perceber, à medida que escrevia para aqui, ia me tornando pessoal demais, correndo o risco de em breve publicar minha vida passada e presente, o que não pretendo. Outra coisa notei: basta eu saber que estou escrevendo para o jornal, isto é, para algo aberto facilmente por todo o mundo, e não para um livro, que só é aberto por quem realmente quer, para que, sem mesmo sentir, o modo de escrever se transforme. Não é que me desagrade mudar, pelo contrário. Mas queria que fossem mudanças mais profundas e interiores que não viessem a se refletir no escrever. Mas mudar só porque isso é uma coluna ou uma crônica? Ser mais leve só porque o leitor assim o quer? Divertir? Fazer passar uns minutos de leitura? E outra coisa: nos meus livros quero profundamente a comunicação profunda comigo e com o leitor. Aqui no jornal apenas falo com o leitor e agrada-me que ele fique agradado. Vou dizer a verdade: não estou contente.

LISPECTOR, C. In: A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

No texto, ao refletir sobre a atividade de cronista, a autora questiona características do gênero crônica, como

a)

a) relação distanciada entre os interlocutores.

b)

b) articulação de vários núcleos narrativos.

c)

c) brevidade no tratamento da temática.

d)

d) descrição minuciosa dos personagens.

17.

Certa vez minha mãe surrou-me com uma corda nodosa que me pintou as costas de manchas sangrentas. Moído, virando a cabeça com dificuldade, eu distinguia nas costelas grandes lanhos vermelhos. Deitaram-me, enrolaram-me em panos molhados com água de sal – e houve uma discussão na família. Minha avó, que nos visitava, condenou o procedimento da filha e esta afligiu-se. Irritada, ferira-me à toa, sem querer. Não guardei ódio a minha mãe: o culpado era o nó.

RAMOS, G. Infância. Rio de Janeiro. Record, 1998.

Num texto narrativo, a sequência dos fatos contribui para a progressão temática. No fragmento, esse processo é indicado pela

a)

a) alternância das pessoas do discurso que determinam o foco narrativo.

b)

b) utilização de formas verbais que marcam tempos narrativos variados.

c)

c) indeterminação dos sujeitos de ações que caracterizam os eventos narrados.

d)

d) justaposição de frases que relacionam semanticamente os acontecimentos narrados

18.

Mais big do que bang

A comunidade científica mundial recebeu, na semana passada, a confirmação oficial de uma descoberta sobre a qual se falava com enorme expectativa há alguns meses. Pesquisadores do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian revelaram ter obtido a mais forte evidência até agora de que o universo em que vivemos começou mesmo pelo Big Bang, mas este não foi explosão, e sim uma súbita expansão de matéria e energia infinitas concentradas em um ponto microscópico que, sem muitas opções semânticas, os cientistas chamam de “singularidade”. Essa semente cósmica permanecia em estado latente e, sem que exista ainda uma explicação definitiva, começou a inchar rapidamente [...]. No intervalo de um piscar de olhos, por exemplo, seria possível, portanto, que ocorressem mais de 10 trilhões de Big Bangs.

ALLEGRETTI, F. Veja, 26 mar. 2014 (adaptado).

No título proposto para esse texto de divulgação científica, ao dissociar os elementos da expressão Big Bang, a autora revela a intenção de

a)

a) evidenciar a descoberta recente que comprova a explosão de matéria e energia.

b)

b) resumir os resultados de uma pesquisa que trouxe evidências para a teoria do Big Bang.

c)

c) sintetizar a ideia de que a teoria da expansão de matéria e energia substitui a teoria da explosão.

d)

d) destacar a experiência que confirma uma investigação anterior sobre a teoria de matéria e energia.

19.

A mídia é responsável por divulgar notícias, muitas vezes à exaustão, como um padrão corporal de alguém determinado. Normalmente envolve um jovem branco, musculoso, determinado e no caso do público feminino, alguém magra.

De acordo com algumas pesquisas, o fato de esse ainda ser o padrão de beleza mais divulgado, diz respeito a apenas 5% da população em todo o mundo.

Entretanto, no Brasil, lugar onde há uma das maiores diversidades do mundo, acaba sendo desprezado devido a mídia.

Por isso, tantas raças, tanta riqueza ligada pela própria mistura de povos, e tudo isso acaba sendo deixado de lado, devido ao intuito de empurrar um único estilo de beleza, tanto pra mulheres, quanto pra homens.

Portanto, com relação ao que diz respeito sobre o padrão corporal de quem vive no Brasil, entende-se que esta população:

a)
  • A) Está caracterizada por uma rica diversidade.


b)
  • B) Possui muitas mulheres obesas.


c)
  • C) Está representada na mídia de acordo com a realidade.


d)
  • D) Tem padrões de beleza que são iguais aos de outros países.


