wayground logo

Free Printable Worksheets

NEW

Font size

S
M
L
XL
Worksheets

Teoria e Metodologia de Treino - Curso de Treinadores Grau I

Total questions: 52

Worksheet time: 26mins

Name
Class
Date
1.

Fundamentos do Processo de Treino

A preparação desportiva deve ser entendida como um todo, contemplando o processo de planeamento, a implementação das sessões de treino, a participação na competição e o controlo das etapas.

a)

Exige-se um planeamento rígido, no desenvolvimento dos 4 processos.

b)

Exige-se um planeamento desligado da realidade no desenvolvimento dos 4 processos

c)

Exige-se um equilíbrio entre os 4 processos

d)

Nenhuma opção está correta

2.

Fundamentos do Processo de Treino

Na unidade dos fatores de treino, quantos fatores de treino existem?

a)

4 Fatores de treino

b)

3 Fatores de Treino

c)

2 Fatores de Treino

d)

5 Fatores de Treino

3.

Fundamentos do Processo de Treino

Em relação à unidade dos fatores de treino, existe uma abordagem separada, no entanto eles interrelacionam-se?

a)

Dois a Dois

b)

Os Cinco

c)

Os quatro

d)

Trabalham-se em separado mas eles relacionam-se entre si.

4.

Fundamentos do Processo de Treino

Fundamentos da Aprendizagem Motora

Qual o aspeto mais importante a ter em consideração no desenvolvimento motor do jovem atleta?

a)

A idade Cronológica

b)

A Idade Biológica

c)

Os estados de Maturação

d)

A saúde em primeiro lugar e a performance depois

5.

Fundamentos do Processo de Treino

A procura da melhor performance possível num jovem atleta é objetivo central no desporto.

Qual o aspeto mais importante a ter em consideração?

a)

O treino técnico do jovem atleta.

b)

O treino tático do jovem atleta.

c)

A saúde e a segurança do jovem atleta

d)

O treino das capacidades coordenativas e condicionais do jovem atleta.

6.

Fundamentos do Processo de Treino

O ritmo de crescimento e o desenvolvimento motor variam de pessoa para pessoa.

a)

Verdadeiro

b)

falso

7.

Fundamentos do Processo de Treino

O conceito de crescimento é relativamente simples

a)

Representa um aumento de características existentes, altura, massa muscular

b)

Representa um aumento de características existentes como borbulhas na cara e pêlos púbicos

c)

Representa um aumento de características existentes como lançar a bola mais longe ou rematar mais forte

d)

Representa um aumento de caracteristicas existentes, como a altura e massa muscular mas também significa que o nosso corpo cresce a ritmos diferenciados, o que significa que as proporções corporais se alteram durante o processo de crescimento em altura.

8.

Fundamentos do Processo de Treino

O conceito de desenvolvimento

a)

Envolve crescimento e maturação

b)

Envolve crescimento físico

c)

Envolve crescimento maturacional

d)

Envolve crescimento cronológico

9.

Fundamentos do Processo de Treino

O conceito de desenvolvimento reflete um conjunto de alterações:

a)

Tanto qualitativas como quantitativas, inerentes aos seres vivos, incluindo o Homem

b)

Apenas qualitativas....

c)

Apenas quantitativas...

d)

Tanto qualitativas como quantitativas, inerentes aos seres vivos exceto o Homem

10.

O desenvolvimento é:

a)

Individualizado

b)

Profundamente individualizado

c)

Raramente individualizado

d)

Precocemente individualizado

11.

O desenvolvimento é

a)

Não linear

b)

Linear

12.

O desenvolvimento depende da interação complexa entre:

a)

O organismo e o ambiente

b)

A interação entre os seres vivos

c)

Do meio envolvente

d)

Nenhuma resposta está certa

13.

A idade cronológica é um indicador grosseiro e pouco fiável do estado de maturação de um atleta?

a)

Verdadeiro

b)

Falso

14.

Fisiologia do Exercício

A fisiologia é uma ciência que estuda:

a)

O funcionamento do corpo humano

b)

O funcionamento dos diferentes elementos que constituem o "corpo humano"

c)

O funcionamento dos nossos músculos

d)

O funcionamento da nossa estrutura óssea.

