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Atuação em Políticas Públicas - 1o bimestre

Total questions: 37

Worksheet time: 37mins

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1.

A política social, enquanto política pública, pode ser compreendida como:

a)

um conjunto de ações privadas voltadas ao bem-estar coletivo.

b)

ações do Estado voltadas exclusivamente à elite econômica.

c)

uma forma de ação pública que busca concretizar direitos sociais.

d)

um mecanismo de controle do mercado sobre a sociedade.

2.

A política pública distingue-se da política estatal porque:

a)

é sempre decidida sem participação social.

b)

envolve apenas instituições privadas.

c)

refere-se exclusivamente a decisões partidárias.

d)

inclui participação da sociedade na definição e controle das ações.

3.

No contexto democrático, a política pode ser entendida como:

a)

a) a ausência de conflitos sociais.

b)

b) o uso exclusivo da coerção estatal.

c)

c) um instrumento de negociação e consenso entre diferentes interesses.

d)

d) um processo técnico de administração pública.

4.

A Constituição Federal de 1988 consolidou a saúde como:

a)

um privilégio de quem contribui com impostos.

b)

um direito fundamental do cidadão e dever do Estado.

c)

um serviço opcional fornecido pela iniciativa privada.

d)

um benefício condicionado ao mercado de trabalho.

5.

O conceito ampliado de saúde inclui:

a)

apenas a ausência de doenças.

b)

a soma de bem-estar físico e psicológico.

c)

determinantes sociais como moradia, renda e educação.

d)

somente fatores biológicos.

6.

A participação social nas políticas públicas é importante porque:

a)

reduz o papel do Estado.

b)

legitima as decisões e promove o controle social.

c)

elimina a necessidade de leis.

d)

substitui os conselhos e conferências de saúde.

7.

O neoliberalismo impactou as políticas sociais ao:

a)

fortalecer o papel do Estado na proteção social.

b)

reforçar o caráter universalista das políticas públicas.

c)

reduzir a intervenção estatal e estimular soluções assistencialistas.

d)

criar novas formas de participação popular.

8.

A descentralização do SUS implica:

a)

retirada da autonomia dos municípios.

b)

maior responsabilidade dos gestores locais nas ações de saúde.

c)

centralização das decisões no governo federal.

d)

exclusão dos estados do processo decisório.

9.

A inserção tardia da psicologia nas políticas públicas no Brasil deve-se, em parte:

a)

ao foco inicial na clínica privada e na elite.

b)

à inexistência de políticas públicas no país.

c)

ao excesso de profissionais formados na área.

d)

à obrigatoriedade de atuação em contextos sociais.

10.

O 'Projeto do Compromisso Social' da Psicologia buscou:

a)

reforçar práticas assistencialistas tradicionais.

b)

ampliar o acesso da psicologia às classes populares.

c)

reduzir a atuação da psicologia ao setor privado.

d)

eliminar a dimensão social do trabalho psicológico.

11.

A psicologia comunitária no Brasil se caracteriza por:

a)

foco na adaptação do sujeito ao meio.

b)

ênfase na emancipação e transformação social.

c)

exclusividade de atuação clínica.

d)

neutralidade em relação ao contexto histórico.

12.

A subjetividade, no contexto das políticas públicas, deve ser compreendida como:

a)

um fenômeno universal e atemporal.

b)

um processo histórico e socialmente determinado.

c)

uma característica individual isolada da sociedade.

d)

um dado fixo e imutável da personalidade.

13.

A atuação do psicólogo nas políticas públicas deve buscar:

a)

a) a manutenção da ordem social.

b)

b) a superação de desigualdades e a promoção de direitos.

c)

c) a neutralidade científica absoluta.

d)

d) a redução do papel do Estado.

14.

O CREPOP tem como função:

a)

fiscalizar práticas clínicas privadas.

b)

produzir referências técnicas para a atuação do psicólogo nas políticas públicas.

c)

controlar o número de profissionais formados.

d)

regular os conselhos regionais de psicologia.

15.

A participação dos psicólogos na elaboração do ECA exemplifica:

a)

a) a atuação da psicologia na garantia de direitos sociais.

b)

b) a limitação do campo psicológico ao ambiente escolar.

c)

c) a neutralidade científica da psicologia.

d)

d) a ausência da psicologia no debate público.

16.

A dimensão subjetiva das políticas públicas inclui:

a)

apenas aspectos econômicos.

b)

processos sociais e individuais interligados.

c)

fatores exclusivamente biológicos.

d)

elementos neutros e imutáveis.

17.

Uma atuação comprometida com a transformação social implica:

a)

ignorar as condições materiais dos sujeitos.

b)

adaptar indivíduos ao sistema vigente.

c)

promover engajamento e cidadania.

d)

priorizar interesses privados.

18.

