
FOCO NO SAEB 2 - LP
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12 Slides • 18 Questions
1
Querido (a) aluno (a),
O SAEB está se aproximando e não podemos perder a oportunidade de aprimorarmos ainda mais nossas habilidades.
Para tanto, realize as atividades a seguir com muito foco e dedicação!
Vamos lá! Não desista!
Abraços,
Professoras Lidia e Patricia
2
Opinião: o açúcar e a cultura brasileira "Para o brasileiro, o açúcar é um símbolo nacional.
O açúcar traz, sem dúvida, um valor patrimonial"
O idioma que se fala e a comida que se come formam a base da identidade e do pertencimento de uma pessoa a uma cultura, a uma história e a um território.
Sem dúvida, do açúcar, que vem da cana sacarina, nascem as preferências gastronômicas do brasileiro, que se identifica com o sabor doce.
O açúcar passa a fazer parte da formação do povo brasileiro como nação, e como sociedade, a partir de uma verdadeira “Civilização do Açúcar”. O prazer do brasileiro pelo sabor doce traz a tradição e a criação unidas em milhares de receitas espalhadas pelo país, pois os doces estão presentes em todas as regiões.
O brasileiro reconhece o açúcar como um dos símbolos da sua singularidade, e suas receitas trazem saberes e sabores que vêm de toda a parte: da Europa, especialmente Portugal; do continente africano; das Américas; e do Oriente.
O sentimento e o sabor doce acompanham a trajetória da vida do brasileiro, e marcam o tempo das festas nas casas e nas ruas.
Aliás, quem pode entender um aniversário sem bolo; uma festa junina sem pamonha de milho; o Natal sem rabanadas. Todos são preparos doces, doces agregados aos valores culturais e afetivos.
Doces para serem compartilhados no convívio com amigos e familiares, onde o sentimento de doçura constrói novas relações sociais.
Para o brasileiro, o açúcar é um símbolo nacional. O açúcar traz, sem dúvida, um valor patrimonial que promove e fortalece a afetividade e os elos sociais, pois cada vez que se usa o açúcar tem-se uma intenção, o desejo de consumo.
3
Multiple Choice
1- (D07)Nesse texto, o trecho que apresenta a ideia defendida (TESE) é:
A) “...do açúcar, que vem da cana sacarina, nascem as preferências gastronômicas do brasileiro, que
se identifica com o sabor doce.” (§2º)
B) “...da Europa, especialmente Portugal; do continente africano; das Américas; e do Oriente.” (§4º)
C) “Todos são preparos doces, doces agregados aos valores culturais e afetivos.” (§6º)
D) “Doces para serem compartilhados no convívio com amigos e familiares, onde o sentimento de
doçura constrói novas relações sociais.” (§6º)
4
Multiple Choice
2- (D 08)Nesse texto, um dos ARGUMENTOS utilizados pelo autor para defender sua tese está no trecho:
A) “...e como sociedade, a partir de uma verdadeira ‘Civilização do Açúcar’.” (§3º)
B) “O sentimento e o sabor doce acompanham a trajetória da vida do brasileiro, e marcam o tempo
das festas nas casas e nas ruas.” (§5º)
C) “Aliás, quem pode entender um aniversário sem bolo; uma festa junina sem pamonha de milho; o
Natal sem rabanadas.” (§6º)
5
Cientistas descobriram que as árvores também têm “coração”
Pesquisadores descobriram que as árvores têm um “batimento cardíaco” [...]. Descobriram que os troncos e galhos de árvores se contraem e se expandem para “bombear” a água das raízes até as folhas, semelhante à maneira como nosso coração bombeia o sangue através de nossos corpos.
A única diferença entre o nosso pulso e o de uma árvore é que o de uma árvore é muito mais lento. “Bate” uma vez a cada duas horas ou mais. E ao invés de regular a pressão sanguínea, o “batimento cardíaco” de uma árvore regula a pressão da água de suas raízes. É, em essência, um tipo de “pulsação”.
As medições foram feitas em estufas à noite para descartar o sol e o vento como fatores nas mudanças de forma das árvores. Em várias árvores, os galhos subiam e desciam aproximadamente um centímetro a cada duas horas. [...]