15.

Fisiologia do Exercício

Vias Metabólicas

a)

A Via metabólica Anaeróbia alática permite esforços de longa duração, mais de 60segundos

b)

A Via metabólica Anaeróbia alática permite esforços de Curta duração, até 10segundos

c)

A Via metabólica Anaeróbia lática permite esforços de longa duração, mais de 2min

d)

A Via metabólica aeróbia permite esforços até 15segundos

16.

Fisiologia do Exercício

A via metabólica anaeróbia alática é uma fonte:

a)

Nenhuma está certa

b)

Glicolítica

c)

Creatina Fosfato (CP)

d)

Oxidativa

17.

Fisiologia do Exercício

Os exercícios com uma duração dominante entre os 15 e os 60 segundos, podemos dizer que utilizam a degradação do glicogénio para a síntese do ATP, acumulando ácido lático. Qual a fonte energética aqui predominante?

a)

Anaeróbia alática

b)

Anaeróbia lática

c)

Aeróbia

d)

Nenhuma está certa

18.

Fisiologia do Exercício

Os exercícios com uma duração superiores a 2 minutos, podemos dizer que utilizam o oxigénio para a síntese do ATP, além de outras reações bioquímicas relativamente complexas. Qual a fonte energética aqui predominante?

a)

Aeróbia

b)

Anaerobia alática

c)

Anaerobia lática

d)

Todas verdadeiras

19.

Fisiologia do Exercício

As vias metabólicas são estanques

a)

Verdadeira

b)

Falsa

20.

Fisiologia do Exercício

No caso da nossa modalidade (Judo) qual ou quais as fontes metabólicas mais predominantes num combate de Judo com a duração de 4min?

a)

Aeróbia

b)

Anaeróbia alática

c)

Anaeróbia lática

d)

Complementam-se umas às outras.

21.

Fisiologia do Exercício

Unidades Motoras

As instruções originadas pelo Sistema Nervoso Periférico (SNP) que provocam contração muscular são garantidas por células nervosas volumosas que vão da medula até ao músculo denominado de motoneurónio alfa.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

22.

Fisiologia do Exercício

Tipos de Unidades Motoras

Existem 3 tipos de Unidades Motoras:

a)

Tipo I, Tipo II, Tipo III

b)

Tipo I, Tipo IIa, Tipo IIx

c)

Tipo A, Tipo B, Tipo C

d)

Tipo I e Tipo II

23.

Fisiologia do Exercício

As Unidades Motoras Tipo I (características)

a)

São determinantes para esforços de curta duração

b)

São determinantes para esforços de longa duração

c)

São determinantes para esforços de média duração

d)

Nenhuma está certa

24.

Fisiologia do Exercício

As Unidades Motoras Tipo I (características)

a)

Possuem velocidade reduzida de contração muscular

b)

Possuem velocidade elevada de contração muscular

c)

Possuem velocidade super elevada de contração muscular

d)

Não possui velocidade de contração muscular

25.

Fisiologia do Exercício

As Unidades Motoras Tipo IIa (características)

a)

Os motoneurónios são de dimensões inferiores a Tipo I

b)

Os motoneurónios são de dimensões superiores

c)

Os motoneurónios são de dimensões inferiores a Tipo IIx

d)

Os motoneurónios são de dimensões inferiores a Tipo IIa

26.

Fisiologia do Exercício

As fibras de tipo IIx têm como características:

a)

MN com dimensões superiores, nível de estimulação muito exigente, máxima velocidade de condução de estímulo, velocidade de contração elevadíssima e incapazes de resistir à fadiga em poucos segundos.

b)

MN com dimensões inferiores, nível de estimulação muito exigente, máxima velocidade de condução de estímulo, velocidade de contração elevadíssima e incapazes de resistir à fadiga em poucos segundos.

c)

MN com dimensões superiores, nível de estimulação muito exigente, máxima velocidade de condução de estímulo, velocidade de contração pequena e incapazes de resistir à fadiga em poucos segundos.

d)

MN com dimensões superiores, nível de estimulação pouco exigente, máxima velocidade de condução de estímulo, velocidade de contração elevadíssima e incapazes de resistir à fadiga em poucos segundos.

