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Atividade assíncrona 16 de Projeto de Vida - 3° TRI - 1° A

Total questions: 6

Worksheet time: 18mins

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1.

O papel da liderança nas organizações. Em qualquer grupo humano, a figura do líder é essencial para orientar, motivar e coordenar esforços. A liderança, no entanto, não se resume ao poder de mando, mas à capacidade de inspirar confiança e promover a cooperação entre os membros da equipe. Líderes eficazes compreendem que os resultados dependem tanto das metas estabelecidas quanto do bem-estar coletivo dos colaboradores. Dessa forma, a verdadeira liderança se caracteriza pela:

a)

Centralização total das decisões e imposição de regras sem diálogo.

b)

Capacidade de influenciar e motivar pessoas, equilibrando autoridade e empatia.

c)

Delegação de todas as tarefas sem acompanhamento, para estimular a autonomia plena.

d)

Utilização de recompensas e punições como principal estratégia de controle.

e)

Neutralidade emocional, evitando envolvimento com os membros do grupo.

2.

Liderança autocrática. A liderança autocrática é marcada pela concentração de poder nas mãos do líder, que define metas, impõe regras e controla rigidamente o grupo. Embora possa gerar resultados rápidos, esse modelo tende a limitar a criatividade e o senso de pertencimento da equipe. Em contextos que exigem obediência imediata, pode ser eficaz; contudo, a longo prazo, prejudica a motivação e o clima organizacional. Assim, a liderança autocrática é mais adequada em situações que:

a)

Exigem inovação e liberdade criativa para a resolução de problemas complexos.

b)

Demandam decisões rápidas e controle total sobre os processos operacionais.

c)

Envolvem trabalho cooperativo, baseado no diálogo e na participação coletiva.

d)

Buscam valorizar as opiniões dos subordinados em todas as etapas do processo.

e)

Requerem autonomia para a execução de tarefas sem supervisão constante.

3.

Liderança democrática. No modelo democrático de liderança, o líder atua como mediador, incentivando a participação dos membros nas decisões e reconhecendo suas ideias e habilidades. Essa forma de condução tende a fortalecer o comprometimento e a responsabilidade coletiva, uma vez que os integrantes sentem-se parte do processo. Pode-se afirmar que a liderança democrática:

a)

É ineficiente por depender exclusivamente da autoridade formal do líder.

b)

Estimula a cooperação e o engajamento, promovendo um ambiente de trabalho participativo.

c)

Reduz a produtividade ao dar liberdade excessiva aos subordinados.

d)

Baseia-se na ausência de metas claras e na improvisação constante.

e)

Gera desorganização emocional e falta de responsabilidade individual.

4.

Liderança liberal (laissez-faire). A liderança liberal, também chamada de "laissez-faire", caracteriza-se pela ampla autonomia concedida aos membros do grupo. Nesse modelo, o líder atua de forma mais distante, interferindo apenas quando necessário. Embora possa estimular a criatividade, a ausência de orientação clara pode gerar desorganização e falta de foco, dependendo do perfil da equipe. Nesse sentido, a liderança liberal é eficaz quando:

a)

Os colaboradores possuem maturidade, responsabilidade e domínio técnico sobre suas funções.

b)

O grupo é inexperiente e necessita de direção constante para executar tarefas básicas.

c)

O ambiente de trabalho exige obediência rígida e hierarquia bem definida.

d)

As decisões devem ser tomadas de forma centralizada e imediata.

e)

O líder busca garantir total controle e supervisão das atividades.

5.

Liderança situacional. A teoria da liderança situacional propõe que não existe um estilo ideal para todos os contextos. O líder eficaz é aquele capaz de adaptar sua conduta de acordo com as circunstâncias, as necessidades da equipe e os objetivos da organização. Essa flexibilidade torna o líder mais sensível às demandas do grupo e mais eficiente na tomada de decisões. Assim, o princípio central da liderança situacional é:

a)

Manter o mesmo estilo de liderança em qualquer contexto, garantindo previsibilidade.

b)

Mudar de postura conforme o ambiente, o nível de maturidade e a competência dos liderados.

c)

Adotar o autoritarismo como forma de evitar conflitos e indecisões.

d)

Delegar todas as responsabilidades aos subordinados, sem interferência.

e)

Priorizar resultados a qualquer custo, independentemente do bem-estar coletivo.

6.

O líder contemporâneo. No cenário atual, marcado pela tecnologia, diversidade e mudanças constantes, o perfil do líder também se transformou. O líder contemporâneo valoriza o diálogo, a escuta ativa e a inteligência emocional como ferramentas para conduzir equipes heterogêneas. Mais do que comandar, ele inspira e compartilha responsabilidades, reconhecendo o potencial individual de cada membro. Nesse contexto, ser um líder contemporâneo significa:

a)

Priorizar apenas metas numéricas e resultados financeiros, ignorando as relações humanas.

b)

Manter postura inflexível diante de opiniões divergentes, garantindo autoridade absoluta.

c)

Saber equilibrar empatia, comunicação e foco em resultados, fortalecendo o trabalho coletivo.

d)

Reduzir o contato com os colaboradores para preservar a hierarquia organizacional.

e)

Centralizar decisões e evitar a participação da equipe para não comprometer o desempenho.