WorksheetsIntertextualidades/Q e Barroco
Total questions: 91
Worksheet time: 2hrs 38mins
Complete a frase: O Quinhentismo foi um movimento __________ que retratava o que acontecia em ____________
brasileiro / Portugal
português / terras brasileiras
português / Porto Seguro
brasileiro / Porto Seguro
Quais os movimentos que aconteciam em Portugal durante o Quinhentismo?
Humanismo e Classicismo
Humanismo e Romantismo
Romantismo e Classicismo
Realismo e Humanismo
O Quinhentismo foi dividido em quantas frentes?
4
3
2
1
Como ficaram conhecidos os diferentes momentos do Quinhentismo?
Literatura de formação e de desinformação
Literatura de caráter religioso e catequizador
Literatura Jesuítica e Protestante
Literatura de informação e Literatura de formação (jesuítica)
Qual o objetivo da literatura de informação?
Retratar os índios e seus costumes
Retratar a evangelização dos índios
Retratar o Brasil nos primeiros anos do descobrimento
Retratar as famílias portuguesas que viviam no Brasil
Qual o objetivo da literatura de formação ou jesuítica?
Catequizar os índios
Aprender a religião dos índios
Ensinar a língua portuguesa aos nativos
Evangelizar as famílias portuguesas no Brasil
Qual o maior nome da literatura de informação?
Pedro Vas de Caminho
Gil Vicente
Pero Vaz de Caminha
Gregório de Matos
Quais os maiores nomes da literatura de formação?
Padres Manuel da Nóbrega e Marcelo Rossi
Padres Fábio de Melo e José de Anchieta
Padres Manuel da Nóbrega e Luís de Camões
Padres Manuel da Nóbrega e José de Anchieta
As primeiras manifestações literárias que se registram na Literatura Brasileira referem-se a:
Literatura informativa sobre o Brasil (crônica) e literatura didática, catequética (obra dos jesuítas)
Romances e contos dos primeiros colonizadores
Poesia épica e prosa de ficção
Obras de estilo clássico, renascentista
Poemas românticos indianistas
A literatura de informação corresponde às obras:
Barrocas
Arcádicas
Do período colonial geral
De jesuítas, cronistas e viajantes
n.d.a.
Sobre a literatura produzida no primeiro século da vida colonial brasileira, é correto afirmar que:
É formada principalmente de poemas narrativos e textos dramáticos que visavam à catequese
Inicia com Prosopopéia, de Bento Teixeira
Os textos que a constituem apresentam evidente preocupação artística e pedagógica
É constituída por documentos que informam acerca da terra brasileira e pela literatura jesuítica
Descreve com fidelidade e sem idealizações a terra e o homem, ao relatar as condições encontradas no Novo Mundo
(UFSE) Nas manifestações literárias dos dois primeiros séculos de nossa história podem estar presentes as seguintes características:
I – intenção catequética e informação sobre a terra;
II – relato de viagem e pregação religiosa;
III – sentimento nacionalista e participação em campanha republicana.
Estão corretas somente as características indicadas em:
Somente I
Somente II
Somente III
Somente I e II
Somente II e III
UFPE) “Se suas cartas não apresentam valor literário reconhecível, os demais aspectos da obra do missionário – um representado por criações literárias com objetivo pedagógico em relação à catequese, outro por criações desinteressadas – devem ser literariamente valorizados, sobretudo o teatro em verso”.
O texto refere-se aos textos produzidos no século XVI por:
José de Anchieta
Pero Vaz de Caminha
Antônio Vieira
Bento Teixeira
Manuel da Nóbrega
A “literatura jesuíta”, nos primórdios de nossa história:
Tem grande valor informativo
Marca nossa maturação clássica
Visa à catequese do índio, à instrução do colono e sua assistência religiosa e moral
Está a serviço do poder real
Tem fortes doses nacionalistas
Anchieta só não escreveu
um dicionário ou gramática da língua tupi;
sonetos clássicos, à maneira de Camões, seu contemporâneo;
cartas, sermões, fragmentos históricos e informações.
autos religiosos, à maneira do teatro medieval;
Qual das afirmações não corresponde à Carta de Caminha?
Observação do índio como um ser disposto à catequização.
Deslumbramento diante da exuberância da natureza tropical.
Mistura de ingenuidade e malícia na descrição dos índios e seus costumes.
Composição sob forma de diário de bordo.
Aproximações barrocas no tratamento literário e no lirismo das descrições.
(UFV) Leia a estrofe abaixo e faça o que se pede:
Dos vícios já desligados / nos pajés não crendo mais, / nem suas danças rituais, / nem seus mágicos cuidados.
