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Questões 2 - PPA, LDO e LOA

Total questions: 30

Worksheet time: 23mins

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1.

Sobre o orçamento público, especificamente sobre o PPA, LDO e LOA, indique a alternativa correta:

a)

O orçamento público é planejado em três níveis interdependentes.

b)

Cada lei funciona de forma isolada, sem ligação entre elas.

c)

A LOA define diretrizes que orientam o PPA.

d)

A LDO é independente do PPA e da LOA.

2.

O Plano Plurianual (PPA), um plano que define as diretrizes, objetivos e metas do governo, tem como principal característica:

a)

Estabelecer a previsão detalhada de receitas e despesas para apenas um exercício.

b)

Fixar os limites de ativos e passivos do setor público.

c)

Definir diretrizes, objetivos e metas de médio prazo.

d)

Aprovar créditos adicionais durante a execução orçamentária.

3.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) funciona como elo entre o Plano Plurianual (PPA) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) porque:

a)

Define, em detalhes, todas as despesas permanentes do governo.

b)

Prioriza as metas do PPA que poderão ser executadas no próximo exercício.

c)

Contém a previsão detalhada das receitas e despesas públicas para 4 anos.

d)

É elaborada a partir da LOA do ano anterior.

4.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) é de iniciativa do Executivo, sobre esse assunto, assinale a alternativa correta:

a)

A LOA é uma lei que estima receitas e fixa despesas para um exercício.

b)

A LOA realiza planejamento de investimentos para 4 anos.

c)

A LOA é um conjunto de metas fiscais de longo prazo.

d)

A LOA é um documento estratégico de longo prazo.

5.

Quando se afirma que a Lei Orçamentária Anual (LOA) é “autorizativa”, entende-se que:

a)

O Executivo é obrigado a gastar todas as despesas previstas.

b)

O Legislativo executa diretamente a despesa.

c)

O Executivo pode executar a despesa até os limites autorizados.

d)

As receitas previstas não podem variar para mais ou para menos.

6.

Um investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro só pode ser iniciado se:

a)

Estiver previsto no anexo de riscos fiscais da LDO.

b)

For autorizado pelo poder Executivo.

c)

Constatar superávit na LOA.

d)

Estiver previsto no PPA ou em lei específica.

7.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deve conter, obrigatoriamente o(s) seguinte(s) conteúdo(s):

a)

Somente as despesas correntes do próximo exercício.

b)

Diretrizes gerais do planejamento estratégico de 20 anos.

c)

Metas fiscais e avaliação de riscos fiscais.

d)

Autorização para abertura de créditos extraordinários.

8.

A publicidade como princípio orçamentário no âmbito da administração pública garante:

a)

Acesso restrito às informações somente pelos parlamentares.

b)

Divulgação ampla e transparente da proposta orçamentária.

c)

Que as despesas sejam vinculadas a uma receita específica.

d)

Que a LOA seja publicada apenas após a execução orçamentária.

9.

O orçamento público é uma peça importante acerca das políticas públicas. Sobre isso, selecione qual função o orçamento público cumpre:

a)

Prevê o aumento de tributos sem lei específica.

b)

Serve como instrumento de transparência, gestão e controle da aplicação dos recursos públicos.

c)

Define despesas com programas especiais não previstos no PPA.

d)

Altera o prazo de execução da LDO.

10.

O princípio da universalidade garante que todas as receitas e despesas devem estar previstas na LOA. Essa previsão evita principalmente:

a)

Que o Executivo realize operações financeiras sem autorização legislativa.

b)

Que a execução seja atrasada por excesso de burocracia.

c)

Que o Legislativo precise aprovar o PPA todos os anos.

d)

Que o orçamento seja publicado em linguagem técnica.

11.

A Constituição prevê que o Plano Plurianual (PPA) estabeleça objetivos e metas de médio prazo. Qual a consequência de um investimento de mais de um exercício (um ano) não for incluído no PPA?

a)

O investimento poderá ser executado por meio da LOA.

b)

A despesa será considerada como superávit primário.

c)

O investimento será executado por meio da LDO.

d)

O gestor poderá responder por crime de responsabilidade.

12.

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), além de orientar a elaboração da LOA, também deve conter anexos obrigatórios. Um deles é o anexo de Riscos Fiscais, que deve conter:

a)

O Cronograma mensal de desembolso.

b)

Os passivos contingentes e ameaças às contas públicas.

c)

Apenas dívidas públicas já consolidadas.

d)

A evolução do patrimônio líquido no exercício.

13.

A competência para elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA) é de iniciativa exclusiva do Executivo. Isso significa que:

a)

O Executivo deve apenas executar o que o Legislativo aprovar.

b)

O Legislativo pode propor diretamente o orçamento quando houver atraso.

c)

Apenas o poder Executivo pode propor, cabendo ao Legislativo analisar e aprovar.

d)

O poder Judiciário pode elaborar orçamento próprio sem passar pelo Executivo.

14.

Para a elaboração da LOA deve haver a participação da sociedade. Um dos instrumentos obrigatórios para isso é:

a)

Publicação em jornais locais.

b)

Aprovação direta por referendo.

c)

Audiências públicas presenciais ou online.

d)

Consulta popular via plebiscito.

15.

O orçamento público deve respeitar o princípio da programação, isso significa que:

a)

Integrar a LOA ao planejamento prévio estabelecido no PPA e na LDO.

b)

Deve priorizar apenas despesas obrigatórias de pessoal.

c)

Vincular todas as receitas a fundos específicos.

d)

O Executivo pode gastar até o limite autorizado, sem obrigação integral de execução.

16.

