WorksheetsLeitura e Interpretação de Texto
Total questions: 20
Worksheet time: 10mins
De acordo com esse texto, constata-se que o personagem pratica atividades
na academia.
nas olimpíadas.
no videogame.
nos finais de semanas.
No trecho "... eu também quebrei um recorde lá na pista...", a palavra destacada significa
destruí.
esmaguei.
fraturei.
ultrapassei.
Leia o texto abaixo para responder às questões a seguir. Sorvete de casca de manga Ingredientes • 3 xícaras de casca de manga picada; • 1 xícara de água; • 2 xícaras de açúcar; • 3 gemas; • 2 xícaras de leite; • 1 lata de creme de leite; • baunilha a gosto. Modo de preparar Cozinhe as cascas na água com açúcar. Depois de cozidas, junte os demais ingredientes, menos o creme de leite. Bata tudo no liquidificador e leve ao fogo para cozinhar. Retire do fogo, acrescente o creme de leite, deixe esfriar e leve ao freezer por quatro horas. Prove! Esse texto foi escrito para
apresentar um produto.
ensinar uma receita.
fazer uma propaganda.
listar alguns produtos.
Leia o texto abaixo para responder às questões a seguir. Sorvete de casca de manga Ingredientes • 3 xícaras de casca de manga picada; • 1 xícara de água; • 2 xícaras de açúcar; • 3 gemas; • 2 xícaras de leite; • 1 lata de creme de leite; • baunilha a gosto. Modo de preparar Cozinhe as cascas na água com açúcar. Depois de cozidas, junte os demais ingredientes, menos o creme de leite. Bata tudo no liquidificador e leve ao fogo para cozinhar. Retire do fogo, acrescente o creme de leite, deixe esfriar e leve ao freezer por quatro horas. Prove! De acordo com o texto, depois de bater os ingredientes no liquidificador, o próximo passo é
deixar esfriar.
levar ao fogo.
levar ao freezer.
retirar do fogo.
Nesse texto, as formas verbais “Cozinhe”(l. 9), “junte”(l. 9), “Bata”(l. 10), foram utilizadas com a intenção de
dar uma instrução.
demonstrar impaciência.
fazer um apelo.
sugerir rapidez.
De acordo com o último quadrinho desse texto, o menino
A) achou ruim o chá.
B) piorou do resfriado.
C) sentiu um calafrio.
D) tomou todo o chá.
No último quadrinho desse texto, a palavra “transfigurando” tem o mesmo sentido de
melhorando.
modificando.
queimando.
refrescando.
Leia o texto abaixo para responder às questões a seguir. De bem com a vida Filó, a joaninha, acordou cedo. — Que lindo dia! Vou aproveitar para visitar minha tia. [...] Filó colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, passou batom cor-de-rosa, calçou os sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto e saiu pela floresta: plecht, plecht... os sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto e saiu pela floresta: plecht, plecht... Andou, andou... e logo encontrou Loreta, a borboleta. — Que lindo dia! — E pra que esse guarda-chuva preto, Filó? — É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa deixar o guarda-chuva. De volta à floresta: — Sapatinhos de verniz? Que exagero! – disse o sapo Tatá. Hoje nem tem festa na floresta. — É mesmo! – pensou a joaninha. E foi para casa trocar os sapatinhos. De volta à floresta: — Batom cor-de-rosa? Que esquisito! – disse Téo, o grilo falante. — É mesmo! – disse a joaninha. E foi para casa tirar o batom. — Vestido amarelo com bolinhas pretas? Que feio! Por que não usa o vermelho? – disse a aranha Filomena. — É mesmo! – pensou Filó. E foi para casa trocar de vestido. Cansada de tanto ir e voltar, Filó resmungava pelo caminho. O Sol estava tão quente que a joaninha resolveu desistir do passeio. Chegando em casa, ligou para tia Matilde. — Titia, vou deixar a visita para outro dia. — O que aconteceu, Filó? — Ah! Tia Matilde! Acordei cedo, me arrumei bem bonita e saí andando pela floresta. Mas no caminho... — Lembre-se, Filozinha... gosto de você do jeitinho que você é. Venha amanhã, estarei te esperando com um almoço bem gostoso. No dia seguinte, Filó acordou de bem com a vida. Colocou seu vestido amarelo de bolinhas pretas, amarrou a fita na cabeça, passou batom cor-de-rosa, calçou seus sapatinhos de verniz, pegou o guarda-chuva preto, saiu andando apressadinha pela floresta, plecht, plecht, plecht... e só parou para descansar no colo gostoso da tia Matilde. Esse texto é uma
carta.
fábula.
lenda.
notícia.