(ANCHIETA, José de. O auto de São Lourenço)
Assinale a afirmativa verdadeira, considerando a estrofe acima, pronunciada pelos meninos índios em procissão:
Os meninos índios representam o processo de aculturação em sua concretude mais visível, como produto final de todo um empreendimento do qual participaram com igual empenho a Coroa Portuguesa e a Companhia de Jesus.
A presença dos meninos índios representa uma síntese perfeita e acabada daquilo que se convencionou chamar de literatura informativa.
Os meninos índios estão afirmando os valores de sua própria cultura, ao mencionar as danças rituais e as magias praticadas pelos pajés.
Os meninos índios são figuras alegóricas cuja construção como personagens atende a todos os requintes da dramaturgia renascentista.
Os meninos índios representam a revolta dos nativos contra a catequese trazida pelos jesuítas, de quem querem libertar-se tão logo seja possível.
A literatura de informação corresponde às obras:
barrocas
arcádicas
de jesuítas, cronistas e viajantes
do Período Colonial em geral;
Sobre a literatura produzida no primeiro século da vida colonial brasileira, é correto afirmar que:
Os textos que a constituem apresentam evidente preocupação artística e pedagógica.
Inicia com Prosopopeia, de Bento Teixeira.
É constituída por documentos que informam acerca da terra brasileira e pela literatura jesuítica.
Descreve com fidelidade e sem idealizações a terra e o homem, ao relatar as condições encontradas no Novo Mundo.
É formada principalmente de poemas narrativos e textos dramáticos que visavam à catequese.
A “literatura jesuíta”, nos primórdios de nossa história:
tem grande valor informativo;
marca nossa maturação clássica;
visa à catequese do índio, à instrução do colono e sua assistência religiosa e moral;
tem fortes doses nacionalistas.
está a serviço do poder real;
As primeiras manifestações literárias que se registram na Literatura Brasileira referem-se a:
Poesia épica e prosa de ficção.
Literatura informativa sobre o Brasil (crônica) e literatura didática, catequética (obra dos jesuítas).
Obras de estilo clássico, renascentista.
Poemas românticos indianistas.
Romances e contos dos primeiros colonizadores.
São características da poesia do Padre José de Anchieta:
a temática, visando a ensinar os jovens jesuítas chegados ao Brasil
linguagem cômica, visando a divertir os índios; expressão em versos decassílabos, como a dos poetas clássicos do século XVI
temas vários, desenvolvidos sem qualquer preocupação pedagógica ou catequética
função pedagógica; temática religiosa; expressão em redondilhas, o que permitia que fossem cantadas ou recitadas facilmente
Texto I
Peixinho sem água, floresta sem mata
É o planeta assim sem você
Rios poluídos, indústria do inimigo
É o planeta assim sem você
http://mataatlantica-pangea.blogspot.com. br/2009/10/parodia-meio-ambiente_02.html
Texto II
Avião sem asa
Fogueira sem brasa
Sou eu assim, sem você
Futebol sem bola
Piu-Piu sem Frajola
Sou eu assim, sem você
(Claudinho e Buchecha)
Os textos I e II apresentam intertextualidade, que, para Julia Kristeva, é um conjunto de enunciados, tomados de outros textos, que se cruzam e se relacionam. Dessa forma, pode-se dizer que o tipo de intertextualidade do texto I em relação ao texto II é
paráfrase, porque apesar das mudanças das palavras no texto I, a ideia do texto II é confirmada pelo novo texto.
epígrafe, pois o texto I recorre a trecho do texto II para introduzir o seu texto.
citação, porque há transcrição de um trecho do texto II ao longo do texto I.
alusão, porque faz referência, de modo implícito, ao texto II para servir de termo de comparação.
paródia, pois a voz do texto II é retomada no texto I para transformar seu sentido, levando a uma reflexão crítica.
No texto, empregam-se, de modo mais evidente, dois recursos de intertextualidade: um, o próprio autor o torna explícito; o outro encontra-se em um dos trechos citados abaixo. Indique-o.
“Você é um horror!”
“Ilusão sua: amanhã, de ressaca, vai olhar no espelho e ver o alcoólatra machista de sempre.”
“E você, bêbado.”
“Perco a piada, mas não perco a ferroada!”
“Vai repetir o porre até perder os amigos, o emprego, a família e o autorrespeito.”
Dieta Já!
O que pode acontecer quando você começa a folhear uma revista O Cruzeiro bem antiga?
Minhas tias eram todas gordinhas. Minhas vizinhas, as mais novas e as mais velhinhas. Os homens também eram todos barrigudinhos, meus tios e meus vizinhos. Comia-se muito brigadeiro, muito cajuzinho, muito canudinho. No Mercado Central, comia-se muito torresminho, muito salgadinho, bebia-se muita cervejinha. Tudo isso sem a menor dor na consciência. Só fui me tocar que havia regime quando Caetano cantou pela primeira vez na televisão “…bota o café com Suita/eu tomo!”
