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SAEB

Total questions: 104

Worksheet time: 4hrs 24mins

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1.

Leia o trecho da reportagem abaixo:

Jornal do Rio está fazendo 50 anos

Ousado e investigativo o “Correio do Povo” sempre mostrou numa linguagem muito

clara, tanto com os assuntos da cidade, do país e do mundo, como também dos municípios

do bairro de cada cidadão e leitor.

Fonte: Revista Veja 2001.

2. No trecho “Ousado e investigativo o Correio do Povo sempre mostrou numa

linguagem muito clara...” as palavras destacadas qualificam:

a)

a) A cidade do Rio de Janeiro.

b)

b) O leitor.

c)

c) O jornal

d)

d) Os jornalistas.

2.

Pássaro em vertical

Cantava o pássaro e voava

Cantava para lá

Voava para cá

Voava o pássaro e cantava

De

Repente

Um

Tiro

Seco

Penas fofas

Leves plumas

Mole espuma

E um risco

Surdo

N

O

R

T

E

S

U

L

Fonte: NEVES. Libério. Pedra solidão. Belo Horizonte: Movimento Perspectiva, 1965.

15

Caderno de Atividades

3. Qual é o assunto do texto

a)

a) Um pássaro em vôo, que leva um tiro e cai em direção ao chão.

b)

b) Um pássaro que cantava o dia todo.

c)

c) Um pássaro que sonhava com a liberdade.

d)

d) A queda de um pássaro que não sabia voar.

3.

4.De que maneira a forma global do poema se relaciona com o título “Pássaro em

vertical”?

a)

a) A disposição das palavras no texto tem relação com o sentido produzido.

b)

b) As palavras “norte-sul” não foram escritas verticalmente no poema.

c)

c) O fato de que o pássaro possui penas e/ou plumas fofas e leves.

d)

d) O termo vertical pode ser associado ao vôo do pássaro.

4.

Como um filho querido

Tendo agradado ao marido nas primeiras semanas de casados, nunca quis ela se

separar da receita daquele bolo. Assim, durante 40 anos, a sobremesa louvada compôs

sobre a mesa o almoço de domingo, e celebrou toda data em que o júbilo se fizesse

necessário.

Por fim, achando ser chegada a hora, convocou ela o marido para o conciliábulo

apartado no quarto. E tendo decidido ambos, comovidos, pelo ato solene, foi a esposa

mais uma vez à cozinha assar a massa açucarada, confeitar a superfície.

Pronto o bolo, saíram juntos para levá-lo ao tabelião, a fim de que se lavrasse ato de

adoção, tornando-se ele legalmente incorporado à família, com direito ao prestigioso

sobrenome Silva, e nome Hermógenes, que havia sido do avô.

Fonte: COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. p.57.

5. No conto “Como um filho querido” a esposa e o esposo foram ao tabelião com

intuito de:

a)

a) Regularizar a situação de um parente registrando seu nome.

b)

b) Registrar o nome do filho querido que há 40 anos fazia parte da família, mas

não tinha registro.

c)

c) Lavrar o ato de adoção do bolo no tabelionato, e assim, incorporá-lo à família

como um filho querido com direito ao sobrenome da família Silva.

d)

d) Lavrar o ato de adoção do filho querido para que o mesmo recebesse o

nome do seu avô paterno, Hermógenes.

5.

A expressão no 2º parágrafo “Convocou ela o marido para o conciliábulo

apartado no quarto” significa:

a)

a) A mulher chamou o marido para uma conversa séria no quarto a fim de convencê-

lo de que era preciso dar um nome ao bolo e registrá-lo no tabelionato.

b)

b) A mulher convidou o marido para uma breve reunião no quarto do casal na

qual decidiriam pelo registro do nome do bolo no tabelionato.

c)

c) A esposa determinou ao marido que fosse ao quarto a fim de convencê-lo de

dar um nome e registro ao bolo no cartório por meio de uma comemoração

íntima.

d)

d) A esposa pediu para o marido que a acompanhasse até o quarto onde decidiriam

registrar o nome do bolo no cartório de registros por meio de uma

assembléia geral.

6.

Por que os japoneses vieram ao Brasil?

E por quê, agora, seus descendentes estão indo para o Japão?

No início do século 20, as lavouras de café brasileiras precisavam de mão-de-obra.

A saída do governo brasileiro foi atrair imigrantes. O momento não podia ser melhor

para os japoneses – lá, o desemprego bombava por causa da mecanização da lavoura.

Outro motivo que facilitou a vinda deles foi um tratado de amizade que Brasil e Japão

tinham acabado de assinar.

17

Caderno de Atividades

Aí, a situação se inverteu: o Japão se transformou em uma potência e, lá pela década

de 80, ficou difícil bancar a vida no Brasil por causa da inflação e do desemprego.

Os netos e bisnetos dos imigrantes japoneses enxergaram, então, uma grande chance

de se dar bem e foram em massa para o Japão. Até 2006, a comunidade brasileira no

país já havia alcançado 313 pessoas.

Fonte: Revista Capricho nº 1045 maio/2008 p.94.

5. Na frase: “... o desemprego bombava por causa da mecanização da lavoura”, a

expressão destacada pode ser substituída por:

a)

a) Aumentava.

b)

b) Apontava.

c)

c) Atraía.

d)

d) Bancava.

7.

O leão, o burro e o rato

Um leão, um burro e um rato voltavam, afinal, da caçada que haviam empreendido

juntos e colocaram numa clareira tudo que tinham caçado: dois veados, algumas perdizes,

três tatus, uma paca e muita caça menor. O leão sentou-se num tronco e, com voz

tonitruante que procurava inutilmente suavizar, berrou:

- Bem, agora que terminamos um magnífico dia de trabalho, descansemos aqui,

camaradas, para a justa partilha do nosso esforço conjunto. Compadre burro, por favor,

você, que é o mais sábio de nós três, com licença do compadre rato, você, compadre

burro, vai fazer a partilha desta caça em três partes absolutamente iguais. Vamos, compadre

rato, até o rio, beber um pouco de água, deixando nosso grande amigo burro em

paz para deliberar.

Os dois se afastaram, foram até o rio, beberam água e ficaram um tempo. Voltaram

e verificaram que o burro tinha feito um trabalho extremamente meticuloso, dividindo

a caça em três partes absolutamente iguais. Assim que viu os dois voltando, o burro

perguntou ao leão:

- Pronto, compadre leão, aí está: que acha da partilha?

O leão não disse uma palavra. Deu uma violenta patada na nuca do burro, prostando-

o no chão, morto.

Sorrindo, o leão voltou-se para o rato e disse:

- Compadre rato, lamento muito, mas tenho a impressão de que concorda em que

não podíamos suportar a presença de tamanha inaptidão e burrice. Desculpe eu ter

perdido a paciência, mas não havia outra coisa a fazer. Há muito que eu não suportava

mais o compadre burro. Me faça um favor agora - divida você o bolo da caça, incluindo,

por favor, o corpo do compadre burro. Vou até o rio, novamente, deixando-lhe calma

para uma deliberação sensata.

Mal o leão se afastou, o rato não teve a menor dúvida. Dividiu o monte de caça em

dois: de um lado, toda a caça, inclusive o corpo do burro. Do outro apenas um ratinho

cinza morto por acaso. O leão ainda não tinha chegado ao rio, quando o rato chamou:

- Compadre leão, está pronta a partilha!

O leão, vendo a caça dividida de maneira tão justa, não pôde deixar de cumprimentar

o rato:

20Língua Portuguesa –

Anos Finais do Ensino Fundamental -

Prova Brasil -

2009

- Maravilhoso, meu caro compadre, maravilhoso! Como você chegou tão depressa

a uma partilha tão certa?

E o rato respondeu:

- Muito simples. Estabeleci uma relação matemática entre seu tamanho e o meu - é

claro que você precisa comer muito mais. Tracei uma comparação entre a sua força e

a minha - é claro que você precisa de muito maior volume de alimentação do que eu.

Comparei, ponderadamente, sua posição na floresta com a minha - e, evidentemente, a

partilha só podia ser esta. Além do que, sou um intelectual, sou todo espírito!

- Inacreditável, inacreditável! Que compreensão! Que argúcia! - exclamou o leão,

realmente admirado. - Olha, juro que nunca tinha notado, em você, essa cultura. Como

você escondeu isso o tempo todo, e quem lhe ensinou tanta sabedoria?

- Na verdade, leão, eu nunca soube nada. Se me perdoa um elogio fúnebre, se não

se ofende, acabei de aprender tudo agora mesmo, com o burro morto.

Millôr Fernandes

8. A narrativa procura passar a idéia de que:

a)

a) A justiça é cega.

b)

b) Os fortes não são sábios.

c)

c) A sabedoria é própria das criaturas menores.

d)

d) Só um burro tenta ficar com a parte do leão.

8.

Elegia

Ganhei (perdi) meu dia.

E baixa a coisa fria

Também chamada noite, e o frio ao frio

em bruma se entrelaça, num suspiro.

21

Caderno de Atividades

E me pergunto e me respiro

na fuga deste dia que era mil

para mim que esperava

os grandes sóis violentos, me sentia

tão rico deste dia

e lá se foi secreto, ao serro frio (...)

Carlos Drummond de Andrade

9. Dos versos, podemos entender que:

a)

a) O poeta sente medo e tristeza dentro da noite negra e fria. Ele ama o dia e

sua luz.

b)

b) O poeta exprime um suave sentimento de tranqüilidade, ao cair de uma noite

de inverno: ele merecera e ganhara mais um dia, aproveitando o descanso

da noite para meditar.

c)

c) O poeta sente-se triste ao fim de mais um dia de um longo inverno, e lembrase

com saudade dos dias quentes e alegres do verão.

d)

d) O poeta, sentindo próximo o fim da vida, faz um retrospecto melancólico,

confrontando o muito que espera e o nada que tem nas mãos.

9.

Sou contra a redução da maioridade penal

A brutalidade cometida contra os dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira da

redução da idade penal. A violência seria resultado das penas que temos previstas em

lei ou do sistema de aplicação das leis? É necessário também pensar nos porquês da

violência já que não há um único crime.

De qualquer forma, um sistema sócio-econômico historicamente desigual e violento

só pode gerar mais violência. Então, medidas mais repressivas nos dão a falsa sensação

de que algo está sendo feito, mas o problema só piora. Por isso, temos que fazer as

opções mais eficientes e mais condizentes com os valores que defendemos. Defendo

uma sociedade que cometa menos crimes e não que puna mais. Em nenhum lugar do

mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema

penal. Fazer isso não diminuirá a violência e formará mais quadros para o crime. Além

disso, nosso sistema penal como está não melhora as pessoas, ao contrário, aumenta

sua violência.

O Brasil tem 400 mil trabalhadores na segurança pública e 1,5 milhão na segurança

privada para uma população que supera 171 milhões de pessoas. O problema não está

só na lei, mas na capacidade para aplicá-la. Sou contra a redução da idade penal porque

tenho certeza que ficaremos mais inseguros e mais violentos. Sou contra porque

sei que a possibilidade de sobrevivência e transformação destes adolescentes está na

correta aplicação do ECA. Lá estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização

de adolescentes que violaram a lei. Agora não podemos esperar que adolescentes

sejam capturados pelo crime para, então, querer fazer mau uso da lei. Para fazer

o bom uso do ECA é necessário dinheiro, competência e vontade.

Sou contra toda e qualquer forma de impunidade. Quem fere a lei deve ser responsabilizado.

Mas reduzir a idade penal, além de ineficiente para atacar o problema, desqualifica

a discussão. Isso é muito comum quando acontecem crimes que chocam a

opinião pública, o que não respeita a dor das vítimas e não reflete o tema seriamente.

Problemas complexos não serão superados por abordagens simplórias e imediatistas.

Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, um projeto ético e político de

sociedade que valorize a vida em todas as suas formas. Nossos jovens não precisam

ir para a cadeia. Precisam sair do caminho que os leva lá. A decisão agora é nossa: se

queremos construir um país com mais prisões ou com mais parques e escolas.

Fonte: ROSENO, Renato. Coordenador do CEDECA - Ceará e da ANCED

- Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente.

10. Identifique o tema central trabalhado no texto:

a)

a) Desigualdade Social.

b)

.

b) Maioridade .

c)

c) Preconceito.

d)

.

d) Violência.

10.

11. Com base na leitura do texto, assinale a alternativa que expressa a opinião do

autor e não um fato narrado:

a)

a) O Brasil tem 400 mil trabalhadores na segurança pública e 1,5 milhão na segurança

privada para uma população que supera 171 milhões de pessoas.

b)

b) No [ECA] estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização

de adolescentes que violaram a lei.

c)

c) Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, um projeto ético e político

de sociedade que valorize a vida em todas as suas formas.

d)

d) A brutalidade cometida contra dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira

da redução da idade penal.

11.

A que gênero pertence o texto lido:

a)

a) Uma entrevista.

b)

b) Um artigo de opinião.

c)

c) Um texto de divulgação científica.

d)

d) Um depoimento pessoal.

12.

Quais alimentos foram trazidos ao Brasil pelos japoneses?

Pensou em um festival de sushis e sashimis? Pense maior. No total, os japoneses

trouxeram mais de 50 tipos de alimentos ao Brasil. Os primeiros provavelmente foram

as variedades de caqui doce e a tangerina poncã, que chegaram nos anos 20. Mas foi

a partir da década de 1930 que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui.

O cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando ou arrendando lotes

de terras das fazendas cafeeiras falidas após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos

proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que não eram populares

no Brasil. Muitos imigrantes traziam mudas junto com suas bagagens nos navios.

Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de fruta insuspeita: a uva-itália, que

apesar de ser italiana, como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas, na

década de 1940. A coisa era mais fácil quando vinha por meios oficiais, via acordos de

cooperação entre os dois países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava

sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em 1971. Junto com as comidas

“inéditas”, os japoneses trouxeram técnicas para ampliar a escala de produção de

gêneros alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao esquema de fundo

de quintal, como o alface, o tomate, o chá preto, a batata e o emblemático exemplo da

produção de frangos e ovos.

A avicultura brasileira apenas ensaiava um vôo de galinha até a década de 1930.

A atividade só decolou de vez com a importação de aves-matrizes do Japão e com a

experiência dos imigrantes japoneses nas granjas.

Fonte: Revista Superinteressante. pág.59. Edição 246 – Dezembro. 2007

25

Caderno de Atividades

14. A idéia central do texto é:

a)

a) 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar.

b)

b) Um terço da população não sabe o que é água encanada.

c)

c) 84 milhões deles estão desnutridos.

d)

d) Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África.

13.

Cerca de 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar por dia – 84 milhões

deles estão desnutridos. Um terço da população não sabe o que é água encanada

e mais da metade não tem acesso a hospitais. Sem garantias básicas, o continente

vira ninho de conflitos de terra, ditaduras e terroristas que podem agir na Europa ou nos

EUA. (...) Com tantos problemas, nada melhor que receber ajuda do resto do mundo,

certo? Pois é no meio dessa empolgação para fazer a pobreza virar história que o economista

queniano James Shikwati grita para o mundo: “Pelo amor de Deus, parem de

ajudar a África”.

Fonte: Revista Superinteressante, edição 240- junho;2007,p. 87.

A parte do texto que mostra opinião é:

a)

a) 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar.

b)

b) Um terço da população não sabe o que é água encanada.

c)

c) 84 milhões deles estão desnutridos.

d)

d) Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África.

14.

Leia o texto abaixo:

Debussy

Para cá, para lá...

Para cá, para lá...

Um novelozinho de linha...

Para cá, para lá...

Para cá, para lá...

Oscila no ar pela mão de uma criança

(Vem e vai...)

Que delicadamente e quase a adormecer o balanço

Psio...-

Para cá, para lá...

Para cá e ...

- O novelozinho caiu.

Manuel Bandeira

1. O autor repete várias vezes “Para cá, para lá...”. Esse recurso foi utilizado

para:

a)

a) Acompanhar o movimento do novelo e criar o ritmo do balanço.

b)

b) Reproduzir exatameante os sons repetitivos do novelo.

c)

c) Provocar a sensação de agitação da criança.

d)

d) Sugerir que a rima é o único recurso utilizado na poesia.

15.

Leia os textos abaixo e responda a questão abaixo. 

 

A distribuição da água no mundo, no Brasil e na Amazônia

 

O volume total de água na Terra não aumenta nem diminui: é sempre o mesmo. Hoje somos mais de 5 bilhões de pessoas que, com outros seres vivos, repartem essa água. O desenvolvimento do ser humano está em grande parte relacionado à quantidade e à qualidade da água.

Cada pessoa gasta por dia, em média, 40 litros de água: bebendo, tomando banho, escovando os dentes, lavando as mãos antes das refeições etc.

Apenas 0,7% do volume total de água da Terra é formado por água potável, isto é, pronta para o consumo humano. Hoje em dia, quase 2 bilhões de pessoas não dispõem de água potável.

Hoje, 54% da água disponível anualmente está sendo consumida, dos quais 2/3 na agricultura. Em 2025, 70% será consumida, apenas considerando o aumento da população. Caso os padrões de consumo dos países desenvolvidos forem estendidos à população mundial, estaremos consumindo 90% da água disponível.

www.iepa.ap.gov.br. Acesso 22/07/2007

 

Texto II

Planeta água

Água que nasce na fonte serena do mundo E que abre um profundo grotão Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão Águas que banham aldeias e matam a sede da população Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos

Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d’água é misteriosa canção Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra

Terra, planeta água ...

www.vagalume.com.br/guilhermearantes/planeta água.

 

Esses dois textos falam da:

a)

A) água das indústrias. 

b)

B) água da população.

c)

C) água no mundo. 

d)

D) água no banho. 

16.

(AVALIA-BH). Leia o texto abaixo.

 

Como os golfinhos dormem?

 

Os pesquisadores não têm certeza de como funciona o sono dos golfinhos. Uma das hipóteses é que eles nunca dormem totalmente e uma parte de seu cérebro permanece ativa, enquanto outra repousa, pois precisam subir à superfície para respirar. É possível também que eles tirem apenas cochilos para descansar. Há ainda a possibilidade de revezarem o descanso com os companheiros de grupo para evitar o ataque de predadores.

Recreio. n. 517. 4 fev. 2010. p. 5.

 

No trecho “... pois precisam subir à superfície para respirar.”, o termo destacado indica

a)

A) alternância.

b)

B) causa.

c)

C) condição.

d)

D) explicação.

17.

(SAVEAL). Leia o texto e responda.

 

O maravilhoso mundo dos ricos

 

A crise existe, é forte, mas nunca atinge a todos. Nos próximos dias, será lançado em São Paulo, no Jardins, um prédio de luxo cuja cobertura está sendo vendida por 19,5 milhões de reais. Isso mesmo: cerca de 6,5 milhões de dólares pelos seus 1.152 metros quadrados. Para quem estiver interessado mas, eventualmente, ainda não tiver toda essa grana na mão: o apartamento pode ser para em até 34 meses.

(VEJA, nº19, 12/05/2004. p.37.)

 

 “A crise existe, é forte, mas nunca atinge a todos”. Para reforçar essa idéia, o autor utiliza como argumento o fato de

a)

(A) um apartamento de luxo ser vendido por 19,5 milhões de reais.

b)

(B) um apartamento de luxo ser vendido em dólares.

c)

(C) um apartamento de luxo estar localizado nos Jardins.

d)

(D) um apartamento de luxo ter 1.152 metros quadrados.

18.

(SEAPE). Leia o texto abaixo.

 

O maior de todos os presentes

 

Era noite. [...] Como sempre acontece em noites de tempestade, a energia acabou. Eu, criança ainda, só poderia estar nervoso e muito assustado; o que me levava a perguntar a todo instante:

− Pai, quando a luz vai voltar?

− Em breve, meu filho − dizia meu pai [...].

Deixando-me sozinho por uns instantes, foi até o quarto e voltou de lá com algo na mão. Reconheci logo o pequeno objeto: era uma caixa de madeira escura que ele mantinha em sua escrivaninha. [...]

− O tempo passa rápido, não é, filho?

− ele perguntou.

− Passa, papai; que nem flecha, né?

− Pois é. Hoje você já está com dez anos e já é quase um homem, não é?

− Sim, papai.

− Pois, então, é hora de lhe passar esse presente.

Naquele momento, ele me entregou a caixa de madeira, [...] quando me fez jurar que eu jamais a abriria sem o seu consentimento. [...]

Vinte anos se passaram. A misteriosa caixa se manteve em meu poder. Sempre que eu passava por uma situação difícil [...], eu me recordava daquela noite de tempestade com papai. A doença de meu filho caçula foi o pior de todos os momentos. [...] Até que um dia, finalmente, meu filho recebeu alta do tratamento. Nesse dia meu pai, estando em nossa casa para nos felicitar pela melhora, me pediu:

− Filho, você ainda tem aquela caixa? Pode apanhá-la, por favor?

Corri até o segundo andar da casa e voltei como uma flecha para a sala. Ele me disse:

− Agora você já pode abrir.

Nervoso, eu atendi ao seu comando. Fiquei atordoado por alguns segundos. [...]

− Esse é o maior tesouro de um homem. E, hoje, vejo que esse homem está bem na minha frente!

Aquela velha caixa não possuía nenhuma pedra preciosa, nenhum objeto valioso. Na verdade, ela estava vazia. Mas através dela percebi que já havia ganhado o meu maior presente: o autocontrole de saber aguardar pelo momento certo; a paciência do saber esperar.

MATIAS, Fabiano de Oliveira dos Santos. Disponível em: <http://www.letraseeartes.com.br/2011/01/tres-bons-exemplos-de-textos-narrativos.html>. Acesso em: 24 nov. 2014. Fragmento.

 

O trecho desse texto que comprova a presença de um narrador-personagem é:

a)

A) “Como sempre acontece em noites de tempestade, a energia acabou.”. (1° parágrafo)

b)

B) “Deixando-me sozinho por uns instantes, foi até o quarto...”. (4° parágrafo)

c)

C) “Pois, então, é hora de lhe passar esse presente.”. (10° parágrafo)

d)

D) “Esse é o maior tesouro de um homem.”. (15° parágrafo)

19.

Leia o texto para responder a questão abaixo:

 

Mente quieta, corpo saudável  

 

A meditação ajuda a controlar a ansiedade e a aliviar a dor? Ao que tudo indica, sim. Nessas duas áreas os cientistas encontraram as maiores evidências da ação terapêutica da meditação, medida em dezenas de pesquisas. Nos últimos 24 anos, só a clínica de redução do estresse da Universidade de Massachusetts monitorou 14 mil portadores de câncer, AIDS, dor crônica e complicações gástricas. Os técnicos descobriram que, submetidos a sessões de meditação que alteraram o foco da sua atenção, os pacientes reduziram o nível de ansiedade e diminuíram ou abandonaram o uso de analgésicos. 

Revista Superinteressante, outubro de 2003

 

O texto tem por finalidade 

a)

(A) criticar. 

b)

(B) conscientizar. 

c)

(C) denunciar. 

d)

(D) informar. 

20.

(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

Leia o texto abaixo:

A função da arte  

 

Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que desco­brisse o mar.

Viajaram para o Sul.

Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.

Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.

E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:

– Me ajuda a olhar!

 

GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Trad. Eric Nepomuceno 5ª ed. Porto Alegre: Editora L & PM, 1997.

 

O menino ficou tremendo, gaguejando porque

a)

(A) a viagem foi longa.

b)

(B) as dunas eram muito altas.

c)

(C) o mar era imenso e belo.

d)

(D) o pai não o ajudou a ver o mar.

21.

(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

 

A beleza total

 

A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilha­ços.

A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condu­tores, e estes, por sua vez, perdiam toda capacidade de ação. Houve um engarrafa­mento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa.

O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe, pois o mordomo se suici­dara com uma foto de Gertrudes sobre o peito.

Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a ex­trema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um dia cerrou os olhos para sempre. Sua beleza saiu do corpo e ficou pairando, imortal. O corpo já então enfezado de Gertrudes foi recolhido ao jazigo, e a beleza de Gertrudes continuou cintilando no salão fechado a sete chaves.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.

 

O conflito central do enredo é desencadeado

A) pela extrema beleza da personagem.

B) pelos espelhos que se espatifavam.

C) pelos motoristas que paravam o trânsito.

D) pelo suicídio do mordomo.

a)

A) pela extrema beleza da personagem.

b)

B) pelos espelhos que se espatifavam.

c)

C) pelos motoristas que paravam o trânsito.

d)

D) pelo suicídio do mordomo.

22.

Leia o texto e responda a questão abaixo.

 

GATO PORTÁTIL

 

Bichanos de apartamento não estão condenados a viver confinados. “Embora seja comum os gatos ficarem nervosos e terem medo de sair de casa nas primeiras vezes, é possível acostumá-los a ser sociáveis, a passear e até a viajar com seus donos numa boa”, a passear e até a viajar com seus donos numa boa”, afirma Hannelore Fuchs, veterinária especialista em comportamento, de São Paulo. “Basta começar cedo o treinamento e fazê-lo aos poucos.” Hannelore conta que tem um gato que adora passear de carro e que vira e mexe vai para a praia com ela. “Isso promove o enriquecimento do cotidiano do bicho, o que é sempre extremamente positivo”, assegura. “Na Europa e nos Estados Unidos, onde os gatos estão cada vez mais populares, essa já é uma prática bastante difundida.”

Revista Cláudia, novembro de 2006

 

É um argumento que apóia a tese defendida pelo autor desse texto:

a)

A) Basta começar cedo o treinamento e fazê-lo aos poucos.

b)

B) Os gatos ficam nervosos e têm medo de sair de casa.

c)

C) Na Europa e nos Estados Unidos os gatos são populares.

d)

D) Hannelore é veterinária especialista em comportamento.

23.

(Saerj). Leia o texto abaixo.

 

Peixes de aquário: animais de estimação ou pestes?

 

A criação de peixes ornamentais é uma atividade de lazer muito popular, mas constitui uma ameaça aos ecossistemas marinhos e de água doce. Quando libertados na natureza, os peixes de aquário podem gerar impactos ambientais e até prejudicar a saúde humana.

A criação de peixes ornamentais em aquários – o aquarismo – é uma das atividades de lazer mais praticadas no mundo, mas também é uma crescente fonte de disseminação de peixes não nativos em corpos d’água de diversos países. Essa introdução de espécies de outras regiões por aquaristas pode ter desastrosos impactos sobre ecossistemas marinhos e de água doce e até na integridade física das pessoas. Peixes de aquário nunca devem ser libertados no meio ambiente. Para se desfazer de seus peixes, os aquaristas devem seguir as recomendações feitas por instituições da área ambiental: doá-los, vendê-los ou, se não for possível, sacrificá-los com anestésicos ou congelamento. [...]

Estudos sobre essa atividade mostraram que a presença de aquários nos lares proporciona melhor qualidade de vida para as pessoas. Alguns resultados positivos do aquarismo seriam: desenvolvimento do senso de responsabilidade, da iniciativa e da confiança em crianças, redução no nível de estresse em adultos e melhoria do bem-estar físico e psicológico em idosos (inclusive benefícios como tratamento suplementar para a doença de Parkinson).

