NEW
Font size
WorksheetsSIMULADÃO 8ºANO REVISA 4ºBIM
Total questions: 60
Worksheet time: 30mins
A América Latina é uma grande fornecedora de minérios para o mercado mundial. Essa situação demonstra principalmente:
Descentralização das cadeias produtivas globais.
Controle exclusivo dos recursos pelos povos locais.
Dependência em relação aos países industrializados.
Autonomia econômica da região.
Em muitos países africanos, a mineração gera riqueza, mas a população permanece pobre. Esse fenômeno está ligado:
Ao isolamento total da África no comércio global.
Ao desenvolvimento sustentável continental.
À distribuição justa das riquezas minerais.
À exploração externa e heranças do colonialismo.
O Mercosul é um bloco econômico formado por países sul-americanos. Seu principal objetivo é:
Promover integração econômica entre os membros.
Controlar isoladamente os recursos naturais.
Eliminar as fronteiras políticas regionais.
Substituir organizações internacionais globais.
Os problemas sociais nas cidades latino-americanas estão ligados a fatores históricos. Isso se relaciona:
À distribuição igualitária da renda urbana.
À inexistência de movimentos migratórios.
À ausência de exploração colonial no passado.
À urbanização acelerada sem planejamento.
A Floresta Amazônica sofre intensa pressão econômica. Uma consequência direta do desmatamento é:
O equilíbrio climático mundial.
O fortalecimento das comunidades tradicionais.
A perda de espécies e desequilíbrio ambiental.
A ampliação da biodiversidade.
O petróleo é um recurso essencial para a América Latina. O uso excessivo dele provoca:
Degradação ambiental e dependência econômica.
Fortalecimento exclusivo da agricultura familiar.
Autonomia completa dos países produtores.
Redução dos conflitos socioambientais.
A urbanização africana ocorre de forma rápida e desigual. Isso resulta em:
Diminuição constante da população urbana.
Melhora automática das condições de moradia.
Surgimento de favelas e infraestruturas precárias.
Eliminação das desigualdades sociais.
As desigualdades na África e na América Latina têm raízes históricas. Elas se relacionam sobretudo:
À ausência de recursos naturais estratégicos.
Ao isolamento cultural desses continentes.
À completa autonomia econômica regional.
Ao colonialismo e neocolonialismo.
A exportação de produtos primários pela África caracteriza:
Independência econômica plena.
Dependência em relação a países desenvolvidos.
Autossuficiência dos mercados internos.
Desenvolvimento industrial acelerado.
O uso sustentável dos recursos naturais é essencial para o futuro. Uma medida adequada seria:
Eliminar políticas ambientais públicas.
Intensificar o extrativismo mineral.
Expandir o consumo de recursos não renováveis.
Adotar práticas de conservação e sustentabilidade.
A desigualdade entre países africanos se explica:
Pela distribuição desigual de recursos e políticas.
Pela uniformidade histórica do continente.
Pela independência precoce de todos os países.
Pela ausência total de recursos naturais.
Os povos originários sofreram os impactos da colonização. Hoje, isso se manifesta na:
Marginalização e perda de territórios.
Plena valorização das culturas indígenas.
Igualdade social garantida pelo Estado.
Autonomia econômica dos povos indígenas.
A agricultura latino-americana é marcada pela monocultura. Isso significa:
Exclusão de áreas tropicais da produção agrícola.
Pequena produção voltada apenas ao consumo local.
Produção em larga escala voltada ao mercado externo.
Fortalecimento exclusivo da agricultura familiar.
Blocos econômicos como Mercosul e União Africana buscam:
Isolar economicamente seus membros.
Fortalecer a cooperação política e econômica.
Substituir os governos nacionais.
Eliminar o comércio internacional.
O crescimento urbano desordenado gera problemas sociais. Esse processo está ligado:
À distribuição justa da renda urbana.
Ao planejamento territorial eficiente.
À concentração de renda e exclusão social.
À diminuição da migração rural-urbana.
A charge remete:
À expansão árabe medieval.
À formação do Estado moderno africano.
À democracia ateniense clássica.
Ao imperialismo europeu do século XIX.
O imperialismo europeu resultou:
Na eliminação das disputas territoriais.
Na igualdade econômica entre continentes.
Na integração pacífica dos povos colonizados.
Na partilha da África e da Ásia.
A Índia foi chamada de “joia da coroa” porque:
Era autossuficiente em tecnologia industrial.
Liderava o comércio mundial independente.
Era uma colônia estratégica do Império Britânico.
