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Worksheet time: 42mins
As Amazônias
Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu.
É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.
SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995.
1— No texto, o uso da expressão “água que não acaba mais” revela:
admiração pelo tamanho do rio
ambição pela riqueza da região
medo da violência das águas
surpresa pela localização do rio.
As Amazônias
Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu.
É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.
2 — O trecho do texto que indica uma circunstância de tempo é:
“No início era assim.”
“com árvores muito altas”
“desaguando no Amazonas”
“tapete de florestas”
As Amazônias
Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu.
É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.
SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995
3 — O texto trata:
da importância econômica do rio Amazonas
das características da região Amazônica
de um roteiro turístico da região do Amazonas
do levantamento da vegetação amazônica
As Amazônias
Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu.
É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.
SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995
A frase do texto que contém uma opinião é:
“cobre mais da metade do território brasileiro”
“não cansa de admirar as belezas da maior floresta”
“...maior floresta tropical do mundo”
“é Mata contínua [...] cortada pelo Amazonas”
As Amazônias
Esse tapete de florestas com rios azuis que os astronautas viram é a Amazônia. Ela cobre mais da metade do território brasileiro. Quem viaja pela região, não cansa de admirar as belezas da maior floresta tropical do mundo. No início era assim: água e céu.
É mata que não tem mais fim. Mata contínua, com árvores muito altas, cortada pelo Amazonas, o maior rio do planeta. São mais de mil rios desaguando no Amazonas. É água que não acaba mais.
SALDANHA, P. As Amazônias. Rio de Janeiro: Ediouro, 1995
A utilização dos dois pontos no trecho do texto “No início era assim: água e céu” está adequada porque apresenta:
uma citação
uma enumeração
um esclarecimento
uma dúvida
O boto e a Baía da Guanabara
Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro. - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”. Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara. Os outros botos zombavam dele: - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro! - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio! O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar. Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração.
HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20.
6— Em “se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio!”, o termo sublinhado estabelece, nesse trecho, relação de:
causa
concessão
condição
tempo
O boto e a Baía da Guanabara
Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro. - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”. Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara. Os outros botos zombavam dele: - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro! - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio! O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar. Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração.
HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20.
7 — O trecho: “- Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heróica?” O ponto de interrogação produz um efeito de:
desdém
dúvida
satisfação
crítica
O boto e a Baía da Guanabara
Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro. - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”. Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara. Os outros botos zombavam dele: - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro! - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio! O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar. Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração.
HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20.
No trecho “Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo...” a palavra suspirando apresenta no texto o sentido de:
desejar
lamentar
resmungar
murmurar
O boto e a Baía da Guanabara
Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro. - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”. Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara. Os outros botos zombavam dele: - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro! - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio! O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar. Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração.
HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20.
A ideia central do texto é:
os sentimentos de Piraiaguara
a indignação dos botos
a poluição da Baía da Guanabara
as belezas do boto e da Baía da Guanabara
O boto e a Baía da Guanabara
Piraiaguara sentiu um grande orgulho de ser carioca. Se o Atobá Maroto tinha dado nome para as ilhas, ele e todos os outros botos eram muito mais importantes. Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro. - A “mui leal e heróica cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro”. Piraiaguara fazia questão de lembrar do título, e também de toda a história da cidade e da Baía de Guanabara. Os outros botos zombavam dele: - Leal? Uma cidade que quase acabou conosco, que poluiu a baía? Heroica? Uma cidade que expulsou as baleias, destruiu os mangues e quase não nos deixou sardinhas para comer? Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro! - Acorda do encantamento, Piraia-guara! O Rio de Janeiro e a Baía de Guanabara foram bonitos sim, mas isso foi há muito tempo. Não adianta ficar suspirando pela beleza do Morro do Castelo, ou pelas praias e pela mata que desapareceram. Olha que, se continuar sonhando acordado, você vai acabar sendo atropelado por um navio! O medo e a tristeza passavam por ele como um arrepio de dor. Talvez nenhum outro boto sentisse tanto a violência da destruição da Guanabara. Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar. Num instante, o arrepio passava, e a alegria brotava de novo em seu coração.
