WorksheetsLógica proposicional clássica/ Ação Humana
Total questions: 25
Worksheet time: 2hrs 15mins
A s premissas dos argumentos válidos são sempre verdadeiras.
verdadeiro
Falso
A formalização da proposição "se não é verdade que a vida faz sentido, então Deus não existe ou não é sumamente bom" é ( (∼P→∼(Q VR))
Verdadeiro.
Falso.
A formalização da proposição "Se todos os fetos humanos são pessoas e têm direito à vida, então o aborto não é permissível" é ((P∧ Q)⟶∼R)
Verdadeiro.
Falso.
A seguinte fórmula proposicional expressa uma contingência ∼((P∧Q)→(R∨S))
Verdadeiro.
Falso.
A seguinte fórmula argumentativa é inválida: ((P↔Q)→(R∧S)), (R∧S)∴(P↔Q)
Verdadeira.
Falsa.
O seguinte argumento é inválido:"Ou Deus não existe, ou o sofrimento é uma ilusão. Consequentemente, Deus não existe. Dado que, o sofrimento não é uma ilusão."
Verdadeiro.
Falso.
A inferência seguinte é um silogismo hipotético: ((P∧Q)∨R),∼(P∧Q)∴R
Verdadeiro.
Falso.
A inferência seguinte é um modos tollens: (P→(Q∨R))∴(∼(QVR)⟶∼P)
Verdadeiro.
Falso.
Considere as seguintes formas argumentativas:
1- (P→Q), P∴Q
2- (P∧Q)∴P
3- (P→Q), Q∴P
4- (P∨Q)∴Q
1 é válida; 2, 3 e 4 são inválidas.
1 e 2 são válidas; 3 e 4 são inválidas.
1 e 2 são inválidas; 3 e 4 são válidas.
1 é invalida; 2, 3 e 4 são válidas.
A proposição expressa pela frase "O sol brilha" é considerada uma proposição:
composta.
simples.
complexa.
imperativa.
O operador "ou" é um operador:
singular.
unário.
monádico.
binário.
A condicional é falsa se o antecedente:
for verdadeiro e o consequente também,.
for falso e o consequente também.
for verdadeiro e o consequente for falso.
for falso e o consequente for verdadeiro.
Se vou à feira, então compro sapatos. Vou à feira. Logo compro sapatos. Este argumento é:
Silogismo disjuntivo.
Modus tollens.
Modus ponens.
Falácia da negação do antecedente.
Acredito em ti sou inteligente. Não acredito em ti. Logo, sou inteligente. Este argumento é:
silogismo disjuntivo.
modus ponens.
modus tollens.
Falácia da petição do princípio.
Se a noite é tempestuosa, então fico confuso. A noite não é tempestuosa. Logo, não fico confuso.
Falácia da afirmação do consequente.
Modus ponens.
Modus tollens.
Falácia da negação do antecedente.
A validade de um argumento por analogia depende:
da autoridade em que este se sustenta.
da indução que nele se efetua.
do facto de as semelhanças que existem entre as realidades comparadas serem mais relevantes do que as diferenças que as separam.
da credibilidade do sujeito que o formula.
David Attenborough e Jane Goodall são defensores do controlo populacional. Assim, os números da população mundial deviam estar regulados. Trata-se:
de um argumento de autoridade.
de um argumento por analogia.
de um argumento indutivo por generalização.
de uma previsão indutiva.
Argumento que reduz as opções possíveis a apenas duas, ignorando-se as restantes alternativas. Esta definição corresponde à falácia:
ad hominem.
da derrapagem.
do falso dilema.
do "boneco de palha".
Santo Anselmo era um homem religioso. Logo, o argumento ontológico- que concebeu, para provar a existência de Deus- deve ser ignorado. Estamos perante a falácia:
da petição de princípio.
do apelo à ignorância.
do "boneco de palha".
ad hominem
O argumento indutivo, por generalização é um:
argumento em que, partindo de certas semelhanças ou relações entre duas realidades, se depreendem novas semelhanças ou relações.
Argumento que parte de casos passados para prever casos não observados, presentes ou futuros.
Argumento que parte de casos particulares e aplica as verdades aí obtidas a algo mais geral.
Argumento que se sustenta no parecer de um especialista para assegurar a verdade do que se afirma.
A ação humana pode caracterizar-se como sendo:
consciente, involuntária e racional.
consciente, voluntária e irracional.
consciente, involuntária e intencional.
consciente, voluntária e intencional.
Deliberar é:
escolher um objetivo de ação.
encontrar os meios necessários para realizar dada ação.
decidir o que fazer em determinada situação.
refletir acerca das diferentes possibilidades de ação.
É através dos motivos que podemos compreender plenamente uma dada ação humana.
verdadeira, porque o motivo deriva da realização da ação humana.
Falsa, porque o motivo por si só não explica integralmente uma ação humana
verdadeira, porque o motivo revela a razão pela qual a ação ocorre.
falsa, porque o motivo corresponde ao objetivo da ação.
Ser responsável é:
cumprir exclusivamente as leis, normas e regras morais.
agir sempre com muito cuidado para não prejudicar os outros.
assumir as suas ações e ser capaz de responder por elas.
ter consciência do que se faz.
Por condicionantes da ação humana entendemos:
o conjunto de características que recebemos do meio social e que definem as nossas escolhas.
o conjunto de estados psicológicos que estão subjacentes às nossas escolhas.
o conjunto de características físicas e biológicas que determina as nossas ações.
o conjunto de condições e restrições que estabelecem os limites dentados quais é possível realizar as nossas escolhas.
