WorksheetsAtuação em Políticas Públicas - 1o bimestre
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A política social, enquanto política pública, pode ser compreendida como:
um conjunto de ações privadas voltadas ao bem-estar coletivo.
ações do Estado voltadas exclusivamente à elite econômica.
uma forma de ação pública que busca concretizar direitos sociais.
um mecanismo de controle do mercado sobre a sociedade.
A política pública distingue-se da política estatal porque:
é sempre decidida sem participação social.
envolve apenas instituições privadas.
refere-se exclusivamente a decisões partidárias.
inclui participação da sociedade na definição e controle das ações.
No contexto democrático, a política pode ser entendida como:
a) a ausência de conflitos sociais.
b) o uso exclusivo da coerção estatal.
c) um instrumento de negociação e consenso entre diferentes interesses.
d) um processo técnico de administração pública.
A Constituição Federal de 1988 consolidou a saúde como:
um privilégio de quem contribui com impostos.
um direito fundamental do cidadão e dever do Estado.
um serviço opcional fornecido pela iniciativa privada.
um benefício condicionado ao mercado de trabalho.
O conceito ampliado de saúde inclui:
apenas a ausência de doenças.
a soma de bem-estar físico e psicológico.
determinantes sociais como moradia, renda e educação.
somente fatores biológicos.
A participação social nas políticas públicas é importante porque:
reduz o papel do Estado.
legitima as decisões e promove o controle social.
elimina a necessidade de leis.
substitui os conselhos e conferências de saúde.
O neoliberalismo impactou as políticas sociais ao:
fortalecer o papel do Estado na proteção social.
reforçar o caráter universalista das políticas públicas.
reduzir a intervenção estatal e estimular soluções assistencialistas.
criar novas formas de participação popular.
A descentralização do SUS implica:
retirada da autonomia dos municípios.
maior responsabilidade dos gestores locais nas ações de saúde.
centralização das decisões no governo federal.
exclusão dos estados do processo decisório.
A inserção tardia da psicologia nas políticas públicas no Brasil deve-se, em parte:
ao foco inicial na clínica privada e na elite.
à inexistência de políticas públicas no país.
ao excesso de profissionais formados na área.
à obrigatoriedade de atuação em contextos sociais.
O 'Projeto do Compromisso Social' da Psicologia buscou:
reforçar práticas assistencialistas tradicionais.
ampliar o acesso da psicologia às classes populares.
reduzir a atuação da psicologia ao setor privado.
eliminar a dimensão social do trabalho psicológico.
A psicologia comunitária no Brasil se caracteriza por:
foco na adaptação do sujeito ao meio.
ênfase na emancipação e transformação social.
exclusividade de atuação clínica.
neutralidade em relação ao contexto histórico.
A subjetividade, no contexto das políticas públicas, deve ser compreendida como:
um fenômeno universal e atemporal.
um processo histórico e socialmente determinado.
uma característica individual isolada da sociedade.
um dado fixo e imutável da personalidade.
A atuação do psicólogo nas políticas públicas deve buscar:
a) a manutenção da ordem social.
b) a superação de desigualdades e a promoção de direitos.
c) a neutralidade científica absoluta.
d) a redução do papel do Estado.
O CREPOP tem como função:
fiscalizar práticas clínicas privadas.
produzir referências técnicas para a atuação do psicólogo nas políticas públicas.
controlar o número de profissionais formados.
regular os conselhos regionais de psicologia.
A participação dos psicólogos na elaboração do ECA exemplifica:
a) a atuação da psicologia na garantia de direitos sociais.
b) a limitação do campo psicológico ao ambiente escolar.
c) a neutralidade científica da psicologia.
d) a ausência da psicologia no debate público.
A dimensão subjetiva das políticas públicas inclui:
apenas aspectos econômicos.
processos sociais e individuais interligados.
fatores exclusivamente biológicos.
elementos neutros e imutáveis.
Uma atuação comprometida com a transformação social implica:
ignorar as condições materiais dos sujeitos.
adaptar indivíduos ao sistema vigente.
promover engajamento e cidadania.
priorizar interesses privados.