De acordo com o texto, qual personagem sugeriu que Filó usasse um vestido vermelho?
A aranha Filomena.
Loreta, a borboleta.
O sapo Tatá.
Téo, o grilo falante.
Leia o texto abaixo para responder às questões a seguir. Estratégias para a vida noturna Trocar o dia pela noite pode parecer estranho para nós, mas faz parte do estilo de vida de algumas espécies. À noite, há alguns animais que podem surpreender. Os animais noturnos têm uma série de características especiais para viver à noite. Por exemplo, o lobo-guará enxerga muito bem, mesmo sem luminosidade. Seu olfato fica melhorado e sua audição é uma poderosa aliada, devido às grandes orelhas que ele tem. Além disso, ele tem as patas acolchoadas para não fazer barulho e, assim, chegar bem pertinho da presa sem assustá-la. Diferentemente de outros lobos, ele também se alimenta de frutas. A audição é um dos sentidos fundamentais para as corujas, assim como a visão perfeita. Além disso, elas têm penas especiais que permitem voar sem fazer barulho nenhum – uma boa estratégia para pegar a presa de surpresa! O morcego, por sua vez, não faz questão de ser silencioso. Pelo contrário, para poder se guiar na noite, ele emite um barulho e, pelo eco que o som faz, descobre onde estão os obstáculos e alimentos que procura. Essa estratégia, chamada eco localização, é usada por outros animais como o boto – que, apesar de não ser considerado noturno, é um mamífero que vive em um ambiente de águas muito escuras, o rio Negro, na Amazônia. No leito dos rios amazônicos, também vive o poraquê, peixe de hábitos noturnos que usa descargas elétricas para capturar outros peixes para comer. De acordo com esse texto, a coruja consegue pegar a presa de surpresa porque
emite um barulho.
tem o olfato desenvolvido.
tem penas especiais.
troca o dia pela noite.
Leia o texto abaixo para responder às questões a seguir. Estratégias para a vida noturna Trocar o dia pela noite pode parecer estranho para nós, mas faz parte do estilo de vida de algumas espécies. À noite, há alguns animais que podem surpreender. Os animais noturnos têm uma série de características especiais para viver à noite. Por exemplo, o lobo-guará enxerga muito bem, mesmo sem luminosidade. Seu olfato fica melhorado e sua audição é uma poderosa aliada, devido às grandes orelhas que ele tem. Além disso, ele tem as patas acolchoadas para não fazer barulho e, assim, chegar bem pertinho da presa sem assustá-la. Diferentemente de outros lobos, ele também se alimenta de frutas. A audição é um dos sentidos fundamentais para as corujas, assim como a visão perfeita. Além disso, elas têm penas especiais que permitem voar sem fazer barulho nenhum – uma boa estratégia para pegar a presa de surpresa! O morcego, por sua vez, não faz questão de ser silencioso. Pelo contrário, para poder se guiar na noite, ele emite um barulho e, pelo eco que o som faz, descobre onde estão os obstáculos e alimentos que procura. Essa estratégia, chamada eco localização, é usada por outros animais como o boto – que, apesar de não ser considerado noturno, é um mamífero que vive em um ambiente de águas muito escuras, o rio Negro, na Amazônia. No leito dos rios amazônicos, também vive o poraquê, peixe de hábitos noturnos que usa descargas elétricas para capturar outros peixes para comer. Esse texto foi escrito para
denunciar um acontecimento.
divulgar uma campanha.
fazer um apelo.
informar o leitor.
