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AVALIAÇÃO CONTÍNUA DA APRENDIZAGEM – CICLO II - 5º ano

Total questions: 22

Worksheet time: 1hrs 6mins

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1.

Especialistas falam da importância dos sonhos para as crianças e do papel dos pais nessa jornada

O que cada um de nós sonhava em ser quando criança? E com o que será que nossos filhos têm sonhado? Teletransporte, uma viagem ao espaço, tocar nas nuvens... Essas foram algumas das respostas dadas pelos pequenos [...]. Mas será que sonhar é mesmo importante para as crianças? O pediatra e sanitarista do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Daniel Becker, garante que sim – tanto os sonhos sonhados acordados quanto os que as crianças sonham dormindo. “O sonho dormindo temos desde que nascemos, ele renova o cérebro, fixa a memória, tem uma série de papéis importantes... É precioso, uma forma de manifestação do inconsciente. Já o sonho acordado acontece a partir do momento em que a criança começa a imaginar e se interessar pelo papel dela no mundo, por volta dos 2 anos. No início, sonha-se com coisas simples e esses sonhos vão evoluindo. Mas o papel do sonho, a capacidade de sonhar é muito importante”, defende.

01) De acordo com o texto, quem renova o nosso cérebro?

a)

A) A imaginação.

b)

B) A memória.

c)

C) O sonho acordado.

d)

D) O sonho dormindo.

2.

02) (P00127014) Qual é o assunto desse texto?

a)

A) A fixação da memória pelo sono.

b)

B) A manifestação do inconsciente.

c)

C) O benefício dos sonhos para as crianças.

d)

D) O início da imaginação das crianças.

3.

03) (P00129154) Nesse texto, o trecho: “O sonho dormindo temos desde que nascemos, ele renova o cérebro, fixa a memória, tem uma série de papéis importantes... É precioso, uma forma de manifestação do inconsciente.

“É precioso,...” (3º parágrafo) refere‑se:

a)

A) ao cérebro.

b)

B) ao espaço.

c)

C) ao pediatra.

d)

D) ao sonho.

4.

Os bichos também sonham

O tamanduá sonha com um bicho de orelhas compridas. O coelho sonha com um bicho que tem o nariz em forma de tromba. O elefante sonha com um bicho que fica mergulhado com as orelhas, os olhos e o nariz fora d’água. O hipopótamo sonha com um bicho de pescoço comprido. A girafa sonha com um bicho que só tem duas patas e dois dedos em cada uma. O avestruz sonha com um bicho que tem uma bolsa na barriga. O canguru sonha com um bicho com uma boca em forma de tromba. A anta sonha com um bicho cascudo. O tatu sonha com um bicho de língua comprida. E o tamanduá também é um sonho.

04) Nesse texto, o verso “E o tamanduá também é um sonho.” significa que

a)

A) algum bicho gostaria de ser o tamanduá.

b)

B) algum bicho sonha com o tamanduá.

c)

C) o tamanduá gostaria de ser como o tatu.

d)

D) o tamanduá sonha com todos os bichos.

5.

A nuvem de Inês

A maioria das crianças sonha à noite. Inês sonhava à noite, claro, mas de dia também. – Inês, Inês – disse o pai –, acho que você está com a cabeça nas nuvens. “Nas nuvens?” – pensou a menina. Dessa ideia ela gostou e começou a imaginar como seria viver em uma nuvem: Na nuvem de Inês, o chão era bem branquinho e esponjoso. Se quisesse, podia deitar‑se para dormir porque era como uma cama de algodão. Sua nuvem era tão branca, tão branca, que ficaria suja se Inês pusesse seus sapatos sobre ela. Por isso, em sua nuvem, Inês andava sempre descalça. De sua nuvem, Inês cumprimentava o Sol e a Lua, e também via passar a toda velocidade os bandos de aves que iam para o sul. Quando a nuvem de Inês ficava cinza, começava a chover. Então, Inês lavava os pés com a água da chuva. A nuvem de Inês podia ter a forma de um coração, de uma mariposa, de uma coelha... – Acorda, Inês! – chamou o avô. – Vamos, vamos, que está na hora do colégio! Inês, deixando os pés suspensos na nuvem, continuou sonhando... acordada! [...]

05) O que fez com que essa história acontecesse?

a)

A) Inês gostar da ideia do pai e começar a sonhar acordada.

b)

B) Inês sair para ir à escola e continuar sonhando acordada.

c)

C) Inês ser chamada pelo avô para despertar dos sonhos.

d)

D) Inês ter sonhado que o chão da nuvem era branquinho.

