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WorksheetsQuestões Interpretativas
Total questions: 13
Worksheet time: 13mins
Leia o diálogo a seguir e responda à questão abaixo:
Gerente – Boa tarde. Em que eu posso ajudá-lo?
Cliente – Estou interessado em financiamento para compra de veículo.
Gerente – Nós dispomos de várias modalidades de crédito. O senhor é nosso cliente?
Cliente – Sou Júlio César Fontoura, também sou funcionário do banco.
Gerente – Julinho, é você, cara? Aqui é a Helena! Cê tá em Brasília? Pensei que você inda tivesse na agência de Uberlândia! Passa aqui pra gente conversar com calma.
De acordo com o diálogo acima, marque a opção correta de acordo com as linguagens presentes no texto:
O diálogo acima possui apenas a linguagem formal
O diálogo acima possui apenas a linguagem informal
O diálogo acima possui linguagem formal e informal
A linguagem presente no diálogo acima possui apenas linguagem regional
No trecho “Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, [...]’, a palavra destacada pode ser substituída por:
assiduidade.
cuidado.
descuido.
entusiasmo.
Há dois dias o caracol galgava lentamente o tronco da pitangueira, subindo e parando e subindo. Quarenta e oito horas depois de esforço tranquilo, de caminhar quase filosófico. De repente, enquanto ele fazia mais um movimento para avançar, desceu pelo tronco, apressadamente, no seu passo fustigado e ágil, uma formiga-maluca, dessas que vão e vêm mais rápidas que coelho de desenho animado. Parou um instantinho, olhou zombeteira o caracol e disse: “Volta, volta, velho! Que é que você vai fazer lá em cima? Não é tempo de pitanga.” “Vou indo, vou indo. Quando chegar lá em cima vai ser tempo de pitanga.”
No trecho “Volta, volta, velho!” a palavra “velho” foi usada com o sentido de
idoso.
amigo.
jovem.
moderno.
Há dois dias o caracol galgava lentamente o tronco da pitangueira, subindo e parando e subindo. Quarenta e oito horas depois de esforço tranquilo, de caminhar quase filosófico. De repente, enquanto ele fazia mais um movimento para avançar, desceu pelo tronco, apressadamente, no seu passo fustigado e ágil, uma formiga-maluca, dessas que vão e vêm mais rápidas que coelho de desenho animado. Parou um instantinho, olhou zombeteira o caracol e disse: “Volta, volta, velho! Que é que você vai fazer lá em cima? Não é tempo de pitanga.” “Vou indo, vou indo. Quando chegar lá em cima vai ser tempo de pitanga.”
Quando mandou o caracol voltar, a formiga teve a intenção de:
ser a primeira a descer da árvore.
ridicularizar a lentidão do caracol.
ser amável e fazer um favor.
mostrar que era maluca.
O humor desse texto está no/a
aranha estar no teto.
homem enganar o menino.
homem apontar para o teto.
expressão.
Um galo estava ciscando procurando o que comer no terreiro, quando encontrou uma pérola.
Ele então pensou:
— Se fosse um joalheiro que te encontrasse, ia ficar feliz. Mas para mim uma pérola não serve para nada. Seria muito melhor se eu encontrasse uma migalha para comer...
Deixou a pérola onde estava e se foi, para procurar alguma coisa que lhe servisse de alimento.
O trecho que apresenta o desfecho da história é
“Deixou a pérola onde estava e se foi, para procurar alguma coisa (...)”.
“Mas para mim uma pérola não serve para nada.”
“Se fosse um joalheiro que te encontrasse, ia ficar feliz.”
“Seria muito melhor se eu encontrasse uma migalha para comer...”
Estas espinhas todas
na testa, no nariz, no queixo,
será que não vão mais sumir?
Será que deixarão crateras
na minha cara?
No trecho “Será que deixarão crateras na minha cara?”, a palavra “crateras” sugere
expectativa.
angústia.
exagero.
ironia.
