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WorksheetsNONO ATIVIDADES
Total questions: 30
Worksheet time: 1hrs 14mins
D24 - Reconhecer as representações decimais dos números racionais como uma extensão do sistema de numeração decimal, identificando a existência de "ordens", como décimos, centésimos e milésimos.
(Saerjinho). Como se escreve o número dois inteiros e oito milésimos, usando algarismos?
2,8
2,08
2,008
2,0008
Se colocados em ordem crescente os números decimais 0,05 – 0,5 – 0,003 – 0,057 – 0,35 têm-se
0,05 – 0,5 – 0,003 – 0,057 – 0,35.
0,003 – 0,05 – 0,057 – 0,35 – 0,5.
0,003 – 0,05 – 0,057 – 0,5 – 0,35.
0,5 – 0,35 – 0,057 – 0,05 – 0,003.
O número decimal 2,401 pode ser decomposto em:
2 + 0,4 + 0,001
2 + 0,4 + 0,01
2 + 0,4 + 0,1
2 + 4 + 0,1
D25 - Efetuar cálculos que envolvam operações com números racionais (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação).
Fazendo-se as operações indicadas em 1,8 + 1,35 + 2,1 – 0,8, obtém-se:
4,45
6,05
17,2
15,6
Rosana resolveu a expressão numérica ao lado.
O resultado dessa expressão é
−42
−201
201
62
D26 - Resolver problema com números racionais que envolvam as operações (adição, subtração, multiplicação, divisão e potenciação).
Marta quer comprar uma mala que custa R$ 184,99. Ela tem R$ 95,00.
Quanto lhe falta para conseguir comprar essa mala?
R$ 89,99
R$ 99,99
R$ 111,99
R$ 189,99
Um boneco de brinquedo dá passos de 8,5 cm.
O número de passos ele deve dar para andar 68 cm é:
8 passos.
9 passos.
10 passos.
11 passos.
D27 - Efetuar cálculos simples com valores aproximados de radicais.
(Projeto con(seguir)). Na reta numérica estão assinalados alguns pontos:
Entre quais pontos se encontra o número 10 ?
A e B
B e C
C e D
D e E
(SAEP 2013). Efetuando as operações ( 5+10 ), obtemos o valor aproximadamente de
4,7
5,8
5,3
4,3
D28 - Resolver problema que envolva porcentagem.
(FLORIPA). Na empresa em que Laura trabalha, 25% dos 32 funcionários são formados em Direito. Quantos funcionários dessa empresa são formados em Direito?
32
24
8
7
Numa prova de Matemática, 18 alunos, dentre os 40 da classe, obtiveram nota acima de 7,0.
Nessa turma, a porcentagem de alunos que obteve nota superior a 7,0 é:
18%
22%
45%
50%
(Prova Brasil). Dois pedreiros constroem um muro em 15 dias. Três pedreiros constroem o mesmo muro em quantos dias?
5 dias.
10 dias.
15 dias.
22,5 dias.
D1- Leia o texto abaixo:
Como opera a máfia que transformou o Brasil num dos campeões da fraude de medicamentos
É um dos piores crimes que se podem cometer. As vítimas são homens, mulheres e crianças doentes — presas fáceis, capturadas na esperança de recuperar a saúde perdida. A máfia dos medicamentos falsos é mais cruel do que as quadrilhas de narcotraficantes. Quando alguém decide cheirar cocaína, tem absoluta consciência do que coloca no corpo adentro. Às vítimas dos que falsificam remédios não é dada oportunidade de escolha. Para o doente, o remédio é compulsório. Ou ele toma o que o médico lhe receitou ou passará a correr risco de piorar ou até morrer. Nunca como hoje os brasileiros entraram numa farmácia com tanta reserva.
PASTORE, Karina. O Paraíso dos Remédios Falsificados. Veja, nº 27. São Paulo: Abril, 8 jul. 1998, p. 40-41.
Segundo a autora, “um dos piores crimes que se podem cometer” é:
(A) a venda de narcóticos.
(B) a falsificação dos remédios.
(C) a receita de remédios falsos.
(D) a venda abusiva de remédios.
D3- Leia o texto abaixo:
Realidade com muita fantasia
Nascido em 1937, o gaúcho Moacyr Scliar é um homem versátil: médico e escritor, igualmente atuante nas duas áreas. Dono de uma obra literária extensa, é ainda um biógrafo de mão cheia e colaborador assíduo de diversos jornais brasileiros. Seus livros para jovens e adultos são sucesso de público e de crítica e alguns já foram publicados no exterior.
