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Kant - O problema do conhecimento.

Authored by Thiago Souza

Philosophy

11th Grade

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Kant - O problema do conhecimento.
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1.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Ufu/MG, 2018 - adaptada) De acordo com o pensamento do filósofo Immanuel Kant (1724-1804), os juízos a priori são todos analíticos e os juízos a posteriori são todos sintéticos.


Assinale a alternativa que define corretamente as noções de juízo analítico e juízo sintético.

O juízo analítico é uma proposição que não pode ser pensada sem ser simultaneamente acompanhada de sua necessidade, já o juízo sintético não é uma proposição necessária.

No juízo analítico, o predicado pertence ao sujeito como algo que está contido nele, já no juízo sintético, o predicado está totalmente fora do conceito do sujeito.

No juízo analítico, o sujeito está contido no conceito do predicado, mas, no juízo sintético, o predicado advém da experiência.

No juízo sintético, sempre será um juízo indutivo, logo, parte das ideias inatas das experiências sensoriais.

2.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Ufu/MG, 2017) Leia a citação a seguir.


[...] A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma grande parte dos homens, depois que a natureza de há muito os libertou de uma direção estranha, continuem no entanto de bom grado menores durante toda a vida. São também as causas que explicam porque é tão fácil que os outros se constituam em tutores deles.

KANT, I. Resposta à pergunta: que é “Esclarecimento”?


(Aufklarung). In: ______. Textos seletos. Tradução de Raimundo Vier. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2005, p. 64.


A menoridade de que fala Kant é a condição daqueles que não fazem o uso da razão. Essa condição evidencia a ausência:

da ignorância, pois quem se deixa guiar pelos outros acerta sempre.

da religião encarregada de fazer feliz o homem indigente de pensamento.

da autonomia para fazer uso próprio da razão sem a tutela de outrem.

do idealismo necessário para a ampliação dos horizontes existenciais.

3.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Enem 2013) Até hoje admitia-se que nosso conhecimento se devia regular pelos objetos; porém todas as tentativas para descobrir, mediante conceitos, algo que ampliasse nosso conhecimento, malogravam-se com esse pressuposto. Tentemos, pois, uma vez, experimentar se não se resolverão melhor as tarefas da metafísica, admitindo que os objetos se deveriam regular pelo nosso conhecimento.


KANT, I. Crítica da razão pura. Lisboa: Calouste-Gulbenkian, 1994 (adaptado).


O trecho em questão é uma referência ao que ficou conhecido como revolução copernicana na filosofia. Nele, confrontam-se duas posições filosóficas que:

defendem que o conhecimento absoluto é possível, restando-nos somente o dogmatismo.

revelam a relação de interdependência entre os dados da experiência e a reflexão filosófica.

defendem que o conhecimento é impossível, restando-nos somente o ceticismo.

assumem pontos de vista opostos acerca da natureza do conhecimento.

4.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Enem 2019)


TEXTO I


Duas coisas enchem o ânimo de admiração e veneração sempre crescentes: o céu estrelado sobre mim e a lei moral em mim.


KANT, I. Crítica da razão prática. Lisboa: Edições 70, s/d (adaptado).


TEXTO II


Duas coisas admiro: a dura lei cobrindo-me e o estrelado céu dentro de mim.


FONTELA, O. Kant (relido). In: Poesia completa. São Paulo: Hedra, 2015.


A releitura realizada pela poeta inverte as seguintes ideias centrais do pensamento kantiano:

Possibilidade da liberdade e obrigação da ação.

Interioridade da norma e fenomenalidade do mundo.

A prioridade do juízo e importância da natureza.

Necessidade da boa vontade e crítica da metafísica.

5.

MULTIPLE CHOICE QUESTION

5 mins • 1 pt

(Uem/PR, 2018 - adaptada) [...]De que todo o nosso conhecimento comece com a experiência, não há a mínima dúvida; pois de que outro modo a faculdade de conhecer deveria ser despertada para o exercício, se não ocorresse mediante objetos que impressionam os nossos sentidos e em parte produzem espontaneamente representações, em parte põem em movimento a nossa atividade intelectual de comparar essas representações, conectá-las ou separá-las, e deste modo transformar a matéria bruta das impressões sensíveis em conhecimento de objetos, que se chama experiência? [...] Mas, ainda que todo o nosso conhecimento comece com a experiência, nem por isso todo ele origina-se da experiência.


(KANT, I. Crítica da razão pura. In: MARCONDES, D. Textos básicos de Filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2007, p. 117).


A partir do texto citado, é correto afirmar:

A faculdade de conhecer pode produzir conhecimentos por si mesma, visto que as impressões sensíveis não são a origem de todo o conhecimento.

As representações sensíveis das coisas são espontâneas e não precisam de qualquer interferência dos sentidos.

O conhecimento tem seu início na experiência sensível; isso significa que sempre esteja preso à experiência e limitado por ela.

A faculdade de conhecer nunca fica em repouso, mas é despertada pela experiência sensível e somente por ela, sendo essa a única fonte do conhecimento.

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