Foi então que fui procurar saber o que era Suita, e me disseram que era um adoçante que não deixava ninguém engordar. No país em que fritava-se tudo com banha de porco e a margarina tinha o nome de Saúde, de repente, decretaram guerra ao açúcar e a tudo que era imoral e engordava. Da rabada ao biscoitinho. Da feijoada ao pãozinho.
Folhear revista velha dá nisso. Essa semana estava aqui mergulhado em meio a um milhão de revistas, quando caiu na minha mão uma O Cruzeiro lá dos tempos de Getúlio Vargas. Uma reportagem de página inteira cujo título era a seguinte pergunta: “Você quer engordar?” Levei um susto. Parei, olhei, comecei a ler. Era uma matéria dizendo que muitas mulheres, devido à vida agitada daqueles tempos modernos que estavam começando a ter, não conseguiam engordar. Sim, todas já queriam ser cheinhas, bonitas, gostosas e poderosas. Enfim, a reportagem de O Cruzeiro deixava bem claro: Chega de ser magrela e feia!
Como nessas reportagens de hoje, sempre acompanhadas de dicas, aquela revista O Cruzeiro de David Nasser e do Amigo da Onça também dava dicas para você ir engordando aos poucos, sem estresse e sem fazer muito esforço. Acompanhe comigo as dicas do “Programa para engordar, a ser seguido durante as férias” que estavam ali naquela página em preto e branco daquela que era a maior revista semanal do país. Vamos lá!
07h00 – Levante cedo para ter fome à hora do café. Faça exercícios respiratórios, tome um banho frio e faça alguns servicinhos da casa.
08h30 – Café bem farto, depois um divã (costura ou leitura) até as 11 horas.
11h00 – Saída, passeio a passos lentos.
12h00 – Meia hora de relaxação muscular antes de almoçar.
12h30 – Almoço leve. Mastigue bem, cuidadosamente, não leia, não ouça rádio.
13h30 – Sesta, repouso até as 17 horas.
17h00 – Duas horas de exercícios fortes ou de esporte (tênis, natação, caminhada).
19h00 – Meia hora de relaxação antes do jantar.
19h30 – Fantar farto. Em seguida, um pequeno passeio A hora de dormir, haja o que houver, não deve passar das 21 horas.
21h00 – Dormir.
Confesso que li, reli e não consegui entender direito esse regime para engordar, receita da revista O Cruzeiro. É nisso que dá ficar folheando revista velha numa tarde de segundafeira em pleno dois mil e quatorze. (30/01/2014)
Disponível em: <http://www.cartacapital.com.br/cultura/dieta-ja-3791.html>. Acesso em: 12 mar. 2014.
O título do texto promove uma intertextualidade com um importante movimento da história brasileira. Que estratégia é utilizada para essa promoção e qual ideia é comum nos eventos relacionados intertextualmente?
Paronomásia – convite à apreciação dos acontecimentos repetitivos.
Citação – referência às oposições autorizadas.
Trocadilho – apelo à mudança urgente.
Perífrase – alusão às similaridades entre regimes de governo.
Sinonímia – convocação à reflexão sobre saúde individual e coletiva.
Texto I
IDEOLOGIA: EU QUERO UMA PRA VOTAR!
Rafael Sirangelo Belmonte de Abreu.
1 A cada dois anos, a sociedade brasileira depara com um grande dilema: o voto. Os movimentos que começam a 2 tomar forma no seio da política partidária dão conta de que neste ano a inglória tarefa de escolher um representante não 3 será diferente daquilo que tem sido nas últimas eleições. Uma verdadeira salada de siglas agrupa-se de forma aleatória, 4 criando coligações não convencionais que aproximam históricos desafetos ou opõem tradicionais aliados. As eleições deste 5 ano, em razão do ambiente regional em que se realizam, aprofundam esse esdrúxulo quadro.
6 Volta e meia, surgem partidos novos, “nem de direita nem de esquerda”, que, ao invés de trazerem alento à 7 sociedade, apenas escancaram a falta de ideologia, a ausência do confronto de ideias, enfim, o abismo representativo que 8 nos assola. Juntam-se todos à turma dos “em cima do muro”, aliás, dos “em cima de cargos”, pois o muro, que se saiba, caiu 9 ainda na década de 80. Nem de longe se vislumbram tomadas de posição sobre temas críticos, como o tamanho do Estado, 10 por exemplo. Enfim, qual a medida de liberdade que queremos para a nossa vida?
11 […].