Muito atento às situações-limite que desagradam à vida humana, Scliar combina em seus textos indícios de uma realidade bastante concreta com cenas absolutamente fantásticas. A convivência entre realismo e fantasia é harmoniosa e dela nascem os desfechos surpreendentes das histórias.
Em sua obra, são freqüentes questões de identidade judaica, do cotidiano da medicina e do mundo da mídia, como, por exemplo, acontece no conto “O dia em que matamos James Cagney”.
Para Gostar de Ler, volume 27. Histórias sobre Ética. Ática, 1999.
A expressão sublinhada em “é ainda um biógrafo de mão cheia” (ℓ. 2) e (ℓ. 3) significa que Scliar é
(A) crítico e detalhista.
(B) criativo e inconsequente.
(C) habilidoso e talentoso.
(D) inteligente e ultrapassado.
D4- O texto conta a história de um homem que “entrou pelo cano”.
O Homem que entrou pelo cano
Abriu a torneira e entrou pelo cano. A princípio incomodava-o a estreiteza do tubo. Depois se acostumou. E, com a água, foi seguindo. Andou quilômetros. Aqui e ali ouvia barulhos familiares. Vez ou outra um desvio, era uma seção que terminava em torneira.
Vários dias foi rodando, até que tudo se tornou monótono. O cano por dentro não era interessante.
No primeiro desvio, entrou. Vozes de mulher. Uma criança brincava. Então percebeu que as engrenagens giravam e caiu numa pia. À sua volta era um branco imenso, uma água límpida. E a cara da menina aparecia redonda e grande, a olhá-lo interessada. Ela gritou: “Mamãe, tem um homem dentro da pia”.
Não obteve resposta. Esperou, tudo quieto. A menina se cansou, abriu o tampão e ele desceu pelo esgoto.
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Cadeiras Proibidas. São Paulo: Global, 1988, p. 89.
O conto cria uma expectativa no leitor pela situação incomum criada pelo enredo. O resultado não foi o esperado porque:
(A) a menina agiu como se fosse um fato normal.
(B) o homem demonstrou pouco interesse em sair do cano.
(C) as engrenagens da tubulação não funcionaram.
(D) a mãe não manifestou nenhum interesse pelo fato.
D6- Leia o texto abaixo:
O ouro da biotecnologia
Até os bebês sabem que o patrimônio natural do Brasil é imenso. Regiões como a Amazônia, o Pantanal e a Mata Atlântica - ou o que restou dela - são invejadas no mundo todo por sua biodiversidade. Até mesmo ecossistemas como o do cerrado e o da caatinga têm mais riqueza de fauna e flora do que se costuma pensar. A quantidade de água doce, madeira, minérios e outros bens naturais é amplamente citada nas escolas, nos jornais e nas conversas. O problema é que tal exaltação ufanista (“Abençoado por Deus e bonito por natureza”) é diretamente proporcional à desatenção e ao desconhecimento que ainda vigoram sobre essas riquezas.
Estamos entrando numa era em que, muito mais do que nos tempos coloniais (quando pau-brasil, ouro, borracha etc. eram levados em estado bruto para a Europa), a exploração comercial da natureza deu um salto de intensidade e refinamento. Essa revolução tem um nome: biotecnologia. Com ela, a Amazônia, por exemplo, deixará em breve de ser uma enorme fonte “potencial” de alimentos, cosméticos, remédios e outros subprodutos: ela o será de fato - e de forma sustentável. Outro exemplo: os créditos de carbono, que terão de ser comprados do Brasil por países que poluem mais do que podem, poderão significar forte entrada de divisas.
Com sua pesquisa científica carente, idefinição quanto à legislação e dificuldades nas questões de patenteamento, o Brasil não consegue transformar essa riqueza natural em riqueza financeira. Diversos produtos autóctones, como o cupuaçu, já foram registrados por estrangeiros - que nos obrigarão a pagar pelo uso de um bem original daqui, caso queiramos (e saibamos) produzir algo em escala com ele. Além disso, a biopirataria segue crescente. Até mesmo os índios deixam que plantas e animais sejam levados ilegalmente para o exterior, onde provavelmente serão vendidos a peso de ouro. Resumo da questão: ou o Brasil acorda para a nova realidade econômica global, ou continuará perdendo dinheiro como fruta no chão.
Uma frase que resume a ideia principal do texto é:
(A) A amazônia deixará de ser fonte potencial de alimentos.