O trabalho em rede pressupõe:

a)

isolamento entre serviços.

b)

ações intersetoriais e articuladas.

c)

atendimento exclusivamente individual.

d)

hierarquia rígida entre os profissionais.

19.

O modelo psicossocial de atenção à saúde mental valoriza:

a)

o poder médico e a centralidade da doença.

b)

a abordagem interdisciplinar e territorial.

c)

o isolamento institucional.

d)

a padronização das intervenções.

20.

A integralidade das ações em rede implica:

a)

foco em um único tipo de intervenção.

b)

articulação de saberes e serviços para atender às múltiplas necessidades.

c)

exclusividade do setor de saúde.

d)

adoção de práticas biomédicas apenas.

21.

O apoio matricial tem como objetivo:

a)

centralizar as decisões nos CAPs.

b)

promover corresponsabilização e articulação entre equipes.

c)

restringir a saúde mental à atenção especializada.

d)

substituir a atenção primária.

22.

O trabalho intersetorial significa:

a)

cooperação apenas entre profissionais da saúde.

b)

atuação integrada entre diferentes setores e políticas.

c)

ação isolada dos psicólogos.

d)

intervenções padronizadas em todos os casos.

23.

A horizontalização das relações profissionais no trabalho em rede visa:

a)

a) reforçar hierarquias institucionais.

b)

b) favorecer decisões coletivas e colaborativas.

c)

c) diminuir a responsabilidade das equipes.

d)

d) centralizar o poder nas instâncias políticas.

24.

O cuidado no modelo psicossocial deve ser:

a)

centrado no sintoma.

b)

focado exclusivamente no indivíduo.

c)

integral e centrado no sujeito em sua realidade social.

d)

padronizado e massificado.

25.

A implicação subjetiva do usuário no cuidado implica:

a)

o protagonismo da equipe técnica.

b)

a participação ativa do sujeito no processo terapêutico.

c)

a exclusão do contexto social.

26.

A corresponsabilização no trabalho em rede significa:

a)

divisão hierárquica do trabalho.

b)

responsabilidade compartilhada entre serviços e profissionais.

c)

redução do número de profissionais envolvidos.

d)

exclusividade de decisões do gestor.

27.

O trabalho em rede contribui para:

a)

fragmentação do cuidado.

b)

continuidade e integralidade da atenção.

c)

centralização das ações em um único serviço.

d)

isolamento das práticas profissionais.

28.

A Lei 8.080/90 define a saúde como:

a)

um bem de consumo.

b)

um direito fundamental garantido pelo Estado.

c)

uma mercadoria regulada pelo mercado.

d)

um serviço facultativo.

29.

O princípio da equidade no SUS implica:

a)

oferecer os mesmos serviços a todos.

b)

garantir acesso de acordo com necessidades específicas.

c)

priorizar quem tem maior renda.

d)

excluir grupos vulneráveis.

30.

A PNH valoriza:

a)

a) a objetividade técnica acima de tudo.

b)

b) a dimensão subjetiva e coletiva do cuidado.

c)

c) a centralização do poder.

d)

d) a fragmentação dos serviços.

31.

A RAPS tem como objetivo:

a)

isolar pessoas em sofrimento psíquico.

b)

articular pontos de atenção e promover cuidado integral.

c)

substituir a atenção básica.

d)

reduzir o acesso a serviços especializados.

32.

A redução de danos é uma estratégia que:

a)

visa punir o uso de substâncias.

b)

busca eliminar totalmente o uso de drogas.

c)

minimiza riscos e promove autonomia.

d)

substitui o tratamento terapêutico.

33.

A atenção psicossocial se diferencia do modelo biomédico porque:

a)

prioriza o diagnóstico e a medicação.

b)

considera a integralidade e o contexto social do sujeito.

c)

centraliza decisões no profissional médico.

d)

ignora fatores sociais no tratamento.

34.

A integralidade no SUS refere-se a:

a)

atendimento apenas hospitalar.

b)

conjunto de ações de promoção, prevenção e reabilitação.

c)

exclusividade de atenção especializada.

d)

centralização das ações em Brasília.

35.

O protagonismo dos sujeitos na atenção psicossocial significa:

a)

passividade no processo terapêutico.

b)

participação ativa e construção conjunta do cuidado.

c)

exclusão das decisões sobre tratamento.

d)

submissão às decisões técnicas.

36.

A atenção humanizada implica:

a)

distanciamento emocional dos profissionais.

b)

relações horizontais e respeito à singularidade.

c)

padronização dos atendimentos.

d)

ênfase na tecnicidade.

37.

O papel do psicólogo na saúde pública inclui:

a)

intervenções centradas apenas na psicopatologia.

b)

promoção da saúde, prevenção e construção de cidadania.

c)

atuação isolada e individual.

d)

neutralidade frente às desigualdades sociais.