Depois de estudar a atividade noturna das árvores, os pesquisadores elaboraram uma teoria sobre o significado dessas mudanças na forma e nos movimentos das árvores. Eles acreditam que esse movimento é uma indicação clara de que as árvores estão bombeando água de suas raízes.
Mas os pesquisadores ainda não entendem completamente como esse movimento de “bombeamento” funciona. Eles sugerem que talvez o tronco gentilmente aperte a água, empurrando-a através do xilema, um sistema de tecido vegetal formado por células mortas, rígidas e lignificadas que conduzem a seiva e sustentam a planta cuja principal função é transportar água e nutrientes das raízes para brotos e folhas.
6
Multiple Choice
3- Qual trecho apresenta a IDEIA PRINCIPAL desse texto?
A) “Pesquisadores descobriram que as árvores têm um ‘batimento cardíaco’...”. (§1º)
B) “A única diferença entre o nosso pulso e o de uma árvore é que o de uma árvore é muito mais
lento”. (§2º)
C) “... os galhos subiam e desciam aproximadamente um centímetro...” (§3º)
D) “Mas os pesquisadores ainda não entendem complemente como esse movimento de
‘bombeamento’ funciona.”. (§5º)
7
Multiple Choice
4- Nesse texto, no trecho: “...MAS já começamos a nos reunir!”, a palavra em destaque estabelece relação de
A) adição.
B) conclusão.
C) comparação.
D) oposição.
8
Confusão na estrada
Em uma tarde ensolarada, calor escaldante do mês de agosto, lá vinha o “buzão” de Taguatinga com destino a Taipas, minha cidade.
Dentro do velho buzão estavam inúmeros passageiros, que, incomodados, reclamavam do calor insuportável.
Sentada em uma das últimas poltronas, já em péssimas condições, estava uma senhora que ora passava uma toalha para limpar o suor que brotava do rosto, ora abria a janela para se refrescar; uma vez que o transporte [...] era desprovido de ar condicionado. Aquela senhora estava muito agoniada e começou a reclamar em altos brados daquela situação.
Foi então que ela disse em tom bem alto para todos os passageiros ouvirem:
– Minha Nossa Senhora, tenha piedade de nós, aqui dentro está pegando fogo! Ouvindo aquela conversa, todos os passageiros ficaram assustados e começaram a gritar:
– Fogo, fogo, o buzão está pegando fogo, gente! Pare este buzão, motorista!
Uns diziam:
– Queremos descer [...].
Naquela imensa confusão, alguns saltaram a janela, outros desmaiaram de tanto susto.
O motorista, coitado, já não sabia como acalmar aquela gente. Tentava de todas as formas parar o veículo, porém não conseguia. [...]
A confusão durou por muito tempo, até que acabou a gasolina e o buzão parou.
Naquele momento, todos saíram de dentro, apavorados. O motorista permaneceu lá mesmo
revistando tudo para ver de onde o fogo havia começado. Logo constatou que não tinha fogo algum ali
e falou nervoso:
– Ôxente! Mas aqui não tá pegando fogo coisa nenhuma!
– Como não? É claro que está. Aqui dentro está pegando fogo de tanto calor! Exclamou a passageira que fora o alvo de toda aquela confusão.
9
Multiple Choice
5- Nesse texto, há relação de causa e consequência no trecho:
A) “... lá vinha o ‘buzão’ de Taguatinga com destino a Taipas, minha cidade.”. (§1o)
B) “... começou a reclamar em altos brados daquela situação.”. (§3o)
C) “Ouvindo aquela conversa, todos os passageiros ficaram assustados...”. (§5o)
D) “Logo constatou que não tinha fogo algum ali e falou nervoso:...”. (§12o)
10
Córneas produzidas por bioengenharia podem curar a cegueira de milhões de pessoas
Uma impressora 3D e replicação celular feita por bioengenharia podem resolver um dos maiores problemas de saúde dos olhos no mundo: a escassez de córneas saudáveis para transplante. E o mérito dessa descoberta é dos cientistas da Universidade de Sydney, na Austrália.
Após longos estudos, eles descobriram que podem reproduzir um número considerável de córneas, que ajudaria a abastecer os bancos e reduzir as filas de pacientes em espera por um transplante. Hoje, a média é de apenas um doador para cada 70 pessoas.