(B) O Brasil não transforma riqueza natural em financeira.
(C) Os Índios deixam animais e plantas serem levados.
(D) Os estrangeiros registraram diversos produtos.
D14- Leia o texto abaixo:
As enchentes de minha infância
Sim, nossa casa era muito bonita, verde, com uma tamareira junto à varanda, mas eu invejava os que moravam do outro lado da rua, onde as casas dão fundos para o rio. Como a casa dos Martins, como a casa dos Leão, que depois foi dos Medeiros, depois de nossa tia, casa com varanda fresquinha dando para o rio.
Quando começavam as chuvas a gente ia toda manhã lá no quintal deles ver até onde chegara a enchente. As águas barrentas subiam primeiro até a altura da cerca dos fundos, depois às bananeiras, vinham subindo o quintal, entravam pelo porão. Mais de uma vez, no meio da noite, o volume do rio cresceu tanto que a família defronte teve medo.
Então vinham todos dormir em nossa casa. Isso para nós era uma festa, aquela faina de arrumar camas nas salas, aquela intimidade improvisada e alegre. Parecia que as pessoas ficavam todas contentes, riam muito; como se fazia café e se tomava café tarde da noite! E às vezes o rio atravessava a rua, entrava pelo nosso porão, e me lembro que nós, os meninos, torcíamos para ele subir mais e mais. Sim, éramos a favor da enchente, ficávamos tristes de manhãzinha quando, mal saltando da cama, íamos correndo para ver que o rio baixara um palmo – aquilo era uma traição, uma fraqueza do Itapemirim. Às vezes chegava alguém a cavalo, dizia que lá, para cima do Castelo, tinha caído chuva muita, anunciava águas nas cabeceiras, então dormíamos sonhando que a enchente ia outra vez crescer, queríamos sempre que aquela fosse a maior de todas as enchentes.
BRAGA, Rubem. Ai de ti, Copacabana. 3. ed.Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1962. p. 157.
A expressão que revela uma opinião sobre o fato “... vinham todos dormir em nossa casa” (ℓ. 10), é
(A) “Às vezes chegava alguém a cavalo...”
(B) “E às vezes o rio atravessava a rua...”
(C) “e se tomava café tarde da noite!”
(D) “Isso para nós era uma festa...”
––––––––
D12- Leia o texto abaixo:
A antiga Roma ressurge em cada detalhe
Dos 20.000 habitantes de Pompéia, só dois escaparam da fulminante erupção do vulcão Vesúvio em 24 de agosto de 79 d.C. Varrida do mapa em horas, a cidade só foi encontrada em 1748, debaixo de 6 metros de cinzas. Por ironia, a catástrofe salvou Pompéia dos conquistadores e preservou-a para o futuro, como uma jóia arqueológica. Para quem já esteve lá, a visita é inesquecível.
A profusão de dados sobre a cidade permitiu ao Laboratório de Realidade Virtual Avançada da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, criar imagens minuciosas, com apoio do instituto Americano de Arqueologia. Milhares de detalhes arquitetônicos tornaram-se visíveis. As imagens mostram até que nas casas dos ricos se comia pão branco, de farinha de trigo, enquanto na dos pobres comia-se pão preto, de centeio.
Outro megaprojeto, para ser concluído em 2020, da Universidade da Califórnia, trata da restauração virtual da história de Roma, desde os primeiros habitantes, no século XV a.C., até a decadência, no século V. Guias turísticos virtuais conduzirão o visitante por paisagens animadas por figurantes. Edifícios, monumentos, ruas, aquedutos, termas e sepulturas desfilarão, interativamente. Será possível percorrer vinte séculos da história num dia. E ver com os próprios olhos tudo aquilo que a literatura esforçou-se para contar com palavras.
Revista Superinteressante, dezembro de 1998, p. 63.
A finalidade principal do texto é
(A) convencer.
(B) relatar.
(C) descrever.
(D) informar.
D2- Leia o texto abaixo:
A floresta do contrário
Todas as florestas existem antes dos homens.
Elas estão lá e então o homem chega, vai destruindo, derruba as árvores, começa a construir prédios, casas, tudo com muito tijolo e concreto. E poluição também.
Mas nesta floresta aconteceu o contrário. O que havia antes era uma cidade dos homens, dessas bem poluídas, feia, suja, meio neurótica.
Então as árvores foram chegando, ocupando novamente o espaço, conseguiram expulsar toda aquela sujeira e se instalaram no lugar.
