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9C: Consílio dos Deuses

Total questions: 34

Worksheet time: 22mins

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1.

Em relação à estrutura externa, o episódio "Consílio dos Deuses" situa-se...

a)

no canto I

b)

na narração

c)

na invocação

d)

no canto II

2.

Quanto à estrutura interna, este episódio insere-se...

a)

na Proposição.

b)

na Invocação.

c)

na Dedicatória.

d)

na Narração.

3.

Transcreve da estância 19 o verso que comprova que a narração é "in medias res".

(a)  

4.

Os deuses são convocados para um Consílio por ordem de...

(a)  

5.

Quem leva a convocatória a todos os deuses é...

(a)  

6.

Na estrofe 20, o mensageiro dos deuses é designado por "neto gentil do velho Atlante". A este recurso expressivo, chamamos...

a)

Hipérbole.

b)

Personificação.

c)

Perífrase.

d)

 Metáfora.

7.

O Consílio dos Deuses decorre no...

(a)  

8.

O objetivo do Consílio dos Deuses é...

a)

discutir os fados dos castelhanos e mouros.

b)

decidir o futuro dos portugueses em África.

c)

decidir o futuro dos portugueses no Oriente.

d)

ver quem gostava dos portugueses.

9.

O verso que sintetiza o assunto da reunião divina é: «Sobre as cousas futuras do Oriente.» (I, est.20, v. 4).

a)

Verdadeiro

b)

Falso

10.

No Consílio, os diferentes deuses estão sentados...

a)

por ordem de idade e género.

b)

por ordem de idade e importância.

c)

sem qualquer ordem.

d)

pela ordem de chegada.

11.

A forma como os deuses se sentavam mostrava...

a)

a desorganização que se vivia na assembleia.

b)

a pressa em beber o néctar dos deuses.

c)

a sofisticação do mobiliário divino.

d)

a importância da antiguidade e da sabedoria.

12.

Júpiter apresentava-se «Com gesto alto, severo e soberano.» (I, 22, v. 4). Neste verso, está presente...

a)

uma sinédoque.

b)

uma tripla adjetivação.

c)

uma anáfora.

d)

um eufemismo.

13.

Para falar aos deuses, Júpiter usa um tom de voz...

(a)  

14.

Ao iniciar o seu discurso, Júpiter dirige-se aos deuses chamando-lhes...

(a)  

15.

Inicialmente, Júpiter refere-se aos portugueses como...

a)

"a forte gente de Luso"

b)

"a gente de Rómulo"

c)

"a gente do Mouro"

d)

"a gente Castelhana"

16.

Júpiter elogia a coragem dos portugueses nas suas vitórias militares sobre...

 

a)

  os romanos, os viquingues e os castelhanos.

b)

os romanos, os mouros e os australianos.

c)

 os romanos, os mouros e os castelhanos.

d)

 os gregos, os mouros e os castelhanos.

17.

A referência ao passado glorioso dos portugueses remete-nos para o plano...

 

a)

da História de Portugal .

b)

da Viagem.

c)

das reflexões do poeta.

18.

Na estância 27, Júpiter refere-se ao presente dos portugueses.
Transcreve o advérbio que o comprova.

 

(a)  

19.

Sobre o momento presente dos portugueses, Júpiter destaca...

 

a)

os "ásperos perigos" enfrentados no "duvidoso mar"

b)

"o furor dos ventos inimigos"

c)

as doenças enfrentadas.

d)

 os "climas e os céus exprimentados"

20.

A referência ao presente vivido pelos portugueses remete-nos para o plano ...

 

a)

da mitologia.

b)

da História de Portugal.

c)

da viagem.

21.

Júpiter demonstra conhecer bem o passado e o presente dos portugueses.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

22.

O discurso de Júpiter, feito em primeira pessoa, ocupa...

a)

sete estâncias: da 24-30 inclusive.

b)

cinco estâncias: da 24-28 inclusive.

c)

seis estâncias: da 24-29 inclusive.

d)

seis estâncias: da 25-30 inclusive.

23.

No final do seu discurso, o pai dos deuses determina...

a)

que os deuses não permitam que os nautas cheguem ao destino.

b)

que os portugueses sejam recebidos amigavelmente numa terra da costa Africana.

c)

que os portugueses sejam forçados a regressar à pátria.

d)

que os portugueses sejam agasalhadas numa terra asiática.

24.

Baco defende que os portugueses devem ser...

a)

impedidos de chegar à Índia.

b)

ajudados para chegar à Índia rapidamente.

c)

adorados nas regiões que descobrirem.

d)

esquecidos no oriente.

25.

A principal causa que movia Baco contra os portugueses era...

a)

  a vontade de contrariar Júpiter.

b)

o medo de ser esquecido no Oriente.

c)

ódio aos marinheiros.

d)

um caso de dívidas antigas por saldar.

26.

Vénus, a deusa do amor, defende os portugueses, porque...

a)

estão constantemente apaixonados.

b)

os acha parecidos com o povo romano.

c)

é adorada por eles.

d)

quer contrariar Baco.

e)

quer ser por eles celebrada.

27.

Marte, deus da guerra, defende que...

a)

Baco faça frente aos portugueses, dificultando-lhes a chegada à Índia.

b)

a posição de Baco é suspeita e, por isso, não deve ser levada em conta.

c)

os portugueses deviam iniciar confrontos em todos os locais a que chegassem.

d)

Vénus é sua amada e, por isso, vai colocar-se ao seu lado.

28.

No Consílio dos Deuses, Marte coloca-se ao lado de Vénus porque...

a)

o amor antigo o obrigava e os portugueses o mereciam.

b)

odiava o amor antigo e os portugueses o mereciam.

c)

o amor era mais forte que as façanhas dos portugueses.

d)

adorava o espírito guerreiro dos portugueses, mas não gostava de Vénus

29.

No seu discurso, o deus da guerra lembra a Júpiter...

a)

que deve desistir da decisão tomada.

b)

que não deve desistir da decisão tomada.

c)

que não deve interferir.

d)

que é bom pensar bem antes de decidir.

30.

Em relação à proposta de Júpiter, geram-se dois partidos:

a)

Adjuvantes:
Vénus e Marte

b)

Oponentes:
Baco e Marte

c)

Oponente:

Baco

31.

Este episódio[a partir da estância 20] insere-se predominantemente no plano narrativo ...

a)

da viagem.

b)

da História de Portugal.

c)

das reflexões do poeta.

d)

da mitologia ou do maravilhoso.

32.

Este episódio é um episódio mitológico porque tem como intervenientes seres sobrenaturais.

a)

Verdadeiro

b)

Falso

33.

O Consílio dos Deuses é um episódio simbólico, pois...

a)

tem a função de adorno poético .

b)

exalta o valor dos portugueses no empreendimento marítimo.

c)

serve de pretexto para cumprir uma das regras da epopeia.

d)

corresponde aos desejos dos Deuses.

34.

O narrador deste episódio é...

a)

o poeta.

b)

Neptuno.

c)

Vasco da Gama.