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COGNIÇÃO SOCIAL

Total questions: 50

Worksheet time: 52mins

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1.

​De acordo com a Teoria da Inferência Correspondente, um indivíduo que observa alguém ser muito gentil em uma situação em que não há nada a ganhar (como ajudar um estranho na chuva) provavelmente inferiria que a pessoa:

a)

É uma pessoa com uma personalidade gentil.

b)

Está se comportando assim por causa da situação.

c)

Está esperando uma recompensa oculta pelo comportamento.

d)

Está sob uma pressão social para agir daquela forma.

2.

Uma estudante se sai muito bem em uma prova. Usando a Teoria da Atribuição de Weiner, qual das seguintes atribuições de causa influenciaria mais positivamente seu esforço futuro?

a)

Atribuir o sucesso à sua inteligência inata.

b)

Atribuir o sucesso a fatores externos, como 'a prova estava fácil'.

c)

Atribuir o sucesso ao seu esforço e dedicação no estudo.

d)

Atribuir o sucesso à sorte ou ao acaso.

3.

Um ciclista cai de sua bicicleta em uma rua. Uma pessoa que observa o ocorrido e pensa 'Ele caiu porque é um ciclista ruim' está demonstrando qual tipo de erro de atribuição?

a)

O Modelo de Covariação.

b)

A Teoria da Atribuição de Weiner.

c)

A Teoria da Inferência Correspondente.

d)

O Erro Fundamental da Atribuição.

4.

​De acordo com o Modelo de Covariação, para concluir se o comportamento de alguém é situacional (causa externa), você procuraria por:

a)

Apenas as causas internas do comportamento da pessoa.

b)

A consistência do comportamento em diferentes situações.

c)

Apenas as causas externas, como a pressão social do ambiente.

d)

Apenas a reação da pessoa em relação ao comportamento dos outros.

5.

​Qual é a principal conclusão sobre a 'situação' no processo de atribuição?

a)

A situação real é o que mais importa para guiar o comportamento.

b)

A situação em si não tem impacto algum no comportamento humano.

c)

O que realmente guia o comportamento é a nossa interpretação da situação, e não a situação objetiva.

d)

Nossa interpretação da situação é sempre uma representação perfeita da realidade.

6.

​Um esquema pode influenciar a impressão que temos de algo ou alguém somente se ele for:

a)

Cronicamente acessível e relacionado a um objetivo atual.

b)

Apenas acessível, independentemente de sua aplicabilidade.

c)

Acessível e relevante ao contexto.

d)

Apenas aplicado, mesmo que não seja acessível.

7.

​Um motorista que está tentando chegar a um compromisso importante com pressa pode interpretar a pequena falha de outro carro no trânsito como uma ação intencional e agressiva. Que tipo de esquema está ativo aqui?

a)

Esquema cronicamente acessível.

b)

Priming.

c)

Esquemas relacionados a objetivos atuais.

d)

Esquemas de risco.

8.

​Qual é a principal diferença entre um esquema ser acessível e ser aplicável?

a)

Acessibilidade se refere à facilidade de lembrança, enquanto aplicabilidade se refere à sua relevância para o contexto.

b)

Acessibilidade é a ativação recente, enquanto a aplicabilidade se refere a um esquema cronicamente acessível.

c)

Acessibilidade é uma qualidade do esquema, enquanto aplicabilidade é uma qualidade da situação.

d)

Os esquemas precisam apenas ser acessíveis para influenciar uma impressão, sem se preocupar com a aplicabilidade.

9.

​Em situações de risco, a principal função dos esquemas é:

a)

Ajudar a analisar a situação de forma minuciosa para evitar vieses.

b)

Garantir que todas as decisões tomadas sejam precisas e sem erros.

c)

Levar a decisões automáticas, eficientes e rápidas para a ação.

d)

Diminuir a acessibilidade do esquema de risco para evitar pânico.

10.

​Um estudante que acabou de ler um livro sobre o crescimento da inteligência artificial começa a prestar mais atenção a cada notícia sobre robôs e novas tecnologias. Isso é um exemplo de:

a)

Acessibilidade crônica.

b)

Esquemas relacionados a objetivos atuais.

c)

Priming (ativação recente).

d)

Acessibilidade vs. Aplicabilidade.

11.

Uma pessoa que sempre age com cautela por ter um histórico de experiências negativas em situações sociais tende a usar qual tipo de esquema?

a)

Esquemas relacionados a objetivos atuais.

b)

Esquemas cronicamente acessíveis.

c)

Esquemas ativados por priming.

d)

Esquemas enviesados.