Texto 2 - A IMAGEM DA QUESTÃO
A intertextualidade é um elemento constituinte e constitutivo do processo de escrita/leitura e estabelece relação entre dois ou mais textos. Portanto, podemos afirmar que há intertextualidade entre os textos 1 e 2.
A frase do texto que exemplifica a intertextualidade com a charge é:
Os movimentos que começam a tomar forma no seio da política partidária dão conta de que neste ano a inglória tarefa de escolher um representante não será diferente daquilo que tem sido nas últimas eleições. (Refs.1 a 3)
Nem de longe se vislumbram tomadas de posição sobre temas críticos, como o tamanho do Estado, por exemplo. (Refs.9 e 10)
A cada dois anos, a sociedade brasileira depara com um grande dilema: o voto. (Ref.1)
Enfim, qual a medida de liberdade que queremos para a nossa vida? (Ref.10)
Volta e meia, surgem partidos novos, “nem de direita nem de esquerda”, que, ao invés de trazerem alento à sociedade, apenas escancaram a falta de ideologia, a ausência do confronto de ideias, enfim, o abismo representativo que nos assola. (Refs.6 a 8)
Com base no texto original que possibilita o recurso da intertextualidade presente na tirinha da personagem Matilda, analise as afirmações a seguir quanto ao gênero:
I. Apresenta narrativa linear e curta, tanto em extensão quanto no tempo em que se passa.
II. Envolve poucas personagens e as que existem se movimentam em torno de uma única ação.
III. Utiliza ações que se passam em torno de um só espaço, constituem um só eixo temático e um só conflito.
IV. Traz linguagem é simples e direta, não se utiliza de muitas figuras de linguagem ou de expressões com pluralidade de sentidos.
V. Defende um ponto de vista diferente do que a maioria percebe.
É correto apenas o que se afirma em:
I e II
II, IV e V
I, II, III, V
I, III, V
IV e V
Mais de 25 séculos após Heráclito de Éfeso dizer que
Não se toma banho duas vezes no mesmo rio,
Raul Seixas declarou
Prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Eu prefiro ser
Essa metamorfose ambulante
Do que ter aquela velha opinião
Formada sobre tudo
(Metamorfose ambulante – Raul Seixas)
E Lulu Santos comparou a vida a uma onda:
Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia
Tudo passa
Tudo sempre passará
A vida vem em ondas
Como um mar
Num indo e vindo infinito
Tudo que se vê não é
Igual ao que a gente
Viu há um segundo
Tudo muda o tempo todo
No mundo
(Como Uma Onda – Lulu Santos / Nelson Motta)
A intertextualidade evidente entre o pensamento de Heráclito e as letras das músicas de Raul Seixas e Lulu Santos se realiza por:
Pastiche
Paráfrase
Alusão
Citação
Paródia
Operários, 1933, óleo sobre tela, 150x205 cm, (P122), Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo
Desiguais na fisionomia, na cor e na raça, o que lhes assegura identidade peculiar, são iguais enquanto frente de trabalho. Num dos cantos, as chaminés das indústrias se alçam verticalmente. No mais, em todo o quadro, rostos colados, um ao lado do outro, em pirâmide que tende a se prolongar infinitamente, como mercadoria que se acumula, pelo quadro afora.
(Nádia Gotlib. Tarsila do Amaral, a modernista.)
O texto aponta no quadro de Tarsila do Amaral um tema que também se encontra nos versos transcritos em:
“Pensem nas meninas/ Cegas inexatas/ Pensem nas mulheres/ Rotas alteradas.” (Vinícius de Moraes)
“Somos muitos severinos/ iguais em tudo e na sina:/ a de abrandar estas pedras/ suando-se muito em cima.” (João Cabral de Melo Neto)
“O funcionário público não cabe no poema/ com seu salário de fome/ sua vida fechada em arquivos.” (Ferreira Gullar)
“Não sou nada./ Nunca serei nada./ Não posso querer ser nada./À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.” (Fernando Pessoa)
“Os inocentes do Leblon/ Não viram o navio entrar (...)/ Os inocentes, definitivamente inocentes/ tudo ignoravam,/ mas a areia é quente, e há um óleo suave que eles passam pelas costas, e aquecem.” (Carlos Drummond de Andrade)
Sobre os tipos de intertextualidade estão corretas as seguintes proposições:
I. A paródia não pode ser considerada como um tipo de intertextualidade por se tratar de uma releitura cômica, geralmente envolvida por um caráter humorístico e irônico que altera o sentido original, criando, assim, um novo.
II. O termo “paráfrase” vem do grego (paraphrasis) e significa a “reprodução de uma sentença”. Diferente da paródia, ela faz referência a um ou mais textos sem que a ideia original seja alterada.
