wayground logo

Free Printable Worksheets

NEW

Font size

S
M
L
XL
Worksheets

Quiz Descritores - Revisão III bimestre

Total questions: 19

Worksheet time: 37mins

Name
Class
Date
1.

Leia o texto abaixo e responda. (D04)

A economia da felicidade

    Vivemos em tempos de altas ansiedades. Apesar de o mundo usufruir de uma riqueza total sem precedentes, também há ampla insegurança, agitação e insatisfação. Nos Estados Unidos, uma grande maioria dos americanos acredita que o país está “no caminho errado”. O pessimismo está nas alturas. O mesmo vale para muitos outros lugares.

    Tendo essa situação como pano de fundo, chegou a hora de reconsiderar as fontes básicas de felicidade em nossa vida econômica. A busca incansável de rendas maiores vem nos levando a uma ansiedade e iniquidade sem precedentes, em vez de nos conduzir a uma maior felicidade e satisfação na vida. O progresso econômico é importante e pode melhorar a qualidade de vida, mas só se o buscarmos junto com outras metas. [...]

SACHS, Jeffrey D.. Disponível em: http://zelmar.blogspot.com/2011 /08/economia-da-felicidade.html>. Acesso em: 18 nov. 2011. Fragmento.

Segundo esse texto, o que tem causado a alta ansiedade vivida no mundo é

a)

a busca incansável por rendas maiores.

b)

a riqueza total sem precedentes.

c)

o alto grau de pessimismo no mundo.

d)

o progresso econômico.

2.

Leia o texto abaixo. (D04)

O Bicho

    Vi ontem um bicho

    Na imundície do pátio

    Catando comida entre os detritos.

   

    Quando achava alguma coisa,

    Não examinava nem cheirava:

    Engolia com voracidade.

   

    O Bicho não era um cão,

    Não era um gato,

    Não era um rato.

   

    O Bicho, meu Deus, era um homem.

BANDEIRA, Manuel. Poesias. Rio de Janeiro: José Olympyo, 1955.

Esse texto denuncia:

 

a)

a mistura do homem com o bicho.

b)

a condição miserável de um ser humano.

c)

a diferença entre homem e cão.

 

d)

o trabalho de catadores de lixo.

3.

Ao analisar a linguagem verbal e não verbal, a atitude do homem em relação à mulher mostra

a)

compaixão

b)

insensibilidade

c)

irritação

d)

revolta

4.

(D05) Nessa charge, o que é criticado?

a)

A preocupação com o aquecimento global.

b)

Os problemas ambientais causados pelo homem.

c)

O descaso das autoridades contra a violência urbana.

d)

O vandalismo praticado contra um bem comum.

5.

(D06) Leia o texto abaixo e responda.

Minha viagem

    Cada um no seu quadrado.

    Tenho quatro filhos. De vez em quando penso comigo: não parecem nem um pouco com a mãe. João, Gregório, Bárbara e Theodora têm estilos bem diferentes e cresceram com a minha maneira de lidar com eles, não só respeitando, mas valorizando isso.

    Gregório nasceu sabendo tudo, leu sozinho, argumentava sobre qualquer assunto como um palestrante desde criancinha, mas nunca gostou de sair de casa. Os amigos iam e vinham e ele ficava aqui, recebendo. Era muito tímido quando pequeno, segurava a barra da minha saia, tinha pavor de monstros e palhaços e roía muito as unhas. Meu pai, que é psicanalista, um dia aconselhou:

    — Matricula agorinha no teatro e no futebol, tem que botar um fio terra nesse menino.

BYINGTON, Olívia. In: O Globo. 31 jan. 2010, p. 46.

O assunto desse texto é a

a)

competência de Gregório em aprender sozinho.

b)

dependência dos filhos em relação à mãe.

c)

valorização das diferenças entre os filhos.

 

d)

quantidade de filhos que a família possui.

6.

 

(D06) Leia o texto abaixo e responda.

Tempestade

    A noite se antecipou. Os homens ainda não a esperavam quando ela desabou sobre a cidade em nuvens carregadas. Ainda não estavam acesas as luzes do cais, no Farol das Estrelas não brilhavam ainda as lâmpadas pobres que iluminavam os copos [...], muitos saveiros ainda cortavam as águas do mar quando o vento trouxe a noite de nuvens pretas.

AMADO, Jorge. Mar morto. 79ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2001. Fragmento.

O assunto tratado nesse texto é

a)

a vinda da tempestade.

b)

a chegada da noite.

c)

a iluminação do cais.

d)

a movimentação dos barcos.

7.

(D07) Leia o texto abaixo e responda.

    A luta das mulheres por igualdade de direitos tem sido uma jornada longa e árdua. Apesar dos avanços, ainda há muito a ser conquistado. A sociedade precisa reconhecer e valorizar o papel das mulheres em todas as esferas.