20.

O trabalho não era complicado. Colar rótulos e separar os vidros em caixas diferentes, etiquetá-las, colocar papel celofane em volta com cores diferentes, como azul, verde e branco, de acordo com o produto e ir separando de 12 em 12.

Contudo, tudo era fastidioso. Pra fazer o tempo passar mais depressa, conversar era o melhor remédio. Entretanto, era proibido. Mas ninguém ligava. O Patrão poderia chegar? Algum encarregado vigiaria o serviço? Todos ficaram quietos e se dedicaram ao trabalho.

Mas mal viravam as costas, que todos voltavam a tagarelar. Ainda assim, as mãos não paravam e as línguas também não. Sendo assim, durante essas conversas de assuntos aleatórios e linguagem solta, Leniza, Idália, Isabela, Deolinda, Afonsina e Jurete foram mestras.

O mundo se desvendou. Leniza não tinha mais um tom ingênuo. Ganhou uma nova maneira de jogar o corpo, algo que promete tudo de forma gratuita. Ficou calor. A inteligência se transformou e ficou mais aguda e trepidante.

A cena se refere a um romance de 1939, onde a situação que acontece mostra o Rio de Janeiro daquela década. Contudo, no trecho, o narrador está centralizado no contexto de

a)
  • A) Julgar a mulher que está fora do espaço doméstico.


b)
  • B) Relatar as condições de trabalho do Estado Novo.


c)
  • C) Destacar grupos populares que atuam na condição de protagonista.

d)
  • D) Vínculo das transformações urbanas com os papéis femininos.


21.

Com relação aos textos publicitários, marque a alternativa que melhor define seus principais objetivos.


a)

a) Os textos publicitários têm o objetivo de divulgar as produções literárias e não literárias escritas pelos publicitários.


b)

b) Os textos publicitários têm o objetivo de informar os leitores a respeito das atualidades econômicas e políticas dos estados e municípios.


c)

c) Os textos publicitários têm o objetivo de vender e/ou tornar pública alguma informação, anunciar algum produto ou serviço e/ou convencer os leitores.


d)

d) Os textos publicitários têm o objetivo de conscientizar as pessoas com relação às campanhas de saúde pública, como vacinação e contra o mosquito causador da Dengue.


22.

Assinale a alternativa correta com relação aos principais suportes de veiculação dos textos publicitários.


a)

a) Os textos publicitários são veiculados em revistas e jornais impressos.


b)

b) Os textos publicitários circulam apenas na internet, em sites e blogs.


c)

c) Os textos publicitários são veiculados em livros didáticos para que os professores possam utilizá-los como hipertexto e ensinarem os alunos a desenvolverem um texto cuja função da linguagem é apelativa.


d)

d) Os textos publicitários são veiculados em televisão, internet, rádio, jornais, revistas, outdoors, pontos de ônibus, postes de iluminação pública etc.


23.

Com relação à linguagem empregada nos textos publicitários, assinale a alternativa correta:


a)

a) A escolha do estilo, tipo e função da linguagem não é relevante quando se pretende criar um texto publicitário.


b)

b) A linguagem dos textos publicitários é pensada no sentido de atingir um grande número de interlocutores, ou seja, as massas, e, por essa razão, deve ser de fácil compreensão, objetiva, simples e acessível a interlocutores de todos as classes e faixas etárias.


c)

c) De maneira geral, podemos dizer que não existem textos publicitários sem o auxílio de textos não verbais, já que é mais difícil anunciar um produto sem que este esteja exposto no anúncio.


d)

d) A linguagem dos textos publicitários é, na maioria das vezes, mais rebuscada, já que pretende alcançar um público consumidor das classes A e B.


24.

O slogan de uma marca é responsável por transmitir, em poucas palavras, todo o conceito da empresa. A Coca-Cola, marca de refrigerante reconhecida mundialmente, tem um marcante slogan “Viva o lado coca-cola da vida”. Esse slogan foi veiculado entre 2006 e 2009 e, hoje em dia, ainda é referenciado nos anúncios da empresa. Analisando as imagens apresentadas anteriormente e o slogan em questão, podemos afirmar que:


a)

A) o slogan não procura representar um estado eufórico.


b)

B) o slogan não manipula o consumidor.


c)

C) o slogan efetua-se por um verbo no imperativo (viva), o qual supõe uma perspectiva futura para o sujeito efetivar essa vivência.


d)

D) o verbo viver, no modo imperativo, não faz o consumidor se incluir na mensagem, o que prejudica o objetivo do anúncio: influenciar o leitor.