III. Muitas vezes, a paródia e a paráfrase são consideradas termos sinônimos, no entanto, cada uma apresenta sua singularidade. Ambas são recursos utilizados na literatura, artes, música, cinema, escultura, entre outros.
IV. O termo “epígrafe” vem do grego “epi = posição superior”; “graphé = escrita”. Esse tipo de intertextualidade ocorre quando um autor recorre a algum trecho de um texto já existente para introduzir o seu texto. É um trecho introdutório para outro que venha a ser produzido.
V. Na citação, o texto original é retomado, de forma que seu sentido passa a ser alterado. Normalmente, a paródia apresenta um tom crítico, muitas vezes, marcado por ironia.
Marque a alternativa que contém as proposições corretas.
I e III
II, III e IV
I e V
III, IV e V
Apenas IV está correta.
TEXTO A
Canção do exílio
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas tem mais flores,
Nossos bosques tem mais vida,
Nossa vida mais amores.
[...]
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar - sozinho, a noite -
Mais prazer eu encontro la;
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras
Onde canta o Sabiá.
DIAS, G. Poesia e prosa completas. Rio de Janeiro: Aguilar, 1998.
TEXTO B
Canto de regresso à Pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase tem mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita
Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que eu veja a rua 15
E o progresso de São Paulo.
ANDRADE, O. Cadernos de poesia do aluno Oswald. São Paulo: Círculo do Livro. s/d.
Os textos A e B, escritos em contextos históricos e culturais diversos, enfocam o mesmo motivo poético: a paisagem brasileira entrevista a distância. Analisando-os, conclui-se que:
o ufanismo, atitude de quem se orgulha excessivamente do país em que nasceu, é o tom de que se revestem os dois textos.
a exaltação da natureza é a principal característica do texto B, que valoriza a paisagem tropical realçada no texto A.
o texto B aborda o tema da nação, como o texto A, mas sem perder a visão crítica da realidade brasileira.
o texto B, em oposição ao texto A, revela distanciamento geográfico do poeta em relação à pátria.
ambos os textos apresentam ironicamente a paisagem brasileira.
Certa vez, eu jogava uma partida de sinuca, e só havia a bola sete na mesa. De modo que a mastiguei lentamente saboreando-lhe os bocados com prazer. Refiro-me à refeição que havia pedido ao garçom. Dei-lhe duas tacadas na cara. Estou me referindo à bola. Em seguida, sai montando nela e a égua, de que estou falando agora, chegou calmamente à fazenda de minha mãe. Fui encontrá-la morta na mesa, meu irmão comia-lhe uma perna com prazer e ofereceu-me um pedaço: “Obrigado”, disse eu, “já comi galinha no almoço”.
Logo em seguida, chegou minha mulher e deu-me na cara. Um beijo, digo. Dei-lhe um abraço. Fazia calor. Daí a pouco minha camisa estava inteiramente molhada. Refiro-me a que estava na corda secando, quando começou a chover. Minha sogra apareceu para apanhar a camisa.
Não tive remédio senão esmagá-la com o pé. Estou falando da barata que ia trepando na cadeira. Malaquias, meu primo, vivia com uma velha de oitenta anos. A velha era sua avó, esclareço.
Malaquias tinha dezoito filhos, mas nunca se casou. Isto é, nunca se casou com uma mulher que durasse mais de um ano. Agora, sentado à nossa frente, Malaquias fura o coração com uma faca. Depois corta as pernas e o sangue do porco enche a bacia.
Nos bons tempos passeávamos juntos. Eu tinha um carro. Malaquias tinha uma namorada. Um dia rolou a ribanceira. Me refiro a Malaquias. Entrou pela pretoria adentro arrebentando porta e parou resfolegante junto do juiz pálido de susto. Me refiro ao carro. E a Malaquias.
FERNANDES, M. Trinta anos de mim mesmo. São Paulo: Abril Cultural, 1973.
Nesse texto, o autor reorienta o leitor no processo de leitura, usando como recurso expressões como “refiro me/me refiro”, “estou me referindo”, “de que estou falando agora”, “digo”, “estou falando da”, “esclareço”, “isto é”. Todas elas são expressões linguísticas introdutoras de paráfrases, que servem para
confirmar.
contradizer.
destacar.
retificar.
sintetizar.
Sobre o conceito de intertextualidade, maRque a e alternativa correta.
Pode retomar elementos para introduzir novos referentes.
Pode ocorrer de maneira implícita ou explícita.
Pode ocorrer somente de maneira explicita.
Pode ocorrer somente de maneira implícita.
A imagem é capa do livro Memórias Desmortas de Brás Cubas, de Pedro Vieira. Editoria Tarja editorial é:
Uma metonímia.
Uma transcrição literal.
Um procedimento paródico.
Um plágio explícito.
