WorksheetsQuizziz Avaliativo Língua Portuguesa - 8.º Ano
Total questions: 11
Worksheet time: 18mins
O conto fantástico é uma narrativa breve de ficção que...
(a)
Introdução é parte em que os (a) , o (b) e o (c) que ambientam a narrativa são mostrados
É na introdução que também são (a) as ações que levarão ao (b) , a tensão máxima da (c) .
A reportagem é um (a) que expõe e analisa informações diversas sobre um (b)
Podemos ler reportagens em diversos veículos de comunicação, como...
jornais, revistas, em sites
jornais e revistas, em sites, em programas de televisão
jornais e revistas (nas versões impressas e digitais, em sites, em programas de televisão
jornais e revistas (nas versões impressas e digitais, em sites, em programas de televisão, entre outros
O que é opinião?
Fato é algo que aconteceu de verdade e pode ser comprovado?
Sim
Não
A língua portuguesa como idioma da ciência
[...]
Primeiras produções científicas no Brasil
A reforma estatutária da Universidade de Coimbra, feita em 1772, determinou o ingresso das Ciências Naturais no currículo da instituição. Entre outras medidas, por decisão da Coroa, era necessário promover o fortalecimento de academias científicas, estabelecer jardins botânicos e planejar as chamadas “expedições filosóficas”. A medida também facilitou o ingresso de estudantes provenientes da colônia da América do Sul. “Infelizmente, os naturalistas luso-brasileiros formados neste período são escassamente conhecidos”, afirma Maria Elice Brzezinski Prestes, autora do livro A Investigação da Natureza no Brasil Colônia.
Uma das expedições mais memoráveis foi realizada pelo baiano Alexandre Rodrigues Ferreira, que durante dez anos percorreu do interior da Amazônia à região de Mato Grosso. Ao longo da empreitada, ele escreveu uma obra de vulto, que fazia o inventário de boa parte da flora e da fauna brasileiras: o Diário da Viagem Filosófica. Mais tarde, o levantamento serviu de base para o desenvolvimento dos estudos em História Natural em Portugal.
Da expedição, que era composta por quatro pessoas – além do naturalista, integravam o grupo um jardineiro botânico e dois desenhistas, chamados, à época, de riscadores –, apenas Alexandre e um dos desenhistas regressaram com vida. Além de coletar espécimes e prepará-los para o envio à metrópole, cabia ao grupo identificar riquezas minerais passíveis de extração, com referências
de latitude e longitude, o que deixava claro serem os interesses portugueses não apenas científicos, mas também mercantilistas.
No mesmo período, o pernambucano Manuel Arruda da Câmara ocupou o cargo de naturalista-viajante ou naturalista-peregrino, oficialmente criado pela Coroa. Formado em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra, era, também, doutor em Medicina pela Universidade de Montpellier, na França. Suas atribuições iam da classificação aos estudos de Fisiologia, Anatomia, História, Geografia e Geologia, e ele deixou uma vasta obra publicada.
“O Brasil só tardiamente foi palco para o desenvolvimento das ciências, o que se deu apenas com a vinda da família real para o Rio de Janeiro, no início do século XIX”, lembra Maria Elice. De fato, é possível identificar uma esparsa produção, até então. A começar pelos relatos do ciclo dos cronistas e missionários, como Hans Staden e José de Anchieta.
As primeiras contribuições verdadeiramente científicas partiram dos naturalistas trazidos com a comitiva de Maurício de Nassau, que governou a colônia holandesa em Recife entre 1637 e 1644. No século XIX, o Brasil entrou na rota de expedições naturalistas estrangeiras e registrou a passagem de nomes como Charles Darwin e Carl von Martius. [...]
Do que trata o trecho da reportagem lida?
O trecho não conta fatos históricos do Brasil
O trecho apresenta um histórico das primeiras produções científicas no Brasil.
A reportagem não cita produções científicas do Brasil
A língua portuguesa como idioma da ciência
[...]
Primeiras produções científicas no Brasil
A reforma estatutária da Universidade de Coimbra, feita em 1772, determinou o ingresso das Ciências Naturais no currículo da instituição. Entre outras medidas, por decisão da Coroa, era necessário promover o fortalecimento de academias científicas, estabelecer jardins botânicos e planejar as chamadas “expedições filosóficas”. A medida também facilitou o ingresso de estudantes provenientes da colônia da América do Sul. “Infelizmente, os naturalistas luso-brasileiros formados neste período são escassamente conhecidos”, afirma Maria Elice Brzezinski Prestes, autora do livro A Investigação da Natureza no Brasil Colônia.
Uma das expedições mais memoráveis foi realizada pelo baiano Alexandre Rodrigues Ferreira, que durante dez anos percorreu do interior da Amazônia à região de Mato Grosso. Ao longo da empreitada, ele escreveu uma obra de vulto, que fazia o inventário de boa parte da flora e da fauna brasileiras: o Diário da Viagem Filosófica. Mais tarde, o levantamento serviu de base para o desenvolvimento dos estudos em História Natural em Portugal.
Da expedição, que era composta por quatro pessoas – além do naturalista, integravam o grupo um jardineiro botânico e dois desenhistas, chamados, à época, de riscadores –, apenas Alexandre e um dos desenhistas regressaram com vida. Além de coletar espécimes e prepará-los para o envio à metrópole, cabia ao grupo identificar riquezas minerais passíveis de extração, com referências
de latitude e longitude, o que deixava claro serem os interesses portugueses não apenas científicos, mas também mercantilistas.
No mesmo período, o pernambucano Manuel Arruda da Câmara ocupou o cargo de naturalista-viajante ou naturalista-peregrino, oficialmente criado pela Coroa. Formado em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra, era, também, doutor em Medicina pela Universidade de Montpellier, na França. Suas atribuições iam da classificação aos estudos de Fisiologia, Anatomia, História, Geografia e Geologia, e ele deixou uma vasta obra publicada.
“O Brasil só tardiamente foi palco para o desenvolvimento das ciências, o que se deu apenas com a vinda da família real para o Rio de Janeiro, no início do século XIX”, lembra Maria Elice. De fato, é possível identificar uma esparsa produção, até então. A começar pelos relatos do ciclo dos cronistas e missionários, como Hans Staden e José de Anchieta.
As primeiras contribuições verdadeiramente científicas partiram dos naturalistas trazidos com a comitiva de Maurício de Nassau, que governou a colônia holandesa em Recife entre 1637 e 1644. No século XIX, o Brasil entrou na rota de expedições naturalistas estrangeiras e registrou a passagem de nomes como Charles Darwin e Carl von Martius. [...]
Segundo a reportagem, qual foi a importância da reforma estatutária da Universidade de Coimbra, em Portugal?
a reforma não se mostrou a favor do ingresso das Ciências Naturais no currículo da instituição
A reforma proibiu o ingresso das Ciências Naturais no currículo da instituição
A reforma determinou o ingresso das Ciências Naturais no currículo da instituição.
Em entrevistas, a interação entre quem pergunta e quem responde é evidenciada no texto principalmente pelo uso de
adjetivos descritivos
perguntas e respostas diretas
nomes de produtos de maquiagem
verbos no passdo
A entrevista é um dos gêneros textuais com função informativa veiculado, sobretudo, pelos meios de comunicação: jornais, revistas, internet, televisão, rádio, dentre outros.
Há diversos tipos de entrevistas dependendo da intenção pretendida.
Elas podem fazer parte de outros textos jornalísticos, por exemplo, a
(a)