Infelizmente, muitas pessoas que praticam essa atividade não cuidam de modo adequado de seus aquários, por diversos motivos. O interesse dos aquaristas pode ser afetado por problemas como o crescimento exagerado de algumas espécies, entre elas o pacu-de-barriga-vermelha; o comportamento agressivo de outras, como o oscar ou o apaiari, que atacam outros peixes colocados no mesmo aquário; e a morte de exemplares, decorrente de falhas de manutenção. [...]

Pesquisadores da agência de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) também mostraram que, naquele país, a liberação no ambiente de peixes de aquário é a segunda maior causa de introdução de espécies não nativas. Esse tipo de invasão biológica é mais grave no estado da Flórida. Em Taiwan, na Ásia, pesquisadores das universidades de Kaohsiung e Taiwan, e do Zoológico de Taipei descobriram que 20 das 26 espécies de peixes não nativos presentes nos ambientes naturais daquele país foram introduzidas devido a solturas de aquaristas.

Ciência Hoje. dezembro de 2009. Fragmento.

Qual é a tese defendida nesse texto?

a)

A) A prática do aquarismo traz benefícios para a saúde das pessoas.

b)

B) A soltura de peixes de aquários em corpos d’água prejudica o ecossistema.

c)

C) O aquarismo é uma das atividades de lazer mais praticadas no mundo.

d)

D) O descuido dos aquários por parte dos aquaristas é grande.

24.

Leia o texto abaixo e responda à questão.

 

CACHORROS

 

Os zoólogos acreditam que o cachorro se originou de uma espécie de lobo que vivia na Ásia. Depois os cães se juntaram aos seres humanos e se espalharam por quase todo o mundo. Essa amizade começou há uns 12 mil anos, no tempo em que as pessoas precisavam caçar para se alimentar. Os cachorros perceberam que, se não atacassem os humanos, podiam ficar perto deles e comer a comida que sobrava. Já os homens descobriram que os cachorros podiam ajudar a caçar, a cuidar de rebanhos e a tomar conta da casa, além de serem ótimos companheiros. Um colaborava com o outro e a parceria deu certo.

www.recreionline.com.br

 

O assunto tratado nesse texto é a

a)

A) relação entre homens e cães.

b)

B) profissão de zoológico

c)

C) amizade entre os animais.

d)

D) alimentação dos cães.

25.

O detalhe da propaganda que reforça a ideia de que a mulher é uma obra de arte é

a)

(A) a moldura do quadro.

b)

(B) o sorriso da modelo.

c)

(C) a mulher ao fundo.

d)

(D) a posição da modelo.

26.

Leia o texto para responder a questão abaixo:

 

A canícula

Artur Xexéo

 

A cena aconteceu num restaurante do Flamengo. Cinco pessoas à mesa comentavam o calor que fazia lá fora — e alguém comenta alguma outra coisa ultimamente na cidade?[...]

Desde então, não penso em outra coisa. Que fim levou o ventinho que fazia parte do verão carioca? Foi sugado pelo aquecimento global? Escapou pelo buraco da camada de ozônio? Cadê aqueles tempos em que, no auge do calor, a gente ia se refrescar à beira–mar? [...]

Que fim levou o cine Metro-Copacabana? Mais precisamente, que fim levou o ar refrigerado “com clima de montanha” que tornava as matinês de quintafeira, dia em que mudava o filme em cartaz, num oásis contra a canícula?[...]

Considerando o tema do texto e a necessidade de um oásis (3 ° parágrafo), pode-se entender que o significado do título “A canícula” é

 

a)

(A) O calor muito forte.

b)

(B) A brisa refrescante.

c)

(C) A matinê de quinta-feira.

d)

(D) O aquecimento global

27.

(SAEPE). Leia o texto abaixo.

 

O RATO, A RÃ E O GAVIÃO

 

Um ratinho estava na margem de um rio, tentando passar para o outro lado.

Descia o barranco, mas, ao chegar próximo à água, voltava subindo rapidamente.

Tendo subido e descido quatro ou cinco vezes, percebeu que não seria possível alcançar a outra margem, pois o volume de água era muito grande e fatalmente se afogaria.

Ali, bem na beira do barranco, uma rã escondida em uma moita, assistia à luta do ratinho medroso. Pensando em comer aquele ratinho, ofereceu-lhe ajuda.

O ratinho, com ideia de fazer da rãzinha seu almoço, aceitou, mas perguntou como poderia ajudá-lo.

Muito simples, disse ela, amarro o cipó em minha perna e a outra ponta na sua e assim vou nadando e, ao mesmo tempo, puxando você. – Rapidamente, estaremos no lado de lá.

O ratinho agradeceu e... tichibumm...

Lá se foram os dois para dentro d’água, sempre pensando, cada um, em devorar o outro.

De repente, a rã mergulhou para afogá-lo, mas não podendo ficar muito tempo no fundo, veio à tona.

O rato tentava morder a cabeça da rã, mas ela submergia novamente. Era uma briga como todas, sem nenhum proveito, mas que estava sendo vista por um gavião que os apanhou e fez deles uma suculenta refeição.

Rio Grande do Sul: Edelbra, Erechim, Fevereiro. Coleção 4 Estações.

 

Nesse texto, a expressão “tichibumm” ( . 11) indica

a)

A) a braçada dada pela rã para atravessar o rio.

b)

B) a forma de agradecimento do ratinho.

c)

C) o barulho feito pelo ratinho ao pular na água.

d)

D) o espirro dado pelo ratinho.

28.

(SPAECE). Leia o texto abaixo e responda.

População mundial a caminho do empate

 

[...] Muito em breve – provavelmente ainda nos próximos anos –, a metade da humanidade terá apenas filhos suficientes para repor o seu tamanho. Isto é, grande parte dos casais terá entre dois e três filhos, no máximo, o que permitirá apenas a reposição e não o crescimento da população do mundo daquele momento. Traduzindo em linguagem demográfica, a taxa de fertilidade da metade do mundo será de 2,1 ou menos. [...]

Segundo a ONU, 2,9 bilhões de pessoas, quase a metade do total mundial de 6,5 bilhões, vivem em países com 2,1 ou menos de taxa de fertilidade. Para o início da década de 2010, a população mundial está estimada em 7 bilhões e a quantidade de pessoas com esta taxa de fertilidade será de 3,4 bilhões.

A queda da taxa de fertilidade, em nível de reposição, significa uma das mais radicais mudanças na história da humanidade. Isso tem implicações na estrutura e na vida familiar, mudando o cotidiano das pessoas, mas também em relação às políticas públicas em níveis global e local, a serem implementadas pelos diferentes países ou sugeridas por instituições como a ONU.

FRANCESCONE, Léa; SANTOS, Regina Célia Bega dos. Carta na escola. fevereiro de 2010. Fragmento.

 

No trecho “Isso tem implicações na estrutura e na...” (ℓ. 11), o pronome destacado retoma

a)

A) quantidade de pessoas.

b)

B) queda da taxa de fertilidade.

c)

C) história da humanidade.

d)

D) cotidiano das pessoas.

29.

Leia os textos para responder a questão abaixo:

Texto I

Soltar Pipas

 

Hoje quando eu estava voltando para casa, e passando por um bairro mais afastado do centro, vi dois meninos soltando pipa, ou papagaio como alguns chamam. Nesse instante me veio uma série de recordações da infância em que brincávamos de soltar pipa com os amigos da vizinhança.

Até mesmo participei uma vez de um concurso de pipas, onde tinha vários critérios como beleza, tipo e voar mais alto. Na época fiz um modelo conhecido por Bidê que lembra um pouco o 14 bis, foi muito divertido e ainda levei a medalha para casa. [...]

Hoje as brincadeiras mudaram bastante, hoje as crianças preferem os brinquedos eletrônicos, videogames, computadores…

http://www.extravase.com/blog/soltar-pipas/

 

Texto II

Soltar Pipas

 

As férias escolares vêm chegando e, com elas, as brincadeiras ganham as ruas. [...] É preciso ter cuidado quando a turma resolve soltar pipas. 

O primeiro vilão é o cerol, aquela mistura de cola e vidro, que os garotos passam na linha para disputar a pipa do outro. Embora pareça divertido, inúmeros casos de morte são registrados por cortes da linha. Segundo dados da Associação Brasileira de Motociclistas, são mais de 100 acidentes por ano, sendo que 25% deles são fatais.

[...]

Os animais também correm riscos, principalmente, aqueles que voam mais alto, como urubus, gaviões e corujas. As aves de médio porte, como pombas e passarinhos, quando sofrem uma lesão, raramente conseguem sobreviver.

www.acessa.com/infantil/arquivo/dicas

 

Em relação aos textos I e II, pode-se afirmar que

a)

(A) o texto I apresenta uma visão saudosista da brincadeira de pipas e o texto II mostra os perigos desta brincadeira.

b)

(B) o texto I apresenta formas diferentes de soltar pipas e o texto II mostra as consequências negativas da brincadeira.

c)

(C) o texto I narra casos perigosos sobre o ato de soltar pipas e o texto II alerta para a necessidade do uso de cerol.

d)

(D) o texto I compara as brincadeiras antigas com as novas e o texto II ressalta o comportamento das pessoas que soltam pipas.

30.

LEIA OS TEXTO ABAIXO:

DOR DE OUVIDO

Coloque compressas quentes sobre o ouvido doente. As compressas podem ser panos quentes, sacos de água quente, etc. Tome cuidado para que ela não esteja quente demais e queime a orelha da pessoa. Essas compressas são para colocar em cima da orelha, como se estivesse tampando-a e não para colocar dentro do ouvido. Nunca coloque nada quente dentro do ouvido, como gotas, óleos, etc., a menos que seja uma receita do médico. Não deixe a pessoa assoar o nariz com força, isso aumentará a dor. Isso tudo é só para aliviar a dor, só o médico pode dizer o que a pessoa tem e receitar um remédio. Fique ligado!

Disponível em: <http://iguinho.ig.com.br/primeiro-socorros.


Esse texto serve para:

a)

apresentar um medicamento.

b)

dar orientações ao leitor.

c)

contar um caso médico.

d)

explicar os motivos da dor.

31.

DOMINGÃO

Domingo, eu passei o dia todo de bode. Mas, no começo da noite, melhorei e resolvei bater um fio para o Zeca.

— E ai, cara? Vamos ao cinema?

— Sei lá, Marcos. Estou meio pra baixo....

— Eu também tava, cara. Mas já estou melhor!

E lá fomos nós. O ônibus atrasou, e nós pagamos o maior mico, porque, quando chegamos, o filme já tinha começado. Teve até um mane que perguntou se a gente tinha chegado para a próxima sessão.

Saímos de lá, comentando:

— Que filme massa!

— Maneiro mesmo!

Mas já era tarde, e nem deu para contar os últimos babados pro Zeca. Afinal, segunda-feira é de trampo e eu detesto queimar o filme com o patrão. Não vejo a hora de chegar de novo para eu agitar um pouco mais.

CAVÉQUIA. Márcia Paganini. In: http://ensinocomalegria.blogspot.com

Os dois personagens que conversam nesse texto são:

a)

jovens

b)

idosos

c)

crianças

d)

adultos

32.

GOLFINHO TAMBÉM É GENTE

Apesar do título acima, esclareço logo que eu não acho que golfinhos sejam “humanos”. Mas podem ser “pessoas”. Se considerarmos uma pessoa como um ser autônomo e ciente de sua identidade, então, os golfinhos têm todo o direito de pleitear essa distinção. Em um estudo que fiz em 2001 com minha colega Diana Reiss – Ph.D. em cognição e comportamento animal –, provamos que os golfinhos nariz de garrafa reconhecem a si mesmos em espelhos. Essa é uma capacidade rara no mundo animal, um clube que, além de humanos, só havia admitido os chimpanzés anãos. Pelo menos até onde a ciência sabia.

MARINO, Lori. Galileu: março, 2010


O argumento que sustenta a tese de que os golfinhos podem ser pessoas é:

a)

uma pessoa é um ser autônomo e ciente de sua identidade.

b)

uma coisa rara no mundo animal é a capacidade de reconhecer-se no espelho.

c)

os golfinhos reconhecem a si mesmos em espelhos.


d)

os golfinhos têm direito de reivindicar a classificação de pessoas.

33.


-OLÁ, QUERIDA!

Todo mundo que tem um irmão ou uma irmã sabe que é normal rolar discussão. O problema é que, quando isso acontece, quem está por perto acaba tendo que interferir. Você, assim como qualquer pessoa, não gosta de levar bronca e, por isso, acaba se sentindo muito injustiçada. Mas é claro que seus pais amam vocês duas e só querem que vivam em paz.

Então converse com eles e peça ajuda, dizendo que sua irmã precisa respeitar as suas coisas. Mais uma dica: não dê tanta importância às provocações da sua irmãzinha. Talvez ela mude de comportamento, quando perceber que não conseguiu mais irritar você.

Vitch. São Paulo: Abril, ed. 88, 2009


Leia novamente o trecho abaixo.

"Você, assim como qualquer pessoa, não gosta de levar bronca...”

A frase em destaque indica um tipo de linguagem:

a)

informal, usada por crianças e jovens.

b)

regional, usada em grandes capitais.

c)

formal, usada em ambientes de trabalho.

d)

caipira, usada por pessoas do campo.

34.

VERDADE

A porta da verdade estava aberta,

mas só deixava passar

meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,

porque a meia pessoa que entrava

só trazia o perfil de meia verdade.

E sua segunda metade

voltava igualmente com meio perfil.

E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.