Com a reprodução em laboratório, a expectativa dos pesquisadores é que uma única doação possa ser capaz de fornecer tratamento para 30 pessoas. É a ciência e a tecnologia se unindo, mais uma vez, por um bem maior!
Janelas da alma
Fica para a córnea um dos papéis mais importantes da nossa visão. Essa camada transparente que fica na frente a íris e da pupila funciona como um “para-brisa”, que centraliza toda luminosidade na nossa retina e promove a boa visão.
Apesar de resistente, essa camada sofre danos ao longo dos anos. Quando isso acontece por doença ou ferimento, o paciente fica cego ou com alguma deficiência visual.
Até o momento, o único método eficaz para reverter essa condição é por meio do transplante de córnea.
11
Multiple Choice
6- Qual é a informação principal desse texto?
A) A córnea exerce um dos papéis mais importantes da nossa visão.
B) O paciente pode ficar cego se a córnea sofrer um dano por ferimento ou doença.
C) O mérito da descoberta é dos cientistas da Universidade de Sydney, na Austrália.
D) A descoberta realizada por cientistas sobre a reprodução de córneas em laboratório.
12
CONSUMO COMPULSIVO
Facilidades são causas do endividamento do consumidor
Consumo é o meio comum de aquisição e uso de produtos ou serviços, sempre para atender às necessidades do cidadão; consumismo é o consumo compulsivo, sem regra, é comprar o que não se precisa com o dinheiro que não se tem. As facilidades exageradas juntamente com a publicidade, que mais se assemelha com “lavagem cerebral”, promovidas pelas empresas, causam o fenômeno, responsável por dificuldades e superendividamento do consumidor, originado não somente por descontrole financeiro individual, mas por falta de condições para satisfação das necessidades básicas ou pela irresponsabilidade na concessão do crédito.
Diante da assertiva de que o povo é guiado pelo poder das imagens, o marketing agressivo força a venda dos produtos e envolve o consumidor de tal forma que fica difícil fugir do chamativo empresarial; a situação piora na medida em que as camadas sociais mais desprovidas de recursos se submetem à publicidade enganosa, por exemplo, quando aceitam a oferta de pagamento parcial do cartão de crédito, imaginando obtenção de vantagens; as facilidades para empréstimos consignados, pensando na conquista de juros baixos para o dinheiro que será aplicado na compra de produtos supérfluos, mas que se vai perceber já tarde.
O consumidor tem de evitar o descarrego de suas frustrações ou a crença de status social avançado em função do consumismo que, na verdade, contribui para a melhora de vida do empresário; afinal, o homem de sucesso não é aquele que tem maior capacidade de consumo, apesar da repercussão no grupo social ao qual se pertence.
13
Multiple Choice
7- Nesse texto, a TESE defendida pelo autor está exposta no trecho:
A) “Consumo é o meio comum de aquisição e uso de produtos ou serviços, sempre para atender às
necessidades do cidadão; consumismo é o consumo compulsivo, sem regra...” (§1º)
B) “As facilidades exageradas juntamente com a publicidade, que mais se assemelha com ‘lavagem
cerebral’, promovidas pelas empresas, causam o fenômeno, responsável por dificuldades e
superendividamento do consumidor...” (§1º)
C) “...o povo é guiado pelo poder das imagens, o marketing agressivo força a venda dos produtos e
envolve o consumidor...” (§2º)
D) “...do consumismo que, na verdade, contribui para a melhora de vida do empresário...” (§3º)
14
Multiple Choice
8- Para defender a tese do texto, o autor utiliza alguns ARGUMENTOS, como:
A) As definições de consumo como meio comum de aquisição de produtos e consumismo como
consumo compulsivo.
B) O conselho de que o povo deve evitar o descarrego de suas frustrações ou crenças de status social
no consumismo.
C) As facilidades para empréstimos consignados, para a compra de produtos supérfluos.
D) O fato de o consumismo contribuir para a melhora de vida do empresário.
15
Alunos reproduzem obras de arte famosas em portas de escola
Os visitantes que chegam à Emef Rui Bloem, na cidade de São Paulo (SP), são recebidos pela Moça Com Brinco de Pérola, uma reprodução do famoso quadro do artista holandês Johannes Vermeer, pintada na entrada.
