WorksheetsQuiz sobre Saúde e Exercício Físico
Total questions: 25
Worksheet time: 19mins
Durante a anamnese em uma academia, um Profissional de Educação Física identifica que uma aluna de 52 anos apresenta circunferência abdominal de 92 cm e histórico de hipertensão controlada. Considerando os critérios da IDF (2022), essa aluna pode se enquadrar em quadro de:
Hipotensão arterial
Síndrome metabólica
Anemia funcional
Desnutrição sarcopênica
Um aluno sedentário, obeso e com glicemia de jejum de 110 mg/dL inicia programa de caminhada supervisionada. Após três meses, há redução de circunferência abdominal e melhora nos níveis glicêmicos. Esse efeito se explica, principalmente, pelo:
Aumento do tecido adiposo branco.
Aumento da resistência à insulina.
Melhora da sensibilidade à insulina e redução da gordura visceral.
Elevação dos triglicerídeos circulantes.
Uma mulher de 45 anos, diagnosticada com síndrome metabólica, é encaminhada ao Profissional de Educação Física. Qual prioridade inicial o profissional deve considerar na prescrição?
Alta intensidade sem monitoramento glicêmico.
Avaliação completa e individualização do treino.
Foco exclusivo em alongamento.
Treinamento apenas resistido.
Um paciente relata sensação de fadiga e exames revelam HDL baixo (35 mg/dL) e triglicerídeos altos (200 mg/dL). Esses achados indicam:
Dislipidemia mista.
Hipoglicemia funcional.
Diabetes tipo 1.
Hipotireoidismo.
Durante o exercício físico, pacientes com dislipidemia se beneficiam fisiologicamente porque ocorre:
Maior deposição de gordura hepática.
Diminuição do HDL.
Aumento da oxidação de ácidos graxos e melhora do perfil lipídico.
Inibição da lipólise.
Em um programa de reabilitação cardiometabólica, um aluno apresenta LDL de 180 mg/dL. De acordo com a SBC (2023), a prática mais indicada é:
Exercícios aeróbicos moderados, 150 minutos semanais.
Treino resistido com cargas máximas.
Exercícios intermitentes intensos diários.
Caminhadas ocasionais sem controle.
Um homem de 60 anos, sedentário, com obesidade abdominal e histórico familiar de infarto, apresenta glicemia de jejum de 120 mg/dL. Qual o principal risco associado a esse perfil?
Hipotensão.
Diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares.
Hipotermia muscular.
Sarcopenia isolada.
Durante a prescrição de exercício para diabéticos tipo 2, recomenda-se atenção especial à glicemia. O treino deve ser suspenso se o valor estiver:
300 mg/dL.
Entre 80 e 100 mg/dL.
Abaixo de 200 mg/dL.
Sempre após o uso da insulina.
Maria, 63 anos, portadora de diabetes tipo 2 e neuropatia periférica leve, busca iniciar exercícios físicos. A modalidade mais adequada para início é:
Corrida em esteira inclinada.
Caminhada em solo plano com monitoramento da glicemia.
Pliometria intensa.
Exercício resistido máximo.
Um aluno relata tontura e sudorese durante o treino. Ao medir a glicemia, encontra-se 65 mg/dL. A conduta correta do Profissional de Educação Física é:
Continuar o treino para melhorar o controle glicêmico.
Oferecer carboidrato de absorção rápida e suspender o treino.
Aumentar a intensidade para estabilizar a glicose.
Aplicar insulina imediatamente.
A fisiopatologia do diabetes tipo 2 envolve:
Falta total de insulina pancreática.
Resistência periférica à ação da insulina.
Excesso de adrenalina.
Hiposecreção de cortisol.
Durante o treinamento de força para diabéticos, a intensidade recomendada é:
80–100% de 1RM.
40–75% de 1RM.
Apenas isometria leve.
Somente exercícios de flexibilidade.
Um aluno com sobrepeso foi diagnosticado com esteatose hepática. Essa condição está frequentemente associada à:
Síndrome metabólica.
Déficit de potássio.
Hipotermia.
Hipocalcemia.
Em relação ao tecido adiposo, é correto afirmar que:
O tecido adiposo marrom é predominante em adultos.
O tecido adiposo branco é o principal reservatório de energia.
O tecido adiposo bege é inativo metabolicamente.
Nenhum tipo de tecido adiposo tem função endócrina.
Durante o exercício físico, a atividade das adipocinas sofre alteração. O aumento de adiponectina está relacionado a:
Maior inflamação sistêmica.
Maior sensibilidade à insulina e efeito cardioprotetor.
Diminuição da oxidação lipídica.
Elevação da pressão arterial.
O exercício físico regular reduz o tamanho dos adipócitos e estimula o browning. Esse processo resulta em:
Redução da termogênese.
Aumento da inflamação tecidual.
Melhora do metabolismo energético e gasto calórico.
Diminuição da sensibilidade insulínica.
João, 58 anos, hipertenso e obeso, faz uso de betabloqueadores. O Profissional de Educação Física deve considerar que esse fármaco:
Aumenta a frequência cardíaca durante o treino.
Reduz a resposta cronotrópica ao exercício.
Melhora a performance aeróbica.
Eleva o consumo máximo de oxigênio.
Em obesos, o acúmulo de gordura visceral representa maior risco metabólico por:
Produzir adipocinas anti-inflamatórias.
Ser metabolicamente inativo.
Liberar citocinas pró-inflamatórias e favorecer resistência à insulina.
Reduzir a lipólise hepática.
Durante a prescrição de exercícios para hipertensos, deve-se priorizar:
Exercícios isométricos intensos.
Exercícios dinâmicos e aeróbicos moderados.
Carga máxima em circuito fechado.
Exercícios em apneia respiratória.
Um aluno com hipertensão controlada apresenta pressão de repouso de 130/85 mmHg. Segundo as diretrizes, esse valor:
É considerado dentro da faixa limítrofe.
É indicativo de crise hipertensiva.
Exige suspensão do treino.
Representa hipotensão.
Durante um programa supervisionado, uma aluna com síndrome metabólica demonstra redução de 5 cm na circunferência abdominal e aumento de HDL. Esses resultados indicam:
Piora do quadro metabólico.
Resposta positiva à intervenção física.
Necessidade de interrupção do programa.
Aumento da resistência vascular.
O Profissional de Educação Física atua de forma interdisciplinar no controle da síndrome metabólica, colaborando com:
Médico, nutricionista e psicólogo.
Somente com o cardiologista.
Exclusivamente com o educador social.
Apenas com o fisioterapeuta.
Em pacientes com dislipidemia e obesidade, o exercício resistido contribui para:
Aumento do LDL.
Redução do metabolismo basal.
Aumento da massa magra e melhora do perfil lipídico.
Redução do gasto energético.
A atividade física combinada com dieta equilibrada, segundo Pereira et al. (2024), resulta em:
Aumento dos níveis inflamatórios.
Redução de 12% da gordura visceral e aumento de 20% da adiponectina.
Ganho de peso e glicemia elevada.
Diminuição do metabolismo basal.
Na prescrição de exercícios para grupos especiais, o princípio FITT-VP auxilia o Profissional de Educação Física a:
Planejar o treino com base na frequência, intensidade, tempo, tipo, volume e progressão.
Medir apenas o IMC do aluno.
Controlar o peso corporal exclusivamente.
Avaliar a força muscular máxima.