Leia o texto abaixo para responder às questões a seguir. Muito antes do celular Basta olhar com um pouquinho de atenção para o mundo à nossa volta e fica fácil perceber: as tecnologias de comunicação estão cada vez mais presentes em nossas vidas. Telefones celulares com mil e uma funções, internet rápida, tablets, conexão sem fio... Enviar e receber informações é o que está por trás de todas essas invenções. Cerca de 400 anos atrás, para uma mensagem sair de um lugar e chegar a outro, ela precisava ser escrita em um papel, que era transportado por um mensageiro do lugar onde a coisa aconteceu até o lugar onde estava a pessoa que seria informada sobre aquilo. Uma das maiores invenções humanas, o sistema de correios – surgido na Inglaterra no final do século 17 – permitiu dividir os custos de todas as mensagens trocadas, pois o mesmo mensageiro podia entregar vários bilhetes. No mesmo século, a invenção dos jornais tornou possível receber informações sobre muitas coisas diferentes, que haviam acontecido em lugares diversos. Todas eram transmitidas ao mesmo tempo, graças a uma central (o jornal) que recebia cartas de correspondentes em diversos lugares, o tempo todo. Só que, apesar desses dois grandes avanços na forma como as informações podiam ser compartilhadas, as mensagens ainda dependiam da velocidade dos meios de transporte para chegar ao seu destinatário, fosse uma pessoa ou um jornal. A saída inovadora e revolucionária para esse problema foi a invenção da telegrafia (tele quer dizer “a distância”, e grafia significa “escrita”). Foram elaborados sistemas de semáforos em que letras são formadas por bandeirolas dispostas de maneiras específicas. A partir do final do século 18, na França, foram instaladas “linhas” de semáforos, capazes de transmitir mensagens ao longo de centenas de quilômetros. [...] Já em meados do século 19, a descoberta da indução eletromagnética permitiu ligar dois pontos muito distantes por um fio condutor de eletricidade, dando origem à telegrafia por fio. [...]
Qual é o assunto desse texto?
A) A evolução das tecnologias de comunicação.
B) A forma de funcionamento do telégrafo.
C) A importância das tecnologias de comunicação.
D) A invenção do sistema de correios.
No trecho: ‘tele quer dizer “a distância”, e grafia significa “escrita”’, os parênteses foram usados para
destacar uma expressão.
fazer uma citação de outro autor.
fazer uma explicação.
indicar um diálogo.
Leia o texto abaixo. A capital mineira tem Lourdes e Savassi, com suas ruas arborizadas, lojas de grife e cafés charmosos; a Pampulha, com obras de Oscar Niemeyer; restaurantes estrelados, que não deixam nada a desejar em relação a outras metrópoles [...]. Mas uma das melhores coisas de BH não está nos lugares. E sim nos moradores, que, com sua simpatia e o jeitim devagarim de falar, fazem questão de manter o clima de cidade do interior. Nesse texto, a expressão “jeitim devagarim” foi utilizada para
destacar a passagem do tempo na capital mineira.
fazer uma crítica à linguagem formal.
ironizar as características das pessoas de BH.
representar a forma de falar dos mineiros.
Leia o texto abaixo. Do bonde ao automóvel Depois das primeiras locomotivas, veio o bonde, um veículo elétrico muito usado para o transporte público. No Brasil, o bonde foi muito comum nas principais cidades. Hoje, poucos ainda funcionam. O mais charmoso deles é o que vai até o alto do bairro de Santa Tereza, no Rio de Janeiro. É um passeio superlegal, experimente! Em 1863, surgiu o metrô. Foi uma revolução e tanto. Afinal, os vagões do metrô andavam por baixo da terra! Hoje, nas grandes cidades, o metrô é a melhor forma de transporte, porque não polui o ar e com ele você fica longe dos terríveis congestionamentos de trânsito. Mas, em matéria de transporte, o grande passo mesmo foi dado pelo alemão Karl Benz, que inventou o carro, em 1885. Mas era tão caro, tão caro, que só em 1908 as pessoas puderam começar a comprá-lo. Nesse texto, a frase que apresenta uma opinião é:
A) “Depois das primeiras locomotivas, veio o bonde,...”.
