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WorksheetsQUESTÕES MODELO ENADE – CURRÍCULO E TEORIAS CRÍTICAS (PEDAGOGIA)
Total questions: 39
Worksheet time: 10hrs 45mins
O currículo tecnicista surgiu em um contexto histórico marcado por:
Avanço da democracia participativa
Industrialização e políticas desenvolvimentistas
Reforma agrária e sindicalismo
Descentralização do ensino básico
São características centrais da teoria tecnicista de currículo, EXCETO:
Fragmentação do conteúdo
Ênfase na prática reflexiva
Foco na eficiência técnica
Controle e mensuração dos resultados
O papel do professor na perspectiva tecnicista é:
Mediador do conhecimento
Intelectual transformador
Executor de tarefas planejadas
Facilitador de projetos interdisciplinares
O currículo tecnicista entende a escola como:
Espaço de emancipação
Aparelho ideológico do Estado
Instituição voltada à reprodução cultural
Ambiente de preparação para o mercado de trabalho
O tecnicismo se alinha a uma concepção de:
Educação libertadora
Formação integral do sujeito
Racionalidade instrumental
Desenvolvimento afetivo
Segundo Althusser, a escola é:
Espaço neutro de conhecimento
Aparelho Ideológico do Estado
Local de resistência democrática
Instituição promotora da cidadania
Para Bowles e Gintis, a escola:
Transmite cultura hegemônica por meio da violência simbólica
Promove a crítica ao sistema produtivo
Reproduz a lógica do mundo do trabalho
Desempenha função terapêutica na sociedade
O conceito de “violência simbólica” em Bourdieu e Passeron significa:
Agressão física entre alunos e professores
Imposição cultural disfarçada de neutralidade
Prática pedagógica afetiva
Conflito entre saberes escolares e populares
Assinale a alternativa correta sobre a teoria da correspondência:
A escola prepara o aluno para resistir ao capital
As estruturas escolares imitam a organização do trabalho
O currículo é pensado a partir da cultura popular
O conhecimento é desvalorizado em favor das competências emocionais
Para Bourdieu, a escola:
Garante a mobilidade social
Legitima as desigualdades por meio do mérito
Combate a hegemonia cultural dominante
Prioriza os saberes locais
Michael Apple critica o currículo tecnicista por:
Promover práticas emancipadoras
Desvincular-se do mercado
Reproduzir a hegemonia da classe dominante
Ser centrado no aluno
A hegemonia, segundo Apple, refere-se a:
Neutralidade do conhecimento escolar
Dominação cultural naturalizada nas escolas
Autonomia pedagógica dos professores
Rejeição das ideologias capitalistas
Apple vê a escola como:
Apenas um reprodutor da ordem vigente
Um espaço ambíguo, de reprodução e resistência
Instituição tecnicamente neutra
Espaço sem relevância cultural
Para Apple, o currículo:
Deve ignorar as disputas ideológicas
É um campo de imposição técnica exclusivamente
Giroux propõe a escola como:
Espaço de submissão
Instituição técnica e eficiente
Esfera pública democrática
Ambiente neutro de aprendizagem
O intelectual transformador, segundo Giroux:
Reproduz saberes técnicos
Executa tarefas impostas pela gestão
Atua criticamente para a transformação social
Não se envolve com a política educacional
O conceito de “voz” em Giroux se refere à:
Capacidade de vocalização do professor
Participação dos sujeitos na construção do currículo
Reforço da autoridade pedagógica
Hierarquia entre os conteúdos escolares
Giroux critica o currículo tradicional por:
Dar espaço às culturas populares
Valorizar o contexto dos alunos
Silenciar identidades e culturas marginalizadas
Promover igualdade educacional
A política cultural, em Giroux, reconhece que:
O currículo é neutro e técnico
A escola é desprovida de disputas simbólicas
O saber escolar é homogêneo
A escola é espaço de conflito e disputa de sentidos
Freire critica a educação bancária porque:
Valoriza o saber dos oprimidos
Estimula o diálogo constante
Trata o aluno como receptor passivo
Propõe a coautoria do currículo
A educação libertadora de Freire se baseia:
Na transmissão de conteúdos neutros
Na prática da autoridade do professor
No diálogo e na problematização da realidade
No treinamento técnico dos alunos
O currículo, para Freire, deve:
Ser planejado apenas por especialistas
Negar o saber popular em nome da ciência
Incorporar o contexto e a cultura dos educandos
Focar apenas em competências básicas
Para Freire, o papel do professor é:
Condutor da aprendizagem técnica
Detentor absoluto do saber
Mediador do diálogo e da consciência crítica
Avaliador de resultados mensuráveis
A educação como prática da liberdade, segundo Freire, significa:
Repetição de conteúdos universais
Formação crítica e emancipadora
Treinamento para o mercado
Reforço da disciplina escolar
As teorias reprodutivistas têm em comum:
Valorização da escola como espaço transformador
Crítica à escola como mantenedora da ordem social
Defesa da pedagogia humanista
Proposta de ensino técnico profissionalizante
Uma diferença entre Apple e os reprodutivistas é que Apple:
Vê a escola apenas como instrumento de dominação
Acredita na escola como espaço de resistência
Rejeita qualquer intervenção docente
Ignora as relações de poder no currículo
Ao comparar Freire e Giroux, nota-se que ambos:
Defendem o currículo como produto técnico
Omiten a questão da cultura no ensino
A teoria tecnicista difere das críticas por:
Valorizar a cultura escolar local
Promover a neutralidade ideológica
Estimular a crítica social
Propor práticas decoloniais
Uma crítica comum ao currículo tecnicista é que ele:
Estimula o pensamento crítico
Valoriza o saber do aluno
Silencia contextos sociais e culturais
Prioriza a construção coletiva do saber
Para os autores críticos, o currículo deve ser:
Estático e prescrito por autoridades
Flexível, reflexivo e dialógico
Baseado em testes padronizados
Exclusivamente técnico e conteudista
A teoria tecnicista entende o conhecimento como:
Cultural, plural e situado
Neutro, objetivo e transmissível
Construído pela experiência
Produzido em rede colaborativa
Em uma escola inspirada por Paulo Freire, o currículo:
É imposto verticalmente
Nasce da realidade dos alunos
Exclui temas sociais
É centrado na técnica
Um exemplo de "resistência" curricular seria:
Implantação de currículo padronizado
Inserção de saberes indígenas e quilombolas
Exclusão de debates políticos
Reforço da meritocracia
As teorias de Apple, Giroux e Freire têm em comum:
Enfoque técnico e neutro
Visão crítica e emancipadora da escola
Crítica ao papel do professor transformador
Valorização da hierarquia escolar
O conceito de hegemonia está mais associado a:
Freire
Apple
Gintis
Segundo Bourdieu, a escola contribui para:
A inclusão de saberes plurais
A ruptura das hierarquias sociais
A manutenção da estrutura de classes
A democratização do currículo
Para Giroux, um currículo crítico deve:
Evitar temas políticos
Ser tecnicamente mensurável
Dar voz às culturas marginalizadas
Ignorar as estruturas sociais
Segundo Althusser, a função da escola é:
Educar para a liberdade
Formar intelectuais orgânicos
Reproduzir a ideologia dominante
Valorizar saberes locais
Um currículo verdadeiramente emancipador deve:
Ser centrado nos resultados
Promover o diálogo e a crítica
Ignorar as realidades sociais
Reforçar padrões únicos de conhecimento