Outras réplicas, como a de Abaporu, da brasileira Tarsila do Amaral, ilustram um total de 40 portas da escola. A ação faz parte de um projeto de arte extracurricular realizado entre agosto e setembro na instituição.
Durante dois meses, alunos do 4° ao 9° anos estudaram artistas plásticos, definiram um responsável por cada tela, imprimiram fotos das obras e as reproduziram nas portas – tudo sob a orientação da professora Priscila Trentin.
“Antes do projeto, eu não tinha muito interesse por pintar. Agora, comprei materiais de arte [para usar em casa].” Gabriela P., 15 anos.
“Depois que você termina a pintura e vê que fez coisas tão bonitas, começa a achar que é capaz de tudo.” Anne Heloísa C., 12 anos.
16
Multiple Choice
9- No texto, há uma OPINIÃO no trecho:
A) “Os visitantes que chegam à Emef Rui Bloem, na cidade de São Paulo (SP), são recebidos pela
Moça Com Brinco de Pérola...” (§1º)
B) “A ação faz parte de um projeto de arte extracurricular realizado entre agosto e setembro na
instituição.” (§2º)
C) “Durante dois meses, alunos do 4° ao 9° anos estudaram artistas plásticos, definiram um
responsável por cada tela...” (§3º)
D) “‘Depois que você termina a pintura e vê que fez coisas tão bonitas, começa a achar que é capaz
de tudo.’” (§5º)
17
Multiple Choice
10- Nesse texto, no trecho: “para usar em casa.” (§4º), a palavra destacada estabelece relação de
A) conformidade.
B) comparação.
C) finalidade.
D) proporção.
18
‘Computador não faz com que se leia menos’, diz Ruth Rocha; leia entrevista
Há 45 anos, em setembro de 1969, Ruth Machado Lousada Rocha teclava uma máquina de escrever trancada no quarto. Acostumada a criar textos para adultos, ela tentava terminar a sua
primeira história infantil, para a revista “Recreio”.
Só abriu a porta quando finalizou o conto “Romeu e Julieta”, sobre duas borboletas de cores diferentes. Como uma lagarta que sai do casulo, “nascia” ali também a escritora Ruth Rocha.[...]
Folhinha ─ A infância mudou nesses 45 anos?
Ruth Rocha ─ As crianças são muito parecidas. Por isso, livros infantis mais antigos e contos de fadas ainda encantam gente do mundo todo. Mas hoje tem o computador e outras tecnologias.
O problema não é o computador ou a TV, é o uso excessivo deles. Tem criança que fica o dia inteiro com as telinhas ligadas. Não pode. É preciso ter hora para brincar, estudar, sair, comer e,
claro, também para o computador e a TV. Tem que ter disciplina. [...]
Usar o computador faz com que as crianças leiam menos?
Não acho. Nunca se vendeu ou produziu tanto livro. Na minha época, não tínhamos opções, meus colegas não conversavam sobre literatura [...]. Conhecíamos só as histórias do Monteiro
Lobato. Hoje há mais opções. [...]
A sra. lia muito quando era criança?
Muito. Quando eu tinha 13 anos, decidi ler todos os livros de uma biblioteca circulante que ficava na avenida São Luís. Claro que não consegui. Mas acho que li a biblioteca inteira do colégio Rio Branco, onde estudei e trabalhei.
E ouvia muitas histórias também?
Meu avô era um grande contador de histórias. Era um velhinho engraçado que adorava contar contos de folclore, dos irmãos Grimm, fábulas, histórias das “Mil e Uma Noites”. [...]
19
Multiple Choice
11- Nesse texto, há um FATO no trecho:
A) “... contos de fadas ainda encantam gente do mundo todo.”
B) “Conhecíamos só as histórias do Monteiro Lobato.”.
C) “... acho que li a biblioteca inteira do colégio Rio Branco...”.
D) “Era um velhinho engraçado que adorava contar contos de folclore,...”.
20
Multiple Choice
12- O trecho desse texto que apresenta uma ideia de EXPLICAÇÃO é:
A) “Há 45 anos, em setembro de 1969, Ruth Machado Lousada Rocha teclava uma máquina de
escrever trancada no quarto.”.