12.

​Qual das seguintes afirmações melhor descreve a principal desvantagem dos esquemas?

a)

Eles nos tornam incapazes de interpretar o mundo de maneira eficiente.

b)

Eles guiam a interpretação da realidade somente em situações de risco.

c)

Eles são inerentemente ruins e devem ser evitados para não cometer erros.

d)

Eles podem ser inadequados ou enviesados, levando a preconceitos e estereótipos.

13.

​Quando um esquema perde a sua força de guia de interpretação?

a)

Quando a situação é ambígua, pois não há uma interpretação clara.

b)

Quando a característica de uma pessoa ou situação é inequívoca, ou seja, facilmente visível e clara.

c)

Quando o esquema se torna acessível e aplicável ao contexto.

d)

Quando o esquema está relacionado a uma meta ou motivação do momento.

14.

​O estudo de Harold Kelley serve como um exemplo clássico para demonstrar o efeito de um:

a)

Viés de conformidade.

b)

Viés de autoconfirmação.

c)

Esquema ativado.

d)

Erro de atribuição fundamental.

15.

​Se um aluno entrasse na aula sem ter lido a nota biográfica  no exemplo de Harold Kelley, qual seria o resultado mais provável, de acordo com as conclusões do estudo?

a)

O aluno o avaliaria melhor do que o Grupo 1, pois não teria vieses.

b)

O aluno o avaliaria pior do que o Grupo 2, pois não teria informações suficientes para formar uma opinião.

c)

O aluno teria uma avaliação do professor menos influenciada por uma expectativa prévia e mais baseada no comportamento real dele.

d)

O aluno não conseguiria formar uma opinião sobre o professor e não o avaliaria de forma alguma.

16.

A cognição social estuda os processos pelos quais as pessoas pensam sobre si mesmas e sobre o mundo social. Nesse campo, um dos focos principais é compreender:

a)

Como as pessoas desenvolvem apenas habilidades motoras relacionadas ao ambiente social.

b)

Como selecionam, interpretam, lembram e utilizam informações sociais para formar julgamentos e tomar decisões.

c)

Como fatores biológicos determinam por completo a percepção social, sem influência cultural.

d)

Como a psicologia social se diferencia da psicologia clínica no diagnóstico de transtornos.

e)

Como a estrutura de personalidade independe das interações sociais para se desenvolver.

17.

O pensamento automático é caracterizado por:

a)

Processos conscientes, analíticos e detalhados que sempre evitam erros de julgamento.

b)

Decisões rápidas baseadas em lógica formal e raciocínio controlado.

c)

Processos inconscientes que permitem agir com eficiência, mas que podem levar a vieses e erros.

d)

Estratégias de aprendizagem que dependem exclusivamente do ensino formal e da memória explícita.

e)

Habilidades cognitivas complexas que exigem atenção plena e reflexão constante.

18.

O pensamento controlado é caracterizado por:

a)

Processamento rápido e inconsciente que permite agir de forma eficiente, mas sujeito a vieses.

b)

Decisões automáticas baseadas em memórias implícitas, geralmente sem esforço cognitivo.

c)

Processos conscientes e deliberados que envolvem análise, planejamento e maior esforço mental.

d)

Reações emocionais imediatas que dispensam raciocínio lógico ou reflexão.

e)

Estratégias de aprendizagem puramente intuitivas, guiadas por associações espontâneas.

19.

O contínuo dos processos mentais refere-se ao fato de que:

a)

Todos os processos cognitivos são sempre automáticos e independem do controle consciente.

b)

A cognição humana é rigidamente dividida entre processos automáticos e controlados, sem sobreposição.

c)

O pensamento automático é mais confiável do que o pensamento controlado em qualquer situação social.

d)

Os processos mentais podem variar entre automáticos e controlados, existindo um espectro entre esses dois extremos.

e)

Apenas os processos controlados são relevantes para compreender o comportamento social.

20.

A interação entre processos automáticos e controlados demonstra que:

a)

O comportamento humano é inteiramente automático, independentemente da aprendizagem.

b)

Uma vez que um processo se torna automático, nunca mais pode voltar a exigir controle consciente.

c)

Apenas processos controlados são úteis em tarefas complexas, enquanto os automáticos são irrelevantes.

d)

Processos cognitivos podem transitar entre automático e controlado, revelando flexibilidade adaptativa.

e)

A prática contínua impede que os processos se tornem automáticos, mantendo-os sempre controlados.