HETZEL, B. Piraiaguara. São Paulo: Ática, 2000. p. 16 – 20.
A frase do texto que contém uma opinião é:
“Eles eram o símbolo daquele lugar privilegiado: a cidade do Rio de Janeiro”
“Piraiaguara fazia questão de lembrar do título e também de toda história da cidade...”
“Olha aí para o fundo e vê quanto cano e lixo essa cidade jogou aqui dentro ”
“Mas, certamente, ninguém conseguia enxergar tão bem as belezas daquele lugar”
Leia o texto.
Greg e o passarinho
Ontem à tarde, Greg foi ao bosque para juntar cogumelos. Depois de ter recolhido alguns, resolveu voltar para que a mãe fizesse uma omelete para o jantar. No caminho de retorno, ele achou um passarinho caído do ninho, parecendo ter a pata machucada.
Greg o envolveu em sua blusa. Chegando à sua casa, ele mostrou o passarinho ao papai e à mamãe: “Olhem, ele está ferido. Precisamos tratá-lo!”. “Venha” – disse a mãe – “Vamos fazer uma caminha para ele [...]. Você lhe dará um pouco do miolo de pão ensopado na água.” Nesta manhã, o passarinho parecia totalmente reavivado. Greg o levou até o seu ninho e depois foi para a escola com pena, porque queria ficar com o passarinho em casa, talvez, numa gaiola. “Não” – pensou o menino – “Foi melhor assim, pois o bichinho ficaria infeliz demais.” Depois da aula, Greg [...] viu o pássaro bem pertinho, sobre um portão. Greg parou, pensando que o animal ia fugir, mas não. O pássaro pulou [...] bastante contente. Greg se aproximou [...] e teve uma ideia. Na sua bolsa, sobrara ainda um pouco do seu lanche. Ele esmigalhou o pão e estendeu sua mão aberta.
O passarinho hesitou, virou-se, e então, depressa, bicou uma migalha minúscula antes de sair voando para um galho baixo.
1 – No trecho “Ontem à tarde, Greg foi ao bosque para juntar cogumelos. Depois de ter recolhido alguns, resolveu voltar para que a mãe fizesse uma omelete para o jantar.
No caminho de retorno, ele achou um passarinho caído do ninho, parecendo ter a pata machucada.” O narrador está em
a) primeira pessoa, pois o narrador é também um personagem do texto.
b) terceira pessoa, pois o narrador é observador, ou seja, conta de fora os fatos que se sucedem.
c) primeira pessoa, pois o narrador não participa da história, apenas conta de fora os fatos que se sucedem.
d) primeira pessoa, narrador onisciente, que conhece toda a história, inclusive os outros personagens.
2 – O que fez com que essa história acontecesse?
A) A mãe de Greg cuidar do passarinho.
B) A mãe de Greg fazer omelete para o jantar.
C) Greg achar um passarinho caído do ninho.
D) Greg levar cogumelos para o jantar.
Retirantes
1 – A partir do título da tela e dos elementos visuais é possível dizer que a tela retrata:
a) migração urbano-rural, na qual pessoas se deslocam do de espaços urbanos para o espaço rural.
b) a migração nordestina, na qual uma parte da população brasileira, deixa seu lugar de origem em busca de melhores condições de vida em outras partes do país.
c) trabalhadores rurais voltando para casa depois de um um dia duro de trabalho na roça.
d) pessoas passeando em uma estrada qualquer do Brasil.
2 – Analisando o contexto de produção desta tela, é possível dizer que o artista Di Farias retratou uma condição bastante frequente ao povo da região:
a) Sul
b) Norte
c) Sudeste
d) Nordeste
Descritor SAEB
D06 - Identificar o tema de um texto.
1 – O tema principal da tirinha, é:
a) A criatividade dos personagens.
b) O reaproveitamento da água proveniente da chuva.
c) O problema enfrentado pela personagem.
d) A sorte dos personagens.
Descritor SEB
D01 Localizar informações explícitas em um texto.