Leia a afirmativa: intextualidade implícita é uma referência que não é feita de maneira direta. Verdadeira ou Falsa?
VERDADEIRO
FALSO
De acordo com a afirmativa: A bricolagem não é um tipo de intextualidade. A afirmativa é verdadeira ou falsa?
VERDADEIRO
FALSO
A epígrafe não se caracteriza por uma escrita introdutória. Verdadeiro ou falso?
VERDADEIRO
FALSO
Em relação a paráfrase o escritor reinventa um texto existente. Verdadeiro ou falso?
VERDADEIRO
FALSO
A citação é um tipo de intertextualidade.
Verdadeiro ou falso?
VERDADEIRO
FALSO
De acordo com a intextualidade, a paródia:
não faz críticas.
não estimula na reflexão.
faz críticas mas não estimula na reflexão de um determinado assunto.
faz criticas e estimula na reflexão de um determinado assunto.
A pastiche consiste na:
imitação do estilo de outros autores, mesclando vários estilos em uma única obra.
produção parcial do texto fonte
passagem de idioma para outro
na descaracterização do estilo de outros autores
A tradução é um tipo de intertextualidade que:
consiste o uso de palavras estrangeiras
não se traduz
consiste na passagem de um texto de um idioma para outro.
traduz somente do inglês para o português
O jogo de ideias que busca convencer pela argumentação é chamado de...
Cultismo
Feismo
Conceptismo
Fusionismo
Este trecho provavelmente é de um... "E se quisesse Deus que este tão ilustre e tão numeroso auditório saísse hoje tão desenganado da pregação, como vem enganado com o pregador! Ouçamos o Evangelho, e ouçamo-lo todo, que todo é do caso que me levou e trouxe de tão longe."
Soneto de Gregório de Matos
Sermão de Gregório de Matos
Soneto do Padre Antonio Vieira
Sermão de Antonio Vieira
O Barroco no Brasil se desenvolveu principalmente no século...
XIX
XV
XVI
XVII
O apelido de Gregório de Matos era...
Olho de lince
Língua de trapo
Dedo do Inferno
Boca do Inferno
O uso de jogos de linguagem, como figuras e apelo às sensações, é conhecido como...
Cultismo
Hedonismo
Satanismo
Feismo
O uso de imagens e palavras ligadas ao grotesco ou animalesco é conhecido como...
Feismo
Belismo
Cultismo
Conceptismo
O jogo de claro e escuro nessa pintura aponta para uma característica muito presente no barroco...
Fusionismo
Feismo
Conceptismo
Dualismo
"Em tristes sombras morre a formosura, em contínuas tristezas a alegria". Ao empregar "tristezas" e "alegria", Gregório de Matos cria uma:
Metáfora
Antítese
Comparação
Pleonasmo
O Barroco ficou conhecido como o estilo literário do(a)
Parcimônia
Sabedoria
Contrarreforma
Reforma
Uma das principais diferenças entre o Classicismo e o Barroco é o exagero. Nessa tela, tal característica se vê na:
Preferência por cores escuras.
Contraposição de anjos e demônios
Quantidade de detalhes e imagens diferentes na mesma tela.
Falta de contexto.
As Vaidades da Vida Humana são um quadro inspirado em Eclesiastes, livro da Bíblia. Dessa forma, por meio de simbologias dos elementos visuais que o compõem, ele assume o objetivo de transmitir o ensinamento de que se deve:
Organizar o conjunto de fatos que formam a existência para evitar o caos.
Conciliar o ideal religioso com a herança antropocêntrica recuperada pelo renascimento.
Abandonar o apego as coisas terrenas e efêmeras e entregar-se a um ser superior: Deus .
Aceitar o fato que existe momentos claros e escuro, ou seja, negativos e positivos.
Quais são os ideias que o barroco utiliza?
Tudo humanizado e romântico.
A fé em deus e suas regras
A beleza da natureza ideal
Pessimismo e com dilemas insolúveis
O barroco é a escola literária que resgata os valores do catolicismo e da fé.
Certo
Errado
Uma das características do barroco é o dualismo
Certo
Errado
Com referência ao Barroco, todas as alternativas são corretas, EXCETO:
a)A arte barroca é vinculada à Contra-Reforma.
b) O Barroco apresenta, como característica marcante, o espírito de tensão, conflito entre tendências opostas: de um lado, o teocentrismo medieval e, de outro, o antropocentrismo renascentista.
c) O homem centra suas preocupações em seu próprio ser, tendo em mira seu aprimoramento, com base na cultura greco-latina.
d) O Barroco estabelece contradições entre espírito e carne, alma e corpo, morte e vida.