Os princípios orçamentários funcionam como guias da elaboração do orçamento público (LOA). O princípio da anualidade está diretamente ligado:

a)

À exigência de prever todas as receitas e despesas no orçamento público.

b)

Ao equilíbrio entre receita e despesa pública.

c)

À vinculação das receitas a fundos constitucionais.

d)

Ao fato do orçamento ter vigência de um exercício financeiro.

17.

O princípio da não-afetação de receitas proíbe a vinculação de impostos a despesas específicas, salvo exceções constitucionais. Essa regra existe para:

a)

Evitar rigidez orçamentária e permitir flexibilidade na alocação de recursos.

b)

Garantir que toda receita seja usada apenas em investimentos de capital.

c)

Proteger o orçamento da análise do Tribunal de Contas.

d)

Reduzir a arrecadação tributária no âmbito da administração pública.

18.

O princípio da flexibilidade permite ajustes durante a execução do orçamento público. Isso se concretiza principalmente através de:

a)

Alterações automáticas feitas pelo Executivo.

b)

Créditos adicionais autorizados pelo Legislativo

c)

Extinção do princípio da anualidade.

d)

Redução de despesas obrigatórias sem lei específica.

19.

O Sistema Brasileiro de Planejamento Público envolve o PPA, a LDO e a LOA. A principal vantagem dessa integração é:

a)

Eliminar a necessidade de controle legislativo.

b)

Desvincular toda despesa arrecadada exclusivamente a cada ano.

c)

Garantir que cada órgão tenha total autonomia para definir suas prioridades.

d)

Garantir coerência entre planejamento estratégico, prioridades anuais e execução financeira.

20.

A exigência de que investimentos plurianuais estejam previstos no Plano Plurianual (PPA) busca:

a)

Garantir a continuidade administrativa e evitar gastos sem planejamento.

b)

Restringir a execução orçamentária apenas ao exercício anual.

c)

Garantir que todos os gastos do governo sejam aprovados anualmente na LDO.

d)

Ter vigência anual, mas pode ser prorrogado indefinidamente.

21.

Além de orientar a Lei Orçamentária Anual (LOA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) também deve conter anexos previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), como o de Metas e Riscos Fiscais. Isso reforça:

a)

O Executivo pode gastar até o limite autorizado, sendo obrigado a executar tudo.

b)

A eliminação da necessidade de aprovação legislativa.

c)

A transparência e o controle sobre resultados e ameaças fiscais.

d)

A redução das responsabilidades do Executivo.

22.

O modelo de orçamento da administração pública adotado no Brasil é classificado como misto, pois:

a)

O Executivo elabora e executa, mas o Legislativo aprova e fiscaliza.

b)

Apenas o Legislativo tem poder sobre receitas e despesas públicas no país.

c)

Todas as etapas são de responsabilidade do Executivo.

d)

É elaborado e executado pelo Legislativo; e fiscalizado pelo Executivo.

23.

Segundo a Constituição Federal, o Plano Plurianual (PPA) no âmbito da administração pública deve contemplar:

a)

Programas de duração continuada e suas metas.

b)

Apenas despesas correntes e restos a pagar.

c)

Receitas tributárias e transferências constitucionais fixadas.

d)

Exclusivamente despesas da seguridade social.

24.

No Sistema Brasileiro de Planejamento Orçamentário Integrado, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO):

a)

Seleciona metas do PPA e orienta a elaboração da LOA.

b)

Regula exclusivamente as receitas da seguridade social.

c)

Substitui o Plano Plurianual (PPA).

d)

Define a execução anual detalhada das despesas.

25.

O princípio da unidade no orçamento público determina que:

a)

Deve conter exclusivamente despesas correntes obrigatórias.

b)

Cada poder tenha autonomia plena em seu orçamento.

c)

O orçamento seja executado por múltiplos fundos independentes.

d)

Haja um único orçamento integrando receitas e despesas.

26.

O Plano Plurianual (PPA) é elaborado no primeiro ano de mandato do chefe do Poder Executivo, mas sua execução inicia-se:

a)

Tem execução a partir do segundo ano de governo e termina no último ano do mandato atual.

b)

Começa a vigorar no mesmo ano de elaboração.

c)

Apenas após aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) correspondente.

d)

No segundo ano de governo e vai até o primeiro ano do mandato seguinte.

27.

No sistema brasileiro orçamentário, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA) possuem em comum o fato de:

a)

Possuem vigência anual, limitadas ao exercício financeiro.

b)

Possibilitarem a execução imediata de investimentos sem previsão anterior.

c)

Possuem vigência de quatro anos.

d)

Serem elaboradas pelo Poder Legislativo e sancionadas pelo Judiciário.

28.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) é elaborada anualmente pelo Poder Executivo e, após aprovação do Legislativo, passa a vigorar:

a)

No exercício atual em que foi elaborada.

b)

No exercício financeiro seguinte à sua elaboração.

c)

No início do mandato do próximo chefe do Executivo.

d)

Apenas após a aprovação do Plano Diretor.

29.

O princípio da discriminação ou especialização no orçamento público significa que:

a)

Todas as despesas devem ser detalhadas, evitando dotações genéricas.

b)

Todas as receitas devem ser vinculadas a uma despesa específica.

c)

O orçamento pode ser global e flexível, sem detalhamento mínimo.

d)

A LOA deve conter apenas categorias agregadas de gastos.

30.

A fixação da despesa orçamentária, prevista na Lei Orçamentária Anual (LOA) na administração pública, corresponde a:

a)

Determinar os limites máximos para as despesas autorizadas.

b)

Estimar o montante de receitas disponíveis.

c)

Executar diretamente os investimentos previstos.

d)

Redistribuir recursos entre órgãos sem autorização legislativa.