B) “... o bonde foi muito comum nas principais cidades.”.
C) “É um passeio superlegal,...”.
D) “Em 1863, surgiu o metrô.”.
Escolas americanas atrasam aula para manter jovem ligado
Jilly dos Santos bem que tentava chegar à escola no horário. Programava o alarme de seu
telefone para tocar três vezes sucessivas. Deixava de tomar o café da manhã. Maquiava-se às
pressas já no carro, dirigido por seu pai irritado. Mas poucas vezes no ano passado conseguiu
chegar ao seu colégio, o Rock Bridge High School, em Columbia, Missouri, antes do primeiro
sinal, às 7h50.
Então ela soube que as aulas iam começar ainda mais cedo, às 7h20. “Pensei: ‘Se isso
acontecer, eu morro’”, lembrou a estudante de 17 anos. [...] Foi quando a adolescente com
déficit de sono virou ativista do sono, decidida a convencer o conselho de ensino de uma
verdade que conhecia desde o íntimo de seu corpo cansado: adolescentes são movidos por seu
próprio desenvolvimento físico a se deitar tarde e acordar tarde.
O movimento iniciado há quase 20 anos para fazer as aulas do ensino secundário
começarem mais tarde vem ganhando força em comunidades como Columbia. Centenas de
escolas em todo o país vêm cedendo ao acúmulo de evidências dadas por pesquisas sobre o
relógio biológico adolescente. [...]
Novas evidências sugerem que o adiamento do início das aulas traz benefícios.
Pesquisadores na Universidade do Minnesota estudaram oito colégios em três Estados
antes e depois da mudança.
Resultados indicam que quanto mais tarde as aulas começam, melhor é o desempenho dos
alunos em vários quesitos, incluindo saúde mental, índices de acidentes de carro, frequência
escolar e, em alguns casos, aproveitamento e notas em provas padronizadas.
Quando o cérebro se desenvolve e a atividade hormonal aumenta, adolescentes que
dormem oito horas diárias regularmente podem aprender melhor e têm menos chances de se
atrasar, envolver-se em brigas ou sofrer lesões esportivas. Dormir bem também pode moderar
sua tendência a tomar decisões de modo impulsivo ou arriscado.
Durante a puberdade, a melatonina, o hormônio “do sono”, é liberada mais tarde nos
adolescentes, razão pela qual eles só sentem sono por volta das 23h. A sonolência pode ser
adiada ainda mais pela luz azul estimulante dos aparelhos eletrônicos, que engana o cérebro,
levando-o a continuar desperto, como que com a luz do dia, atrasando a liberação da melatonina
e o adormecimento. O estudo do Minnesota observou que 88% dos alunos levavam seu celular
para o quarto.
Resistentes à mudança, muitos pais e alguns estudantes dizem que ela faz os treinos
esportivos terminarem tarde, prejudica empregos de alunos que trabalham e reduz o tempo de
que dispõem para fazer lição de casa. A resistência se deve, dizem estudiosos, ao ceticismo
quanto ao caráter essencial do sono.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/educacao. Acesso em: 19 mar. 2014. Fragmento.
Sobre o sono dos adolescentes, o autor desse texto afirma que
as escolas americanas atenderam às reivindicações de Jilly dos Santos.
as luzes dos aparelhos eletrônicos ajudam os adolescentes a dormir mais.
os adolescentes das escolas americanas se tornaram ativistas do sono.
os alunos têm melhor rendimento escolar quando acordam mais tarde.