Chegaram ao lugar luminoso

onde a verdade esplendia seus fogos.

Era dividida em metades diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.

Nenhuma das duas era totalmente bela.

E carecia optar. Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia.


Nos versos: “E sua segunda metade / voltava igualmente com meio perfil” (v.7-8). A palavra destacada refere-se à:

a)

porta.

b)

pessoa.

c)

ilusão.

d)

miopia.

35.

ERRO DE PORTUGUÊS

Quando o português chegou

Debaixo de uma bruta chuva

Vestiu o índio

Que pena!

Fosse uma manhã de sol

O índio tinha despido

O português.

ANDRADE Oswald de. Erro de português. In:Poesias reunidas. 5. ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, s.d. p. 177.

Nesse texto, no verso “Vestiu o índio” pode-se inferir que


a)

o índio teve sua cultura sobreposta pela cultura do branco.

b)

os portugueses emprestaram roupas aos índios por causa do frio.

c)

os portugueses deram abrigo aos índios por estar chovendo.

d)

o índio adornou-se com seus enfeites tradicionais.

36.

HÁ SAÍDA PARA OS JOVENS

O Brasil tem hoje um grande exército de jovens na faixa etária de 15 a 24 anos aguardando uma possibilidade de apresentar ao mercado de trabalho o seu potencial.

O maior drama deste exército juvenil é a ausência de vagas oferecidas àqueles que procuram o seu primeiro emprego. [...]

Além disso, parte das vagas oferecidas aos jovens são ocupadas por adultos, já que o desemprego também afeta gravemente os chefes de família, que desesperados, aceitam qualquer coisa. [...]

Apesar de tudo [...], há saídas para os jovens [...]. Por não haver alternativas individuais para todos, apenas para alguns, o país precisa de um projeto nacional de desenvolvimento que viabilize o crescimento econômico em mais de 5,5% ao ano e por toda uma década.

Fonte: http://www.estudeonline

O trecho do texto que revela uma opinião é:

a)

“[...] o desemprego também afeta gravemente os chefes de família [...]”

b)

“O Brasil tem hoje um grande exército de jovens [...]

c)

“[...] parte das vagas oferecidas aos jovens são ocupadas por adultos [...]”

d)

“[...] o país precisa de um projeto nacional de desenvolvimento [...]”

37.

SER ADOLESCENTE...

Ser adolescente é...

Acordar todos os dias tarde

E ainda achar que dormiu pouco;

Ficar horas com amigos ao telefone

E ainda chatear-se quando a mãe reclama;

Deixar seu quarto todo bagunçado

E dizer que não o arrumou por falta de tempo;

Achar que o mundo gira em torno de si

E não o contrário...

Como uma onda no mar

Mas ser adolescente também é...

Querer resolver os problemas do mundo, [...]

Fazer loucuras pelo seu ídolo,

Amar da forma mais intensa possível,

Estar rodeado de amigos,

Ser espontâneo e explosivo...

Ser adolescente é tudo isso e muito mais...


No verso “Ser adolescente é...” (v. 1), o uso das reticências sugere:

a)

continuidade de um pensamento.


b)

hesitação ao que ia ser dito.

c)

interrupção de uma fala.

d)

omissão de um pensamento.

38.

BELÉM DO PARÁ

Bembelelém!

Viva Belém!

Belém do Pará porto moderno integrado na equatorial

Beleza eterna da paisagem

Bembelelém!

Viva Belém!

Cidade pomar

(Obrigou a polícia a classificar um tipo novo de delinquente: O apedrejador de mangueiras)

Bembelelém!

Viva Belém!

Belém do Pará onde as avenidas se chamam Estradas:

Estrada de São Jerônimo

Estrada de Nazaré (...)


As palavras “Bembelelém, Belém”, com repetição de sons semelhantes sugerem:

a)

brincadeira com palavras.

b)

homenagem a Belém do Pará.

c)

evocação do som de sinos.

d)

leveza da estrutura do poema.

39.

Existe vida fora da Terra?

Até onde se sabe, não. Não existe nenhuma

evidência oficial, já que todos os casos registrados são

apenas suposições. Mas isso não desanima os

cientistas. “É bastante razoável que exista vida fora da

Terra. Só que as probabilidades diminuem quando

procuramos por vida inteligente”, conta Samuel Rocha

de Oliveira, físico do departamento de Matemática

Aplicada da Unicamp. Para achar vida como a

conhecemos, mesmo que formas primitivas, planetas

com as mesmas características da Terra precisam ser

encontrados. Satélites como o Corot e o Kepler caçam

essas estruturas e, até junho deste ano, já haviam

encontrado 563 delas.

Mundo Estranho, ed. 114, ano 10, n. 8, ago. 2011, p. 31.

Segundo o texto, existe vida na Terra?

a)

Os satélites que caçam vida fora da terra até hoje

não encontraram nenhum tipo de ser parecido

com os da Terra e nem planetas parecidos com o

nosso.

b)

Não há nenhuma evidência oficial, apenas

algumas suposições de vida fora da Terra.

c)

Há vida fora da Terra, mas ainda não foram

encontrados seres como do nosso planeta.

d)

Há vida fora da Terra, mas não inteligente como a

do nosso planeta.

40.

Aposta na prevenção

A prevenção da obesidade deve ser feita desde

o nascimento e uma das ferramentas mais eficazes é a

amamentação. “Bebês amamentados no peito têm

menos chances de se tornarem adultos gordos porque,

no esforço de sugar o seio, desenvolvem a percepção

da saciedade, ou seja, sentem que a fome acaba e

param de mamar”, afirma o médico pediatra Fábio

Ancoria Lopes. Já o leite oferecido na mamadeira,

além de chegar à boca com mais facilidade, o que faz o

bebê receber mais alimento do que necessita,

costuma ser muito calórico, principalmente se for

engrossado com farinhas e adoçado. Para saber se o

bebê caminha para ser um adulto com peso normal ou

um obeso, basta ficar de olho na balança.

De acordo com o padrão internacional de

pediatria, no primeiro ano de vida é normal que ele

triplique o peso que tinha ao nascer. A partir do

segundo aniversário e até a adolescência, a criança

pode ganhar em média de 2 a 3 quilos, por ano.

Revista crescer, ano 2001.

De acordo com esse texto, qual alimento que pode evitar que o bebê se torne um adulto gordo?

a)

Misturas calóricas.

b)

Mamadeiras.

c)

Farinhas.

d)

Leite materno.

41.

O corvo e a raposa

Um corvo, empoleirado sobre uma árvore,

segurava em seu bico um queijo. Uma raposa, atraída

pelo cheiro, dirigiu-lhe mais ou menos as seguintes

palavras:

— Olá, doutor corvo! Como o senhor é lindo,

como o senhor me parece belo! Sem mentira, se sua

voz se assemelha a sua plumagem, então o senhor é a

fênix dos habitantes destes bosques.

Diante dessas palavras, o corvo, não cabendo em

si de contente, para mostrar sua bela voz, abriu um

grande bico e deixou cair sua presa. A raposa

apoderou-se dela e disse:

— Meu caro senhor, aprenda que todo bajulador

vive às custas de quem lhe dê ouvidos. Esta lição vale,

sem dúvida, um queijo.

O corvo, envergonhado e confuso, jurou, um

pouco tarde é verdade, que ele não cairia mais nessa.

No trecho “... para mostrar sua bela voz, abriu um

grande bico e deixou cair sua presa. A raposa

apoderou-se dela...”, as palavras em destaque

referem-se:

a)

ao corvo.

b)

à raposa.

c)

ao bico.

d)

à voz.

42.

Infere-se desse texto que:

a)

A dengue pode ser combatida com atitudes simples

b)

A vacinação contra a dengue deve ser realizada o ano todo.

c)

É indispensável a utilização de produtos recicláveis

d)

É necessário evitar o desperdício de água ao regar plantas.

e)

O lixo deve ser descartado em locais apropriados

43.

A liberdade de expressão é um direito de todos, mas que nem sempre pode ser colocado em prática. A charge apresentada faz uma crítica a esse respeito, mostrando que:

a)

Todos os indivíduos têm dificuldade de lidar com opiniões diferentes das suas

b)

Todas as pessoas deveriam pensar do mesmo modo para termos um mundo sem violência.

c)

A opinião do outro, para muitas pessoas, só é considerada quando é igual à sua.

d)

É aceitável que as pessoas tratem mal aqueles que pensam diferente delas.

e)

Todos nós somos diferentes e, por isso, é normal que não aceitemos as formas de pensar dos outros.

44.

A figura acima destaca um dos grandes problemas nos centros urbanos que é o(a)

a)

Falta de construção de estradas e vias.

b)

Falta de oportunidade de emprego.

c)

Construção irregular de calçadas.

d)

Desmatamento e diminuição da área verde.

e)

Falta de prédios comerciais

45.

A liberdade de expressão é um direito de todos, mas que nem sempre pode ser colocado em prática. A charge apresentada faz uma crítica a esse respeito, mostrando que:

a)

Todos os indivíduos têm dificuldade de lidar com opiniões diferentes das suas.

b)

Todas as pessoas deveriam pensar do mesmo modo para termos um mundo sem violência.

c)

A opinião do outro, para muitas pessoas, só é considerada quando é igual à sua.

d)

É aceitável que as pessoas tratem mal aqueles que pensam diferente delas.

e)

Todos nós somos diferentes e, por isso, é normal que não aceitemos as formas de pensar dos outros.

46.

A partir do texto e da imagem que a personagem aparenta ter de si mesma, podemos inferir que o gato

a)

Imagina que não precisa se apresentar porque Papai Noel já o conhece de outros anos.

b)

Sabe que Papai Noel deixará um presente para ele, mesmo não o conhecendo muito bem.

c)

Supõe que o Papai Noel entrega presentes a todos, independentemente do comportamento de cada um

d)

Acredita que o Papai Noel só entrega presentes para pessoas que agem corretamente durante o ano.

47.

O que levou Mafalda a pensar que o grito ouvido era do mundo?

a)

Ela acha que tudo causa dor

b)

O mundo para ela é um animal.

c)

As notícias drásticas que ela ouviu no rádio.

d)

Ela ouviu no rádio que o mundo ia gritar.

e)

Mafalda é bastante imatura.

48.

Observando a tira, o que significa a expressão “ ...tua bola acabou de conquistar a liberdade dela!”?

a)

A menina chutou a bola.

b)

O menino gosta de ter liberdade.

c)

A bola foi perdida pela menina.

d)

Os meninos querem ser livres.

e)

A menina escondeu a bola.

49.

8. A propaganda em foco apresenta em pequenos cartazes as ameaças

a)

à invasão das terras pelas águas marítimas.

b)

à preservação de certas espécies em extinção.

c)

à preservação geral do planeta.

d)

ao degelo iminente das calotas polares

e)

aos animais adultos em geral.

50.

A partir da leitura verbal e não verbal, conclui-se que:

a)

Os cadeirantes não podem usar banheiros públicos.

b)

existem locais que não são adaptados para cadeirantes.

c)

existem cadeiras de rodas que passam por portas estreitas.

d)

os bebedouros devem ser colocados próximos aos banheiros.

e)

os bebedouros de locais públicos são acessíveis a qualquer pessoa

51.

O sinal de adição e a figura que sugere um raio

a)

chamam a atenção do leitor, embora guardem pouca relação com a mensagem verbal

b)

são imagens que dão ênfase aos aspectos mais importantes da mensagem verbal.

c)

contrapõem-se ao sentido da mensagem verbal, causando maior impacto no leitor.

d)

são recursos gráficos intimamente relacionados com o tipo de livros à venda.

e)

não são recursos gráficos.

52.

Leia o trecho da reportagem abaixo:

Jornal do Rio está fazendo 50 anos

Ousado e investigativo o “Correio do Povo” sempre mostrou numa linguagem muito

clara, tanto com os assuntos da cidade, do país e do mundo, como também dos municípios

do bairro de cada cidadão e leitor.

Fonte: Revista Veja 2001.

2. No trecho “Ousado e investigativo o Correio do Povo sempre mostrou numa

linguagem muito clara...” as palavras destacadas qualificam:

a)

a) A cidade do Rio de Janeiro.

b)

b) O leitor.

c)

c) O jornal

d)

d) Os jornalistas.

53.

Pássaro em vertical

Cantava o pássaro e voava

Cantava para lá

Voava para cá

Voava o pássaro e cantava

De

Repente

Um

Tiro

Seco

Penas fofas

Leves plumas

Mole espuma

E um risco

Surdo

N

O

R

T

E

S

U

L

Fonte: NEVES. Libério. Pedra solidão. Belo Horizonte: Movimento Perspectiva, 1965.

15

Caderno de Atividades

3. Qual é o assunto do texto

a)

a) Um pássaro em vôo, que leva um tiro e cai em direção ao chão.

b)

b) Um pássaro que cantava o dia todo.

c)

c) Um pássaro que sonhava com a liberdade.

d)

d) A queda de um pássaro que não sabia voar.

54.

4.De que maneira a forma global do poema se relaciona com o título “Pássaro em

vertical”?

a)

a) A disposição das palavras no texto tem relação com o sentido produzido.

b)

b) As palavras “norte-sul” não foram escritas verticalmente no poema.

c)

c) O fato de que o pássaro possui penas e/ou plumas fofas e leves.

d)

d) O termo vertical pode ser associado ao vôo do pássaro.

55.

Como um filho querido

Tendo agradado ao marido nas primeiras semanas de casados, nunca quis ela se

separar da receita daquele bolo. Assim, durante 40 anos, a sobremesa louvada compôs

sobre a mesa o almoço de domingo, e celebrou toda data em que o júbilo se fizesse

necessário.

