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WorksheetsQuestionário - Filosofias de vida
Total questions: 27
Worksheet time: 14mins
De acordo com Aristóteles, virtude é...
Um instinto.
Um presente divino.
Um hábito adquirido pela prática.
Um conhecimento inato.
O 'justo meio-termo', de acordo com Aristóteles, seria...
A completa renúncia dos prazeres.
Obediência às leis.
O equilíbrio entre os excessos.
Submissão ao governo.
O propósito da vida, segundo Aristóteles, é...
Felicidade.
Prazer.
Riqueza.
Amor.
Os filósofos cínicos valorizavam principalmente:
O progresso científico.
A simplicidade e a autossuficiência.
O acúmulo de riquezas.
A obediência às tradições.
O conceito de autarkeia (autossuficiência), para os cínicos, significa:
Viver de modo independente e com pouco.
Viver isolado da sociedade.
Ser politicamente ativo.
Rejeitar toda e qualquer forma de prazer.
Diógenes de Sinope ficou famoso por:
Criar uma escola filosófica tradicional.
Viver nas ruas e desafiar convenções sociais.
Ser discípulo direto de Sócrates.
Ter escrito uma vasta obra filosófica.
Os cínicos consideravam que as convenções sociais eram:
Essenciais para a justiça.
Obstáculos à liberdade verdadeira.
Fruto da razão humana e, por isso, naturais.
Expressões da vontade divina.
Para os cínicos, a felicidade está em:
Realizar grandes feitos políticos.
Viver de forma natural e simples.
Estudar os mistérios da alma.
Obedecer aos costumes da cidade.
Qual destas frases representa melhor o espírito do cinismo?
"Quanto menos preciso, mais livre sou."
"Conhece-te a ti mesmo."
"O homem é um animal político."
"Tudo é número."
Para Epicuro, o bem supremo da vida é:
A honra.
A razão.
O prazer.
O poder.
Epicuro faz distinção entre prazeres. Os prazeres naturais e necessários são:
A fama e a glória.
Comer quando se tem fome, dormir, conversar com amigos.
A riqueza e os banquetes.
Os sonhos e desejos impossíveis.
O medo da morte, segundo Epicuro, deve ser combatido porque:
A morte não é nada para nós.
A alma é imortal.
O sofrimento eterno nos espera.
Deus nos julgará após a morte.
O termo 'ataraxia' significa:
Confusão mental.
Sofrimento físico.
Serenidade e ausência de perturbações.
Desejo intenso.
Para Epicuro, os deuses:
Devem ser temidos.
Existem, mas não interferem em nossas vidas.
Julgam os humanos após a morte.
Não existem de forma alguma.
Epicuro acreditava que o prazer verdadeiro está em:
Festas e excessos.
Rituais religiosos.
Vida simples e moderada.
Ambição e sucesso.
Para os estóicos, viver conforme a natureza significa:
Imitar os animais.
Rejeitar a sociedade.
Viver segundo a razão e aceitar o destino.
Viver em florestas e montanhas.
O estoico divide a realidade entre:
Corpo e alma.
O que depende de nós e o que não depende de nós.
Matéria e espírito.
Vontade e emoção.
O ideal de apatia (apatheia) significa:
Liberdade diante das paixões.
Indiferença completa à vida.
Tristeza permanente.
Ausência de amor.
Os estóicos encaram o sofrimento como:
Um castigo divino.
Algo inevitável que deve ser aceito com razão.
Fruto de escolhas erradas.
Uma falha moral.
Qual destas frases representa a visão estoica?
"Suporta e abstém-te."
"Viva rápido, morra jovem."
"O importante é vencer."
"Siga seu coração."
Para os estóicos, a felicidade é alcançada por meio:
Do prazer e da fama.
Do isolamento completo.
Da virtude e da razão.
Do conhecimento científico.
Para Kierkegaard, a angústia é:
Um medo irracional.
Uma emoção sem valor.
A experiência da liberdade diante da possibilidade.
Um problema médico.
A angústia, segundo Kierkegaard, surge quando:
Perdemos alguém querido.
Enfrentamos um trauma.
Percebemos que somos livres para escolher.
Violamos uma lei moral.
O "salto da fé" em Kierkegaard é:
A escolha da fé diante da incerteza.
A obediência cega à Igreja.
A busca por provas racionais da existência de Deus.
O afastamento da religiosidade.
Kierkegaard diferencia os modos de vida humano em:
Real e ilusório.
Subjetivo e objetivo.
Estético, ético e religioso.
Material e espiritual.
Para superar a angústia, o indivíduo deve:
Ignorá-la.
Buscar ajuda psiquiátrica.
Enfrentá-la e tomar uma decisão existencial.
Aderir a um grupo social.
A angústia, em Kierkegaard, pode ser vista como:
Um obstáculo à fé.
Um caminho para o autoconhecimento.
Um tipo de pecado.
Um sofrimento sem sentido.