Em tristes sombras morre a formosura,
em contínuas tristezas a alegria
Nos versos citados acima, Gregório de Matos empregou uma figura de linguagem que consiste em aproximar termos de significados opostos, como “tristezas” e “alegria”. O nome desta figura de linguagem é:
antítese
aliteração
metáfora
sinédoque
Considere as seguintes afirmações sobre o Barroco brasileiro:
I. A arte barroca caracteriza-se por apresentar dualidades, conflitos, paradoxos e contrastes, que convivem tensamente na unidade da obra.
II. O conceptismo e o cultismo, expressões da poesia barroca, apresentam um imaginário bucólico, sempre povoado de pastoras e ninfas.
III. A oposição entre Reforma e Contra-Reforma expressa, no plano religioso, os mesmos dilemas de que o Barroco se ocupa.
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas I e III.
d) Apenas III
Que poema de Bento Teixeira marcou o início do Barroco no Brasil?
A Morte de F
Prosopopeia
O Uraguai
São aspectos característico do Barroco, exceto
cultismo
conceptismo
perceptismo
A obra de Gregório de Matos – autor que se destaca na literatura barroca brasileira – compreende
poesia épico-amorosa e obras dramáticas.
poesia satírica e contos burlescos.
poesia lírica, de caráter religioso e amoroso, e poesia satírica.
poesia confessional e autos religiosos.
Escolha a alternativa que completa de forma correta a frase abaixo:
A linguagem ________, o paradoxo, ________ e o registro das impressões sensoriais são recursos linguísticos presentes na poesia ________.
simples; a antítese; parnasiana.
rebuscada; a antítese; barroca.
objetiva; a metáfora; simbolista.
subjetiva; o verso livre; romântica.
Ardoroso defensor da liberdade do homem, lutou contra a escravização do índio e a desumanidade com que eram tratados os escravos.
Considerado, pela crítica literária, o maior exemplo de conceptismo em Língua Portuguesa. Trata-se de:
Padre José de Anchieta
Gregório de matos
Padre Antônio Vieira
Padre Eusébio de Matos
Carpe Diem.
Que havemos de esperar, Marília bela?
que vão passando os florescentes dias?
As glórias que vêm tarde já vêm frias,
e pode, enfim, mudar-se a nossa estrela.
Ah! não, minha Marília...
Assinale o movimento literário ao qual ele pertence, bem como o seu autor:
Romantismo, de autoria de Gonçalves Dias.
Arcadismo, de autoria de Santa Rita Durão.
Arcadismo, de autoria de Tomás Antônio Gonzaga.
Simbolismo, de Alphonsus de Guimaraens.
A que estilo pertence a sé de Miranda?
cristianismo
árabe
mandarem
maneirismo
O barroco representou um novo padrão estético para a produção artística do ocidente no século XVII, fortemente influenciado pela religiosidade. Entretanto, o barroco tinha também um conteúdo de interesse político, que o inseria em um conflito característico da Idade Moderna. Explique sucintamente qual era este conflito e como o barroco era utilizado neste contexto.
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O barroco se opunha ao Renascimento, tanto no conteúdo religioso quanto na forma, pois sua preocupação não era tanto a simetria nas produções artísticas.
Pelo contrário, a arte emotiva era um dos objetivos do barroco, sendo que tal perspectiva distanciava esta concepção estética das produções mais racionais do renascentismo.
A preocupação do barroco era reforçar o racionalismo e equilibrá-lo com as emoções, e não em criar uma arte mais emotiva e cotidiana.
O Barroco como afirmação artística religiosa buscava se opor aos conceitos do Renascimento, principalmente a utilização do antropocentrismo e da racionalidade na produção estética. Sobre o barroco, qual das afirmativas abaixo é incorreta:
Há no barroco o surgimento de pinturas e esculturas marcadas por formas retorcidas e tensas. A preocupação do barroco era reforçar o racionalismo e equilibrá-lo com as emoções, e não em criar uma arte mais emotiva e cotidiana.
A história e atributos de santos e mártires católicos se viam representados com bastante frequência na pintura, nas esculturas e construções do período, sendo que os elementos eram dispostos de maneira pouco simétrica, assumindo na maioria das vezes uma organização diagonal.
A valorização das cores e a contraposição de luzes e sombras tinham grande importância na demonstração dos gestos e estados de espírito do homem.
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Falo de amor e de amigos, mas também posso ter a boca suja e maldizer . Quem sou eu?
(a)
Meu tipo de herói favorito é aquele meio bipolar, por vezes, é um desastre de pessoa, mas outras vezes é um exemplo de pessoa. Quem sou eu?
(a)
Falo muito de emoções, sentimentos, adoro a natureza e tenho uma imaginação muito forte. Quem sou eu?
(a)
Eu quis me desprender da igreja e tenho uma preocupação muito grande com a ciência. Quem sou eu?