27.

Princípios do Treino

Princípio da sobrecarga

a)

Corresponde à imposição de estímulos elevadíssimos

b)

Corresponde à imposição de estímulos progressivos

c)

Corresponde à imposição de estímulos pequenos

d)

Nenhuma está correta

28.

Princípios do Treino Desportivo

Princípio da sobrecarga

a)

No princípio da sobrecarga é necessário quantificar e qualificar com instrumentos mais ou menos objetivos, o impacto da prescrição para regular o estímulo de forma sistemática, respeitando o principio da individualidade.

b)

No princípio da sobrecarga é necessário quantificar com instrumentos mais ou menos objetivos, o impacto da prescrição para regular o estímulo de forma sistemática, respeitando o principio da individualidade.

c)

No princípio da sobrecarga é necessário qualificar com instrumentos mais ou menos objetivos, o impacto da prescrição para regular o estímulo de forma sistemática, respeitando o principio da individualidade.

d)

No princípio da sobrecarga é necessário quantificar e qualificar com instrumentos mais ou menos objetivos, o impacto da prescrição para regular o estímulo de forma sistemática, respeitando o principio da progressão.

29.

Princípios do treino Desportivo

Princípio da Progressão

a)

O princípio da progressão pressupõe um pequeno aumento e sistemático aumento do stress imposto pelo estímulo de treino de forma a manter ou a provocar adaptações no atleta.

b)

O princípio da progressão pressupõe um aumento brutal e sistemático aumento do stress imposto pelo estímulo de treino de forma a manter ou a provocar adaptações no atleta.

c)

O princípio da progressão pressupõe um gradual e sistemático aumento do stress imposto pelo estímulo de treino de forma a manter ou a provocar adaptações no atleta.

d)

O princípio da progressão pressupõe um gradual e sistemática diminuição do stress imposto pelo estímulo de treino de forma a manter ou a provocar adaptações no atleta.

30.

Princípios do treino desportivo

No princípio da progressão são fatores "manipuláveis":

a)

Frequência cardíaca

b)

Frequência cardíaca, intensidade, volume, complexidade;

c)

Intensidade, volume, complexidade

d)

Nenhum está certo.

31.

Princípios do treino desportivo

Princípio da Especificidade e generalidade

a)

O princípio da especificidade e generalidade permite entender as exigências específicas da modalidade, com treinos específicos e direcionados, mas o dito treino geral, não especifico, apresenta múltiplas vantagens.

b)

O princípio da especificidade e generalidade permite entender as exigências gerais da modalidade, com treinos específicos e direcionados, mas o dito treino geral, não especifico, apresenta múltiplas vantagens.

c)

O princípio da especificidade e generalidade permite entender as exigências específicas da modalidade, com treinos potentes e direcionados, mas o dito treino geral, não especifico, apresenta múltiplas vantagens.

d)

O princípio da especificidade e generalidade permite entender as exigências específicas da modalidade, com treinos específicos e direcionados, mas o dito treino geral, não especifico, apresenta múltiplas desvantagens.

32.

Princípios do treino desportivo

Princípio da especificidade e generalidade

Tipos de carga - Carga Interna e carga Externa

Define

a)

Carga Interna: Frequência cardíaca, impulso de treino, níveis de lactato, percepção subjetiva de esforço. Carga Externa: distância percorrida, velocidade de deslocação, peso levantado, entre outras

b)

Carga Externa: Frequência cardíaca, impulso de treino, níveis de lactato, percepção subjetiva de esforço. Carga Interna: distância percorrida, velocidade de deslocação, peso levantado, entre outras

c)

Carga Interna: Frequência cardíaca; Carga Externa: distância percorrida;

d)

Carga Interna: Frequência cardíaca; Carga Externa: Peso levantado e projeções no judo

33.

Princípios do treino desportivo

Princípio da variabilidade

a)

O mesmo programa de treino pode provocar adaptações iguais a diferentes atletas

b)

O mesmo programa de treino pode provocar adaptações diferentes, devido às características individuais de cada atleta.

c)

Diferentes programas de treino pode provocar adaptações iguais, devido às características coletivas da equipa.

d)

Nenhuma está certa

34.