Qual é o principal desafio mencionado no texto para as mulheres na atualidade?

a)

Conquistar cargos de liderança em empresas.

b)

Superar a desigualdade de gênero persistente.

c)

Manter o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

d)

Obter reconhecimento por suas conquistas passadas.

8.

Leia o texto abaixo. (D04)

O Bicho

    Vi ontem um bicho

    Na imundície do pátio

    Catando comida entre os detritos.

   

    Quando achava alguma coisa,

    Não examinava nem cheirava:

    Engolia com voracidade.

   

    O Bicho não era um cão,

    Não era um gato,

    Não era um rato.

   

    O Bicho, meu Deus, era um homem.

BANDEIRA, Manuel. Poesias. Rio de Janeiro: José Olympyo, 1955.

Qual é a crítica social implícita nesse poema?

a)

A desumanização causada pela pobreza extrema.

b)

A convivência entre humanos e animais.

c)

A falta de higiene nos espaços públicos.

d)

A indiferença da sociedade perante os necessitados.

9.

O SAPO

Era uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou a bruxa horrenda que o pediu em casamento. O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava. ―Se não vai casar comigo não vai se casar com ninguém mais! Olhou fundo nos olhos dele e disse: ―Você vai virar um sapo! Ao ouvir esta palavra o príncipe sentiu estremeção. Teve medo. Acreditou. E ele virou aquilo que a palavra feitiço tinha dito. Sapo. Virou um sapo.

(ALVES, Rubem. A alegria de ensinar. Ars Poética, 1994.)


No trecho ― O príncipe NEM LIGOU e a bruxa ficou muito brava – a expressão destacada significa que

a)

não deu atenção ao pedido de casamento.

b)

não entendeu o pedido de casamento.

c)

não respondeu à bruxa.

d)

não acreditou na bruxa.

10.

Há muitos séculos, o homem vem construindo aparelhos para medir o tempo e não lhe deixar perder a hora. Um dos mais antigos foi inventado pelos chineses e consistia em uma corda cheia de nós a intervalos regulares. Colocava-se fogo ao artefato e a duração de algum evento era medida pelo tempo que a corda levava para queimar entre um nó e outro. Não há registros, mas com certeza diziam-se coisas como: ―Muito bonito, não? Você está atrasado há mais de três nós!

Jornal O Estado de São Paulo, 28/05/1992.

A finalidade do texto é

a)

argumentar.

b)

descrever.

c)

informar.

d)

narrar

11.

Texto I

Cinquenta camundongos, alguns dos quais clones de clones, derrubaram os obstáculos técnicos à clonagem. Eles foram produzidos por dois cientistas da Universidade do Havaí num estudo considerado revolucionário pela revista britânica ― Nature, uma das mais importantes do mundo. [...]

A notícia de que cientistas da Universidade do Havaí desenvolveram uma técnica eficiente de clonagem fez muitos pesquisadores temerem o uso do método para clonar seres humanos.

O GLOBO. Caderno Ciências e Vida. 23 jul. 1998, p. 36.

Texto II

Cientistas dos EUA anunciaram a clonagem de 50 ratos a partir de células de animais adultos, inclusive de alguns já clonados. Seriam os primeiros clones de clones, segundo estudos publicados na edição de hoje da revista ― Nature.

A técnica empregada na pesquisa teria um aproveitamento de embriões — da fertilização ao nascimento — três vezes maior que a técnica utilizada por pesquisadores britânicos para gerar a ovelha Dolly.

Folha De S. Paulo. 1º caderno – Mundo. 03 jul. 1998, p.16.


Os dois textos tratam de clonagem. Qual aspecto dessa questão é tratado apenas no texto I?

a)

A divulgação da clonagem de 50 ratos.

b)

A referência à eficácia da nova técnica de clonagem.

c)

O temor de que seres humanos sejam clonados.

d)

A informação acerca dos pesquisadores envolvidos no experimento.

12.

A Raposa e o Cancão

Passara a manhã chovendo, e o Cancão todo molhado, sem poder voar, estava tristemente pousado à beira de uma estrada. Veio à raposa e levou-o na boca para os filhinhos. Mas o caminho era longo e o sol ardente. Mestre Cancão enxugou e começou a cuidar do meio de escapar da raposa. Passam perto de um povoado. Uns meninos que brincavam começam a dirigir desaforos à astuciosa caçadora. Vai o Cancão e fala:

- Comadre raposa, isto é um desaforo! Eu se fosse você não aguentava! Passava uma descompostura!...

A raposa abre a boca num impropério terrível contra a criançada. O Cancão voa, pousa triunfantemente num galho e ajuda a vaiá-la. (Cascudo, Luiz câmera).