(a)
Sou bem imitão, copio um pouco dos outros períodos e também sou chamado de Arcadismo.
(a)
Falo bastante de erotismo e tenho um exuberância verbal de dar inveja. Quem sou eu?
(a)
Qual é o principal objetivo da intertextualidade na literatura brasileira?
Estabelecer diálogos e conexões entre diferentes obras, autores e gêneros.
Criar narrativas lineares sem conexões com outras obras
Ignorar a influência de outros autores na produção literária
Limitar a criatividade dos escritores ao reproduzir ideias já existentes
Como os gêneros textuais podem influenciar a intertextualidade?
Os gêneros textuais limitam a intertextualidade ao restringir a criatividade
A intertextualidade é influenciada apenas pela criatividade do autor
Os gêneros textuais não têm impacto na intertextualidade
Os gêneros textuais fornecem padrões de linguagem, estrutura e conteúdo que podem ser referenciados em outros textos, criando conexões e diálogos entre diferentes obras.
Qual é a importância da intertextualidade na construção de significados?
A intertextualidade é importante na construção de significados, pois permite a conexão entre diferentes textos, enriquecendo a compreensão do leitor.
A intertextualidade é exclusiva de textos literários e não influencia a construção de significados em outros contextos
A intertextualidade confunde o leitor e dificulta a compreensão dos textos
A intertextualidade não tem relevância na construção de significados, sendo apenas um recurso estilístico sem importância
Quais são os principais elementos que caracterizam a intertextualidade na literatura brasileira?
Citações de obras de arte plástica
Referências a obras literárias anteriores, recriação de personagens e enredos, paródia de estilos e temas consagrados
Inclusão de elementos autobiográficos
Uso exclusivo de linguagem formal
Como a intertextualidade pode enriquecer a experiência do espectador no cinema nacional?
A intertextualidade pode enriquecer a experiência do espectador no cinema nacional ao estabelecer conexões com outras obras cinematográficas, referências culturais e contextos históricos.
A intertextualidade pode enriquecer a experiência do espectador no cinema nacional ao introduzir elementos de ficção científica
A intertextualidade pode enriquecer a experiência do espectador no cinema nacional ao limitar a criatividade dos cineastas
A intertextualidade pode enriquecer a experiência do espectador no cinema nacional ao ignorar completamente a cultura popular
Explique a relação entre intertextualidade e paródia na literatura brasileira.
A intertextualidade na literatura brasileira é a criação de novos textos sem referência a obras anteriores.
A intertextualidade na literatura brasileira consiste na referência a outras obras literárias, enquanto a paródia é uma forma de intertextualidade que se caracteriza pela imitação cômica ou satírica de um texto original.
A paródia na literatura brasileira consiste na cópia exata de um texto original, sem alterações.
A intertextualidade na literatura brasileira é exclusivamente baseada em referências visuais, sem relação com textos escritos.
Como a intertextualidade pode ser utilizada como recurso estilístico na literatura brasileira?
Ao ignorar completamente outras obras literárias
Ao utilizar apenas metáforas e metonímias
Ao fazer referências a outras obras literárias, autores, personagens ou eventos históricos.
Ao plagiar trechos de textos estrangeiros
De que forma a intertextualidade pode promover a reflexão sobre a cultura e a sociedade?
A intertextualidade pode promover a reflexão sobre a cultura e a sociedade ao analisar como diferentes textos se influenciam mutuamente, revelando valores e ideologias presentes na sociedade.
A intertextualidade promove a reflexão sobre a cultura e a sociedade ao limitar a diversidade de perspectivas
A intertextualidade não tem impacto na reflexão sobre a cultura e a sociedade
A intertextualidade promove a reflexão sobre a cultura e a sociedade ao reforçar estereótipos e preconceitos
De que forma a intertextualidade pode ser explorada na música brasileira?
A intertextualidade na música brasileira é irrelevante e não tem impacto na experiência do ouvinte.
Ao criar letras que fazem referência a outras músicas, artistas ou movimentos culturais, enriquecendo a experiência auditiva do público.
Ao limitar a criatividade dos compositores ao reproduzir melodias já existentes.
Ao ignorar completamente a influência de outras formas de arte na produção musical.
Como a intertextualidade pode influenciar a produção artística contemporânea no Brasil?
A intertextualidade não tem relevância na produção artística contemporânea no Brasil, sendo um conceito ultrapassado.
Ao promover a criação de obras que dialogam com a tradição artística brasileira e internacional, enriquecendo o cenário cultural do país.
Ao limitar a liberdade criativa dos artistas ao restringir suas referências a obras do passado.
A intertextualidade na produção artística contemporânea no Brasil é exclusivamente baseada em elementos visuais, sem conexão com outras formas de expressão.