Dominava militarmente a Europa.
A imagem sobre concentração de riquezas indica:
Equilíbrio entre continentes.
Cooperação econômica justa.
Exploração histórica colonial.
Autonomia financeira africana.
A Revolução Industrial reforçou o imperialismo porque:
Fortaleceu as colônias economicamente.
Reduziu o consumo de recursos naturais.
Criou demanda por matérias-primas e mercados.
Eliminou as indústrias europeias.
O imperialismo do século XIX ampliou a dominação europeia sobre a África e a Ásia. Esse processo buscava:
Fortalecer as culturas locais colonizadas.
Reduzir a influência europeia no mundo.
Garantir mercados consumidores e matérias-primas.
Estimular a autonomia econômica das colônias.
O neocolonialismo diferiu do colonialismo clássico. Isso ocorreu porque:
Garantiu autonomia econômica às regiões africanas.
Inseriu as colônias no mercado industrial europeu.
Promoveu igualdade entre colônias e metrópoles.
Reduziu a exploração dos recursos naturais.
A divisão da África no século XIX foi feita sem considerar as etnias locais. Isso provocou:
Redução completa dos conflitos políticos.
Integração pacífica entre os povos africanos.
Conflitos internos e instabilidade política.
Fortalecimento das identidades culturais tradicionais.
O eurocentrismo influencia a forma de interpretar a História. Essa visão se baseia na:
Valorização exclusiva das culturas indígenas.
Igualdade entre culturas do mundo.
Neutralidade cultural europeia.
Ideia de superioridade da cultura europeia.
O eurocentrismo permanece presente na sociedade atual. Isso se manifesta principalmente através do:
Respeito universal às diferenças culturais.
Reconhecimento pleno da diversidade étnica.
Racismo estrutural nas relações sociais.
Fortalecimento das identidades indígenas.
O eurocentrismo pode ser observado quando:
Somente padrões culturais europeus são valorizados.
Há respeito às culturas afro-indígenas.
O ensino promove diversidade cultural.
A História é contada de forma plural.
A imagem destaca a valorização da identidade afrodes-cendente e das raízes culturais africanas, representan-do a força da ancestralidade e da memória coletiva.
A imagem apresentada sobre ancestralidade africana representa:
Substituição das culturas afro-brasileiras.
Esquecimento dos valores africanos.
Superioridade da cultura europeia.
Valorização da identidade e memória africana.
A exposição de Surama Caggiano retrata:
A cultura imperial europeia.
O individualismo moderno.
A exclusividade da arte europeia.
Representações de mulheres africanas.
O conceito de Ubuntu expressa:
Competição individual constante.
Dominação cultural europeia.
Isolamento social das comunidades.
Valorização da coletividade e do cuidado mútuo.
Djamila Ribeiro defende que o racismo no Brasil faz parte de uma estrutura histórica e social que produz desigualdades. Com base nisso, ela defende principalmente:
A eliminação das discussões raciais.
A manutenção do colonialismo cultural.
A luta contra o racismo estrutural.
O fortalecimento do eurocentrismo.
A valorização da cultura afro-brasileira contribui para:
A construção de uma identidade nacional plural.
O retorno ao pensamento colonial europeu.
O apagamento das identidades culturais.
A negação da história dos povos africanos.
A dependência africana no comércio mundial decorre:
Da herança do colonialismo e do neocolonialismo.
Da ausência de populações locais.
Do isolamento cultural intencional.
Da igualdade econômica com as potências.
A exploração dos recursos africanos beneficiou historicamente:
As populações locais.
As potências coloniais europeias.
Apenas os países asiáticos.
As comunidades indígenas africanas.
A colonização da América Latina resultou em:
Marginalização de povos indígenas e negros.
Igualdade social entre colonizadores e colonizados.
Valorização das culturas indígenas.
Autonomia econômica dos povos originários.
A monocultura de exportação na América Latina:
Fortalece apenas a agricultura familiar.
Promove a diversidade produtiva interna.
Reforça a dependência econômica externa.
Elimina o latifúndio rural.
O crescimento urbano desordenado nas cidades africanas:
Fortalece a qualidade de vida urbana.
Reduz o número de populações vulneráveis.
Garante infraestrutura básica à população.
Amplia os problemas sociais e desigualdades.
A pobreza em países ricos em minérios africanos indica:
Autossuficiência econômica local.
Ausência total de recursos minerais.
Má distribuição das riquezas geradas.
Uso sustentável dos recursos naturais.
O racismo estrutural é resultado:
De relações iguais entre os povos.
