Font size
WorksheetsTeste "Memorial do Convento", de Saramago
Total questions: 50
Worksheet time: 25mins
O título "Memorial do Convento" remete para a intenção de Saramago de...
elogiar o rei D. João V, enquanto promotor da construção do convento de Mafra.
salientar a grandiosidade do monumento português.
homenagear o verdadeiro obreiro da edificação: o povo.
resgatar do esquecimento uma época áurea portuguesa.
A construção do convento deveu-se, inicialmente,...
ao pedido endereçado pelos padres dominicanos.
à megalomania do rei e à vontade de imitar o Rei Sol.
à promessa do rei ao Frei António de S. José.
ao desejo de construir a réplica da Basílica de Roma.
Para homenagear aqueles que construíram o convento e que a História não registou, Saramago
omite propositadamente o nome do rei, da rainha e dos príncipes.
enumera simbolicamente um nome por cada letra do alfabeto.
inventa um monumento à entrada de Mafra.
apresenta um longa lista das pessoas contratadas para a obra.
Esta obra decorre durante o reinado de:
D. João IV
D. João V
D. João VI
D. João VII
O nome da mulher do rei era
D. Maria Ana Josefa
D. Mariana Josefa
D. Maria Bárbara
D. Bárbara Maria
A relação entre D. João V e a rainha é de
grande formalidade.
grande paixão recíproca.
grande familiaridade.
grande cumplicidade.
A rainha era de origem
Espanhola
Austríaca
Suiça
Germânica
. A rainha é apresentada, sobretudo, como
muito gastadora
muito zelosa
muito devota
muito remota
O nome da filha do rei foi
D. Maria Ana Josefa
D. Maria Bárbara
D. Mariana Josefa
D. Bárbara Maria
A construção do Convento de Mafra deveu-se a uma promessa de D. João V, com o objetivo de
encontrar ouro e diamantes no Brasil.
casar com D. Maria Ana Josefa.
assegurar um herdeiro.
criar uma reserva de caça.
A promessa de construção do convento é uma das quatro linhas de ação do romance. Seleciona a única que não faz parte deste conjunto.
O construção do convento pelo povo.
O sonho de Bartolomeu de construir a passarola.
A história de amor de Baltasar e de Blimunda.
A ação diplomática do rei D. João V.
O gigantismo do palácio-convento traduz uma característica de D. João V,
a megalomania.
o seu gosto pela arquitetura religiosa.
a competência financeira.
a visão estratégica para o desenvolvimento do reino.
A forma prepotente como o rei exerce o seu poder é uma marca
do absolutismo.
de magnanimidade.
de sensibilidade.
de piedade.
A gestão que o rei faz dos bens do reino revela
competência.
negligência.
ignorância.
perspicácia.
A vontade de construir uma basílica com a dimensão da de São Pedro, em Roma, denotam, em D. João V,
a visão estratégica.
o bom gosto.
o espírito inovador.
a megalomania.
A repressão religiosa manifesta-se, sobretudo,
nas touradas.
nos autos de fé.
na construção de conventos.
na exploração dos trabalhadores.
“Memorial do Convento” é uma narrativa histórica que abrange cerca de 30 anos da História de Portugal do século:
XV
XVI
XVII
XVIII
A narrativa de Memorial do convento cobre o período temporal de
1750 a 1755.
1711 a 1739.
1702 a 1739.
1730 a 1739.
O nome da mãe de Blimunda era
(a)
O dom de Blimunda é
ver o interior das pessoas.
falar em público.
manipular as multidões.
transformar pão em vontades.
A alcunha de Baltasar é
Maneta.
Sete-sóis.
Sete-luas.
Rei Mago.
Por respeito a Baltasar, todos os dias de manhã, Blimunda
coze pão.
faz a sua higiene pessoal.
prepara umas torradas.
come pão.
Baltasar e Blimunda colaboram com o padre Bartolomeu na construção
do convento.
da passarola.
da Quinta de São Sebastião da Pedreira.
duma escola.
Na Holanda, Bartolomeu descobre que o éter, antes de subir aos céus, vive
nos conventos.
dentro dos homens.
nos palácios.
na Quinta de São Sebastião Pedreira.
Com os seus poderes, Blimunda consegue captar, junto dos moribundos,
as suas vontades.
a sua alma.
as suas poupanças.
os seus suspiros.
A vontade dos homens torna-se visível a Blimunda sob a forma de
uma luz ténue.
uma nuvem fechada.
um coração.
uma flor branca.
A cura de Blimunda foi muito impulsionada
pela intervenção do rei.
pelas mezinhas de Baltasar.
pela música de Scarlatti.
pelos sermões de Ludovice.