O trabalho em rede pressupõe:
isolamento entre serviços.
ações intersetoriais e articuladas.
atendimento exclusivamente individual.
hierarquia rígida entre os profissionais.
O modelo psicossocial de atenção à saúde mental valoriza:
o poder médico e a centralidade da doença.
a abordagem interdisciplinar e territorial.
o isolamento institucional.
a padronização das intervenções.
A integralidade das ações em rede implica:
foco em um único tipo de intervenção.
articulação de saberes e serviços para atender às múltiplas necessidades.
exclusividade do setor de saúde.
adoção de práticas biomédicas apenas.
O apoio matricial tem como objetivo:
centralizar as decisões nos CAPs.
promover corresponsabilização e articulação entre equipes.
restringir a saúde mental à atenção especializada.
substituir a atenção primária.
O trabalho intersetorial significa:
cooperação apenas entre profissionais da saúde.
atuação integrada entre diferentes setores e políticas.
ação isolada dos psicólogos.
intervenções padronizadas em todos os casos.
A horizontalização das relações profissionais no trabalho em rede visa:
a) reforçar hierarquias institucionais.
b) favorecer decisões coletivas e colaborativas.
c) diminuir a responsabilidade das equipes.
d) centralizar o poder nas instâncias políticas.
O cuidado no modelo psicossocial deve ser:
centrado no sintoma.
focado exclusivamente no indivíduo.
integral e centrado no sujeito em sua realidade social.
padronizado e massificado.
A implicação subjetiva do usuário no cuidado implica:
o protagonismo da equipe técnica.
a participação ativa do sujeito no processo terapêutico.
a exclusão do contexto social.
A corresponsabilização no trabalho em rede significa:
divisão hierárquica do trabalho.
responsabilidade compartilhada entre serviços e profissionais.
redução do número de profissionais envolvidos.
exclusividade de decisões do gestor.
O trabalho em rede contribui para:
fragmentação do cuidado.
continuidade e integralidade da atenção.
centralização das ações em um único serviço.
isolamento das práticas profissionais.
A Lei 8.080/90 define a saúde como:
um bem de consumo.
um direito fundamental garantido pelo Estado.
uma mercadoria regulada pelo mercado.
um serviço facultativo.
O princípio da equidade no SUS implica:
oferecer os mesmos serviços a todos.
garantir acesso de acordo com necessidades específicas.
priorizar quem tem maior renda.
excluir grupos vulneráveis.
A PNH valoriza:
a) a objetividade técnica acima de tudo.
b) a dimensão subjetiva e coletiva do cuidado.
c) a centralização do poder.
d) a fragmentação dos serviços.
A RAPS tem como objetivo:
isolar pessoas em sofrimento psíquico.
articular pontos de atenção e promover cuidado integral.
substituir a atenção básica.
reduzir o acesso a serviços especializados.
A redução de danos é uma estratégia que:
visa punir o uso de substâncias.
busca eliminar totalmente o uso de drogas.
minimiza riscos e promove autonomia.
substitui o tratamento terapêutico.
A atenção psicossocial se diferencia do modelo biomédico porque:
prioriza o diagnóstico e a medicação.
considera a integralidade e o contexto social do sujeito.
centraliza decisões no profissional médico.
ignora fatores sociais no tratamento.
A integralidade no SUS refere-se a:
atendimento apenas hospitalar.
conjunto de ações de promoção, prevenção e reabilitação.
exclusividade de atenção especializada.
centralização das ações em Brasília.
O protagonismo dos sujeitos na atenção psicossocial significa:
passividade no processo terapêutico.
participação ativa e construção conjunta do cuidado.
exclusão das decisões sobre tratamento.
submissão às decisões técnicas.
A atenção humanizada implica:
distanciamento emocional dos profissionais.
relações horizontais e respeito à singularidade.
padronização dos atendimentos.
ênfase na tecnicidade.
O papel do psicólogo na saúde pública inclui:
intervenções centradas apenas na psicopatologia.
promoção da saúde, prevenção e construção de cidadania.
atuação isolada e individual.
neutralidade frente às desigualdades sociais.
