WorksheetsNP3 Comportamento e Sociedade - Revisão 2025.2
Total questions: 70
Worksheet time: 35mins
A Resolução CFP nº 001/1999 afirma que a homossexualidade:
É um transtorno mental
Exige intervenção terapêutica obrigatória
Não constitui doença, distúrbio ou perversão
Deve ser corrigida por orientação psicológica
Psicólogos, segundo a Resolução CFP nº 001/1999, não podem:
Produzir conteúdos educativos
Realizar acolhimento clínico
Participar de eventos que proponham cura da homossexualidade
Atuar em políticas públicas
Identidade de gênero refere-se:
À atração afetivo-sexual
À performance de papéis sociais
À vivência interna do próprio gênero
À escolha voluntária de expressões de gênero
Orientação sexual refere-se:
À identidade atribuída ao nascer
À atração afetiva e/ou sexual por outras pessoas
À expressão de feminilidade e masculinidade
À preferência por papéis sociais
Diversidade sexual compreende:
Somente práticas homoafetivas
Diferentes modos de viver corpo, desejo e afeto
Apenas variações biológicas
Mudanças hormonais
A heteronormatividade:
Reconhece diversas formas de amar
Assume a heterossexualidade como norma
Estimula políticas inclusivas
Amplia direitos LGBTQIA+
Homofobia e transfobia são:
Preferências individuais legítimas
Conflitos familiares comuns
Formas de violência estrutural
Diferenças culturais sem impacto social
O preconceito relacionado à sexualidade:
Não afeta saúde mental
Está superado no Brasil
Ainda gera exclusão e sofrimento
Afeta apenas adolescentes
Psicologia contemporânea defende:
Normatização da sexualidade
Correção de desvios
Promoção do respeito à diversidade
Velhice como marcador social destaca:
A) Apenas mudanças biológicas
B) Determinantes sociais, culturais e econômicos
C) Fim da participação social
D) Previsão de incapacidade
O etarismo consiste em:
Proteção exagerada aos idosos
Preconceito e discriminação baseados na idade
Políticas de inclusão obrigatórias
Tratamentos médicos inadequados
A transição demográfica no Brasil mostra:
Juventude crescente
Envelhecimento da população
Redução da expectativa de vida
Aumento de nascimentos
Um dos efeitos sociais do etarismo:
Ampliação da empregabilidade
Invisibilização da velhice
Expansão da autonomia
Redução de preconceitos
Marcadores sociais da diferença se referem a:
Características biológicas fixas
Dimensões que estruturam desigualdades
Raça, na Psicologia Social Crítica, é entendida como:
Realidade biológica
Categoria natural
Construção social
Determinante genético
O racismo estrutural:
Está restrito a atos individuais
Não afeta oportunidades de vida
Molda instituições, práticas e políticas
É irrelevante na sociedade atual
A população negra no Brasil:
Tem maior renda média
É minoria nos índices de encarceramento
Enfrenta desigualdades históricas
Ocupa majoritariamente cargos de chefia
Classe social e raça:
Atuam separadamente
Não influenciam acesso a direitos
Se articulam na produção de desigualdades
São fatores individuais
O mito da democracia racial refere-se à ideia de que:
O Brasil é um país sem preconceito racial.
O Brasil possui uma das maiores populações negras do mundo.
A miscigenação no Brasil eliminou as desigualdades sociais.
O racismo no Brasil é igual ao dos Estados Unidos.
Velhice é um marcador social porque:
Indica apenas idade cronológica
Resulta de construções históricas e culturais
Deriva apenas de alterações biológicas
É universal sem variações
Segundo os dados apresentados sobre velhice, o aumento da população idosa no Brasil ocorre por:
Crescimento rápido da natalidade
Redução da expectativa de vida
Avanços na saúde e queda da fecundidade
Aumento da migração juvenil
Capacitismo é:
Incentivo à autonomia
Preconceito baseado na ideia de normalidade corporal
Política de inclusão
Ação de proteção a pessoas com deficiência
Deficiência, segundo a OMS, envolve:
Apenas limitações físicas
Interação entre condição de saúde e fatores contextuais
Falha individual
Necessidade de isolamento
A Lei Brasileira de Inclusão garante:
Segregação escolar
Cobrança extra de mensalidades
Acessibilidade e direitos básicos
Exclusão de aprendizes
A LBI determina que empresas com 200+ empregados:
Excluam PCD por segurança
Contratem percentual de PCD
Façam laudos obrigatórios anuais
Proíbam adaptações
A exclusão de pessoas com deficiência historicamente foi associada:
À valorização de diferenças
À proteção social integral
À práticas segregacionistas
À ampliação de acessos
O modelo médico-clínico da deficiência:
Enfatiza participação social
Foca na patologia e reabilitação
Valoriza diversidade
Combate o capacitismo
O modelo social da deficiência enfatiza:
Correção dos corpos
Limitações individuais
Barreiras impostas pela sociedade
Segundo Bock (2001), o sujeito:
Nasce pronto