Princípios do treino desportivo

Princípio da variabilidade

a)

O mesmo treino pode resultar em efeitos negativos para diferentes atletas, ou para um mesmo atleta, em diferentes momentos da sua carreira.

b)

O mesmo treino pode resultar em efeitos nulos ou negativos para diferentes atletas, ou para um mesmo atleta, em diferentes momentos da sua carreira.

c)

O mesmo treino pode resultar em efeitos positivos, nulos ou negativos para diferentes atletas, ou para um mesmo atleta, em diferentes momentos da sua carreira.

d)

O mesmo treino pode resultar em efeitos positivos para diferentes atletas, ou para um mesmo atleta, em diferentes momentos da sua carreira.

35.

Princípios do treino desportivo

Princípio da especialização progressiva.

a)

No processo de treino intenso e intensa frequência os jovens atletas que são sujeitos a este processo abandonam as modalidades mais cedo à exceção da ginástica rítmica.

b)

A maior diversidade inicial na formação conduz a uma maior probabilidade de sucesso posterior.

c)

No processo de treino intenso e intensa frequência os jovens atletas que são sujeitos a este processo mantêm-se nas modalidades até mais tarde à exceção da ginástica rítmica

d)

A menor diversidade inicial na formação conduz a uma maior probabilidade de sucesso posterior.

36.

Princípio do treino desportivo

Princípio da especialização progressiva

a)

Parece existir uma relação linear entre a exposição a maior volume de treino e o risco de lesão, sobretudo quando esse volume ultrapassa as 16 h por semana.

b)

Parece não existir uma relação linear entre a exposição a maior volume de treino e o risco de lesão, sobretudo quando esse volume ultrapassa as 16 h por semana.

c)

Parece existir uma relação linear entre a exposição a maior volume de treino e o menor risco de lesão, sobretudo quando esse volume ultrapassa as 16 h por semana.

d)

Podemos sujeitar os jovens atletas a uma carga intensa de trabalho semanal, mais de 16h que o risco de lesão é diminuto.

37.

Princípios do treino desportivo.

Princípio da especialização progressiva.

a)

O abandono prematuro no seio de algumas modalidades, deve-se à especialização precoce que conduz a maior ocorrência de fadiga mental e stress.

b)

O abandono prematuro no seio de algumas modalidades, deve-se à especialização precoce que conduz a menor capacidade de trabalho.

c)

O abandono prematuro no seio de algumas modalidades, deve-se à falta de empenho de alguns atletas.

d)

O abandono prematuro no seio de algumas modalidades, deve-se à falta de sensibilidade de alguns treinadores e à falta de experiência de outros.

38.

Princípios do treino desportivo

Princípio da especialização progressiva

a)

O nível de stress competitivo associado ao aumento do volume de tempo de treino parece não favorecer alguns atletas nos seus estágios de desenvolvimento.

b)

O nível de stress competitivo associado ao aumento do volume de tempo de treino parece favorecer alguns atletas nos seus estágios de desenvolvimento.

c)

O nível de stress competitivo associado ao aumento do volume de tempo de treino parece desfavorecer alguns atletas nos seus estágios de desenvolvimento.

d)

O nível de stress competitivo associado ao aumento do volume de tempo de treino parece agradar a todos os atletas e treinadores.

39.

Princípios do treino desportivo

Princípio da especialização precoce.

"O Princípio da especialização progressiva: a especialização não é um processo do tudo ou nada, antes um fenómeno progressivo e cauteloso, evitando fechar portas prococemente"

a)

Verdadeiro

b)

Falto

40.

Qualidades e Capacidades motoras.

"qualidades motoras, têm um carácter qualitativo e capacidades motoras têm um caráter quantitativo"

a)

Falso

b)

Verdadeiro

41.

Coordenação motora

A coordenação motora representa a realização harmoniosa do movimento. Neste sentido, implica sinergias, visando a produção de um movimento eficiênte e compatível com as exigências da tarefa a realizar. Para isso serve-se de dois processos:

a)

Atletas altamente qualificados para a tarefa.

b)

Feedforward e Feedbacks

c)

Feedback´s quinestésicos

d)

Feedforward devidamente planificados

42.