21.

No processo de construção de sentido no mundo social, a atenção e percepção se referem a:

a)

Criar hipóteses sobre a motivação do outro.

b)

Observar estímulos e identificar comportamentos relevantes na situação.

c)

Recuperar lembranças de interações passadas.

d)

Escolher a melhor forma de reagir.

e)

Elaborar estratégias de resolução de problemas.

22.

Quando alguém observa o colega mexendo no celular durante uma tarefa em dupla, esse primeiro momento é um exemplo de:

a)

Codificação

b)

Memória implícita

c)

Atenção e percepção

d)

Inferência causal

e)

Tomada de decisão

23.

A etapa de codificação ocorre quando:

a)

O indivíduo armazena o comportamento observado para uso futuro.

b)

O indivíduo decide como reagir diante da situação.

c)

O indivíduo atribui significado ao comportamento com base em conhecimento prévio e informações recentes.

d)

O indivíduo elimina informações irrelevantes para se concentrar no essencial.

e)

O indivíduo evita interpretar para não gerar vieses

24.

Interpretar o colega distraído com o celular como "desinteresse" ou "preocupação" é um exemplo de:

a)

Atenção.

b)

Decisão.

c)

Inferência.

d)

Codificação.

e)

Armazenamento de memória.

25.

A memória nesse processo está relacionada a:

a)

Escolher entre múltiplas alternativas de comportamento.

b)

Observar o que está acontecendo no aqui e agora.

c)

Recuperar e armazenar informações que influenciam interpretações futuras.

d)

Elaborar julgamentos baseados apenas na lógica formal.

e)

Ignorar informações passadas para evitar vieses.

26.

Quando um aluno lembra que, em outras situações, o colega já se distraiu facilmente, e isso influencia sua nova interpretação, trata-se de:

a)

Atenção.

b)

Codificação.

c)

Decisão.

d)

Julgamento.

e)

Memória.

27.

A etapa de inferência e julgamento consiste em:

a)

Armazenar a experiência para situações futuras.

b)

Decidir se vai continuar trabalhando com o colega ou não.

c)

Observar detalhadamente o comportamento social.

d)

Avaliar a causa do comportamento do outro (ex.: preguiça ou preocupação).

e)

Descartar hipóteses incoerentes com a realidade.

28.

Pensar se o colega é "preguiçoso" ou "preocupado" está ligado a qual etapa do processo?

a)

Atenção.

b)

Codificação.

c)

Memória.

d)

Inferência/julgamento.

e)

Decisão.

29.

A decisão ocorre quando:

a)

O indivíduo analisa causas possíveis do comportamento.

b)

O indivíduo escolhe como agir com base no julgamento feito.

c)

O indivíduo percebe os estímulos da situação social.

d)

O indivíduo interpreta as intenções do outro.

e)

O indivíduo recupera informações armazenadas na memória.

30.

No exemplo do colega no celular durante a atividade, decidir "evitar a parceria" ou "manter a dupla" representa:

a)

Decisão.

b)

Inferência e julgamento.

c)

Atenção e percepção.

d)

Codificação.

e)

Memória.

31.

Na construção de sentido no mundo social, os processos cognitivos seguem uma sequência. Qual das alternativas apresenta a ordem correta?

a)

Codificação → Atenção → Memória → Julgamento → Decisão

b)

Memória → Atenção → Codificação → Julgamento → Decisão

c)

Atenção → Codificação → Memória → Inferência/Julgamento → Decisão

d)

Julgamento → Decisão → Memória → Codificação → Atenção

e)

Atenção → Memória → Codificação → Decisão → Julgamento

32.

Os esquemas na cognição social podem ser definidos como:

a)

Processos exclusivamente automáticos que sempre geram interpretações corretas.

b)

Estruturas mentais que organizam o conhecimento, ajudando a interpretar informações, mas que também podem levar a estereótipos e erros.

c)

Conjuntos de regras fixas que eliminam a necessidade de memória ou atenção.

d)

Estratégias racionais conscientes usadas apenas em julgamentos controlados.

e)

Representações que funcionam apenas na infância e desaparecem na vida adulta.

33.

