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WorksheetsHemato II - Semana 3
Total questions: 20
Worksheet time: 40mins
São causas estruturais de Sangramento Uterino Anormal (SUA), exceto:
Coagulopatia
Pólipo
Adenomiose
Leiomioma
O Sangramento Uterino Anormal (SUA) é mais comum na:
Adolescência e perimenopausa
Pré-menarca e pós-menopausa
Adolescência e menacme
Pré-menarca e perimenopausa
A principal causa de anovulação em adolescentes é:
Imaturidade do Eixo hipotálamo-hipófise-ovário
Feedback inapropriado por SOP
Falência funcional dos ovários
Elevados níveis de estrogênio
Estão corretas as associações entre os exames utilizados para diagnóstico de SUA e o possível achado clínico, exceto:
Ultrassonografia - anormalidades estruturais uterinas
Hemograma - anemia
Biópsia de endométrio - distúrbio de coagulação
Histeroscopia - detecta lesões intracavitárias, como leiomiomas e pólipos
Qual dos casos abaixo é uma causa de Sangramento Uterino Disfuncional Anovulatório?
Descamação irregular do endométrio
Persistência do corpo lúteo
Sangramento da ovulação
Falência funcional dos ovários
A polimenorreia é caracterizada por possuir:
Ciclos curtos
Perda sanguínea diminuída
Ciclo muito longo
Ciclo regular, porém perda sanguínea aumentada
Paciente com Síndrome dos Ovários Policísticos podem apresentar, exceto:
Pilosismo aumentado (hirsutismo)
Acnes na face
Ciclo oligomenorreico ou amenorreico
Sensibilidade aumentada à insulina
Sobre a fisiopatologia do sangramento disfuncional anovulatório, pode-se afirmar que:
O sangramento pode se dar por níveis de estrogênio incapazes de manter um estimulo adequado ao endométrio
O sangramento é resultante da ação antagonista da progesterona
O sangramento pode se dar pelo aumento da densidade das arteríolas espiraladas
O sangramento resulta de uma descamação do endométrio secretor
Uma paciente que relata ciclos irregulares, com fluxo intenso, presença de coágulos grandes e período menstrual com duração de 10 dias é classificada com o seguinte padrão de sangramento:
Menorragia
Metrorragia
Menometrorragia
Hipermenorreia
Sobre a Hemorragia Digestiva Alta (HDA), é incorreto afirmar que:
É aquela que compreende a hemorragia proveniente desde de o esôfago até o ligamento de Treitz
É cerca de cinco vezes mais comum que a hemorragia digestiva baixa
Sua principal causa é a doença ulcerosa péptica
A taxa de sangramentos autolimitados (que cessam espontaneamente) é maior nas HDAs de origem varicosa
Fazem parte da terapêutica da HDA por úlcera péptica, exceto:
Estabilização hemodinâmica do paciente
Administração IV de IBP
Clampeamento ou cauterização via endoscópica
Antagonista de receptores H2 VO
Sobre a HDA varicosa, é correto afirmar:
As varizes gastroesofagicas que acometem esofago distal e curvatura menor de estômago não podem ser relacionadas a um maior risco de hemorragia
Dentre as principais causas de HDA varicosa, encontra-se a cirrose hepática alcoólica
O achado de varizes esofágicas de grosso calibre não é considerado um preditor para HDA
A HDA varicosa em pacientes com hipertensão portal só ocorre quando o gradiente de pressão venosa hepática é maior que 20mmHg
Paciente de 50 anos etilista dá entrada na sala de emergência com hematêmese volumosa. Apresenta F.C.: 130 bpm, P.A.: 90 x 60 mmHg e confusão mental. A conduta inicial deve ser:
Via aérea definitiva para evitar broncoaspiração e acesso venoso para reposição volêmica
Endoscopia digestiva alta para confirmar o diagnóstico e realizar o tratamento
Acesso venoso, reposição volêmica e chamar endoscopista imediatamente
Passagem de balão esofágico para interromper o sangramento
Quais dos fatores prognósticos abaixo são considerados desfavoráveis para o êxito da terapêutica endoscópica na Doença Ulcerosa Péptica (DUP)?
Idade > 65 anos e classificação da úlcera - presença de sangramento em jato
Mais de duas úlceras ativas e pacientes do sexo masculino
Uso de anti-inflamatórios não hormonais e presença de H. pylori
Tabagismo e pacientes etilistas crônicos
A única opção que apresenta uma terapêutica definitiva para HDA varicosa é:
Balão de Sengstaken Blakemore (BSB)
Prótese expansível (stent)
Hemospray
Ligadura elástica
Podemos afirmar que a síndrome de Mallory-Weiss:
Necessita de tratamento cirúrgico na maioria dos casos
É responsável por cerca de 10% dos casos de hemorragia digestiva alta
É uma síndrome hereditária familiar
É considerada um fator de risco para o adenocarcinoma esofágico
Paciente retorna para resultado de curetagem uterina por sangramento uterino anormal, o qual revela “hiperplasia endometrial”. Em relação a este resultado anatomopatológico, é CORRETO afirmar:
Está relacionada às condições de hiperestrogenismo, como a nuliparidade ou a obesidade na pós-menopausa
É frequente em mulheres abaixo de 30 anos
A taxa de progressão para câncer das hiperplasias simples sem atipias é de 30%
É a lesão precursora dos adenocarcinomas não-endometrióides do endométrio
Sobre as respostas circulatórias precoces à perda sanguínea, que constituem-se em mecanismos de compensação do choque, podemos afirmar, exceto:
Progressiva vasoconstrição da circulação cutânea, muscular e visceral para preservar o fluxo sanguíneo aos rins, coração e cérebro
Aumento da frequência cardíaca na tentativa de preservar o débito cardíaco
Liberação de catecolaminas endógenas que aumenta a resistência vascular periférica
Aumento da resistência vascular periférica, o que aumenta/melhora a oxigenação e perfusão tecidual periférica
A nível celular, as células que são perfundidas e oxigenadas inadequadamente ficam privadas de substratos essenciais para o metabolismo aeróbico e para a produção de energia. O mecanismo compensatório para tal situação é:
Mudança para o metabolismo anaeróbico, que leva à formação de ácido lático e ao desenvolvimento de acidose metabólica
Aumento da concentração de íons Ca intracelular
Progressivas entrada de íons Na e saída de íons K nas células
Espessamento da crista mitocondrial
Dentre as causas não varicosas de HDA abaixo, aquela cuja ocorrência é mais rara é:
Lesão de Dieulafoy
Laceração de Mallory-Weiss
Esofagite
Doença ulcerosa péptica