6.

06) (P00127798) No trecho “... ficaria suja se Inês pusesse seus sapatos sobre ela.” (4º parágrafo), a palavra em destaque está no lugar de

a)

A) coelha.

b)

B) lua.

c)

C) mariposa.

d)

D) nuvem.

7.

07) (P00127799) Qual trecho desse texto indica a opinião de um personagem?

a)

A) “– Inês, Inês – disse o pai –, acho que você está com a cabeça nas nuvens.”. (2º parágrafo)

b)

B) “A nuvem de Inês podia ter a forma de um coração, de uma mariposa, de uma coelha...”. (7º parágrafo)

c)

C) “– Acorda, Inês! – chamou o avô. – Vamos, vamos, que está na hora de você ir para o colégio!”. (8º parágrafo)

d)

D) “Inês, deixando os pés suspensos na nuvem, continuou sonhando... acordada!”. (9º parágrafo)

8.

08) (P00127800) Qual trecho desse texto apresenta uma expressão que indica tempo?

a)

A) “Se quisesse, podia deitar-se para dormir porque era como uma cama de algodão.”. (4º parágrafo)

b)

B) “Sua nuvem era tão branca, tão branca, que ficaria suja se Inês pusesse seus sapatos sobre ela.”. (4º parágrafo)

c)

C) “De sua nuvem, Inês cumprimentava o Sol e a Lua,...”. (5º parágrafo)

d)

D) “Quando a nuvem de Inês ficava cinza, começava a chover.”. (6º parágrafo)

9.

As asas mágicas da borboleta

Há muito, muito tempo, quando a formiga, a abelha, a joaninha, a cigarra e outros animais falavam, existiu uma pequena lagarta chamada Matilde. – Como seria bonito conhecer o que há além do nosso matagal! – exclamava ela a todo momento. E ficava na ponta dos pés (se é que uma lagarta consegue ficar na ponta dos pés) para ver o que havia do outro lado das folhas verdes. – Algum dia viajarei pelo mundo... As outras lagartas diziam para ela esquecer esses sonhos. Mas Matilde se esforçava para subir nos galhos mais altos para ver mais longe. E tanto tentou subir que, uma noite, pôde ver entre as folhas um pedaço de céu escuro onde brilhava com esplendor uma estrela. – Que bonita! É maravilhosa! – sussurrou Matilde. Toda noite a lagarta subia no galho para contemplar a estrela e admirar aquela beleza. Um dia, decidiu construir um casulo de seda, entrou nele e lá ficou por muito tempo, quieta e em silêncio. Em noite de primavera, o casulo se abriu de repente e dele saiu Matilde totalmente transformada: já não era uma lagarta, e sim uma linda borboleta de asas rápidas, quase transparentes. E, adivinhe... ela foi até o céu para encontrar seu sonho. Naquela noite, a estrela brilhou mais do que nunca.

09) Nesse texto, no trecho “... admirar aquela beleza.” (6º parágrafo), a palavra destacada refere‑se à

a)

A) estrela.

b)

B) formiga.

c)

C) lagarta.

d)

D) noite.

10.

10) (P00129153) Nesse texto, no trecho “... a lagarta subia no galho para contemplar a estrela...” (6º parágrafo), a palavra destacada significa

a)

A) ajudar.

b)

B) considerar.

c)

C) julgar.

d)

D) observar.

11.

11) (P00127013) Nesse texto, no trecho “10, 11, 12, 13, 14...”, as reticências foram usadas para indicar

a)

A) continuidade.

b)

B) dúvida.

c)

C) encerramento.

d)

D) exemplificação.

12.

12) (P00127012) Nesse texto, as letras foram organizadas para mostrar

a)

A) o espaço entre a sobrancelha e os olhos.

b)

B) o tamanho das pálpebras quando se fecham.

c)

C) os carneirinhos contados para dormir

d)

D) os olhos fechados em busca do sono.

13.

Conheça o porco-espinho, um roedor que sabe se defender muito bem

O porco-espinho é um bicho de poucos amigos. E não é para menos, com todos aqueles espinhos, quem é que se atreve a chegar muito perto? Durante o dia, ele geralmente fica solitário, mas pode também descansar junto com pequenos grupos em pedras, tocas e lugares com vegetação bem fechada para se esconder dos predadores. À noite, ele prefere sair sozinho para procurar folhas, frutas e raízes [...]. Quando sai em busca de comida, o porco-espinho está sempre alerta. Se percebe um felino ou outro carnívoro por perto, fica logo de costas para o inimigo. Ele não é nada bobo, pois é na parte de trás do seu corpo que está a maior quantidade de espinhos. [...] Nessa hora ele costuma chacoalhar o corpo, e os espinhos batem uns nos outros fazendo um barulho engraçado. NÃO ENCOSTE nele!