A ausência de esquemas mentais no processamento social levaria a um caos cognitivo, pois:

a)

Os indivíduos teriam memórias perfeitas e não precisariam organizar informações.

b)

Cada estímulo seria interpretado de forma isolada, sem continuidade da experiência ou previsibilidade.

c)

A interpretação das situações sociais se tornaria sempre mais precisa e detalhada.

d)

As pessoas reagiriam apenas com base em processos automáticos, sem necessidade de decisão.

e)

O mundo social seria mais simples, seguro e menos desafiador.

34.

No estudo clássico de Harold Kelley (1950), estudantes receberam descrições idênticas de um professor, variando apenas em um adjetivo ("cordial" ou "frio"). O que os resultados demonstraram?

a)

A avaliação dos estudantes dependeu unicamente do desempenho real do professor em sala.

b)

As expectativas prévias ativaram esquemas diferentes, levando a interpretações distintas do mesmo comportamento.

c)

A descrição inicial não influenciou em nada a percepção dos alunos.

d)

O professor foi avaliado melhor apenas porque utilizou mais recursos didáticos na aula.

e)

As diferenças de avaliação ocorreram por acaso, sem relação com os adjetivos fornecidos.

35.

Em situações ambíguas, os esquemas mentais atuam principalmente para:

a)

Garantir que todas as interpretações sejam igualmente consideradas.

b)

Substituir completamente a memória e a atenção no julgamento social.

c)

Guiar a interpretação da realidade com base em experiências e conhecimentos prévios.

d)

Eliminar qualquer possibilidade de erro ou viés cognitivo.

e)

Fazer com que os indivíduos reajam sempre de forma automática e sem reflexão.

36.

Os esquemas mentais possuem limitações. Qual das alternativas descreve corretamente essas limitações?

a)

Esquemas são sempre precisos e nunca podem levar a erros de julgamento.

b)

Quando as características de uma pessoa são inequívocas, os esquemas têm menor influência; quando as características são ambíguas, os esquemas influenciam fortemente.

c)

Esquemas são inúteis e não contribuem para interpretação eficiente do mundo social.

d)

Todos os esquemas funcionam de forma independente de preconceitos ou estereótipos.

e)

Esquemas só atuam em situações de alto estresse, não em situações cotidianas.

37.

Sobre esquemas em situações de risco e acessibilidade, é correto afirmar que:

a)

Esquemas raramente acessíveis são os mais utilizados na interpretação de situações ambíguas.

b)

Quanto mais acessível um esquema, maior a probabilidade de ser usado para interpretar novas situações.

c)

Esquemas cronicamente acessíveis são ativados apenas por estímulos inesperados.

d)

Acessibilidade de esquemas não influencia decisões ou percepções.

e)

Esquemas cronicamente acessíveis não têm relação com experiências passadas ou traços de personalidade.

38.

Nem toda palavra ou esquema acessível influencia nossa impressão de alguém. Para que um esquema realmente afete a interpretação de uma situação social, ele deve:

a)

Ser acessível, independentemente do contexto.

b)

Ser relevante ao contexto, mesmo que não esteja acessível.

c)

Ser acessível e relevante ao contexto.

d)

Ser sempre positivo ou neutro.

e)

Ser apresentado de forma explícita pelo observador.

39.

Sobre a acessibilidade de esquemas, é correto afirmar que:

a)

Um esquema cronicamente acessível só é ativado quando uma meta atual está presente.

b)

Priming refere-se a esquemas que se tornam ativos apenas por experiências passadas de longa duração.

c)

Todos os esquemas funcionam de forma independente do contexto, objetivos ou experiências recentes.

d)

Esquemas relacionados a objetivos atuais são ativados quando focamos em metas do momento, enquanto priming envolve ativação recente, mesmo sem intenção consciente.

e)

Esquemas cronicamente acessíveis e priming são sinônimos, não havendo diferença entre eles.

40.

A profecia autorrealizadora ocorre quando:

a)

Uma pessoa forma uma expectativa sobre outra, mas essa expectativa não influencia o comportamento nem os resultados.

b)

Expectativas ou crenças sobre alguém acabam influenciando comportamentos de forma que a expectativa se confirme.

c)

O comportamento da pessoa-alvo é independente das expectativas externas.

d)

Apenas expectativas negativas podem se concretizar; expectativas positivas não têm efeito.

e)

Expectativas externas sempre produzem resultados opostos ao esperado.

41.