É o que se poderia chamar de vingança da natureza – foi assim que terminou seu relato o amigo beija-flor.
Por isso ele estava tão feliz, beijocando todas as flores – aliás, um colibri bem assanhado, passava flor por ali, ele já sapecava um beijão.
Agora o Nan havia entendido por que uma ou outra árvore tinha parede por dentro, e ele achou bem melhor assim.
Algumas árvores chegaram a engolir casas inteiras.
Era um lugar muito bonito, gostoso de se ficar. Só que o Nan não podia, precisava partir sem demora. Foi se despedir do colibri, mas ele já estava namorando apertado a uma outra florzinha, era melhor não atrapalhar.
LIMA, Ricardo da Cunha. Em busca do tesouro de Magritte. São Paulo: FTD, 1988.
No trecho “Elas estão lá e então o homem chega,...” (ℓ. 2), a palavra destacada re-fere-se a:
(A) flores.
(B) casas.
(C) florestas.
(D) árvores.
Em uma escola, 40% dos 50 professores participaram de um curso de atualização. Quantos professores participaram do curso?
30
25
20
15
Como se escreve o número três inteiros e cinquenta e dois centésimos, usando algarismos?
3,25
3,052
3,52
3,502
Qual é o resultado da expressão: 53−41 ?
2011
52
92
207
D16 - O humor da charge reside:
No espanto do garoto ao perceber que o livro está com a imagem embaçada.
Na confusão do garoto ao tentar usar um gesto de celular em um livro impresso.
No interesse do garoto pela imagem que apareceu na página do livro.
Na dificuldade do garoto em entender o conteúdo que está lendo no livro.
D12 - Qual é a principal finalidade da charge apresentada?
Relatar um fato real sobre o uso da tecnologia nas escolas.
Explicar como funciona o gesto de zoom em dispositivos eletrônicos.
Criticar o costume de ler apenas em telas digitais, de forma bem-humorada.
Informar os leitores sobre a importância de preservar os livros físicos.
D5 - A charge mostra o menino tentando dar zoom em um livro. O que podemos inferir com essa atitude?
O menino prefere ler livros físicos do que digitais.
O menino está com dificuldades para enxergar a imagem no livro.
O menino está acostumado com dispositivos eletrônicos e pensa que o livro funciona da mesma forma.
O menino nunca viu um livro antes e não sabe como usá-lo.
D3 - Na charge, o menino diz: “Não dá zoom!”. Com base no contexto, o que podemos entender pelo uso da expressão “dar zoom”?
Escrever algo com destaque em um livro impresso.
Ampliar uma imagem ou texto, como se faz em aparelhos digitais.
Aumentar o volume de um áudio presente na página do livro.
Procurar um resumo da imagem em outro lugar do livro.
D12 - O objetivo do texto lido é:
dar uma informação.
descrever uma experiência.
explicar uma dieta.
fazer uma demonstração.
D6 e D7 - Qual é o tema do texto “A literatura da era digital” e qual é a tese defendida pela autora?
Tema: A dificuldade dos leitores em acessar livros digitais.
Tese: A tecnologia tem afastado os jovens da leitura tradicional.
Tema: A substituição dos livros físicos pelos livros virtuais.
Tese: Os escritores abandonaram completamente o mercado editorial.
Tema: A influência da internet na divulgação literária.
Tese: A internet tem facilitado o acesso à literatura e incentivado a produção de textos por novos escritores.
Tema: A importância de preservar os livros impressos.
Tese: A literatura digital enfraqueceu o valor das obras clássicas.
D9 - Releia o trecho:
"Nos Estados Unidos, por exemplo, até escritores consagrados disponibilizam seus textos na internet, pois têm consciência de que a acessibilidade dos leitores ao mundo virtual é muito grande [...]"
Esse trecho pode ser classificado como:
Parte principal do texto, pois apresenta a tese central.
Parte secundária do texto, pois serve como exemplo para reforçar a ideia central.
Parte principal do texto, pois traz a conclusão da autora.
Parte secundária do texto, pois apresenta uma crítica à literatura digital.
D15 - No trecho “Portanto, a internet tem se tornado um espaço facilitador que acaba por redimensionar a literatura em todo o mundo.”, a palavra “portanto” estabelece qual relação entre as ideias?
Comparação entre os modos de leitura antigos e atuais.
Contraste entre autores americanos e europeus.
Explicação sobre os critérios de seleção das editoras.
Conclusão sobre as vantagens do uso da internet na literatura.