Se constrói nas relações sociais
É determinado biologicamente
É independente da cultura
Institucionalização compulsória de pessoas com deficiência:
Garante autonomia
Foi prática comum ao longo da história
Promove inclusão
Aumenta acessibilidade
Barreiras institucionais incluem:
Preconceitos individuais
Falta de políticas, acessos e adaptações
Dificuldades de comunicação
Dificuldades motoras
Estigma associado à deficiência:
Amplia direitos
Permite autonomia
Gera desvalorização e invisibilidade
É irrelevante hoje
Sobre mercado de trabalho e gênero, estudos mostram:
Salários iguais para as mesmas funções
Mulheres recebem menos que homens
Mulheres têm mais estabilidade
Não há impacto da maternidade
Interseccionalidade articula:
Diferenças isoladas
Somente raça e biologia
Múltiplos marcadores sociais
Fatores individuais
O racismo se expressa:
A) Apenas no preconceito explícito
B) Apenas na violência física
C) Em normas, instituições e práticas sociais
D) Somente em conflitos interpessoais
Na escola, inclusão de PCD requer:
É direito garantido
Substitui escola regular
A velhice é marcada por:
Homogeneidade social
Expectativas normativas rígidas
Experiências diversas e atravessadas por classe, gênero e raça
Igualdade plena
A deficiência não é apenas um aspecto individual porque:
Não exige adaptações
Depende de condições sociais e ambientais
É determinada geneticamente
É neutra culturalmente
Capacitismo é reforçado quando:
São feitas adaptações
Há reconhecimento da diversidade
Corpos são comparados a um padrão de normalidade
Acessos são garantidos
Educação inclusiva exige:
Adaptação da pessoa à escola
A escola se transformar para incluir
Exclusão em casos de deficiência severa
Afastamento das famílias
Sobre marcadores sociais da diferença, é correto afirmar que:
São características exclusivamente biológicas que classificam as pessoas.
Funcionam como elementos neutros que não produzem desigualdades.
São construções sociais que influenciam as hierarquias e a distribuição de recursos.
Correspondem apenas às diferenças de classe econômica.
Dizem respeito apenas ao comportamento individual.
Racismo estrutural refere-se a:
Atos isolados de discriminação racial.
Preconceitos individuais sem efeito social.
Mecanismos históricos que organizam instituições e práticas sociais.
Conflitos raciais pontuais entre grupos.
Disputas culturais desprovidas de relação com poder.
A noção de interseccionalidade ajuda a compreender que:
A. A desigualdade é sempre causada por um único marcador social.
B. Gênero e classe são independentes entre si.
C. Identidades múltiplas podem produzir sobreposição de opressões.
D. A experiência de opressão é igual para todos os grupos minoritários.
E. Diferenças culturais anulam desigualdades.
O capacitismo se caracteriza por:
Respeitar as singularidades das pessoas com deficiência.
Tratar a deficiência como mera diversidade humana.
Produzir barreiras físicas, simbólicas e sociais que inferiorizam PCDs.
Priorizar apenas direitos educacionais.
Garantir acessibilidade universal.
A ideia de estigma, segundo Goffman, refere-se a:
Diferenças valorizadas socialmente.
Sinais corporais que sempre são aceitos.
Atributos vistos como desacreditadores e que reduzem o valor social do indivíduo.
Processos psicológicos internos sem dimensão social.
Qualquer forma de identidade profissional.
Quando falamos em gênero como construção social, estamos afirmando que:
É sinônimo de sexo biológico.
É determinado exclusivamente pela anatomia.
Corresponde às normas, expectativas e papéis atribuídos aos corpos.
Não possui relação com desigualdade.
É algo natural e inquestionável.
A transfobia pode ser compreendida como:
Divergência de opiniões sobre comportamento.
Desconforto pessoal sem implicações sociais.
Rejeição, violência e discriminação contra pessoas trans.
Conflito de valores religiosos apenas.
Questão individual e desvinculada de estruturas sociais.
Racismo institucional ocorre quando:
A. Apenas indivíduos manifestam preconceitos raciais.
B. Uma instituição tem intenção explícita de discriminar.
C. Procedimentos, normas e práticas reproduzem desigualdades raciais.
D. Um grupo minoritário comete discriminação.
E. Diferenças culturais são celebradas.
Os marcadores sociais da diferença incluem, entre outros:
Apenas raça e gênero.
Apenas características genéticas.
Raça, classe, gênero, sexualidade, deficiência, território e idade.
Somente classe social.
Diferenças individuais de gosto.
A ideia de violência simbólica (Bourdieu) refere-se a:
Agressão física direta.
Conflitos interpessoais aleatórios.
Imposição de significados e normas que naturalizam desigualdades.
Discussões políticas entre grupos.
Violência praticada apenas por indivíduos poderosos.