As heurísticas são:

a)

Processos lentos e deliberados de avaliação detalhada de cada situação.

b)

Atalhos mentais que permitem decisões rápidas sem analisar todos os detalhes.

c)

Esquemas que nunca interagem com emoções ou contexto.

d)

Regras complexas que substituem completamente o pensamento automático.

e)

Apenas técnicas ensinadas formalmente, sem relação com experiência cotidiana.

42.

Nossa decisão em situações sociais é geralmente um mix de pensamento automático e controlado, porque:

a)

Ativamos esquemas, emoções e heurísticas, mas também avaliamos o contexto de forma consciente.

b)

Apenas pensamentos automáticos influenciam nossas escolhas.

c)

Apenas processos controlados determinam a resposta social.

d)

Emoções e esquemas são irrelevantes quando avaliamos racionalmente.

e)

Sempre seguimos regras formais e explicitamente aprendidas.

43.

As heurísticas podem ser definidas como:

a)

Processos lentos e analíticos que sempre evitam erros de julgamento.

b)

Processos que substituem completamente a tomada de decisão consciente e controlada.

c)

Regras formais aprendidas apenas em contextos escolares.

d)

Estratégias exclusivamente automáticas que não dependem de esquemas ou experiências prévias.

e)

Atalhos mentais que permitem julgamentos rápidos, funcionando na maioria das vezes, mas que podem gerar erros.

44.

A heurística do julgamento consiste em:

a)

Analisar detalhadamente todas as informações antes de formar um julgamento.

b)

Usar pistas acessíveis e rapidamente disponíveis para avaliar algo, mesmo que nem sempre sejam precisas.

c)

Ignorar completamente informações relevantes para tomar decisões rápidas.

d)

Garantir julgamentos totalmente corretos e livres de vieses.

e)

Basear-se apenas em experiências de longa duração, sem considerar estímulos recentes.

45.

A heurística da disponibilidade se caracteriza por:

a)

Avaliar eventos apenas com base em estatísticas precisas, ignorando experiências pessoais.

b)

Basear julgamentos na facilidade com que exemplos relevantes vêm à mente, influenciando percepção de risco ou frequência.

c)

Garantir decisões sempre corretas e livres de erros.

d)

Analisar sistematicamente todos os detalhes antes de decidir.

e)

Funcionar apenas em situações automáticas, sem envolver pensamento controlado.

46.

A heurística da representatividade é:

a)

Julgar com base em estatísticas precisas.

b)

Basear decisões apenas em experiências recentes.

c)

Garantir julgamentos corretos sempre.

d)

Avaliar algo ou alguém comparando com um exemplo típico.

e)

Funcionar apenas no pensamento controlado.

47.

Qual a principal diferença entre esquemas e heurísticas?

a)

Esquemas são atalhos rápidos; heurísticas organizam conhecimento prévio.

b)

Esquemas ajudam a interpretar situações com base em conhecimento prévio; heurísticas são atalhos mentais para decisões rápidas.

c)

Ambos funcionam apenas no pensamento controlado.

d)

Heurísticas garantem julgamentos precisos; esquemas sempre levam a erros.

e)

Esquemas e heurísticas são sinônimos.

48.

A atribuição social refere-se ao processo pelo qual:

a)

Indivíduos tomam decisões apenas com base em regras formais, ignorando comportamentos observados.

b)

Indivíduos explicam causas de ações e estados mentais, usando informações da memória para inferir motivos ou decidir ações futuras.

c)

Todos os comportamentos são atribuídos exclusivamente a traços de personalidade.

d)

A motivação e o esforço não têm relação com o sucesso ou fracasso.

e)

As causas situacionais nunca influenciam julgamentos sobre o comportamento.

49.

O erro fundamental da atribuição ocorre quando:

a)

Atribuímos comportamentos dos outros a fatores situacionais e ignoramos traços internos.

b)

Atribuímos comportamentos dos outros a fatores internos (disposicionais) e subestimamos fatores externos (situacionais).

c)

Sempre avaliamos corretamente a influência do contexto sobre o comportamento.

d)

Consideramos apenas experiências passadas sem observar o comportamento atual.

e)

Julgamos comportamentos de forma totalmente aleatória.

50.

O comportamento humano em situações sociais é mais influenciado por:

a)

A situação objetiva, independentemente de como a percebemos.

b)

Apenas regras formais e instruções externas.

c)

A interpretação que fazemos da situação, mesmo que seja subjetiva.

d)

Experiências passadas sem considerar o contexto atual.

e)

Impulsos automáticos sem qualquer relação com percepção.