Por fim, achando ser chegada a hora, convocou ela o marido para o conciliábulo

apartado no quarto. E tendo decidido ambos, comovidos, pelo ato solene, foi a esposa

mais uma vez à cozinha assar a massa açucarada, confeitar a superfície.

Pronto o bolo, saíram juntos para levá-lo ao tabelião, a fim de que se lavrasse ato de

adoção, tornando-se ele legalmente incorporado à família, com direito ao prestigioso

sobrenome Silva, e nome Hermógenes, que havia sido do avô.

Fonte: COLASANTI, Marina. Contos de amor rasgados. Rio de Janeiro: Rocco, 1986. p.57.

5. No conto “Como um filho querido” a esposa e o esposo foram ao tabelião com

intuito de:

a)

a) Regularizar a situação de um parente registrando seu nome.

b)

b) Registrar o nome do filho querido que há 40 anos fazia parte da família, mas

não tinha registro.

c)

c) Lavrar o ato de adoção do bolo no tabelionato, e assim, incorporá-lo à família

como um filho querido com direito ao sobrenome da família Silva.

d)

d) Lavrar o ato de adoção do filho querido para que o mesmo recebesse o

nome do seu avô paterno, Hermógenes.

56.

A expressão no 2º parágrafo “Convocou ela o marido para o conciliábulo

apartado no quarto” significa:

a)

a) A mulher chamou o marido para uma conversa séria no quarto a fim de convencê-

lo de que era preciso dar um nome ao bolo e registrá-lo no tabelionato.

b)

b) A mulher convidou o marido para uma breve reunião no quarto do casal na

qual decidiriam pelo registro do nome do bolo no tabelionato.

c)

c) A esposa determinou ao marido que fosse ao quarto a fim de convencê-lo de

dar um nome e registro ao bolo no cartório por meio de uma comemoração

íntima.

d)

d) A esposa pediu para o marido que a acompanhasse até o quarto onde decidiriam

registrar o nome do bolo no cartório de registros por meio de uma

assembléia geral.

57.

Por que os japoneses vieram ao Brasil?

E por quê, agora, seus descendentes estão indo para o Japão?

No início do século 20, as lavouras de café brasileiras precisavam de mão-de-obra.

A saída do governo brasileiro foi atrair imigrantes. O momento não podia ser melhor

para os japoneses – lá, o desemprego bombava por causa da mecanização da lavoura.

Outro motivo que facilitou a vinda deles foi um tratado de amizade que Brasil e Japão

tinham acabado de assinar.

17

Caderno de Atividades

Aí, a situação se inverteu: o Japão se transformou em uma potência e, lá pela década

de 80, ficou difícil bancar a vida no Brasil por causa da inflação e do desemprego.

Os netos e bisnetos dos imigrantes japoneses enxergaram, então, uma grande chance

de se dar bem e foram em massa para o Japão. Até 2006, a comunidade brasileira no

país já havia alcançado 313 pessoas.

Fonte: Revista Capricho nº 1045 maio/2008 p.94.

5. Na frase: “... o desemprego bombava por causa da mecanização da lavoura”, a

expressão destacada pode ser substituída por:

a)

a) Aumentava.

b)

b) Apontava.

c)

c) Atraía.

d)

d) Bancava.

58.

O leão, o burro e o rato

Um leão, um burro e um rato voltavam, afinal, da caçada que haviam empreendido

juntos e colocaram numa clareira tudo que tinham caçado: dois veados, algumas perdizes,

três tatus, uma paca e muita caça menor. O leão sentou-se num tronco e, com voz

tonitruante que procurava inutilmente suavizar, berrou:

- Bem, agora que terminamos um magnífico dia de trabalho, descansemos aqui,

camaradas, para a justa partilha do nosso esforço conjunto. Compadre burro, por favor,

você, que é o mais sábio de nós três, com licença do compadre rato, você, compadre

burro, vai fazer a partilha desta caça em três partes absolutamente iguais. Vamos, compadre

rato, até o rio, beber um pouco de água, deixando nosso grande amigo burro em

paz para deliberar.

Os dois se afastaram, foram até o rio, beberam água e ficaram um tempo. Voltaram

e verificaram que o burro tinha feito um trabalho extremamente meticuloso, dividindo

a caça em três partes absolutamente iguais. Assim que viu os dois voltando, o burro

perguntou ao leão:

- Pronto, compadre leão, aí está: que acha da partilha?

O leão não disse uma palavra. Deu uma violenta patada na nuca do burro, prostando-

o no chão, morto.

Sorrindo, o leão voltou-se para o rato e disse:

- Compadre rato, lamento muito, mas tenho a impressão de que concorda em que

não podíamos suportar a presença de tamanha inaptidão e burrice. Desculpe eu ter

perdido a paciência, mas não havia outra coisa a fazer. Há muito que eu não suportava

mais o compadre burro. Me faça um favor agora - divida você o bolo da caça, incluindo,

por favor, o corpo do compadre burro. Vou até o rio, novamente, deixando-lhe calma

para uma deliberação sensata.

Mal o leão se afastou, o rato não teve a menor dúvida. Dividiu o monte de caça em

dois: de um lado, toda a caça, inclusive o corpo do burro. Do outro apenas um ratinho

cinza morto por acaso. O leão ainda não tinha chegado ao rio, quando o rato chamou:

- Compadre leão, está pronta a partilha!

O leão, vendo a caça dividida de maneira tão justa, não pôde deixar de cumprimentar

o rato:

20Língua Portuguesa –

Anos Finais do Ensino Fundamental -

Prova Brasil -

2009

- Maravilhoso, meu caro compadre, maravilhoso! Como você chegou tão depressa

a uma partilha tão certa?

E o rato respondeu:

- Muito simples. Estabeleci uma relação matemática entre seu tamanho e o meu - é

claro que você precisa comer muito mais. Tracei uma comparação entre a sua força e

a minha - é claro que você precisa de muito maior volume de alimentação do que eu.

Comparei, ponderadamente, sua posição na floresta com a minha - e, evidentemente, a

partilha só podia ser esta. Além do que, sou um intelectual, sou todo espírito!

- Inacreditável, inacreditável! Que compreensão! Que argúcia! - exclamou o leão,

realmente admirado. - Olha, juro que nunca tinha notado, em você, essa cultura. Como

você escondeu isso o tempo todo, e quem lhe ensinou tanta sabedoria?

- Na verdade, leão, eu nunca soube nada. Se me perdoa um elogio fúnebre, se não

se ofende, acabei de aprender tudo agora mesmo, com o burro morto.

Millôr Fernandes

8. A narrativa procura passar a idéia de que:

a)

a) A justiça é cega.

b)

b) Os fortes não são sábios.

c)

c) A sabedoria é própria das criaturas menores.

d)

d) Só um burro tenta ficar com a parte do leão.

59.

Elegia

Ganhei (perdi) meu dia.

E baixa a coisa fria

Também chamada noite, e o frio ao frio

em bruma se entrelaça, num suspiro.

21

Caderno de Atividades

E me pergunto e me respiro

na fuga deste dia que era mil

para mim que esperava

os grandes sóis violentos, me sentia

tão rico deste dia

e lá se foi secreto, ao serro frio (...)

Carlos Drummond de Andrade

9. Dos versos, podemos entender que:

a)

a) O poeta sente medo e tristeza dentro da noite negra e fria. Ele ama o dia e

sua luz.

b)

b) O poeta exprime um suave sentimento de tranqüilidade, ao cair de uma noite

de inverno: ele merecera e ganhara mais um dia, aproveitando o descanso

da noite para meditar.

c)

c) O poeta sente-se triste ao fim de mais um dia de um longo inverno, e lembrase

com saudade dos dias quentes e alegres do verão.

d)

d) O poeta, sentindo próximo o fim da vida, faz um retrospecto melancólico,

confrontando o muito que espera e o nada que tem nas mãos.

60.

Sou contra a redução da maioridade penal

A brutalidade cometida contra os dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira da

redução da idade penal. A violência seria resultado das penas que temos previstas em

lei ou do sistema de aplicação das leis? É necessário também pensar nos porquês da

violência já que não há um único crime.

De qualquer forma, um sistema sócio-econômico historicamente desigual e violento

só pode gerar mais violência. Então, medidas mais repressivas nos dão a falsa sensação

de que algo está sendo feito, mas o problema só piora. Por isso, temos que fazer as

opções mais eficientes e mais condizentes com os valores que defendemos. Defendo

uma sociedade que cometa menos crimes e não que puna mais. Em nenhum lugar do

mundo houve experiência positiva de adolescentes e adultos juntos no mesmo sistema

penal. Fazer isso não diminuirá a violência e formará mais quadros para o crime. Além

disso, nosso sistema penal como está não melhora as pessoas, ao contrário, aumenta

sua violência.

O Brasil tem 400 mil trabalhadores na segurança pública e 1,5 milhão na segurança

privada para uma população que supera 171 milhões de pessoas. O problema não está

só na lei, mas na capacidade para aplicá-la. Sou contra a redução da idade penal porque

tenho certeza que ficaremos mais inseguros e mais violentos. Sou contra porque

sei que a possibilidade de sobrevivência e transformação destes adolescentes está na

correta aplicação do ECA. Lá estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização

de adolescentes que violaram a lei. Agora não podemos esperar que adolescentes

sejam capturados pelo crime para, então, querer fazer mau uso da lei. Para fazer

o bom uso do ECA é necessário dinheiro, competência e vontade.

Sou contra toda e qualquer forma de impunidade. Quem fere a lei deve ser responsabilizado.

Mas reduzir a idade penal, além de ineficiente para atacar o problema, desqualifica

a discussão. Isso é muito comum quando acontecem crimes que chocam a

opinião pública, o que não respeita a dor das vítimas e não reflete o tema seriamente.

Problemas complexos não serão superados por abordagens simplórias e imediatistas.

Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, um projeto ético e político de

sociedade que valorize a vida em todas as suas formas. Nossos jovens não precisam

ir para a cadeia. Precisam sair do caminho que os leva lá. A decisão agora é nossa: se

queremos construir um país com mais prisões ou com mais parques e escolas.

Fonte: ROSENO, Renato. Coordenador do CEDECA - Ceará e da ANCED

- Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente.

10. Identifique o tema central trabalhado no texto:

a)

a) Desigualdade Social.

b)

.

b) Maioridade .

c)

c) Preconceito.

d)

.

d) Violência.

61.

11. Com base na leitura do texto, assinale a alternativa que expressa a opinião do

autor e não um fato narrado:

a)

a) O Brasil tem 400 mil trabalhadores na segurança pública e 1,5 milhão na segurança

privada para uma população que supera 171 milhões de pessoas.

b)

b) No [ECA] estão previstas seis medidas diferentes para a responsabilização

de adolescentes que violaram a lei.

c)

c) Precisamos de inteligência, orçamento e, sobretudo, um projeto ético e político

de sociedade que valorize a vida em todas as suas formas.

d)

d) A brutalidade cometida contra dois jovens em São Paulo reacendeu a fogueira

da redução da idade penal.

62.

A que gênero pertence o texto lido:

a)

a) Uma entrevista.

b)

b) Um artigo de opinião.

c)

c) Um texto de divulgação científica.

d)

d) Um depoimento pessoal.

63.

Quais alimentos foram trazidos ao Brasil pelos japoneses?

Pensou em um festival de sushis e sashimis? Pense maior. No total, os japoneses

trouxeram mais de 50 tipos de alimentos ao Brasil. Os primeiros provavelmente foram

as variedades de caqui doce e a tangerina poncã, que chegaram nos anos 20. Mas foi

a partir da década de 1930 que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui.

O cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando ou arrendando lotes

de terras das fazendas cafeeiras falidas após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos

proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que não eram populares

no Brasil. Muitos imigrantes traziam mudas junto com suas bagagens nos navios.

Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de fruta insuspeita: a uva-itália, que

apesar de ser italiana, como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas, na

década de 1940. A coisa era mais fácil quando vinha por meios oficiais, via acordos de

cooperação entre os dois países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava

sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em 1971. Junto com as comidas

“inéditas”, os japoneses trouxeram técnicas para ampliar a escala de produção de

gêneros alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao esquema de fundo

de quintal, como o alface, o tomate, o chá preto, a batata e o emblemático exemplo da

produção de frangos e ovos.

A avicultura brasileira apenas ensaiava um vôo de galinha até a década de 1930.

A atividade só decolou de vez com a importação de aves-matrizes do Japão e com a

experiência dos imigrantes japoneses nas granjas.

Fonte: Revista Superinteressante. pág.59. Edição 246 – Dezembro. 2007

25

Caderno de Atividades

14. A idéia central do texto é:

a)

a) 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar.

b)

b) Um terço da população não sabe o que é água encanada.

c)

c) 84 milhões deles estão desnutridos.

d)

d) Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África.

64.

Cerca de 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar por dia – 84 milhões

deles estão desnutridos. Um terço da população não sabe o que é água encanada

e mais da metade não tem acesso a hospitais. Sem garantias básicas, o continente

vira ninho de conflitos de terra, ditaduras e terroristas que podem agir na Europa ou nos

EUA. (...) Com tantos problemas, nada melhor que receber ajuda do resto do mundo,

certo? Pois é no meio dessa empolgação para fazer a pobreza virar história que o economista

queniano James Shikwati grita para o mundo: “Pelo amor de Deus, parem de

ajudar a África”.

Fonte: Revista Superinteressante, edição 240- junho;2007,p. 87.

A parte do texto que mostra opinião é:

a)

a) 315 milhões de africanos vivem com menos de um dólar.

b)

b) Um terço da população não sabe o que é água encanada.

c)

c) 84 milhões deles estão desnutridos.

d)

d) Pelo amor de Deus, parem de ajudar a África.