O termo “diversidade sexual” inclui:
A. Apenas pessoas heterossexuais.
B. Apenas pessoas homossexuais.
C. A multiplicidade de identidades, práticas e expressões da sexualidade humana.
D. Diferenças culturais irrelevantes.
E. Uma categoria sem impacto social.
A heteronormatividade pode ser definida como:
O reconhecimento da pluralidade sexual.
A suposição de que a heterossexualidade é natural e superior.
Uma política de inclusão.
Uma característica exclusivamente psicológica.
Uma orientação sexual minoritária.
Quando falamos que diferenças são socialmente produzidas, estamos dizendo que:
A. A desigualdade é inevitável biologicamente.
B. Diferenças não existem.
C. A sociedade atribui sentidos e valores às diferenças.
D. As diferenças surgem apenas do comportamento individual.
E. Não existe relação entre diferença e poder.
No contexto das relações étnico-raciais, “branquitude” refere-se a:
Uma identidade biológica puramente genética.
Uma posição de privilégio histórico e socialmente construída.
Um grupo sem participação em desigualdades.
Um marcador exclusivamente cultural.
Um conjunto de comportamentos individuais.
A segregação de pessoas LGBTQIA+ em escolas, igrejas e espaços públicos é exemplo de:
Disputa moral saudável.
Conflito sem impacto social.
Discriminação estrutural.
Divergência de valores pessoais.
O conceito de sujeito nas ciências sociais enfatiza:
Um ser isolado e independente da cultura.
Uma entidade fixa e imutável.
A relação entre indivíduo, sociedade e história.
Apenas fenômenos biológicos.
Processos exclusivamente psicológicos.
Preconceito pode ser definido como:
Opinião neutra baseada em evidências.
Julgamento prévio baseado em estereótipos.
Divergência racional.
Conduta ética.
Processo exclusivamente legal.
“Normas sociais” são entendidas como:
Conjuntos fixos de regras naturais.
Prescrições e expectativas socialmente construídas sobre comportamentos.
Determinações biológicas.
Características neutras e universais.
A ideia de “performatividade” de gênero indica que:
Gênero é passivo e natural.
Gênero é apenas biológico.
Gênero é produzido e reiterado por práticas sociais.
Não existe diversidade de gênero.
Gênero é apenas uma escolha racional.
A segregação espacial de populações pobres em cidades reflete:
Diferenças aleatórias.
Dinâmicas econômicas neutras.
Produção histórica de desigualdades territoriais.
Escolhas individuais.
Preferências arquitetônicas.
No contexto da deficiência, “barreira attitudinal” significa:
Obstáculo arquitetônico.
Falta de rampas.
Posturas e crenças que impedem participação social de PCDs.
Falta de transporte adaptado.
Transtornos psicológicos.
O conceito de “cultura” nas ciências sociais remete a:
Tradições religiosas.
Práticas e valores compartilhados por um grupo social.
Herança genética.
Estruturas econômicas.
Objetos culturais sem função social.
O sexismo se manifesta quando:
Não há distinção de gênero.
Há valorização igualitária das identidades.
Um gênero é inferiorizado e subordinado ao outro.
Há apenas diferenças biológicas.
Trata-se de discussão moral sem impacto social.
A violência psicológica contra LGBTQIA+ pode incluir:
A. Acesso garantido a direitos.
B. Aceitação social.
C. Ridicularização, ameaças e isolamento.
D. Conflitos neutros.
E. Diferenças de opinião sem impacto.
O conceito de “raça” nas ciências sociais aponta que:
É biologicamente comprovada.
É uma invenção humana que produz desigualdades reais.
Corresponde à genética.
Não tem efeitos sociais.
É uma categoria neutra.
Um exemplo de estereótipo é:
Análise crítica baseada em evidências.
Opinião pluralista.
Generalização simplificada atribuída a um grupo.
Descrição histórica.
Conhecimento científico.
Quando falamos que os marcadores sociais da diferença produzem desigualdades, queremos dizer que:
As diferenças são naturais e inevitáveis.
A sociedade atribui sentidos e valores que hierarquizam grupos.
Toda desigualdade surge de fatores biológicos.
A cultura influencia apenas costumes, não desigualdades.
O preconceito aparece apenas em interações individuais.
Ao analisar o racismo como fenômeno estrutural, entende-se que:
Ele depende exclusivamente de atos explícitos de preconceito.
Ele se mantém porque as pessoas negras se isolam socialmente.
Instituições, práticas e normas reproduzem desigualdades históricas.
Ele desaparece quando não há ofensas verbais.
Ele existe apenas em países que tinham escravidão recente.
A ideia de que a heterossexualidade é a forma “normal” e esperada de expressão afetivo-sexual corresponde a:
Heteronormatividade
Homofobia
Identidade de gênero
Transfobia
Como a heteronormatividade impacta políticas públicas?
Estimula inclusão social
Promove reconhecimento de múltiplas identidades
Limita direitos de pessoas LGBTQIA+
Garante igualdade de gênero