13) Qual é o assunto desse texto?

a)

A) A vegetação fechada.

b)

B) As características do porco-espinho.

c)

C) O tipo de alimentação dos animais.

d)

D) Os predadores noturnos.

14.

14) (P00127379) De acordo com esse texto, o que tem na parte de trás do corpo do porco-espinho?

a)

A) Espinhos.

b)

B) Folhas.

c)

C) Pedras.

d)

D) Raízes.

15.

15) (P00127393) Esse texto serve para

a)

A) comunicar um evento.

b)

B) divulgar uma notícia.

c)

C) informar normas de convivência.

d)

D) listar materiais para uso na escola.

16.

16) (P00127392) Esse texto é

a)

A) um cartaz.

b)

B) um convite.

c)

C) uma bula.

d)

D) uma receita.

17.

Estudante homenageia pesquisadora do Butantan com cordel inspirado em venenos e ciência

Uma estudante de apenas 14 anos emocionou a cientista alagoana Mônica Lopes Ferreira, do Instituto Butantan, que busca a cura de doenças através dos venenos de peixes peçonhentos. Uma experiência que pode abrir caminhos para a jovem, que deseja ser médica [...]. A ideia surgiu quando Emily Passos Pereira da Silva, de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, participou da “Olimpíada Ciência e Arte”. Em uma das etapas, cada estudante teve que criar um cordel sobre um cientista nordestino, como parte de um projeto [...] na Unidade de Trabalho Diferenciado (UTD). “Não havia intenção inicial de enviar os cordéis aos cientistas, mas a produção dela era tão boa que entendemos que as pessoas homenageadas precisavam ter conhecimento”, afirma Diogo dos Santos Pinheiro, professor de Ciências Naturais da UTD. Emily não só escreveu o cordel, mas também criou uma xilogravura1 de peixes. “Fiquei extremamente feliz ao ver que foi em formato de cordel, porque tem tudo a ver comigo. É uma leitura curtinha, mas que diz muito”, diz a cientista Mônica Ferreira. Para Mônica, o cordel reforça como a arte e a ciência podem caminhar juntas na disseminação do conhecimento. “Eu comecei a trabalhar com peixes peçonhentos pelos acidentes que vi e para os quais queria encontrar um tratamento, e continuo estudando”, afirma a cientista do Instituto Butantan.

*Vocabulário: 1 xilogravura: técnica de impressão artística que consiste em gravar uma imagem em madeira e reproduzi-la em papel ou outro suporte

17) Qual é o assunto desse texto?

a)

A) A homenagem de uma estudante a uma pesquisadora do Butantan.

b)

B) A realização da olimpíada de arte e ciência da escola do Rio de Janeiro.

c)

C) O estudo feito por uma pesquisadora do Butantan sobre peixes peçonhentos.

d)

D) O projeto de ciências desenvolvido por estudantes em uma escola do Rio de Janeiro.

18.

18) (P00128350) Esse texto é um exemplo de

a)

A) crônica.

b)

B) entrevista.

c)

C) notícia.

d)

D) resenha.

19.

19) (P00128351) No último parágrafo desse texto, no trecho “... o cordel reforça como a arte e a ciência...”, a palavra destacada indica

a)

A) adição.

b)

B) conclusão.

c)

C) explicação.

d)

D) oposição.

20.

20) (P00128352) Nesse texto, no trecho “‘... mas a produção dela era tão boa...’” (3º parágrafo), a palavra destacada significa

a)

A) apresentação.

b)

B) criação.

c)

C) liberação.

d)

D) realização.

21.

21) (P00128356) O humor desse texto está no fato de o menino de chapéu

a)

A) achar que rock e pagode são uma dupla sertaneja.

b)

B) caminhar com seu amigo pelas ruas da cidade.

c)

C) conversar com seu amigo sobre gêneros musicais.

d)

D) falar de braços abertos na rua com seu amigo.

22.

22) (P00128357) No primeiro quadrinho desse texto, no trecho “I aqui na cidade?”, a expressão destacada indica

a)

A) causa.

b)

B) lugar.

c)

C) modo.

d)

D) tempo.