WorksheetsMemorial do Convento
Total questions: 20
Worksheet time: 10mins
O título da obra saramaguiana
reflete a grandeza do rei D. João V enquanto promotor da construção do convento.
destaca a influência e o poderio da Igreja Católica, num século dominado pela Santa Inquisição e pelo absolutismo de D. João V.
exalta o sacrifício do povo, como principal obreiro da construção do convento e merecedor, por isso, de um papel de destaque na História.
demonstra a admiração do autor por uma época prodigiosa, vivenciada por Portugal no século VIII, quer em termos económicos quer artísticos.
Das características a seguir apresentadas, selecione as que não dizem respeito a D. João V.
Infiel, inconsequente e infantil.
Generoso, dedicado e persistente.
Megalómano, caprichoso e displicente.
Poderoso, absolutista e prepotente.
Selecione a opção que não pode ser considerada correta. A construção do convento de Mafra
resultou de uma uma promessa feita por D. João V, caso tivesse descendência.
constituiu-se como uma missão hercúlea que só foi conseguida à custa de muito sangue, suor e lágrimas.
acabou por acarretar custos demasiado elevados para a situação económica da coroa portuguesa.
foi uma forma de D. João V assinalar o seu matrimónio com a rainha D. Maria Ana Josefa.
Considere os enunciados seguintes:
I. O menosprezo pelos portugueses e por tudo quanto se faz em Portugal
II. A má gestão financeira dos recursos portugueses
III. O desinvestimento na agricultura.
IV. O desequilíbrio social.
Das críticas apresentadas, as que estão presentes em "Memorial do Convento" são
II e III
Todas
I, II e III
I e II
Selecione o enunciado verdadeiro quanto à construção da Passarola.
Foi necessário que Blimunda recolhesse 2000 almas para que a Passarola voasse.
Apesar da dedicação do Padre, de Blimunda e de Baltasar, a Passarola nunca chegou a voar.
Quer Baltasar quer Blimunda tiveram um papel ativo na construção da Passarola.
O grande mentor do projeto da Passarola foi o músico Scarlatti.
I. O casal conheceu-se por intermédio do Padre Bartolomeu Lourenço.
II. Blimunda olhou Baltasar por dentro, enfeitiçando-o.
III. Depois de Baltasar ter voado na Passarola, Blimunda reencontrou-o ao fim de nove anos de procura.
IV. Blimunda recolheu a vontade de Baltasar para que a união entre ambos se mantivesse.
Das afirmações apresentadas, as verdadeiras são
III e IV
I e II
I, II e III
Todas
Os dois casais que surgem na obra (D. João V e D. Maria Ana Josefa; Baltasar e Blimunda) contrastam em praticamente todos os aspetos. Esta afirmação é
verdadeira, pois o amor de Baltasar e Blimunda é sincero, profundo e verdadeiro; já a relação entre o rei e a rainha é formal, fria e convencional.
falsa, dado que, apesar de não terem o mesmo estatuto social, em ambos os casais o amor que os une é verdadeiro.
verdadeira, já que um dos casais pertence à realeza e o outro ao povo.
falsa, visto que ambos os casais contraíram oficialmente o matrimónio e tiveram descendentes.
Selecione a opção falsa. O Padre Bartolomeu Lourenço
foi encarregue de ensinar a infanta D. Maria Bárbara a tocar cravo.
a determinada altura deixou de acreditar no dogma da Santíssima Trindade.
frequentava a corte e era próximo do rei D. João V.
morreu louco em Espanha.
A propósito da dificuldade em engravidar por parte da rainha D. Maria Ana Josefa, o narrador afirma "Que caiba a culpa ao rei, nem pensar". O recurso expressivo presente neste segmento é
o eufemismo, já que o narrador tenta suavizar a responsabilidade do rei em relação ao problema.
a ironia, uma vez que o narrador satiriza o facto de o problema da infertilidade nunca ser atribuído aos homens.
a metáfora, dado que o narrador atribui imediatamente a culpa da infertilidade à rainha.
a perífrase, visto que o narrador se serve de uma longa expressão para dar conta da infertilidade da rainha.
A obra organiza-se em dois planos de ação: a construção do convento e a construção da passarola.
Verdadeiro
Falso
Saramago não respeita as referências históricas associadas ao convento de Mafra – datas, factos, nomes nem horas.
Verdadeiro
Falso
Em Memorial do convento denunciam-se as práticas políticas e sociais das instituições dominantes da sociedade portuguesa do século XVIII: a coroa, a Igreja e a Inquisição.
Verdadeiro
Falso
A edificação da passarola está associada à valorização do saber e do sonho e à crença na capacidade criadora do Homem e no progresso da Humanidade.
Verdadeiro
Falso
Os números são os únicos elementos do romance de Saramago que assumem um valor simbólico, contribuindo para a construção dos sentidos da obra.
Verdadeiro
Falso
Outra importante linha de ação reúne os acontecimentos referentes à governação de D. João V e à construção do convento de Mafra, incluindo o esforço grandioso dos que nela trabalharam.
Verdadeiro
Falso
Baltasar e Blimunda são um casal tradicional, abençoado pelo padre Bartolomeu, numa cerimónia com toda a pompa e circunstância.
Verdadeiro
Falso
Os membros do povo enfrentam difíceis condições de existência e vivem em condições desumanas.
Verdadeiro
Falso
Uma linha de ação que ganha uma grande importância no enredo de Memorial do convento é a da construção e do voo da passarola.
Verdadeiro
Falso
O Memorial do convento é, sobretudo, uma história de amor: um amor espiritual, um amor impossível.
Verdadeiro
Falso
Seleciona a opção que contém os tópicos que melhor definem a obra Memorial do convento.
A construção do Convento de Mafra e os acontecimentos que ocorreram durante a sua construção. Ao mesmo tempo, uma crítica social sobre a realidade de Portugal no século XVIII.
A construção do Convento de Mafra e aos acontecimentos que ocorreram durante a sua construção. Ao mesmo tempo, uma crítica social e histórica sobre a realidade de Portugal no século XVIII.
A construção do Convento de Mafra e os acontecimentos que ocorreram durante a sua construção. Ao mesmo tempo, uma crítica social e histórica sobre a realidade de Portugal no século XVII.
A construção do Convento de Mafra e os acontecimentos que ocorreram durante a sua construção. Ao mesmo tempo, uma crítica histórica sobre a realidade de Portugal no século XVIII.