Coordenação motora

O treino das capacidades coordenativas deve fazer uso da manipulação de um conjunto de variáveis, entre muitas temos de ter em atenção à seguinte:

a)

Tarefas fixas e sem variação

b)

Fixação dos contextos e das tarefas de realização

c)

Consistência primeiro, diversidade depois;

d)

Consistência nas tarefas fixas;

43.

Introdução à força

A força é a

a)

a capacidade que um atleta tem de vencer determinadas resistências fixas ou móveis

b)

a capacidade que um atleta tem de vencer determinada resistência.

c)

capacidade de vencer resistências fixas

d)

a capacidade que um atleta tem de vencer determinadas resistências moveis ou realizar força em determinadas resistências fixas com determinados grupos musculares.

44.

Introdução à força

O treino de força, com equipamentos externos é extremamente benéfico para o jovem atleta e promove o desenvolvimento muscular se forem utilizadas cargas externas de elevado peso.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

45.

Introdução à velocidade

A velocidade é a capacidade que um jovem atleta tem de realizar ações motoras num tempo mínimo com o máximo de eficiência

a)

Verdadeiro

b)

Falso

46.

Introdução à velocidade

Para que um atleta tenha mais velocidade ou adquira mais velocidade, precisa de:

a)

Coordenação geral;

Técnica de execução;

Potência muscular;

Força reativa;

Focalização da atenção;

Otimização dos estados de tensão muscular;

Coordenação intra e intermuscular.

b)

Coordenação geral;

Técnica de execução;

Potência muscular;

Focalização da atenção;

Otimização dos estados de tensão muscular;

Coordenação intra e intermuscular.

c)

Coordenação geral;

Força reativa;

Focalização da atenção;

Otimização dos estados de tensão muscular;

Coordenação intra e intermuscular.

d)

"Um velocista nasce, não é produto de treino"

47.

Introdução à velocidade.

O treino de velocidade pressupõe:

a)

Ações de intensidade fraca, curta duração, com pausas incompletas, para impedir a instalação da fadiga.

b)

Ações de intensidade máxima, curta duração, com pausas incompletas, para impedir a instalação da fadiga.

c)

Ações de intensidade máxima, curta duração, com pausas completas, para impedir a instalação da fadiga.

d)

Ações de intensidade máxima, longa duração, com pausas incompletas, para impedir a instalação da fadiga.

48.

Introdução à resistência

A resistência é:

a)

A capacidade de suportar físicamente uma carga durante um determinado período de tempo de modo a resistir à fadiga.

b)

A capacidade de suportar fisica e psicológicamente uma carga , durante um período de tempo suficiente para o aparecimento do estado de fadiga.

c)

A capacidade de suportar psicológicamente uma carga , durante um período de tempo suficiente para o aparecimento do estado de fadiga.

d)

A capacidade de suportar fisica e psicológicamente uma carga , durante um período curto de tempo, sem manifestar fadiga.

49.

O treino de desenvolvimento da resistência pressupõe a utilização de dois métodos:

a)

Contínuos uniformes e contínuos variados

b)

Por intervalos e intensivo

c)

Por intervalos e extensivos

d)

Contínuos uniformes e contínuos fixos

50.

Introdução à amplitude de movimento.

Flexibilidade é

a)

a capacidade ou habilidade de mover uma articulação até à sua máxima amplitude;

b)

a capacidade ou habilidade de mover uma articulação até à sua máxima amplitude sem provocar lesão ou deformação;

c)

a capacidade ou habilidade de mover uma articulação até à sua amplitude mínima;

d)

Estão todas certas

51.

Unidade de treino

Em quantas partes de divide um plano de treino

a)

3

b)

4

c)

5

d)

6

52.

Plano de treino

Na parte inicial do treino deve-se ter em conta o seguinte:

a)

Elevação da temperatura corporal;

Movimentação de diferentes articulações;

b)

Elevação da temperatura corporal;

Movimentação de diferentes articulações;

Estimulação da circulação sanguínea; ativação neural;

Outros propósitos que acharem necessários

c)

Estimulação da circulação sanguínea; ativação neural;

d)

Elevação da temperatura corporal;