Quando o povo vê a passarola voar nos céus, identifica-a com
o Espírito Santo.
a Nossa Senhora.
um OVNI.
três anjos.
A "trindade terrestre" é constituída por
Baltasar, Blimunda e Bartolomeu.
D. João V, D. Maria Ana Josefa e D. Maria Bárbara.
Scarlatti, Ludovice e Francisco Marques.
Saramago, Pilar e Ricardo Reis.
Para além da "trindade terrestre", o narrador valoriza sobremaneira outra personagem, dando-lhe protagonismo. Falamos
do povo.
de Ludovice.
de D. João V.
de Inês Antónia.
O valor da verdadeira amizade é corporizado, neste romance,
por D. João V e Scarlatti.
por D. João V e D. Maria Ana Josefa.
por Ludovice e o inquisidor-geral.
pela "trindade terrestre".
O amor como força redentora de uma vida de sofrimento é simbolizado por
D. João V e D. Maria Ana Josefa.
Baltasar e Blimunda.
Bartolomeu e Scarlatti.
D. Maria Ana Josefa e seu cunhado.
Baltasar Mateus perdeu a mão esquerda numa guerra designada por
Guerra da Sucessão de Espanha
Guerra Civil de Espanha
Guerra dos Cem Anos
Guerra da Independência de Espanha
O padre Bartolomeu Lourenço de Gusmão apelidou Blimunda de
Sete-Sóis
Sete-Luas
Estrela da Noite
Sete-Estrelas
D. João V decidiu que o Convento teria que ser, impreterivelmente, inaugurado no dia
22 de outubro de 1730, data do seu 31º aniversário
25 de outubro de 1730, data do seu 32º aniversário
22 de outubro de 1730, data do seu 41º aniversário
25 de outubro de 1730, data do seu 51º aniversário
A mãe de Blimunda foi
queimada viva
mandada em paz
supliciada e presa
açoitada e degredada
A condenação da mãe de Blimunda deveu-se a
roubo
judaísmo
ter visões
fazer missas negras
A máquina do Voador estava a ser construída
Em Aveiro
Em S. Julião da Barra
Na Quinta do Duque de Aveiro
em S. Julião da Pedreira
Quando o guarda-livros anuncia ao rei que se gastaram 200 mil cruzados na inauguração, a famosa resposta do rei foi
Meus Deus, ajuda este reino!
Não acredito, blasfemo!
O reino pagará com impostos! Põe na conta!
Não me mintas ou vais arder na fogueira!
Blimunda reencontra Baltasar...
ao fim de sete anos.
da segunda vez que passava em Lisboa, ao fim de nove anos.
no dia da sagração da Basílica.
na sétima vez que passava por Lisboa, ao fim de nove anos.
Blimunda e Baltasar conhecem-se...
porque Sebastiana de Jesus incentiva telepaticamente a filha a falar com ele.
por intermédio do padre Bartolomeu Lourenço.
quando o soldado vivia em Mafra e trabalhava na construção do convento.
depois de Blimunda ter ido viver para S. Sebastião da Pedreira.
Após o auto da fé em que se conhecem, o par Baltasar e Blimunda vai para...
Mafra, para a casa de João Francisco, pai de Baltasar.
S. Sebastião da Pedreira, para a abegoaria dos condes de Aveiro.
a casa que o padre Bartolomeu lhes preparara, em Mafra.
a casa de Blimunda, onde partilham a colher da sopa e as vidas.
Para que a passarola pudesse voar, era necessário que...
Blimunda recolhesse duas mil vontades.
o padre estivesse a par da tecnologias de ponta que existia na Holanda.
Baltasar recolhesse o éter das estrelas.
a Inquisição aprovasse o projeto.
Quem tentou destruir a passarola?
D. João V
Domenico Scarlatti
Padre Bartolomeu Lourenço
Blimunda
Quem é morreu em Toledo, Espanha?
Padre Bartolomeu Lourenço
Domenico Scarlatti
Baltasar Sete-Sóis
Manuel Milho
Baltasar desapareceu após ter um acidente com a passarola
Verdadeiro
Falso
Passados 9 anos, Blimunda encontra Baltasar:
A pedir à porta da Igreja
Com outra mulher
A construir uma nova passarola
Como um dos supliciados num auto de fé.
Passados 9 anos, quando encontra Baltasar, Blimunda recolhe a sua ________________.
Vontade
Alma
Outra mão
Nenhuma das opções anteriores
Todas as personagens deste romance histórico são verdadeiras.
Verdadeiro
Falso
O estilo de Saramago distingue-se pela utilização de apenas dois sinais de pontuação,
a vírgula e o ponto final.
a vírgula e os dois pontos.
o travessão e o ponto final.
o ponto de exclamação e o ponto de interrogação.
