WorksheetsFilosofia Política: Maquiavel, Hobbes e Locke
Total questions: 21
Worksheet time: 21mins
Para Maquiavel, o que é mais importante para o governante?
Seguir sempre a moral cristã
Buscar ser amado acima de tudo
Manter o poder e a estabilidade
Governar coletivamente com o povo
A virtù é entendida como:
Obediência às leis divinas
Coragem, habilidade e decisão política
Caridade e generosidade
Respeito absoluto às tradições
Segundo Maquiavel, o príncipe deve:
Ser sempre justo
Evitar guerras a qualquer custo
Saber usar o mal quando necessário
Ouvir conselhos religiosos
Para Maquiavel, governar exige lidar com a natureza humana. Ele afirma que os homens são, em geral:
Generosos e altruístas
Inconstantes e movidos por interesses
Naturalmente cooperativos
Guiados apenas pela razão
Hobbes descreve o estado de natureza como um cenário de insegurança e conflito. Esse estado é marcado por:
Cooperação natural
Igualdade e paz
“Guerra de todos contra todos”
Ausência de competição
Para superar o estado de natureza, Hobbes propõe o contrato social. Esse contrato estabelece:
A liberdade total individual
A autoridade soberana forte
A divisão de poderes
A democracia direta
No Leviatã, o soberano tem amplos poderes. Segundo Hobbes, eles são necessários para:
Garantir a fé religiosa
Evitar o retorno ao caos
Impedir qualquer reforma política
Assegurar privilégios à nobreza
Hobbes vê os indivíduos no estado de natureza como iguais em força e esperança. Essa igualdade leva principalmente à:
Harmonia
Competição
Caridade
Solidariedade
Locke descreve o estado de natureza como um espaço de liberdade e igualdade. Nesse estado, existe também:
Uma lei natural
Um rei absoluto
Um juiz supremo
Uma igreja soberana
Para Locke, o contrato social cria um governo limitado. Sua finalidade é:
Manter o poder absoluto do rei
Garantir direitos naturais
Controlar a religião
Expandir conquistas militares
Sua finalidade é:
Manter o poder absoluto do rei
Garantir direitos naturais
Controlar a religião
Expandir conquistas militares
Locke defende que os indivíduos possuem direitos naturais inalienáveis. São eles:
Vida, liberdade e propriedade
Honra, glória e dever
Igualdade, fé e trabalho
Justiça, caridade e paz
Para Locke, quando o governo viola os direitos naturais: Os cidadãos podem:
Obedecer sem questionar
Recorrer à igreja
Resistir e mudar o governo
Buscar apoio militar externo
Locke rejeita o absolutismo. Para ele, a autoridade política deve ser:
Divina e hereditária
Consentida pelos governados
Baseada no medo
Controlada apenas pelos nobres
Rousseau analisa como a sociedade criou desigualdades entre os homens. Para ele, a origem da desigualdade está:
Na diversidade natural
No surgimento da propriedade privada
Na vontade divina
No avanço da ciência
Rousseau distingue desigualdade natural e moral. A desigualdade moral surge de:
Diferenças biológicas
Convenções sociais
Condições climáticas
Capacidades físicas
No discurso, Rousseau critica o progresso da civilização. Ele afirma que esse progresso tornou os homens:
Mais virtuosos
Mais independentes
Mais competitivos e vaidosos
Mais próximos da natureza
Rousseau descreve o 'bom selvagem'. Esse conceito indica que o homem natural é:
Violento por essência
Moralmente corrompido
Simples e pacífico
Dependente de luxo
A passagem do estado de natureza à sociedade é vista por Rousseau como:
Um avanço moral
Um pacto inevitável que gerou desigualdade
Um ato divino
Um erro reversível
Rousseau acredita que a vida em sociedade gera comparações constantes. Isso produz no homem:
Amor-próprio excessivo
Desapego material
Plena liberdade natural
Igualdade total
A crítica de Rousseau à desigualdade humana influenciou debates posteriores. Segundo ele, a desigualdade se agrava quando:
A ciência avança
A religião se fortalece
A sociedade se organiza em hierarquias
O comércio diminui