Leia o texto abaixo. Sandy Island – a ilha que não existia e como ela foi parar no Google Earth No Google Earth, um ponto preto indicava a presença de uma ilha, no sul do Oceano Pacífico. Contudo, quando um grupo de pesquisadores australianos resolveu ir até lá, só encontrou água. O mistério de Sandy Island começou em 1876 e tem enganado navegadores até hoje. Mas como uma mentira dessas foi parar no sistema de mapas do Google? Um navio baleeiro chamado Velocity foi o primeiro a identificar a ilha, em 1876, conforme conta o Live Science. Ela então fez parte dos mapas da Marinha Inglesa, a partir de 1908, sendo incluída no banco de dados da World Vector Shoreline, sistema desenvolvido pela Marinha norte-americana e uma das bases do Google Maps. O problema é que Sandy Island nunca existiu. Especula-se que o Velocity tenha visto não uma ilha, mas uma área de pedra-pome, uma rocha flutuante, de baixa densidade, formada por lava resfriada – o que é bastante provável, dada a existência de diversos vulcões na região. Assim, por um erro bobo, a falsa existência de Sandy Island foi perpetuada nos sistemas digitais, sendo uma das maiores farsas de todos os tempos. A informação principal desse texto está presente no trecho:
A) "... um grupo de pesquisadores australianos resolveu ir até lá,...". (ℓ. 2-3)
B) "Um navio baleeiro chamado Velocity foi o primeiro a identificar a ilha,...". (ℓ. 6)
C) "O problema é que Sandy Island nunca existiu.". (ℓ. 9-10)
D) "... uma rocha flutuante [...] formada por lava resfriada...". (ℓ. 12)
Leia o texto abaixo. O cronista é um escritor crônico O primeiro texto que publiquei em jornal foi uma crônica. Devia ter eu lá uns 16 ou 17 anos. E aí fui tomando gosto. Dos jornais de Juiz de Fora, passei para os jornais e revistas de Belo Horizonte e depois para a imprensa do Rio e São Paulo. Fiz de tudo (ou quase tudo) em jornal: de repórter policial a crítico literário. Mas foi somente quando me chamaram para substituir Drummond no Jornal do Brasil, em 1984, que passei a fazer crônica sistematicamente. Virei um escritor crônico. O que é um cronista? Luís Fernando Veríssimo diz que o cronista é como uma galinha, bota seu ovo regularmente. Carlos Eduardo Novaes diz que crônicas são como laranjas, podem ser doces ou azedas e ser consumidas em gomos ou pedaços, na poltrona de casa ou espremidas na sala de aula. Já andei dizendo que o cronista é um estilita. Não confundam, por enquanto, com estilista. Estilita era o santo que ficava anos e anos em cima de uma coluna, no deserto, meditando e pregando. São Simeão passou trinta anos assim, exposto ao sol e à chuva. Claro que de tanto purificar seu estilo diariamente o cronista estilita acaba virando um estilista. O cronista é isso: fica pregando lá em cima de sua coluna no jornal. [...]
A linguagem utilizada nesse texto é, predominantemente,
formal.
informal.
regional.
técnica.
Nesse texto, a expressão “vai mais longe” foi utilizada para
A) apresentar uma definição.
B) fazer uma crítica.
C) indicar duplo sentido.
D) mostrar exagero.
É verdade que o açaí é uma das frutas mais calóricas que existem?
Não é, não. Só para comparar, 100 gramas da fruta têm em média 65 calorias. É o mesmo
que 100 gramas de manga ou de maçã, e bem menos que 100 gramas de banana (105
calorias), de abacate (162 calorias) ou do super calórico tamarindo (230 calorias). Mas de
onde vem a má fama do açaí? “O que torna o açaí consumido nas lanchonetes bastante
calórico é a adição de outros ingredientes no preparo da polpa.
O famoso açaí “na tigela”, popular na região Sudeste, é preparado justamente com essa
polpa turbinada. E com uma agravante: muitas vezes, o açaí vem acompanhado de outras
delícias, como banana e granola, que aumentam muito o total de calorias [...]. Mas não entre
na neura de ficar contando calorias que nem louco. Vale a pena comer açaí de vez em quando,
porque ele é super nutritivo. [...]
Disponível em: <http://mundoestranho.abril.com.br/ Acesso em: 21 ago. 2013. Fragmento.
O termo em destaque no trecho “... não entre na neura...” significa
algo que incomoda.
ideia fixa.
limitação.
mania de perseguição.