Você lerá a seguir, trechos de uma entrevista concedida por Marcelo Resende - Titular do Conselho de Recursos hídricos do DF - à Agência Brasil.
[...]
Agência Brasil: Essas medidas serão suficientes em longo prazo?
Marcelo Resende: Estou dizendo até a próxima estação chuvosa. Se a gente tiver uma estação chuvosa ruim, em 2017, em 2018, a gente vai precisar de novo recorrer a outras alternativas, como Corumbá e uma retirada mais contínua do Lago Paranoá do que a que está prevista hoje.
Agência Brasil: O que a população pode fazer?
Marcelo Resende: Eu acho que nós somos um dos principais fatores do processo, se a gente ajudar, eu acho que a gente vai passar com mais tranquilidade esse ano. Agora, já estamos economizando, mas acho que precisa ser algo mais difundido, as pessoas precisam colaborar mais ainda. Existem muitas pessoas que acham que isso é uma farsa, que essa crise não existe, que é um cenário criado. Eu sou favorável à aplicação de multa para pessoas que estejam usando água tratada para lavar calçada, lavar carro, porque isso não deveria ser feito, nem em momento em que não houvesse crise. [...]
Agência Brasil: Uma vez que o volume de água aumenta nos reservatórios atuais ou mesmo que acrescentem novas fontes, os moradores do DF poderão voltar ao consumo normal?
Marcelo Resende: A economia deve continuar, pois a água é um bem finito e deve ser preservado. Muitas famílias consomem muito acima do que deveriam e desperdiçam muita água tratada com ações que poderiam ser feitas com água de reuso.
Disponível em:<http://bit.ly/2xGWke7>. Acesso em: 12 set. 2020.
1 – Observando o contexto da entrevista, é possível dizer que o entrevistado:
a) defende a despoluição dos rios.
b) defende a continuidade da economia de água.
.
c) defende que todos sejam multados por utilizar água de reuso para lavar calçadas.
.
d) defende que existe água suficiente e podemos utilizar à vontade.
Reduza o tempo no chuveiro. Ao invés de tomar um banho de 10 min, diminua para 5 min. Assim, economizará 30 a 80 litros de água por cada banho, além da energia elétrica que também pesa no bolso.
Não jogue lixo no vaso sanitário. Isso contribui para aumentar o gasto de água.
Quando precisar lavar o carro, use um balde. Lavar o carro com uma mangueira gasta até 560 litros de água em 30 minutos.
Encha a pia para esfregar pratos e talheres. A economia será de 10 litros de água por dia.
Vazamentos em torneiras, em canos e nas descargas do banheiro devem ser consertados assim que detectados. Alguns tipos de vazamentos causam uma perda diária de 24 litros de água. A perda mensal fica em torno de 720 litros.
Não use a mangueira do jardim para varrer folhas e outros resíduos das calçadas. O correto é usar a vassoura, que permite economizar tempo e água.
Ao lavar vegetais e frutas, utilize uma bacia e use uma escova vegetal para remover a sujeira.
1 – Qual é a temática principal deste cartaz de campanha?
a) Preocupação com o alto custo das faturas de água e esgoto.
b) Informar a importância da água para a realização de atividades cotidianas.
c) Convencer o leitor a aderir à campanha de economia de água praticando algumas ações importantes.
d) Explicar o ciclo da água.
No texto, no trecho: (“Ah, os doces da infância… Ele entra na confeitaria. Tudo igual)”. A expressão “Ah”produz sentido de (D19)
A) alívio.
B) dúvida.
C) saudade.
D) frustração.
Leia o texto abaixo.
O morcego-vermelho corre risco de extinção Ele tem pelos avermelhados, asas compridas e estreitas, perfeitas para dar mais velocidade e agilidade no voo. Gosta de sair à noite e se vier na direção do seu pescoço... Saiba que deve estar vendo algum mosquito pousado nele! O morcego-vermelho não tem hábitos parecidos com os do protagonista da história do Conde Drácula. Como a maioria dos morcegos, ele não está nem aí para o seu pescoço. Sua dieta não é de sangue, mas de insetos! Como são animais mais ativos à noite, morcegos em geral passam o dia descansando em abrigos ocos e folhagens das árvores, frestas em rochas e construções feitas pelo homem.