65.

Leia o texto abaixo:

Debussy

Para cá, para lá...

Para cá, para lá...

Um novelozinho de linha...

Para cá, para lá...

Para cá, para lá...

Oscila no ar pela mão de uma criança

(Vem e vai...)

Que delicadamente e quase a adormecer o balanço

Psio...-

Para cá, para lá...

Para cá e ...

- O novelozinho caiu.

Manuel Bandeira

1. O autor repete várias vezes “Para cá, para lá...”. Esse recurso foi utilizado

para:

a)

a) Acompanhar o movimento do novelo e criar o ritmo do balanço.

b)

b) Reproduzir exatameante os sons repetitivos do novelo.

c)

c) Provocar a sensação de agitação da criança.

d)

d) Sugerir que a rima é o único recurso utilizado na poesia.

66.

Leia os textos abaixo e responda a questão abaixo. 

 

A distribuição da água no mundo, no Brasil e na Amazônia

 

O volume total de água na Terra não aumenta nem diminui: é sempre o mesmo. Hoje somos mais de 5 bilhões de pessoas que, com outros seres vivos, repartem essa água. O desenvolvimento do ser humano está em grande parte relacionado à quantidade e à qualidade da água.

Cada pessoa gasta por dia, em média, 40 litros de água: bebendo, tomando banho, escovando os dentes, lavando as mãos antes das refeições etc.

Apenas 0,7% do volume total de água da Terra é formado por água potável, isto é, pronta para o consumo humano. Hoje em dia, quase 2 bilhões de pessoas não dispõem de água potável.

Hoje, 54% da água disponível anualmente está sendo consumida, dos quais 2/3 na agricultura. Em 2025, 70% será consumida, apenas considerando o aumento da população. Caso os padrões de consumo dos países desenvolvidos forem estendidos à população mundial, estaremos consumindo 90% da água disponível.

www.iepa.ap.gov.br. Acesso 22/07/2007

 

Texto II

Planeta água

Água que nasce na fonte serena do mundo E que abre um profundo grotão Água que faz inocente riacho e deságua na corrente do ribeirão Águas escuras dos rios que levam a fertilidade ao sertão Águas que banham aldeias e matam a sede da população Águas que caem das pedras no véu das cascatas, ronco de trovão E depois dormem tranquilas no leito dos lagos, no leito dos lagos

Água dos igarapés, onde Iara, a mãe d’água é misteriosa canção Água que o sol evapora, pro céu vai embora, virar nuvem de algodão Gotas de água da chuva, alegre arco-íris sobre a plantação Gotas de água da chuva, tão tristes, são lágrimas na inundação Águas que movem moinhos são as mesmas águas que encharcam o chão E sempre voltam humildes pro fundo da terra, pro fundo da terra

Terra, planeta água ...

www.vagalume.com.br/guilhermearantes/planeta água.

 

Esses dois textos falam da:

a)

A) água das indústrias. 

b)

B) água da população.

c)

C) água no mundo. 

d)

D) água no banho. 

67.

(AVALIA-BH). Leia o texto abaixo.

 

Como os golfinhos dormem?

 

Os pesquisadores não têm certeza de como funciona o sono dos golfinhos. Uma das hipóteses é que eles nunca dormem totalmente e uma parte de seu cérebro permanece ativa, enquanto outra repousa, pois precisam subir à superfície para respirar. É possível também que eles tirem apenas cochilos para descansar. Há ainda a possibilidade de revezarem o descanso com os companheiros de grupo para evitar o ataque de predadores.

Recreio. n. 517. 4 fev. 2010. p. 5.

 

No trecho “... pois precisam subir à superfície para respirar.”, o termo destacado indica

a)

A) alternância.

b)

B) causa.

c)

C) condição.

d)

D) explicação.

68.

(SAVEAL). Leia o texto e responda.

 

O maravilhoso mundo dos ricos

 

A crise existe, é forte, mas nunca atinge a todos. Nos próximos dias, será lançado em São Paulo, no Jardins, um prédio de luxo cuja cobertura está sendo vendida por 19,5 milhões de reais. Isso mesmo: cerca de 6,5 milhões de dólares pelos seus 1.152 metros quadrados. Para quem estiver interessado mas, eventualmente, ainda não tiver toda essa grana na mão: o apartamento pode ser para em até 34 meses.

(VEJA, nº19, 12/05/2004. p.37.)

 

 “A crise existe, é forte, mas nunca atinge a todos”. Para reforçar essa idéia, o autor utiliza como argumento o fato de

a)

(A) um apartamento de luxo ser vendido por 19,5 milhões de reais.

b)

(B) um apartamento de luxo ser vendido em dólares.

c)

(C) um apartamento de luxo estar localizado nos Jardins.

d)

(D) um apartamento de luxo ter 1.152 metros quadrados.

69.

(SEAPE). Leia o texto abaixo.

 

O maior de todos os presentes

 

Era noite. [...] Como sempre acontece em noites de tempestade, a energia acabou. Eu, criança ainda, só poderia estar nervoso e muito assustado; o que me levava a perguntar a todo instante:

− Pai, quando a luz vai voltar?

− Em breve, meu filho − dizia meu pai [...].

Deixando-me sozinho por uns instantes, foi até o quarto e voltou de lá com algo na mão. Reconheci logo o pequeno objeto: era uma caixa de madeira escura que ele mantinha em sua escrivaninha. [...]

− O tempo passa rápido, não é, filho?

− ele perguntou.

− Passa, papai; que nem flecha, né?

− Pois é. Hoje você já está com dez anos e já é quase um homem, não é?

− Sim, papai.

− Pois, então, é hora de lhe passar esse presente.

Naquele momento, ele me entregou a caixa de madeira, [...] quando me fez jurar que eu jamais a abriria sem o seu consentimento. [...]

Vinte anos se passaram. A misteriosa caixa se manteve em meu poder. Sempre que eu passava por uma situação difícil [...], eu me recordava daquela noite de tempestade com papai. A doença de meu filho caçula foi o pior de todos os momentos. [...] Até que um dia, finalmente, meu filho recebeu alta do tratamento. Nesse dia meu pai, estando em nossa casa para nos felicitar pela melhora, me pediu:

− Filho, você ainda tem aquela caixa? Pode apanhá-la, por favor?

Corri até o segundo andar da casa e voltei como uma flecha para a sala. Ele me disse:

− Agora você já pode abrir.

Nervoso, eu atendi ao seu comando. Fiquei atordoado por alguns segundos. [...]

− Esse é o maior tesouro de um homem. E, hoje, vejo que esse homem está bem na minha frente!

Aquela velha caixa não possuía nenhuma pedra preciosa, nenhum objeto valioso. Na verdade, ela estava vazia. Mas através dela percebi que já havia ganhado o meu maior presente: o autocontrole de saber aguardar pelo momento certo; a paciência do saber esperar.

MATIAS, Fabiano de Oliveira dos Santos. Disponível em: <http://www.letraseeartes.com.br/2011/01/tres-bons-exemplos-de-textos-narrativos.html>. Acesso em: 24 nov. 2014. Fragmento.

 

O trecho desse texto que comprova a presença de um narrador-personagem é:

a)

A) “Como sempre acontece em noites de tempestade, a energia acabou.”. (1° parágrafo)

b)

B) “Deixando-me sozinho por uns instantes, foi até o quarto...”. (4° parágrafo)

c)

C) “Pois, então, é hora de lhe passar esse presente.”. (10° parágrafo)

d)

D) “Esse é o maior tesouro de um homem.”. (15° parágrafo)

70.

Leia o texto para responder a questão abaixo:

 

Mente quieta, corpo saudável  

 

A meditação ajuda a controlar a ansiedade e a aliviar a dor? Ao que tudo indica, sim. Nessas duas áreas os cientistas encontraram as maiores evidências da ação terapêutica da meditação, medida em dezenas de pesquisas. Nos últimos 24 anos, só a clínica de redução do estresse da Universidade de Massachusetts monitorou 14 mil portadores de câncer, AIDS, dor crônica e complicações gástricas. Os técnicos descobriram que, submetidos a sessões de meditação que alteraram o foco da sua atenção, os pacientes reduziram o nível de ansiedade e diminuíram ou abandonaram o uso de analgésicos. 

Revista Superinteressante, outubro de 2003

 

O texto tem por finalidade 

a)

(A) criticar. 

b)

(B) conscientizar. 

c)

(C) denunciar. 

d)

(D) informar. 

71.

(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

Leia o texto abaixo:

A função da arte  

 

Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que desco­brisse o mar.

Viajaram para o Sul.

Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.

Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.

E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:

– Me ajuda a olhar!

 

GALEANO, Eduardo. O livro dos abraços. Trad. Eric Nepomuceno 5ª ed. Porto Alegre: Editora L & PM, 1997.

 

O menino ficou tremendo, gaguejando porque

a)

(A) a viagem foi longa.

b)

(B) as dunas eram muito altas.

c)

(C) o mar era imenso e belo.

d)

(D) o pai não o ajudou a ver o mar.

72.

(Prova Brasil). Leia o texto abaixo:

 

A beleza total

 

A beleza de Gertrudes fascinava todo mundo e a própria Gertrudes. Os espelhos pasmavam diante de seu rosto, recusando-se a refletir as pessoas da casa e muito menos as visitas. Não ousavam abranger o corpo inteiro de Gertrudes. Era impossível, de tão belo, e o espelho do banheiro, que se atreveu a isto, partiu-se em mil estilha­ços.

A moça já não podia sair à rua, pois os veículos paravam à revelia dos condu­tores, e estes, por sua vez, perdiam toda capacidade de ação. Houve um engarrafa­mento monstro, que durou uma semana, embora Gertrudes houvesse voltado logo para casa.

O Senado aprovou lei de emergência, proibindo Gertrudes de chegar à janela. A moça vivia confinada num salão em que só penetrava sua mãe, pois o mordomo se suici­dara com uma foto de Gertrudes sobre o peito.

Gertrudes não podia fazer nada. Nascera assim, este era o seu destino fatal: a ex­trema beleza. E era feliz, sabendo-se incomparável. Por falta de ar puro, acabou sem condições de vida, e um dia cerrou os olhos para sempre. Sua beleza saiu do corpo e ficou pairando, imortal. O corpo já então enfezado de Gertrudes foi recolhido ao jazigo, e a beleza de Gertrudes continuou cintilando no salão fechado a sete chaves.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Contos plausíveis. Rio de Janeiro: José Olympio, 1985.

 

O conflito central do enredo é desencadeado

A) pela extrema beleza da personagem.

B) pelos espelhos que se espatifavam.

C) pelos motoristas que paravam o trânsito.

D) pelo suicídio do mordomo.

a)

A) pela extrema beleza da personagem.

b)

B) pelos espelhos que se espatifavam.

c)

C) pelos motoristas que paravam o trânsito.

d)

D) pelo suicídio do mordomo.

73.

Leia o texto e responda a questão abaixo.

 

GATO PORTÁTIL

 

Bichanos de apartamento não estão condenados a viver confinados. “Embora seja comum os gatos ficarem nervosos e terem medo de sair de casa nas primeiras vezes, é possível acostumá-los a ser sociáveis, a passear e até a viajar com seus donos numa boa”, a passear e até a viajar com seus donos numa boa”, afirma Hannelore Fuchs, veterinária especialista em comportamento, de São Paulo. “Basta começar cedo o treinamento e fazê-lo aos poucos.” Hannelore conta que tem um gato que adora passear de carro e que vira e mexe vai para a praia com ela. “Isso promove o enriquecimento do cotidiano do bicho, o que é sempre extremamente positivo”, assegura. “Na Europa e nos Estados Unidos, onde os gatos estão cada vez mais populares, essa já é uma prática bastante difundida.”

Revista Cláudia, novembro de 2006

 

É um argumento que apóia a tese defendida pelo autor desse texto:

a)

A) Basta começar cedo o treinamento e fazê-lo aos poucos.

b)

B) Os gatos ficam nervosos e têm medo de sair de casa.

c)

C) Na Europa e nos Estados Unidos os gatos são populares.

d)

D) Hannelore é veterinária especialista em comportamento.

74.

(Saerj). Leia o texto abaixo.

 

Peixes de aquário: animais de estimação ou pestes?

 

A criação de peixes ornamentais é uma atividade de lazer muito popular, mas constitui uma ameaça aos ecossistemas marinhos e de água doce. Quando libertados na natureza, os peixes de aquário podem gerar impactos ambientais e até prejudicar a saúde humana.

A criação de peixes ornamentais em aquários – o aquarismo – é uma das atividades de lazer mais praticadas no mundo, mas também é uma crescente fonte de disseminação de peixes não nativos em corpos d’água de diversos países. Essa introdução de espécies de outras regiões por aquaristas pode ter desastrosos impactos sobre ecossistemas marinhos e de água doce e até na integridade física das pessoas. Peixes de aquário nunca devem ser libertados no meio ambiente. Para se desfazer de seus peixes, os aquaristas devem seguir as recomendações feitas por instituições da área ambiental: doá-los, vendê-los ou, se não for possível, sacrificá-los com anestésicos ou congelamento. [...]

Estudos sobre essa atividade mostraram que a presença de aquários nos lares proporciona melhor qualidade de vida para as pessoas. Alguns resultados positivos do aquarismo seriam: desenvolvimento do senso de responsabilidade, da iniciativa e da confiança em crianças, redução no nível de estresse em adultos e melhoria do bem-estar físico e psicológico em idosos (inclusive benefícios como tratamento suplementar para a doença de Parkinson).

