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Teorias sobre o problema do livre-arbítrio

Teorias sobre o problema do livre-arbítrio

Assessment

Presentation

Philosophy

10th Grade

Practice Problem

Medium

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Ana Filosofia)

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3 Slides • 6 Questions

1

​ "Vou provar aos meus leitores, apelando ao seu senso comum e ao seu conhecimento comum, que a vontade não é livre; e que é governada pela hereditariedade e pelo meio.
Para começar, o homem comum estará contra mim. Sabe que escolhe entre dois percursos a toda a hora, e frequentemente a todo o minuto, e pensa que a sua escolha é livre. Mas isso é uma ilusão; a sua escolha não é livre. Pode escolher e, de facto, escolhe. Mas pode apenas escolher como a sua hereditariedade e o seu meio o fazem escolher. Nunca escolhe e nunca escolherá a não ser como a sua hereditariedade e o seu meio — o seu temperamento e a sua formação — o fazem escolher. E a sua hereditariedade e o seu meio fixaram a sua escolha antes de ele a fazer."

Robert Blatchford, "A ilusão do livre-arbítrio" - https://criticanarede.com/rblatchfordailusaodolivrearbitrio

Texto 1

2

Open Ended

1-     Como se posiciona o autor face ao livre-arbítrio?

3

Open Ended

2-     Que razões apresenta na defesa da sua tese?

4

«(…) a liberdade é sinónimo de autodeterminação. Um agente possui autodeterminação quando é ele próprio (auto) que faz acontecer (determina) a ação. É isto que significa dizer que temos nas mãos o nosso destino ou que somos os autores do que virão a ser as nossas vidas. Supomos ser os autores da pessoa em que nos tornámos porque podíamos ter escolhido outro rumo para a nossa vida e ainda porque nos coube realmente a última palavra na escolha do caminho que seguimos, e a ninguém mais.»

Paulo Ruas, «O Problema do Livre-arbítrio», Crítica – https://criticanarede.com/met_savater.html (consultado em 1/11/2020)

Texto 2

5

Multiple Select

Para o autor, ter livre-arbítrio é

1

poder escolher

2

ser determinado por algo ou alguém além de si

3

poder autodeterminar-se

4

poder fazer tudo o que se quer

6

Compare escolhas que, intuitivamente sabe que são controladas por si, como qual de duas ofertas de emprego aceitar, com coisas que, intuitivamente sabe que estão fora do seu alcance, como correr 1500 m em três minutos […]. A diferença óbvia é que o emprego que decide aceitar depende das suas preferências, mas o mesmo não pode ser dito de correr 1500 m em três minutos. […] Esta comparação não requer que os seus desejos sejam indeterminados (não tenham causas). Talvez os seus genes e a sua história pessoal tornem inevitável que prefira um emprego a outro. Mesmo assim, é um facto que escolheu um certo emprego porque o preferiu. […] A partir do momento em que a sua ação decorre das suas preferências, […] é livre, mesmo que as suas preferências sejam determinadas pelo seu passado.

J. Prinz, «Livre-arbítrio», in D. Papineau (ed.), Western Philosophy – an ilustrated guide, Oxford, Oxford University Press, 2004, pp. 64-6

Texto 3

7

Open Ended

1-     Qual a diferença ente escolher um emprego e correr 1500 metros em 3 minutos?

8

Open Ended

2-     Apesar da diferença(s) assinalada(s) na resposta anterior, considera que há algo em comum entre os 2 casos? Porquê?

9

Open Ended

1-     O que carateriza uma ação livre?

​ "Vou provar aos meus leitores, apelando ao seu senso comum e ao seu conhecimento comum, que a vontade não é livre; e que é governada pela hereditariedade e pelo meio.
Para começar, o homem comum estará contra mim. Sabe que escolhe entre dois percursos a toda a hora, e frequentemente a todo o minuto, e pensa que a sua escolha é livre. Mas isso é uma ilusão; a sua escolha não é livre. Pode escolher e, de facto, escolhe. Mas pode apenas escolher como a sua hereditariedade e o seu meio o fazem escolher. Nunca escolhe e nunca escolherá a não ser como a sua hereditariedade e o seu meio — o seu temperamento e a sua formação — o fazem escolher. E a sua hereditariedade e o seu meio fixaram a sua escolha antes de ele a fazer."

Robert Blatchford, "A ilusão do livre-arbítrio" - https://criticanarede.com/rblatchfordailusaodolivrearbitrio

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