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Gênero Editorial- Resistir ao racismo no futebol

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1

Resistir ao racismo no futebol

By JENIFFER CAETANO

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Leia o texto a seguir para responder às questões.

Resistir ao racismo no futebol

As punições impostas pela Conmebol, embora necessárias, estão longe de serem o suficiente para acabar com as manifestações racistas.

Por Editorial O TEMPO
Publicado em 19 de março de 2025 

O racismo no futebol sulamericano voltou à pauta com os insultos sofridos pelo jogador da equipe Sub-20 do Palmeiras, Luighi. Mais uma vez, fica evidente a falta de ações concretas das autoridades do es O caso de Luighi representa um avanço, pois se trata de um jovem que tem consciência da sua representatividade no meio do futebol. Mostra o poder da conscientização dos atletas desde as categorias de base, mas ainda estamos longe de eliminar o racismo do futebol, assim como de toda a sociedade.

 As poucas ações contra a discriminação não são acompanhadas pela maior parte dos agentes do esporte e ficam isoladas. Exemplo disso é a sugestão da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, de abandonar as competições da Conmebol como forma de protesto. Mas a maior parte dos clubes, jogadores e federações, incluindo a própria CBF, permanecem praticamente em silêncio. Na terça-feira, no sorteio das maiores competições continentais, o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, falou brevemente sobre o combate ao racismo, sem propor ações práticas. A entidade máxima do futebol no continente sempre foi leniente em relação ao tema. É lamentável que a instituição que deveria zelar pela integridade do esporte, aja no caminho exatamente oposto.

Em 2023, as Copas Libertadores e Sul-Americana tiveram 9 registros de racismo. As punições se resumiram a multas aos clubes no valor de pouco mais de R$ 500 mil.

O código disciplinar da Conmebol estabelece que o clube cujo torcedor for pego cometendo atos discriminatórios será multado em US$ 100 mil (R$ 576,8 mil). Em caso de reincidência, o valor sobe para US$ 400 mil (R$ 2,3 milhões).

As punições, embora necessárias, estão longe de serem o suficiente para acabar com as manifestações racistas.

Por isso, a reação ao racismo no futebol não pode depender só dos membros do próprio esporte. Governos de todos os países do continente, entidades privadas e sociedade civil devem engajar na missão.



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Multiple Choice

1. No editorial "Resistir ao racismo no futebol", qual estratégia argumentativa é utilizada para reforçar a tese do texto?

1

A) O uso de uma linguagem emotiva para sensibilizar os leitores.

2

B) A apresentação de dados e exemplos concretos para fundamentar a crítica.

3

C) O relato pessoal de um jogador sobre experiências racistas.

4

D) A defesa de que o racismo no futebol é um problema sem solução.

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E) O incentivo à violência como forma de protesto contra o racismo.

4

Multiple Choice

2. De acordo com o editorial, qual é a postura da Conmebol em relação ao combate ao racismo no futebol sul-americano?

1

A) A Conmebol tem promovido campanhas e aplicado punições severas para erradicar o racismo.

2


B) A entidade demonstra preocupação real com o tema e propõe medidas eficazes para combatê-lo.

3

C) A Conmebol adota uma postura leniente, limitando-se a multas financeiras sem mudanças efetivas.

4

D) O editorial elogia a atuação da Conmebol por ser referência mundial no combate ao racismo.

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E) A Conmebol proíbe manifestações racistas em estádios e tem conseguido extinguir esse problema.

Resistir ao racismo no futebol

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