Infelizmente, muitas pessoas que praticam essa atividade não cuidam de modo adequado de seus aquários, por diversos motivos. O interesse dos aquaristas pode ser afetado por problemas como o crescimento exagerado de algumas espécies, entre elas o pacu-de-barriga-vermelha; o comportamento agressivo de outras, como o oscar ou o apaiari, que atacam outros peixes colocados no mesmo aquário; e a morte de exemplares, decorrente de falhas de manutenção. [...]

Pesquisadores da agência de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) também mostraram que, naquele país, a liberação no ambiente de peixes de aquário é a segunda maior causa de introdução de espécies não nativas. Esse tipo de invasão biológica é mais grave no estado da Flórida. Em Taiwan, na Ásia, pesquisadores das universidades de Kaohsiung e Taiwan, e do Zoológico de Taipei descobriram que 20 das 26 espécies de peixes não nativos presentes nos ambientes naturais daquele país foram introduzidas devido a solturas de aquaristas.

Ciência Hoje. dezembro de 2009. Fragmento.

Qual é a tese defendida nesse texto?

a)

A) A prática do aquarismo traz benefícios para a saúde das pessoas.

b)

B) A soltura de peixes de aquários em corpos d’água prejudica o ecossistema.

c)

C) O aquarismo é uma das atividades de lazer mais praticadas no mundo.

d)

D) O descuido dos aquários por parte dos aquaristas é grande.

75.

Leia o texto abaixo e responda à questão.

 

CACHORROS

 

Os zoólogos acreditam que o cachorro se originou de uma espécie de lobo que vivia na Ásia. Depois os cães se juntaram aos seres humanos e se espalharam por quase todo o mundo. Essa amizade começou há uns 12 mil anos, no tempo em que as pessoas precisavam caçar para se alimentar. Os cachorros perceberam que, se não atacassem os humanos, podiam ficar perto deles e comer a comida que sobrava. Já os homens descobriram que os cachorros podiam ajudar a caçar, a cuidar de rebanhos e a tomar conta da casa, além de serem ótimos companheiros. Um colaborava com o outro e a parceria deu certo.

www.recreionline.com.br

 

O assunto tratado nesse texto é a

a)

A) relação entre homens e cães.

b)

B) profissão de zoológico

c)

C) amizade entre os animais.

d)

D) alimentação dos cães.

76.

O detalhe da propaganda que reforça a ideia de que a mulher é uma obra de arte é

a)

(A) a moldura do quadro.

b)

(B) o sorriso da modelo.

c)

(C) a mulher ao fundo.

d)

(D) a posição da modelo.

77.

Leia o texto para responder a questão abaixo:

 

A canícula

Artur Xexéo

 

A cena aconteceu num restaurante do Flamengo. Cinco pessoas à mesa comentavam o calor que fazia lá fora — e alguém comenta alguma outra coisa ultimamente na cidade?[...]

Desde então, não penso em outra coisa. Que fim levou o ventinho que fazia parte do verão carioca? Foi sugado pelo aquecimento global? Escapou pelo buraco da camada de ozônio? Cadê aqueles tempos em que, no auge do calor, a gente ia se refrescar à beira–mar? [...]

Que fim levou o cine Metro-Copacabana? Mais precisamente, que fim levou o ar refrigerado “com clima de montanha” que tornava as matinês de quintafeira, dia em que mudava o filme em cartaz, num oásis contra a canícula?[...]

Considerando o tema do texto e a necessidade de um oásis (3 ° parágrafo), pode-se entender que o significado do título “A canícula” é

 

a)

(A) O calor muito forte.

b)

(B) A brisa refrescante.

c)

(C) A matinê de quinta-feira.

d)

(D) O aquecimento global

78.

(SAEPE). Leia o texto abaixo.

 

O RATO, A RÃ E O GAVIÃO

 

Um ratinho estava na margem de um rio, tentando passar para o outro lado.

Descia o barranco, mas, ao chegar próximo à água, voltava subindo rapidamente.

Tendo subido e descido quatro ou cinco vezes, percebeu que não seria possível alcançar a outra margem, pois o volume de água era muito grande e fatalmente se afogaria.

Ali, bem na beira do barranco, uma rã escondida em uma moita, assistia à luta do ratinho medroso. Pensando em comer aquele ratinho, ofereceu-lhe ajuda.

O ratinho, com ideia de fazer da rãzinha seu almoço, aceitou, mas perguntou como poderia ajudá-lo.

Muito simples, disse ela, amarro o cipó em minha perna e a outra ponta na sua e assim vou nadando e, ao mesmo tempo, puxando você. – Rapidamente, estaremos no lado de lá.

O ratinho agradeceu e... tichibumm...

Lá se foram os dois para dentro d’água, sempre pensando, cada um, em devorar o outro.

De repente, a rã mergulhou para afogá-lo, mas não podendo ficar muito tempo no fundo, veio à tona.

O rato tentava morder a cabeça da rã, mas ela submergia novamente. Era uma briga como todas, sem nenhum proveito, mas que estava sendo vista por um gavião que os apanhou e fez deles uma suculenta refeição.

Rio Grande do Sul: Edelbra, Erechim, Fevereiro. Coleção 4 Estações.

 

Nesse texto, a expressão “tichibumm” ( . 11) indica

a)

A) a braçada dada pela rã para atravessar o rio.

b)

B) a forma de agradecimento do ratinho.

c)

C) o barulho feito pelo ratinho ao pular na água.

d)

D) o espirro dado pelo ratinho.

79.

(SPAECE). Leia o texto abaixo e responda.

População mundial a caminho do empate

 

[...] Muito em breve – provavelmente ainda nos próximos anos –, a metade da humanidade terá apenas filhos suficientes para repor o seu tamanho. Isto é, grande parte dos casais terá entre dois e três filhos, no máximo, o que permitirá apenas a reposição e não o crescimento da população do mundo daquele momento. Traduzindo em linguagem demográfica, a taxa de fertilidade da metade do mundo será de 2,1 ou menos. [...]

Segundo a ONU, 2,9 bilhões de pessoas, quase a metade do total mundial de 6,5 bilhões, vivem em países com 2,1 ou menos de taxa de fertilidade. Para o início da década de 2010, a população mundial está estimada em 7 bilhões e a quantidade de pessoas com esta taxa de fertilidade será de 3,4 bilhões.

A queda da taxa de fertilidade, em nível de reposição, significa uma das mais radicais mudanças na história da humanidade. Isso tem implicações na estrutura e na vida familiar, mudando o cotidiano das pessoas, mas também em relação às políticas públicas em níveis global e local, a serem implementadas pelos diferentes países ou sugeridas por instituições como a ONU.

FRANCESCONE, Léa; SANTOS, Regina Célia Bega dos. Carta na escola. fevereiro de 2010. Fragmento.

 

No trecho “Isso tem implicações na estrutura e na...” (ℓ. 11), o pronome destacado retoma

a)

A) quantidade de pessoas.

b)

B) queda da taxa de fertilidade.

c)

C) história da humanidade.

d)

D) cotidiano das pessoas.

80.

Leia os textos para responder a questão abaixo:

Texto I

Soltar Pipas

 

Hoje quando eu estava voltando para casa, e passando por um bairro mais afastado do centro, vi dois meninos soltando pipa, ou papagaio como alguns chamam. Nesse instante me veio uma série de recordações da infância em que brincávamos de soltar pipa com os amigos da vizinhança.

Até mesmo participei uma vez de um concurso de pipas, onde tinha vários critérios como beleza, tipo e voar mais alto. Na época fiz um modelo conhecido por Bidê que lembra um pouco o 14 bis, foi muito divertido e ainda levei a medalha para casa. [...]

Hoje as brincadeiras mudaram bastante, hoje as crianças preferem os brinquedos eletrônicos, videogames, computadores…

http://www.extravase.com/blog/soltar-pipas/

 

Texto II

Soltar Pipas

 

As férias escolares vêm chegando e, com elas, as brincadeiras ganham as ruas. [...] É preciso ter cuidado quando a turma resolve soltar pipas. 

O primeiro vilão é o cerol, aquela mistura de cola e vidro, que os garotos passam na linha para disputar a pipa do outro. Embora pareça divertido, inúmeros casos de morte são registrados por cortes da linha. Segundo dados da Associação Brasileira de Motociclistas, são mais de 100 acidentes por ano, sendo que 25% deles são fatais.

[...]

Os animais também correm riscos, principalmente, aqueles que voam mais alto, como urubus, gaviões e corujas. As aves de médio porte, como pombas e passarinhos, quando sofrem uma lesão, raramente conseguem sobreviver.

www.acessa.com/infantil/arquivo/dicas

 

Em relação aos textos I e II, pode-se afirmar que

a)

(A) o texto I apresenta uma visão saudosista da brincadeira de pipas e o texto II mostra os perigos desta brincadeira.

b)

(B) o texto I apresenta formas diferentes de soltar pipas e o texto II mostra as consequências negativas da brincadeira.

c)

(C) o texto I narra casos perigosos sobre o ato de soltar pipas e o texto II alerta para a necessidade do uso de cerol.

d)

(D) o texto I compara as brincadeiras antigas com as novas e o texto II ressalta o comportamento das pessoas que soltam pipas.

81.

LEIA OS TEXTO ABAIXO:

DOR DE OUVIDO

Coloque compressas quentes sobre o ouvido doente. As compressas podem ser panos quentes, sacos de água quente, etc. Tome cuidado para que ela não esteja quente demais e queime a orelha da pessoa. Essas compressas são para colocar em cima da orelha, como se estivesse tampando-a e não para colocar dentro do ouvido. Nunca coloque nada quente dentro do ouvido, como gotas, óleos, etc., a menos que seja uma receita do médico. Não deixe a pessoa assoar o nariz com força, isso aumentará a dor. Isso tudo é só para aliviar a dor, só o médico pode dizer o que a pessoa tem e receitar um remédio. Fique ligado!

Disponível em: <http://iguinho.ig.com.br/primeiro-socorros.


Esse texto serve para:

a)

apresentar um medicamento.

b)

dar orientações ao leitor.

c)

contar um caso médico.

d)

explicar os motivos da dor.

82.

DOMINGÃO

Domingo, eu passei o dia todo de bode. Mas, no começo da noite, melhorei e resolvei bater um fio para o Zeca.

— E ai, cara? Vamos ao cinema?

— Sei lá, Marcos. Estou meio pra baixo....

— Eu também tava, cara. Mas já estou melhor!

E lá fomos nós. O ônibus atrasou, e nós pagamos o maior mico, porque, quando chegamos, o filme já tinha começado. Teve até um mane que perguntou se a gente tinha chegado para a próxima sessão.

Saímos de lá, comentando:

— Que filme massa!

— Maneiro mesmo!

Mas já era tarde, e nem deu para contar os últimos babados pro Zeca. Afinal, segunda-feira é de trampo e eu detesto queimar o filme com o patrão. Não vejo a hora de chegar de novo para eu agitar um pouco mais.

CAVÉQUIA. Márcia Paganini. In: http://ensinocomalegria.blogspot.com

Os dois personagens que conversam nesse texto são:

a)

jovens

b)

idosos

c)

crianças

d)

adultos

83.

GOLFINHO TAMBÉM É GENTE

Apesar do título acima, esclareço logo que eu não acho que golfinhos sejam “humanos”. Mas podem ser “pessoas”. Se considerarmos uma pessoa como um ser autônomo e ciente de sua identidade, então, os golfinhos têm todo o direito de pleitear essa distinção. Em um estudo que fiz em 2001 com minha colega Diana Reiss – Ph.D. em cognição e comportamento animal –, provamos que os golfinhos nariz de garrafa reconhecem a si mesmos em espelhos. Essa é uma capacidade rara no mundo animal, um clube que, além de humanos, só havia admitido os chimpanzés anãos. Pelo menos até onde a ciência sabia.

MARINO, Lori. Galileu: março, 2010


O argumento que sustenta a tese de que os golfinhos podem ser pessoas é:

a)

uma pessoa é um ser autônomo e ciente de sua identidade.

b)

uma coisa rara no mundo animal é a capacidade de reconhecer-se no espelho.

c)

os golfinhos reconhecem a si mesmos em espelhos.


d)

os golfinhos têm direito de reivindicar a classificação de pessoas.

84.


-OLÁ, QUERIDA!

Todo mundo que tem um irmão ou uma irmã sabe que é normal rolar discussão. O problema é que, quando isso acontece, quem está por perto acaba tendo que interferir. Você, assim como qualquer pessoa, não gosta de levar bronca e, por isso, acaba se sentindo muito injustiçada. Mas é claro que seus pais amam vocês duas e só querem que vivam em paz.

Então converse com eles e peça ajuda, dizendo que sua irmã precisa respeitar as suas coisas. Mais uma dica: não dê tanta importância às provocações da sua irmãzinha. Talvez ela mude de comportamento, quando perceber que não conseguiu mais irritar você.

Vitch. São Paulo: Abril, ed. 88, 2009


Leia novamente o trecho abaixo.

"Você, assim como qualquer pessoa, não gosta de levar bronca...”

A frase em destaque indica um tipo de linguagem:

a)

informal, usada por crianças e jovens.

b)

regional, usada em grandes capitais.

c)

formal, usada em ambientes de trabalho.

d)

caipira, usada por pessoas do campo.

85.

VERDADE

A porta da verdade estava aberta,

mas só deixava passar

meia pessoa de cada vez.

Assim não era possível atingir toda a verdade,

porque a meia pessoa que entrava

só trazia o perfil de meia verdade.

E sua segunda metade

voltava igualmente com meio perfil.

E os meios perfis não coincidiam.

Arrebentaram a porta. Derrubaram a porta.

Chegaram ao lugar luminoso

onde a verdade esplendia seus fogos.