No final da história, a raposa foi

a)

corajosa.

b)

cuidadosa.

c)

esperta.

d)

ingênua.

13.

O AVARENTO

Um avarento possuía uma barra de ouro, que mantinha enterrada no chão. Todos os dias ia lá dar uma olhada.

Um dia, descobriu que a barra fora roubada, e começou a se descabelar e a se lamentar aos brados.

Um vizinho, ao vê-lo naquele estado, disse:

__ Mas para que tanta tristeza? Enterre uma pedra no mesmo lugar e finja que é de ouro. Vai dar na mesma, pois quando o ouro estava aí você não o usava pra nada! (Esopo. In: O livro das virtudes – O compasso moral, 1996)


De acordo com o texto pode-se concluir que avarento é a pessoa que

a)

gasta muito.

b)

come muito.

c)

possui muitos bens.

d)

só pensa em guardar dinheiro.

14.

Sempre o Juquinha

No primeiro dia de aula, a professora explica que vai testar a capacidade de raciocínio das crianças, fazendo-as ligar determinadas características ao animal certo. Chama o Juquinha e começa:

– Quem pia é...

– Pião! – diz o garoto terrível.

Com paciência, a professora diz que é o pintinho da galinha que pia.

– Vou lhe dar outra chance: quem ladra é...

– Ladrão!

A professora, irritada, explica que é o cachorro.

– Seu Juquinha, vou lhe dar a última chance: quem muda de cor é...

E o Juquinha:

– Semáforo!

(Almanaque Brasil de Cultura Popular. São Paulo, jun. 2000, p. 30.)


Nos trechos ”– Quem pia é ...”; “quem ladra é...”; “quem muda de cor é...”, o uso das reticências, em relação ao aluno, reforça a

a)

oportunidade de completude da fala.

b)

informação sobre extinção de animais.

c)

expressão de irritação da professora.

d)

falta de resposta dos alunos.

15.

As Amazônias 

    Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu. 

    É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.

 

2 — O trecho do texto que indica uma circunstância de tempo é:

a)

“No início era assim.”

b)

“com árvores muito altas”

c)

“desaguando no Amazonas”

d)

“tapete de florestas”

16.

Observe a charge retirada da Folha de São Paulo:


Na charge, o autor quer chamar atenção para:

a)

A possibilidade de ser feito consórcio para a venda de pães.

b)

O aumento na venda de pães.

c)

O alto preço cobrado na venda de pães.

d)

A baixa venda de pães através de consórcio.

17.

Os textos publicitários são produzidos para cumprir determinadas funções comunicativas. Os objetivos desse cartaz estão voltados para a conscientização dos brasileiros sobre a necessidade de

a)

a formação leitora começar na infância.

b)

a alfabetização acontecer na idade certa.

c)

a literatura ter o seu mercado consumidor ampliado.

d)

as escolas desenvolverem campanhas a favor da leitura.

18.

O SAPO

Era uma vez um lindo príncipe por quem todas as moças se apaixonavam. Por ele também se apaixonou a bruxa horrenda que o pediu em casamento. O príncipe nem ligou e a bruxa ficou muito brava. ―Se não vai casar comigo não vai se casar com ninguém mais! Olhou fundo nos olhos dele e disse: ―Você vai virar um sapo! Ao ouvir esta palavra o príncipe sentiu estremeção. Teve medo. Acreditou. E ele virou aquilo que a palavra feitiço tinha dito. Sapo. Virou um sapo.

(ALVES, Rubem. A alegria de ensinar. Ars Poética, 1994.)

No trecho ― O príncipe NEM LIGOU e a bruxa ficou muito brava – a expressão destacada significa que

a)

não deu atenção ao pedido de casamento.

b)

não entendeu o pedido de casamento.

c)

não respondeu à bruxa.

d)

não acreditou na bruxa.

19.

O cachorro

As crianças sabiam que a presença daquele cachorro vira-lata em seu apartamento seria alvo da mais rigorosa censura de sua mãe. Não tinha qualquer cabimento: um apartamento tão pequeno que mal acolhia Álvaro, Alberto e Anita, além de seus pais, ainda tinha de dar abrigo a um cãozinho! Os meninos esconderam o animal em um armário próximo ao corredor e ficaram sentados na sala à espera dos acontecimentos. No fim da tarde a mãe chegou do trabalho. Não tardou em descobrir o intruso e a expulsá-lo, sob os olhares aflitos de seus filhos.

No texto, fica claro que haverá um conflito entre as crianças e a mãe, quando as crianças:

a)

Resolvem levar um cachorro para casa, mesmo sabendo que a mãe seria contra.

b)

Levam para casa um cachorro vira-lata, e não um cachorro de raça.

c)

Decidem esconder o animal dentro de um armário.

d)

Não deixam o animal ficar na sala