O morcego-vermelho é muito sensível às mudanças no ambiente provocadas pelo homem, como o aumento da poluição, o desmatamento e a destruição das matas onde vive. Para que se conheça ainda melhor a espécie e para que haja um equilíbrio da cadeia alimentar, são de grande importância a recuperação e a proteção dos locais onde ela é encontrada.
BOCCHIGLIERI, Adriana; MENDONÇA, André Faria.
Fragmento.
No trecho “... ele não está nem aí para o seu pescoço.” (1° parágrafo), a expressão destacada é um exemplo de linguagem
A) científica.
B) coloquial.
C) formal.
D) técnica.
Leia o texto abaixo.
A dengue em crianças
Você já ouviu falar na dengue? Com certeza, sim. Afinal, essa doença, causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, é muito comum no verão e no período chuvoso, devido ao maior acúmulo de água em terrenos abandonados.
Febre alta, dores de cabeça, nos músculos e nas articulações são alguns dos sintomas dessa moléstia.
Mas você sabia que eles são mais comuns nos adultos? [...] De acordo com a pediatra Consuelo Oliveira, da Sociedade de Pediatria do Pará, ao contrário dos adultos, as crianças não costumam sentir dores de cabeça tão fortes. Em compensação, podem ter acessos de vômito e dores abdominais. Por outro lado, a febre, que costuma ser alta nos adultos, é mais branda nas crianças. Assim, a doença acaba muitas vezes sendo confundida com uma gripe. [...] Como se vê, todo cuidado é pouco com essa doença. É claro, porém, que a melhor forma de combatê-la é não permitir o desenvolvimento do seu transmissor, o mosquito Aedes aegypti, que adora água limpa e parada para se reproduzir. Por isso, deve-se evitar o acúmulo de água em qualquer tipo de recipiente, como vasos de plantas, latas ou pneus. [...]
Fragmento.
Disponível em: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/a-dengue-em-criancas/>
O trecho do Texto que mostra um exemplo de linguagem científica é:
A) “Você já ouviu falar na dengue? Com certeza, sim.”. (1° parágrafo)
B) “... essa doença, causada por um vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti,...”. (1° parágrafo)
C) “Como se vê, todo cuidado é pouco com essa doença.”. (3° parágrafo)
D) “... deve-se evitar o acúmulo de água em qualquer tipo de recipiente,...”. (3° parágrafo)
(SAEP 2013). Leia o texto abaixo e responda.
O terremoto do gelo
O tão falado aumento da temperatura do planeta não produz somente ondas de calor na Índia
ou secas na África: também provoca terremotos no Alasca. Pelo menos é o que diz um estudo de
cientistas da Nasa e do Departamento de Pesquisas Geológicas dos Estados Unidos (USGS). De acordo
com a pesquisa, conforme as geleiras derretem, diminui a pressão sobre a crosta. Dessa forma, as
placas tectônicas daquela região podem se mover com maior liberdade. [...]
Terra, set. 2004, p.12
Esse texto serve para o leitor:
A) Se informar.
B) Se divertir.
C) Receber uma instrução.
D) Receber um aviso.
(SAEP 2013). Leia o texto abaixo e responda.
Arca de Noé
Três homens estavam discutindo qual era a profissão mais antiga do mundo.
O marceneiro disse:
— Quem vocês acham que fez a Arca de Noé?
O jardineiro rebateu:
— E quem vocês acham que regou o Jardim do Éden?
Finalmente, o eletricista falou:
— Quando Deus disse “Faça-se a luz!”, quem vocês acham que passou a fiação?
Fonte: http://criancas.uol.com.br/ .
Ao escrever este texto o autor teve como objetivo:
A) dar um estudo bíblico.
B) Trazer diversão ao leitor.
C) Ensinar sobre profissões.