A INCAPACIDADE DE SER VERDADEIRO
Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou à casa dizendo que vira no campo dois dragões cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
O pai botou-o de castigo, mas, na semana seguinte, ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de buraquinhos, feito queijo, e ele provou e tinha gosto de queijo. Desta vez, Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Júlio e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, o pai decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o dr. Epaminondas abanou a cabeça:
- Não há nada a fazer, seu José. Esse menino é mesmo um caso de poesia.
A personagem considerada um caso de poesia é
Dr. Epaminondas.
seu José.
Paulo.
Júlio.
Como é feito o chiclete?
Primeiro se faz uma mistura de vários tipos de borracha, que é chamada de goma base. Depois são incluídos resinas e óleos vegetais, que amaciam a massa, substâncias minerais, que encorpam a mistura, e açúcar, corantes, aromas e ácidos, que dão o sabor. Em seguida, essa massa é esticada, cortada e são acrescentados um xarope de açúcar e essências que formam a casquinha crocante do chiclete. Aí é só embrulhar.
Qual é a finalidade desse texto?
Enumerar os produtos de que é feito o chiclete.
Descrever as características do chiclete.
Apresentar os ingredientes do chiclete.
Informar como o chiclete é feito.
Querido diário,
Estava ansiosa para voltar de viagem. Não sei como fui esquecê-lo aqui. Quando estávamos de saída, bem que achei que estava faltando alguma coisa... Mas, quando comecei a enumerar mentalmente tudo o que deveria levar na viagem (você sabe como sou distraída!), minha mãe me apressou, porque tínhamos que buscar a Heloisa no trabalho. E, assim, sai correndo e você ficou. Ainda bem que você estava bem escondido no baú. Se o chato do meu irmão, que ficou te descobre... tô frita!
A viagem não foi ruim, mas teria sido melhor se a minha irmã, sempre egoísta, não tivesse escolhido a melhor cama do quarto do hotel.
Fomos à praia todos os dias e...
Droga! A campainha está tocando... Conto o resto depois.
Luisa
No trecho “Se o chato do meu irmão, que ficou te descobre... tô frita!”, a expressão “tô frita” indica que Luisa estaria
iludida.
irritada.
enganada.
encrencada.
Hortelã
Paulo Netho
Todas as noites
Ela esperava a noite chegar
Trazendo o pai do trabalho.
Às vezes era o pai
Que trazia a noite
Num saquinho de balas de hortelã.
Ela gostava da noite
Porque a noite trazia
O suor do pai.
Ela gostava da noite
Porque, à noite, ela e o pai
Brincavam de dar nome às estrelas.
De acordo com o texto, a menina chamada de “ela” gostava da noite porque
o pai chegava sempre à noite.
ela e o pai chupavam balas juntos.
ela e o pai brincavam de dar nome às estrelas.
o pai trazia a noite num saquinho de balas de hortelã.
Hortelã
Paulo Netho
Todas as noites
Ela esperava a noite chegar
Trazendo o pai do trabalho.
Às vezes era o pai
Que trazia a noite
Num saquinho de balas de hortelã.
Ela gostava da noite
Porque a noite trazia
O suor do pai.
Ela gostava da noite
Porque, à noite, ela e o pai
Brincavam de dar nome às estrelas.
De acordo com o texto, pode-se inferir que, para a menina, a noite era
especial, pois havia a presença do pai.
triste, pois o pai chegava cansado e irritado.
importante, pois o pai sempre trazia presentes.
alegre, pois o pai trazia a noite em um saquinho.
Hortelã
Paulo Netho
Todas as noites
Ela esperava a noite chegar
Trazendo o pai do trabalho.
Às vezes era o pai
Que trazia a noite
Num saquinho de balas de hortelã.
Ela gostava da noite
Porque a noite trazia
O suor do pai.
Ela gostava da noite
Porque, à noite, ela e o pai
Brincavam de dar nome às estrelas.
Nos versos “Porque a noite trazia / O suor do pai.”, ao utilizar a expressão “suor do pai”, o autor quis mostrar que
o trabalho do pai era cansativo.
o pai trabalhava até tarde da noite.
a menina tinha orgulho do trabalho do pai.
a menina se alegrava com a presença do pai.
