
Filosofia Prussiana
Authored by Pedro Brazão
Philosophy
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1.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
UFU 2002
O criticismo de Kant representa a reação do pensamento do Século das Luzes à polarização decorrente do racionalismo e do empirismo do século anterior. Logo, na introdução da sua obra Crítica da razão pura, Kant defende a realização da revolução copernicana na filosofia. Sobre esta revolução, analise as assertivas abaixo.
I - A filosofia, até então, sempre se guiou pelos instintos, deixando sempre no plano inferior o objeto do conhecimento.
II - Nas atividades filosóficas é preciso que o objeto seja regulado pelo conhecimento humano, o conhecimento a priori.
III - O conhecimento a priori resulta da faculdade de intuição, cuja comprovação é alcançada com a experiência.
IV - Só é verdadeiro o conhecimento resultante da experiência, quando esta toma o objeto como a coisa em si mesma, sem o auxílio da razão.
Assinale a alternativa que contém as assertivas verdadeiras.
Apenas II e IV.
Apenas I, II e IV.
Apenas II e III.
Apenas I, III e IV.
2.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
UNCISAL 2012
Contrapondo ceticismo e dogmatismo, o criticismo se apresenta como única saída para se repensar às questões pertinentes à metafísica. O criticismo denomina a filosofia de
Kant.
Marx.
Rousseau.
Hume.
Hegel.
3.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
UFU 2014
Considere as questões que Immanuel Kant lança ao seu leitor nas primeiras páginas da Estética Transcendental.
Que são então o espaço e o tempo? São entes reais? Serão apenas determinações ou mesmo relações de coisas, embora relações de espécie tal que não deixariam de subsistir entre as coisas, mesmo que não fossem intuídas? Ou serão unicamente dependentes da forma da intuição e, por conseguinte, da constituição subjetiva do nosso espírito, sem a qual esses predicados não poderiam ser atribuídos a coisa alguma?
KANT. Crítica da razão pura. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1994, p. 64.
Sobre as noções kantianas de tempo e espaço é correto afirmar que essas noções são as formas
da experiência possível, que só podem ser conhecidos a posteriori.
da razão, resultantes da participação do homem no Ser de Deus.
a priori da razão, a partir das quais os objetos nos são dados na experiência.
de conceber a experiência, aprendidas culturalmente desde a infância e ao longo da nossa história.
4.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
UEMA 2015
Fraqueza e covardia são as causas pelas quais a maioria das pessoas permanecem infantis mesmo tendo condição de libertar-se da tutela mental alheia. Por isso, fica fácil para alguns exercer o papel de tutores pois, muitas pessoas, por comodismo, não desejam se tornar adultas. Se tenho um livro que pensa por mim; um sacerdote que dirige minha consciência moral; um médico que me prescreve receitas e, assim por diante, não necessito preocupar-me com minha vida. Se posso adquirir orientações, não necessito pensar pela minha cabeça: transfiro ao outro esta penosa tarefa de pensar.
Fonte: I. Kant, O que é a ilustração. In: F. Weffort (org). Os clássicos da política, v. 2, 6 ed. São Paulo: Saraiva, 2006.
Esse fragmento compõe o livro de Kant que trata da importância da(o)
juízo.
razão.
cultura.
costume.
experiência.
5.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
UFU 1998
Na sua obra “Crítica da Razão Pura”, Kant formulou uma síntese entre sujeito e objeto, mostrando que, ao conhecermos a realidade do mundo, participamos da sua construção mental. Segundo Kant, esta valorização do sujeito (possuidor de categorias apriorísticas) no ato de conhecimento, representou, na Filosofia, algo comparável à
previsão da órbita do Cometa Halley no sistema solar.
revolução de Copérnico na Física.
invenção do telescópio por Galileu Galilei.
Revolução francesa que derrubou o Ancien Régime.
invenção da máquina a vapor.
6.
MULTIPLE CHOICE QUESTION
3 mins • 1 pt
UFU 2001
A respeito da distinção entre o conhecimento puro e o conhecimento empírico, tal como são apresentados na Crítica da Razão Purade I. Kant, analise as assertivas abaixo:
I. O conhecimento empírico resulta da experiência sensível e é expresso pelas impressões, portanto, trata-se de um conhecimento a priori.
II. O conhecimento a priorié um conhecimento puro e independente de todas as impressões dos sentidos, portanto, livres dos elementos empíricos.
III. O conhecimento puro, a priori, é um juízo pensado com universalidade rigorosa, de modo que tal juízo não aceita nenhuma exceção.
IV. O conhecimento empírico, a posteriori, é um juízo analítico, pois ele só é possível por intermédio de um conhecimento analítico dos conceitos.
Assinale a alternativa que contém as assertivas verdadeiras:
II e III
I, II e IV
I, III e IV
III e IV
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