D) dar uma notícia de um fato.
(SPAECE). Leia o texto abaixo.
Rui Barbosa
Rui Barbosa foi um importante estadista, político, diplomata e jurista brasileiro. Nasceu na cidade de Salvador (Bahia) em 5 de novembro de 1.849.
Rui Barbosa apoiou o movimento republicano e teve uma grande participação no processo de Proclamação da República, que ocorreu em 15 de novembro de 1.889. Tornou-se o primeiro Ministro da Fazenda da história do Brasil República.
Foi também um brilhante escritor. Entre suas obras mais importantes, podemos citar: O Papa e o Concílio, Habeas Corpus, Cartas de Inglaterra, entre outras.
Esse texto é:
A) Um conto.
B) Um relato.
C) Uma biografia.
D) Uma notícia.
O texto em estudo pertence à esfera:
A) Religiosa.
B) Jornalística.
C) Literária.
D) Publicitária.
No trecho: “... não fosse acabar nunca. ”, a palavra em destaque estabelece ideia de
A) Negação.
B) Dúvida.
C) Modo.
D) Tempo.
5. (SEAPE). Leia o texto abaixo.
O Desenhista
A professora pegou Joãozinho na sala de aula desenhando caricaturas de seus amiguinhos.
Tomou seu caderno e disse:
– Vamos mostrar para a diretora e ver o que ela acha disso!
Chegando na sala da diretora, após esta olhar com atenção para os desenhos, exclamou:
– Muito bonito isso, não é, seu Joãozinho?
Respondeu Joãozinho com a maior naturalidade do mundo:
– Bonito e bem desenhado. Na verdade, eu sempre soube que era um grande artista, mas a modéstia me impedia de falar sobre o assunto. Mas agora, vindo da senhora, sei que é sincero, por isso fico muito contente!
No trecho “A professora pegou Joãozinho, na sala de aula desenhando...”, a palavra destacada significa:
A) surpreendeu, flagrou.
B) contraiu, infectou-se.
C) apanhou, segurou.
D) adquiriu, tomou posse.
Leia a tirinha.
Felipe e Mafalda estão dialogando sobre o fato de alguém estar doente, a partir deste contexto é possível inferir que:
A) O pai da Mafalda está doente.
B) A mãe da Mafalda está doente.
C) A planta do quarto está doente.
D) O Mundo está doente.
(D03) Leia o trecho:
"O atleta chegou ao estádio exausto, mas determinado a vencer."
Qual o sentido da palavra "exausto" no contexto da frase?
Cheio de energia.
Extremamente cansado.
Indiferente ao cansaço.
Apenas um pouco cansado.
(D04) Observe a fotorreportagem sobre a preservação da Amazônia.
A foto mostra um desmatamento extenso, e a legenda diz: "O avanço da destruição ameaça o futuro da floresta." Qual informação implícita pode ser inferida a partir dessa fotorreportagem?
A preservação da Amazônia não é uma preocupação atual.
O desmatamento tem impactos negativos no ecossistema amazônico.
A destruição da floresta é um processo natural e inevitável.
A fotorreportagem ignora os esforços de preservação da Amazônia.
(D08) Ainda sobre o trecho do artigo de opinião da questão 3:
"Acreditamos que a educação é o pilar para a transformação social. Investir em escolas e professores é fundamental para construir um futuro mais justo."
Qual argumento sustenta a tese de que "a educação é o pilar para a transformação social"?
A crença de que a educação é irrelevante para a sociedade.
A afirmação de que investir em escolas e professores é fundamental.
A ideia de que o futuro será justo independentemente da educação.
A negação da importância da transformação social.
(D12) Leia os trechos:
I. "Precisamos repensar nossos hábitos de consumo para garantir a sustentabilidade do planeta." (Artigo de opinião)
II. "Fotografias revelam o impacto da poluição nos oceanos." (Fotorreportagem)
Qual a finalidade principal de cada texto?
I - Informar / II - Opinar
I - Opinar / II - Informar
I - Narrar / II - Descrever
I - Instruir / II - Convencer