Era dividida em metades diferentes uma da outra.

Chegou-se a discutir qual a metade mais bela.

Nenhuma das duas era totalmente bela.

E carecia optar. Cada um optou conforme seu capricho, sua ilusão, sua miopia.


Nos versos: “E sua segunda metade / voltava igualmente com meio perfil” (v.7-8). A palavra destacada refere-se à:

a)

porta.

b)

pessoa.

c)

ilusão.

d)

miopia.

86.

ERRO DE PORTUGUÊS

Quando o português chegou

Debaixo de uma bruta chuva

Vestiu o índio

Que pena!

Fosse uma manhã de sol

O índio tinha despido

O português.

ANDRADE Oswald de. Erro de português. In:Poesias reunidas. 5. ed. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, s.d. p. 177.

Nesse texto, no verso “Vestiu o índio” pode-se inferir que


a)

o índio teve sua cultura sobreposta pela cultura do branco.

b)

os portugueses emprestaram roupas aos índios por causa do frio.

c)

os portugueses deram abrigo aos índios por estar chovendo.

d)

o índio adornou-se com seus enfeites tradicionais.

87.

HÁ SAÍDA PARA OS JOVENS

O Brasil tem hoje um grande exército de jovens na faixa etária de 15 a 24 anos aguardando uma possibilidade de apresentar ao mercado de trabalho o seu potencial.

O maior drama deste exército juvenil é a ausência de vagas oferecidas àqueles que procuram o seu primeiro emprego. [...]

Além disso, parte das vagas oferecidas aos jovens são ocupadas por adultos, já que o desemprego também afeta gravemente os chefes de família, que desesperados, aceitam qualquer coisa. [...]

Apesar de tudo [...], há saídas para os jovens [...]. Por não haver alternativas individuais para todos, apenas para alguns, o país precisa de um projeto nacional de desenvolvimento que viabilize o crescimento econômico em mais de 5,5% ao ano e por toda uma década.

Fonte: http://www.estudeonline

O trecho do texto que revela uma opinião é:

a)

“[...] o desemprego também afeta gravemente os chefes de família [...]”

b)

“O Brasil tem hoje um grande exército de jovens [...]

c)

“[...] parte das vagas oferecidas aos jovens são ocupadas por adultos [...]”

d)

“[...] o país precisa de um projeto nacional de desenvolvimento [...]”

88.

SER ADOLESCENTE...

Ser adolescente é...

Acordar todos os dias tarde

E ainda achar que dormiu pouco;

Ficar horas com amigos ao telefone

E ainda chatear-se quando a mãe reclama;

Deixar seu quarto todo bagunçado

E dizer que não o arrumou por falta de tempo;

Achar que o mundo gira em torno de si

E não o contrário...

Como uma onda no mar

Mas ser adolescente também é...

Querer resolver os problemas do mundo, [...]

Fazer loucuras pelo seu ídolo,

Amar da forma mais intensa possível,

Estar rodeado de amigos,

Ser espontâneo e explosivo...

Ser adolescente é tudo isso e muito mais...


No verso “Ser adolescente é...” (v. 1), o uso das reticências sugere:

a)

continuidade de um pensamento.


b)

hesitação ao que ia ser dito.

c)

interrupção de uma fala.

d)

omissão de um pensamento.

89.

BELÉM DO PARÁ

Bembelelém!

Viva Belém!

Belém do Pará porto moderno integrado na equatorial

Beleza eterna da paisagem

Bembelelém!

Viva Belém!

Cidade pomar

(Obrigou a polícia a classificar um tipo novo de delinquente: O apedrejador de mangueiras)

Bembelelém!

Viva Belém!

Belém do Pará onde as avenidas se chamam Estradas:

Estrada de São Jerônimo

Estrada de Nazaré (...)


As palavras “Bembelelém, Belém”, com repetição de sons semelhantes sugerem:

a)

brincadeira com palavras.

b)

homenagem a Belém do Pará.

c)

evocação do som de sinos.

d)

leveza da estrutura do poema.

90.

Existe vida fora da Terra?

Até onde se sabe, não. Não existe nenhuma

evidência oficial, já que todos os casos registrados são

apenas suposições. Mas isso não desanima os

cientistas. “É bastante razoável que exista vida fora da

Terra. Só que as probabilidades diminuem quando

procuramos por vida inteligente”, conta Samuel Rocha

de Oliveira, físico do departamento de Matemática

Aplicada da Unicamp. Para achar vida como a

conhecemos, mesmo que formas primitivas, planetas

com as mesmas características da Terra precisam ser

encontrados. Satélites como o Corot e o Kepler caçam

essas estruturas e, até junho deste ano, já haviam

encontrado 563 delas.

Mundo Estranho, ed. 114, ano 10, n. 8, ago. 2011, p. 31.

Segundo o texto, existe vida na Terra?

a)

Os satélites que caçam vida fora da terra até hoje

não encontraram nenhum tipo de ser parecido

com os da Terra e nem planetas parecidos com o

nosso.

b)

Não há nenhuma evidência oficial, apenas

algumas suposições de vida fora da Terra.

c)

Há vida fora da Terra, mas ainda não foram

encontrados seres como do nosso planeta.

d)

Há vida fora da Terra, mas não inteligente como a

do nosso planeta.

91.

Aposta na prevenção

A prevenção da obesidade deve ser feita desde

o nascimento e uma das ferramentas mais eficazes é a

amamentação. “Bebês amamentados no peito têm

menos chances de se tornarem adultos gordos porque,

no esforço de sugar o seio, desenvolvem a percepção

da saciedade, ou seja, sentem que a fome acaba e

param de mamar”, afirma o médico pediatra Fábio

Ancoria Lopes. Já o leite oferecido na mamadeira,

além de chegar à boca com mais facilidade, o que faz o

bebê receber mais alimento do que necessita,

costuma ser muito calórico, principalmente se for

engrossado com farinhas e adoçado. Para saber se o

bebê caminha para ser um adulto com peso normal ou

um obeso, basta ficar de olho na balança.

De acordo com o padrão internacional de

pediatria, no primeiro ano de vida é normal que ele

triplique o peso que tinha ao nascer. A partir do

segundo aniversário e até a adolescência, a criança

pode ganhar em média de 2 a 3 quilos, por ano.

Revista crescer, ano 2001.

De acordo com esse texto, qual alimento que pode evitar que o bebê se torne um adulto gordo?

a)

Misturas calóricas.

b)

Mamadeiras.

c)

Farinhas.

d)

Leite materno.

92.

O corvo e a raposa

Um corvo, empoleirado sobre uma árvore,

segurava em seu bico um queijo. Uma raposa, atraída

pelo cheiro, dirigiu-lhe mais ou menos as seguintes

palavras:

— Olá, doutor corvo! Como o senhor é lindo,

como o senhor me parece belo! Sem mentira, se sua

voz se assemelha a sua plumagem, então o senhor é a

fênix dos habitantes destes bosques.

Diante dessas palavras, o corvo, não cabendo em

si de contente, para mostrar sua bela voz, abriu um

grande bico e deixou cair sua presa. A raposa

apoderou-se dela e disse:

— Meu caro senhor, aprenda que todo bajulador

vive às custas de quem lhe dê ouvidos. Esta lição vale,

sem dúvida, um queijo.

O corvo, envergonhado e confuso, jurou, um

pouco tarde é verdade, que ele não cairia mais nessa.

No trecho “... para mostrar sua bela voz, abriu um

grande bico e deixou cair sua presa. A raposa

apoderou-se dela...”, as palavras em destaque

referem-se:

a)

ao corvo.

b)

à raposa.

c)

ao bico.

d)

à voz.

93.

Infere-se desse texto que:

a)

A dengue pode ser combatida com atitudes simples

b)

A vacinação contra a dengue deve ser realizada o ano todo.

c)

É indispensável a utilização de produtos recicláveis

d)

É necessário evitar o desperdício de água ao regar plantas.

e)

O lixo deve ser descartado em locais apropriados

94.

A liberdade de expressão é um direito de todos, mas que nem sempre pode ser colocado em prática. A charge apresentada faz uma crítica a esse respeito, mostrando que:

a)

Todos os indivíduos têm dificuldade de lidar com opiniões diferentes das suas

b)

Todas as pessoas deveriam pensar do mesmo modo para termos um mundo sem violência.

c)

A opinião do outro, para muitas pessoas, só é considerada quando é igual à sua.

d)

É aceitável que as pessoas tratem mal aqueles que pensam diferente delas.

e)

Todos nós somos diferentes e, por isso, é normal que não aceitemos as formas de pensar dos outros.

95.

A figura acima destaca um dos grandes problemas nos centros urbanos que é o(a)

a)

Falta de construção de estradas e vias.

b)

Falta de oportunidade de emprego.

c)

Construção irregular de calçadas.

d)

Desmatamento e diminuição da área verde.

e)

Falta de prédios comerciais

96.

A liberdade de expressão é um direito de todos, mas que nem sempre pode ser colocado em prática. A charge apresentada faz uma crítica a esse respeito, mostrando que:

a)

Todos os indivíduos têm dificuldade de lidar com opiniões diferentes das suas.

b)

Todas as pessoas deveriam pensar do mesmo modo para termos um mundo sem violência.

c)

A opinião do outro, para muitas pessoas, só é considerada quando é igual à sua.

d)

É aceitável que as pessoas tratem mal aqueles que pensam diferente delas.

e)

Todos nós somos diferentes e, por isso, é normal que não aceitemos as formas de pensar dos outros.

97.

A partir do texto e da imagem que a personagem aparenta ter de si mesma, podemos inferir que o gato

a)

Imagina que não precisa se apresentar porque Papai Noel já o conhece de outros anos.

b)

Sabe que Papai Noel deixará um presente para ele, mesmo não o conhecendo muito bem.

c)

Supõe que o Papai Noel entrega presentes a todos, independentemente do comportamento de cada um

d)

Acredita que o Papai Noel só entrega presentes para pessoas que agem corretamente durante o ano.

98.

O que levou Mafalda a pensar que o grito ouvido era do mundo?

a)

Ela acha que tudo causa dor

b)

O mundo para ela é um animal.

c)

As notícias drásticas que ela ouviu no rádio.

d)

Ela ouviu no rádio que o mundo ia gritar.

e)

Mafalda é bastante imatura.

99.

Observando a tira, o que significa a expressão “ ...tua bola acabou de conquistar a liberdade dela!”?

a)

A menina chutou a bola.

b)

O menino gosta de ter liberdade.

c)

A bola foi perdida pela menina.

d)

Os meninos querem ser livres.

e)

A menina escondeu a bola.

100.

8. A propaganda em foco apresenta em pequenos cartazes as ameaças

a)

à invasão das terras pelas águas marítimas.

b)

à preservação de certas espécies em extinção.

c)

à preservação geral do planeta.

d)

ao degelo iminente das calotas polares

e)

aos animais adultos em geral.

101.

A partir da leitura verbal e não verbal, conclui-se que:

a)

Os cadeirantes não podem usar banheiros públicos.

b)

existem locais que não são adaptados para cadeirantes.

c)

existem cadeiras de rodas que passam por portas estreitas.

d)

os bebedouros devem ser colocados próximos aos banheiros.

e)

os bebedouros de locais públicos são acessíveis a qualquer pessoa

102.

O sinal de adição e a figura que sugere um raio

a)

chamam a atenção do leitor, embora guardem pouca relação com a mensagem verbal

b)

são imagens que dão ênfase aos aspectos mais importantes da mensagem verbal.

c)

contrapõem-se ao sentido da mensagem verbal, causando maior impacto no leitor.

d)

são recursos gráficos intimamente relacionados com o tipo de livros à venda.

e)

não são recursos gráficos.

103-107.

Answer the questions below after watching the video

103.

Qual é a principal característica que diferencia as crônicas dos outros gêneros textuais?

a)

Baseadas no cotidiano

b)

Uso de linguagem técnica

c)

Foco em eventos históricos

d)

Narrativas longas

104.

Qual das seguintes opções NÃO é uma característica comum das crônicas?

a)

Estrutura rígida e formal

b)

Uso de humor e ironia

c)

Narrativas curtas

d)

Linguagem coloquial

105.

Como as crônicas geralmente estruturam seus textos para criar um efeito de atualidade e dinamismo?

a)

Estruturando em forma de diálogo

b)

Utilizando metáforas complexas

c)

Usando linguagem técnica

d)

Focando em eventos históricos

106.

O que é intertextualidade nas crônicas?

a)

Inserção de um texto em outro

b)

Uso de linguagem técnica

c)

Foco em eventos históricos

d)

Narrativas longas

107.

Qual autor é recomendado para conhecer mais sobre crônicas?

a)

Machado de Assis

b)

Luis Fernando Verissimo

c)

Clarice Lispector

d)

Carlos Drummond de Andrade

108-112.

Answer the questions below after watching the video

108.

O que a velhinha levava no saco todos os dias?

a)

Muamba

b)

Comida

c)

Roupas

d)

Areia

109.

Por que o fiscal desconfiava da velhinha?

a)

Porque ela era muito simpática

b)

Porque ela passava todos os dias com um saco

c)

Porque ela andava de lambreta

d)

Porque ela tinha muitos dentes

110.

Quantos anos de serviço tinha o fiscal de Alfândega?

a)

50 anos

b)

20 anos

c)

40 anos

d)

30 anos

111.

O que a velhinha realmente contrabandeava?

a)

Comida

b)

Roupas

c)

Lambretas

d)

Areia

112.

Qual é o pseudônimo do autor do conto?

a)

Carlos Drummond

b)

Machado de Assis

c)

Stanislaw Ponte Preta

d)

Sérgio Porto