B) “As crianças são muito parecidas. Por isso, livros infantis mais antigos e contos de fadas ainda
encantam gente do mundo todo.”.
C) “Nunca se vendeu ou produziu tanto livro. Na minha época, não tínhamos opções, meus colegas
não conversavam sobre literatura...”.
D) “Quando eu tinha 13 anos, decidi ler todos os livros de uma biblioteca circulante que ficava na
avenida São Luís.”.
21
Brincadeiras de minha infância
Atualmente as crianças brincam muito pouco. Na minha singela opinião, a modernidade tirou das crianças uma infinidade de brinquedos e brincadeiras saudáveis. Ultimamente tenho observado a ausência dos grupos de meninos e meninas que antes eram comuns em cada rua, em cada bairro. O que existe são alguns poucos que ainda resistem com a brincadeira de bola e gol mirim.
Em meu tempo de criança, a maioria das brincadeiras faziam as crianças praticar exercícios físicos sem perceber. Muitos objetos serviam para brincar e fabricar brinquedos. Lata de óleo ou leite, pneus velhos, tábuas e até meias serviram para alegrar a garotada. [...]
Quem lembra dos famosos carrinhos de rolimã? Não era preciso ter dinheiro. Bastava procurar ou negociar com algum amigo para obter os rolamentos de ferro em alguma oficina mecânica da cidade. Após possuir as rodas de ferro, era a vez de ir em busca de madeira nas serralherias. Os mais experientes ajudavam os novatos na montagem do brinquedo sempre utilizando as ferramentas dos pais ou de algum conhecido. Depois de pronto, era hora de sair percorrendo as ruas sobre as rodinhas de ferro. Era uma das melhores brincadeiras daquela época. Posso até afirmar que aquele arcaico brinquedo era um precursor do famoso skate. [...]
Em épocas de inverno, quando o tempo se preparava para chover, era certa a falta de energia elétrica, principalmente no período da noite. A meninada atenta já preparava a lata de leite vazia, fazia alguns furos no fundo e fazia a alça com cordão ou arame e acendia uma vela dentro daquele protótipo. Estava pronta a lanterna. [...]
Tudo tinha sua época, cada brinquedo e brincadeiras em seu tempo. Pião e Fura-chão. Vixe, fui longe agora! [...]
Gostaria de ver a criançada de hoje brincando e se divertindo de modo saudável. [...] Ao mesmo tempo, aproveito para mais uma vez afirmar, sem medo de errar, que me diverti muito, mas muito mesmo. [...]
22
Multiple Choice
13- O trecho que expressa a TESE do texto é
A) "...a modernidade tirou das crianças uma infinidade de brinquedos e brincadeiras saudáveis." (§1º)
B) "O que existe são alguns poucos que ainda resistem com a brincadeira de bola e gol mirim." (§1º)
C) "...a maioria das brincadeiras faziam as crianças praticar exercícios físicos sem perceber." (§2º)
D) "Posso até afirmar que aquele arcaico brinquedo era um precursor do famoso skate." (§3º)
23
Multiple Choice
14- Qual trecho desse texto apresenta um ARGUMENTO utilizado pelo autor para sustentar sua tese?
A) “Em meu tempo de criança, a maioria das brincadeiras faziam as crianças praticar exercícios físicos
sem perceber.”. (§2º)
B) “Após possuir as rodas de ferro, era a vez de ir em busca de madeira nas serralherias.”. (§3º)
C) “Depois de pronto, era hora de sair percorrendo as ruas sobre as rodinhas de ferro.”. (§3º)
D) “Posso até afirmar que aquele arcaico brinquedo era um precursor do famoso skate.”. (§3º)
24
Multiple Choice
15- Para o autor desse texto, as crianças de hoje em dia brincam pouco porque
A) a chuva impede as brincadeiras de rua.
B) praticam exercícios físicos sem perceber.
C) preocupam-se com a montagem dos próprios brinquedos.
D) a modernidade tirou das crianças vários tipos de brincadeiras.
25
Tentação
Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.
Na rua vazia as pedras vibravam de calor - a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde.
Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo.
Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento.
A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.
Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro.
Mas ambos eram comprometidos.
Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.
A dona esperava impaciente sob o guarda-sol. O basset ruivo afinal despregou-se da menina e saiu sonâmbulo.
26
Multiple Choice
16- A menina abriu os olhos pasmada porque
A) sentiu medo do cachorro.
B) o basset ruivo foi embora.
C) o bonde apareceu na esquina.
D) viu um cachorro se aproximar dela.
27
Por que os cães latem?
Bebês aprendem a se comunicar por imitação. Ao prestar atenção nos pais, copiam a fala, alimentação e diversas reações. Brian Hare, antropólogo evolucionista americano e especialista em cognição animal, acredita que isso não seja exclusividade dos humanos. Segundo ele, os cachorros aprenderam a conviver com os homens da mesma maneira: imitando e reagindo às ações do dono. Foi assim, por exemplo, que eles aprenderam a latir mais e mais.
Em seu novo livro, Hare reúne essa e outras descobertas sobre a inteligência do animal. Entre elas, estão as habilidades comunicativas do cão – milhares de anos de interação com os humanos levaram ao desenvolvimento de três grandes grupos de latidos: os de alerta, os para chamar a atenção e os para brincar. A sagacidade do melhor amigo do homem não para por aí. Pesquisas recentes relatam que os animais são ainda capazes de desenvolver novas nuances no latido – com altura, duração e frequências diferentes – para se expressar de maneira mais eficaz. [...]
28
Multiple Choice
17- A ideia principal desse texto está no trecho:
A) “Ao prestar atenção nos pais, copiam a fala, alimentação e diversas reações.”. (§1º)
B) “Brian Hare, antropólogo evolucionista americano e especialista em cognição animal, acredita que
isso não seja exclusividade dos humanos.”. (§1º)
C) “... milhares de anos de interação com os humanos levaram ao desenvolvimento de três grandes
grupos de latidos...”. (§2º)
D) “... os animais são ainda capazes de desenvolver novas nuances no latido...”. (§2º)
29
O melhor do Brasil nos Jogos Pan-Americanos
Os Jogos Pan-Americanos começaram oficialmente na sexta-feira, dia 20. Esse colunista que vos escreve está acompanhando (quase) tudo da competição. Continuarei dando minha humilde opinião no futebol obviamente, porém, o Pan não pode ser ignorado. O Brasil já brilhou e brilha em muitas modalidades, como skate, vôlei, natação e até beisebol.
No domingo, na prova por equipes da ginástica artística feminina, o Brasil ficou com a prata. Nossas atletas perderam para os Estados Unidos e ficaram na frente da forte equipe do Canadá (bronze).
Rebeca Andrade, Flávia Saraiva, Jade Barbosa, Carolyne Pedro e Júlia Soares conseguiram mais um resultado importante após a prata no Mundial da Antuérpia.
Revezamento misto 4x100m livre, formado por Guilherme Caribé, Ana Carolina Vieira, Stephanie Balduccini e Marcelo Chierighini conquistou o ouro e bateu o recorde pan-americano. Na
modalidade, o Brasil ainda levou duas pratas e dois bronzes.
A equipe brasileira venceu fortes rivais dos Estados Unidos e Canadá, e a modalidade ainda conquistou mais duas medalhas de prata e duas de bronze.
No beisebol, o Brasil venceu a Colômbia por 8 a 7. A seleção derrotou a Venezuela, forte equipe, na estreia, e conquistou a segunda vitória consecutiva pela primeira fase da competição. Inacreditável.
30
Multiple Choice
18- Nesse texto, há um FATO no trecho:
A) “O Brasil já brilhou e brilha em muitas modalidades...” (§1º)
B) “No domingo, na prova por equipes da ginástica artística feminina, o Brasil ficou com a prata.” (§2º)
C) “A equipe brasileira venceu fortes rivais dos Estados Unidos e Canadá...” (§4º)
D) “...a segunda vitória consecutiva pela primeira fase da competição. Inacreditável.” (§5º)
Querido (a) aluno (a),
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Para tanto, realize as atividades a seguir com muito foco e dedicação!
Vamos lá! Não desista!
Abraços,
Professoras Lidia e Patricia
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