Da eliminação das desigualdades históricas.
Da neutralidade racial na sociedade.
De processos históricos de exclusão e dominação.
A identidade afro-brasileira foi construída:
Apenas por influência europeia.
Pela negação das heranças culturais.
A partir da resistência cultural dos povos africanos.
Pela eliminação das tradições africanas.
O estudo do imperialismo contribui para:
Reforçar a ideologia colonial.
Apagar conflitos históricos.
Compreender desigualdades atuais globais.
Negar a exploração do passado.
A cultura é instrumento de resistência quando:
Reproduz padrões impostos pela colonização.
Abandona suas raízes históricas.
Anula as identidades dos povos.
Resgata e valoriza suas origens ancestrais.
O combate ao racismo passa pelo reconhecimento:
Da superioridade europeia histórica.
Da diversidade étnica e cultural existente.
Da negação do passado colonial.
Da homogeneidade cultural nacional.
Os movimentos negros contemporâneos atuam:
No fortalecimento do eurocentrismo.
Na negação das desigualdades sociais.
Na luta por igualdade racial e direitos.
Na exclusão das culturas afrodescendentes.
A surpresa diante da diversidade cultural revela:
Desconhecimento das múltiplas identidades.
Uniformidade cultural no mundo.
Harmonia absoluta entre todas as etnias.
Superioridade de um grupo sobre outro.
A educação decolonial busca:
Homogeneizar os conteúdos escolares.
Eliminar discussões sobre racismo.
Valorizar os saberes afro-indígenas.
Reforçar padrões culturais europeus.
A desconstrução do eurocentrismo implica:
Adotar apenas modelos europeus.
Rejeitar culturas não europeias.
Negar as histórias dos povos africanos.
Reconhecer a diversidade de perspectivas históricas.
O estudo das desigualdades globais permite:
Analisar as relações de poder internacionais.
Ignorar a história colonial.
Naturalizar a pobreza mundial.
Justificar as diferenças sociais.
Os efeitos do colonialismo permanecem:
Somente na Europa moderna.
Apenas nos livros de História.
No desaparecimento das culturas indígenas.
Nas desigualdades sociais e raciais atuais.
A resistência dos povos colonizados ocorreu:
Com a aceitação integral do colonialismo.
Pela submissão às potências europeias.
Por meio da preservação cultural e lutas políticas.
Pela extinção de suas tradições.
As lutas antirracistas contribuem para:
A homogeneização cultural das sociedades.
A ampliação de direitos e reconhecimento social.
A manutenção das desigualdades sociais.
O retorno das estruturas coloniais.
O imperialismo contribuiu para a formação:
De uma economia global equilibrada.
Da paz internacional duradoura.
Da igualdade entre continentes.
Do mapa político desigual do mundo atual.
A relação entre exploração mineral e pobreza indica:
Desenvolvimento sustentável absoluto.
Cooperação internacional justa.
Autonomia econômica plena.
Contradições do modelo econômico dependente.
O combate ao racismo estrutural depende:
Apenas de esforços individuais isolados.
Da negação do problema social.
De políticas públicas e mudança cultural.
Da manutenção das desigualdades históricas.
A diversidade cultural brasileira resulta:
Exclusivamente da colonização europeia.
Da contribuição indígena, africana e europeia.
Apenas das culturas asiáticas.
Da eliminação das culturas tradicionais.
A identidade afro-brasileira se fortalece quando:
Seus símbolos culturais são proibidos.
Suas raízes são apagadas do currículo.
Suas expressões são marginalizadas.
Sua história é reconhecida e valorizada.
O ensino crítico sobre o colonialismo contribui para:
Silenciar conflitos históricos.
Reforçar visões eurocêntricas.
Desenvolver consciência histórica nos estudantes.
Normalizar a dominação colonial.
A valorização das culturas africanas é importante para:
Apagar as diversidades culturais.
Justificar desigualdades raciais.
Retomar práticas coloniais.
Construir respeito e identidade coletiva.
O ensino de História decolonial busca:
Uniformizar culturas no mundo.
Superar visões eurocêntricas tradicionais.
Reforçar hierarquias culturais coloniais.
Eliminar saberes não europeus.
As desigualdades sociais atuais estão ligadas:
Apenas ao clima dos continentes.
À falta de cultura das populações.
Aos processos históricos de colonização.
À igualdade econômica mundial.
O estudo do Ubuntu propõe:
Rejeição das identidades coletivas.
Submissão às culturas dominantes.
Valorização da comunidade e solidariedade.
Competição individual na sociedade.
